História A Filha de Dracula - Capítulo 14


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Categorias Originais
Tags Clã, Humanos, Romance, Vampiro
Exibições 35
Palavras 1.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite meus anjos! Mais um capítulo quentinho para vocês.

Boa leitura!

Capítulo 14 - Surpresa


  Percebo que Ian dirige para fora da cidade, já estou mega curiosa, pra onde ele irá me levar? Sempre odiei surpresas, a última surpresa que alguém fez pra mim foi quando Sebastian quis fazer um piquenique comigo e isso não deu nada certo, fomos atacados por bruxas enviadas por Mônica e nisso eu acabei sendo sequestrada por 3 dias, onde sofrir as maiores torturas que uma híbrida é capaz de passar, desde de então  nosso Clã e nossos aliados  se mantém em alerta para uma guerra que irá acontecer em breve, mas não sabemos quando. Graças a Deus, Sebastian não sofreu grandes danos, apenas hematomas e arranhões. Sebastian é filho do Alfa de uma alcatéia aliada, meu pai os conhecem a muitos anos e acabou sendo um aliado muito importante que temos ao nosso lado. Sebastian é uma pessoa incrível, sempre tentou ter algo a mais comigo, mas eu nunca quis e não quero, não porque sou uma híbrida e ele um lobisomem, mais acredito que para ter a união de duas pessoas tem que existir um sentimento que venha de ambos, algo que não existe entre nós dois.
-Chegamos. -Diz Ian me tirando dos meus pensamentos, e acabei nem notando para onde ele estava nos levando. -Seja bem vinda ao meu lugar favorito. -Completa ele sorrindo e saímos de cima da moto. É um lugar magnífico, é uma espécie de penhasco que estar fora da cidade, da pra ver a cidade toda daqui, ao nosso redor possue várias árvores frutíferas e flores de todas as cores, parece um jardim.
-É tão lindo. -Respondo eu maravilhada, nunca pensei que poderia existir um lugar assim perto de uma cidade como Nova York, pois a urbanização acabou destruído lugares como esse, e são poucos que ainda existem.
-Adoro vi pra cá, é o lugar que eu coloco meus pensamentos em ordem. -Responde ele é em seguida nos sentamos no chão mesmo. Tiro minha jaqueta para sentir a brisa que passa no local, que acaba espalhando o cheiros das flores que é forte no local. E noto que Ian faz o mesmo. -Você é a primeira pessoa que eu trago pra cá. -Completa ele sorrindo timidamente.
-Obrigada por ter me trazido pra cá. -Respondo eu sorrindo, parece um sonho, ao lado de um homem magnífico como o Ian em um lugar tão mágico. -No que você pensa tanto para precisar organizar tanto os seus pensamentos? -Pergunto eu curiosa.
-Minha vida não é nada perfeita Luna, sinto que falta algo nela...só que eu não sei o que é. -Responde ele sério.
-A vida de ninguém é perfeita, nem a minha é. -Respondo eu, sou uma híbrida, filha de Conde Dracula e Condensa Elizabeth, estou esperando um guerra que irá acontecer entre vampiros e bruxas e não sei se vou sobreviver a isso. - Me conta sobre você? Somos amigos e não sei nada da sua vida. -Respondo eu sorrindo e ele retribui.
-Deixa eu pensar um pouco.- Responde ele franzido um pouco a testa. -Me chamo Ian Black, tenho 18 anos, sou solteiro, e não sou virgem, - quando ele diz isso ele começa a rir alto e eu faço a mesma coisa, não por ele dizer que é solteiro  e virgem, mais sim por sua risada ser muito estranha. - Adoro andar de skate e de vez em quanto ir em alguma boate, nasce aqui em Nova York, mas após a morte dos meus pais fui mora em Londres com uma tia, mais faz 2 anos que eu resolveu volta pra minha cidade. E hoje estou aqui, cursando o 3 ano do Ensino Médio e contando minha história para a garota mais gata que eu ja conhecer. -Termina ele sorrindo e piscando pra mim, fico surpresa em saber que Ian é órfão,  pois ele não demostra ser, sempre estar sorrindo e brincando com os caras, mais enfim, as aparências enganam.
-Meus pêsames pela morte dos seus pais..eu não sabia. -Respondo eu séria.
-Tudo bem, foi a muitos anos. -Responde ele sério, mais vejo tristeza nos seus olhos, perder alguém não é fácil, já perdir muitas pessoas do Clã, mesmo nós não sendo uma família de sangue, mais o amor que nós unem uns aos outros é muito forte.
-Conheço o sentimento de perda, já perdir algumas pessoas, não sendo minha família de sangue, mais considerava eles como sendo. -Respondo eu séria, olhado para cidade.
-Meus pêsames pela sua perda. -Responde ele sério e eu apenas agradeço com um sorriso.
-Saindo do assunto perdas, sua vez de me contar sobre você. -Completa ele sorrindo e eu acabo fazendo o mesmo, Ian tem um sorriso lindo, como se não existisse nada que destruísse isso.
-Me chamo Luna Salvatore, tenho 17 anos, sou solteira também e não sou virgem, adoro ler, ja conhece para vários lugares no mundo, e hoje estou aqui em Nova York, nasce e morava no Canadá, mais por causa dos meus estudo estou aqui hoje, conversando com um cara quase normal, que possue um sorriso maravilhoso. -Respondo eu sorrindo e vejo que ele ficou com as bochechas vermelhas por causa da última parte.
-Quase normal? -Pergunta ele em um tom brincalhão.
-Você é muito gato pra ser normal. -Respondo eu rindo e ele começa a rir junto comigo.
-E seus pais? -Pergunta ele.
-Eles moram no Canadá. -Respondo eu, não quero entrar muito nos detalhes, ele é o primeiro humano que eu fui sincera ao meu respeito, tirando o fato que eu não sou uma humana normal.
-Você disse que já viajou para vários lugares no mundo, quais foram?
-Nossa foram tantos. -Respondo eu sorrindo.
-Bora brincar assim, vou falar o nomes de alguns lugares e você me responde se já foi. -Diz ele sorrindo e eu faço um ok com as mão. - Viena?
-Um lugar magnífico, adorei conhecer. -Respondo eu me lembrando dos momentos maravilhosos que eu passei lá.
-Madri?
-Sim.
-Toronto?
-Sim.
-Itália?
-A Torre de Pisa é extraordinária.
-Brasil?
-O Rio de Janeiro é um pedaço do céu, adorei ir lá. -Respondo eu me lembrando de um brasileiro que eu conhecer lá, OMG..o cara era sensacional na cama, e sabia usar perfeitamente o seu amiguinho lá de baixo.
-Tokio?
-A culinária é  ótima.
-Deus, não acredito que você viajou para esses lugares Luna. -Diz Ian surpreso.
-Acredite! Esse foram apenas alguns lugares que eu ja foi, a lista é enorme. -Respondo eu sorrindo, adoro viajar.
-E como você fazia para se comunicar nesse lugares? Contrastava alguém para mostrar o local?
-Na verdade...não, eu sei falar algumas línguas. -Respondo eu sem jeito, ele arregala os olhos de surpresa e eu acabo caindo de costas de tanto rir por causa da cara que ele fez.
-Quais? -Pergunta ele curioso.
-Francês, espanhol, português brasileiro, inglês, hebraico, latim, chinês, grego, russo, romeno, italiano, alemão...enfim, meu pai me incentivou para aprender outras línguas. -Respondo eu sorrindo.
-Nossa..deve ser sensacional! Apenas sei falar francês. -Responde ele sorrindo.
-Qualquer dia desse eu te ensino. -Respondo eu sorrindo da mesma forma.
  Quando estava escurecendo resolvemos voltar para a cidade para comer algo, pois passamos a tarde inteira sem comer nada, estava morta de sede por sangue,  mais me controlei.
-Queria te levar a algum restaurante, mais não fiz a reserva. -Diz ele em um tom triste, quando ele estava subindo na moto.
-Não precisa, só me leva para algum lugar para comer um cachorro quente, prefiro mil vezes isso do que um restaurante. - Respondo eu o abraçando por trás, minha família tem dinheiro, mais sabemos gastar com moderação, nunca gostei de ir para restaurantes finos para gastar meu dinheiro, confesso que as vezes é bom, mais prefiro um local simples.
-Você caiu do céu, só pode, pois todas as garotas que eu ja sair preferiam um lugar fino. -Responde ele surpreso.
-Você vai perceber que sou diferente das garotas que você conviver. -Respondo eu simplesmente.
-Vou não, estou percebendo. -Responde ele. -E estou amando. -Completa ele com um sorriso de molhar calcinhas  e eu sinto minhas bochechas ficarem vermelhas, primeira vez que alguém me fez corar.
Fomos até uma praça na cidade onde tinha uma feira sendo realizada, Ian vai até uma das barracas para comprar um cachorro quente para nós. De repente sinto meu celular vibra no meu bolso, atento sem olhar para ver quem era.
-Luna. -Respondo eu séria.
-Filha? -Responde meu pai.
-Oi pai, tudo bem? E a mamãe?-Pergunto eu sorrindo, sinto uma saudade enorme deles.
-Estamos ótimos e você? -Pergunta ele é percebo que ele sorrir quanto fala.
-Estou bem. -Respondo eu sorrindo.
-Filha uns dos motivos que eu te liguei foi para pedir algo pra você. -Diz Conde Dracula sério.
-Pode falar pai. - Respondo eu da mesma forma.
-Queria que você fosse visitar um velho Clã aliado ai em Nova York. -Diz meu pai. -Você sabe que a guerra está cada vez mais próxima de nós, e eu estou viajando para visitar outros aliados assim como Damon, e como você é minha filha e estar ai em Nova York queria que você verificasse isso pra mim. -Completa ele.
-Pode deixar pai, aonde posso encontra-los? - Pergunto eu, ja fez isso várias vezes para o meu pai e sei muito bem como comportar com os nosso aliados, Conde Dracula fala o endereço e desligar pois ele iria falar com uma alcatéia aliada na Romenia.
-Tudo bem? -Pergunta Ian chegando com os nosso lanches, ele percebe que eu estou mais séria do que o normal.
-Estou. -Respondo eu balançando a cabeça. -Meu pai acabou de me ligar para mim resolver alguns assuntos aqui em Nova York, mais nada que você deva ser preocupar. -Completo eu sorrindo de forma tranquilisadora, não quero que ele fique preocupado comigo, sentamos em um banco na praça para comemos nosso cachorros quentes e conversando. Nunca fiquei tão "normal" perto de um humano, consigo ser eu mesma, sem a parte vampira é claro, fico imaginando se Ian descobrir a verdade sobre mim.
-Luna? -Chama Ian e percebo que faz um tempo que ele estar fazendo isso. -Você ficou tão distraída,  você estar bem? -Completa ele.
-Desculpa anjo, estou bem. -Respondo eu sorrindo, ele começa a me encarar de uma forma tão intensa que sinto como ser fosse mergulhar nesse olhos azuis, sinto  um desejo quase selvagem de beijar esses lábios esculpidos por anjos, ele começar a se aproximar de mim, olhando seriamente para os meus lábios e sinto levemente ele trocar seus lábios nos meus como se tivesse com medo da minha reação, quando ele me beija levemente sinto uma descarga elétrica passar por meu corpo. O beijo mudar para uma forma mais intensa, Ian coloca uma mão no meu cabelo e outra na minha cintura e eu enrolo minhas mãos nos seu cabelo, e esqueço que estamos em um local público, esqueço a sede que queimar a minha garganta, e me concentro apenas nos lábios desse Deus grego me beijando/mordendo os meus, com ambos com os corações acelerados e entregues de corpo e alma nesse momento...e eu acho que estou apaixonada pelo Ian?


Notas Finais


Você acha! Eu tenho certeza rsrsrs
Ian mesmo sendo um dos populares da escola, ele é atencioso e romântico com quem ele quer... Mais ai gente, até que fim um beijo (risos).

Beijinhos mecânicos 😘😘😘


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