História A Filha de Dracula - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Clã, Humanos, Romance, Vampiro
Exibições 36
Palavras 1.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hello meus anjos, tudo bem com vocês?
Acabei de terminar um capítulo e logo quis publicar (risos).
Muito obrigada pelos comentários, isso é muito especial pra mim, adoro saber as opiniões de vocês sobre os capítulos.
E para as pessoas que favoritaram A Filha de Dracula...vocês são demais!

Boa leitura!

Capítulo 15 - Caçada


  Acordo com uma alegria sem fim, depois que Ian me deixou aqui ele me beijou novamente, mais dessa vez foi de forma gentil e doce e depois foi embora, pois tinham aula de manhã cedo. E agora estou aqui com um sorriso bobo ernome e fitando o espelho. Mais tudo acaba quando me lembro da ligação do meu pai, ele pediu que eu conversasse com um Clã aliado que mora aqui em Nova York, pensei que esse lugar não tivesse dono, mas estava enganada, agora de manhã papai me mandou uma mensagem avisando o dia e a hora do encontro, será agora sábado às 7:30 da noite.
   Agora estou ferrada mesmo, tenho um encontro com um Clã de vampiro que eu nunca vi na vida e minhas bolsas de sangue acabaram, não quero furta em um hospital, eu odeio aqueles lugares...tenho que pensar em algo o mais rápido possível, mesmo eu sendo um híbrida não posso passar dias sem sangue.
Coloco uma calça jeans preta, um suete preto de gola alta e uma espécie de sobre-tudo também preto por cima que chega um pouco abaixo do meu bumbum,  mais ele não possue mangas e é de um tecido bastante leve, apenas para ter algo por cima. E para completar o lock coloco minhas botas de camurça preta, o dia amanheu bastante frio, lock perfeito para ele. Você deve notar que a maioria das roupas que eu visto é preta, e isso não tem nada haver com o fato de eu ser uma vampira, simplesmente por que eu gosto dessa cor e acho que fica ótimo em contraste com minha cor de pele.
Pego minha Chaves e vou até o meu carro para ir pra escola, no caminho até lá paro em uma padaria para comprar um cappuccino e recebo uma mensagem escrito:  "Bom dia amor, obrigado pela tarde incrível que você me deu, até daqui a pouco. Beijos!  Ass: I.B." Com essa mensagem linda meu dia voltou a ser ótimo, adorei muito a tarde de ontem que eu passei com o Ian, fuji tanto desse momento, mas agora não posso mais, estou perdidamente apaixonada por aquele garoto de olhos azuis. Mais será que meus sentimentos são recíprocos?
Chego no estacionamento da escola e todos os alunos já estavam lá, fico procurando o Ian mais ele não estava lá, talvez ele já tivesse indo pra sala, pois a primeira aula fasso junto com os garotos. Quando chego lá eles já estão lá.
-Nossa..você está linda como sempre. -Diz Thomas pegando minha mão e me fazendo dá uma volta. E eu começo a rir.
-Bom dia meninos. -Digo eu quando Thomas acaba de me girar.
-Bom dia. -Responde os meninos juntos com um sorriso de molhar calcinhas, todos eles são  um pedaço de mal caminho, mais meu coração é do Ian. Quando eu sento na minha cadeira ,que fica atrás do Ian e ao lado de Paulo, Ian pisca pra mim com um sorriso torto que eu amo muito.
As aulas hoje foi incrível, me divertir bastantes com os meninos na lanchonete, como passo muito tempo com eles, os alunos da escola já me consideram como uma das populares, mesmo eu não gostando muito disso. Quanto estava no estacionamento para ir embora, Ian me dá um selinho na frente de todo mundo e susurra um até amanhã no meu ouvido, que me deixou toda arrepiada. Todos que estavam no estacionamento nos olham surpresos até mesmo os meninos, quando estou entrando no meu carro, faço um tchauzinho sorrindo para os meninos eles retribuem com gesto também sorrindo.
Vou até o meu apartamento, mais no caminho até lá a sede aumentar com uma intensidade que eu nunca sentir antes, nós vampiros temos que engerir sangue todos os dias, principalmente se queremos ficar perto dos humanos, pois ficamos com um humor terrível e nossos extintos nos dominam sem nós queremos, algo que não quero que aconteça quando eu estiver perto deles. Entro no meu apartamento o mais rápido que eu posso, preciso dá um jeito de conseguir sangue, se não eu não sei o que eu sou capaz de fazer... Pensa Luna, pensa, você já conviveu sua metade da sua vida com vampiros, e sabe os métodos que eles usam para adquirir sangue, banco de sangue do hospital, odeio aquele lugar sem chances de eu ir lá, compartilhar sangue, não tem nenhum vampiro  íntimo aqui pra fazer isso e não vou fazer com um desconhecido...só sobrou uma opção..caçar meu próprio alimento, mas eu não quero matar humanos, nunca gostei disso e não é agora que eu vou fazer...Já sei.
Vou até o banheiro para tomar meu banho, tenho que estar deslumbrante hoje a noite. Resolvo vestir uma calça rasgada jeans cós alto, um corpete (não sei escreve o nome rsrs) vermelho, um salto preto, faço uma maquiagem bem ousada para noite e para completar o visual faço um cabelo pós foda. Quando me olho no espelho, quase não me reconheço, estou gostosa pra caralho. Levo apenas a chave do meu carro e um pouco de dinheiro.
Dirijo até a boate que estava mais lotada em Nova York, foi fácil entrar quando você tem os seus contatos, pode se dizer que tenho alguns amigos bastante influentes aqui em Nova York. Por dentro a boate possue luzes negras, quase não da pra ver os rostos das pessoas de longe, e alguns cantos da boate esta escuro um clima perfeito para pessoas se agarrarem e um otimo para fazer o que eu planejei, a boate estava muito bem movimenta, várias pessoas dançando e bebendo, o Dj está tocando dance bastante alto. Tudo perfeito. Vou até o barman pegar uma bebida, quando o barman está fazendo a mesma procuro a caça perfeita no meio da multidão, bebo minha bebida e vou até a pista de dança, começo a rebola no ritmo da música, e percebo vários olhares masculinos em mim. A minha caça não vai resistir e chegará até mim. Depois de alguns minutos sinto alguém atrás de mim.
-Você é muito gata sabia. -Responde uma voz rouca. Perfeito! Ele coloca as mãos no meu quadril e começa a me ajudar a rebolar e da beijos na minha nuca, ainda de costa esfrego minha bunda no seu pênis já excitado. Quando a música acabar me viro pra ele e começo a dançar novamente, ele é um gato, branco, alguns centímetros mais alto do que eu, cabelos dourados que combinar perfeitamente com o seu topete arrumado com gel, percebo que ele é bastante musculoso, pois deixa sua camisa um pouco apertada e define lindamente sua barriga definida e os braços. Vou me divertir bastante com ele e ainda vou tirar o que eu quero dele, sem mata-lo é claro.
Depois de três músicas que nós dançamos ele me leva até o barman, pedimos nossa bebida e quando esperando o barman traze-las ele começa a puxar assunto comigo.
-Me chamo Luka e você? -Pergunta ele sorrindo com um pouco de sotaque alemão.
-Prazer, Luna. -Respondo eu também sorrindo.
-Prazer só na cama gata. -Sussurra ele com a voz rouca de excitação no meu ouvido, confesso, isso me arrepiou toda.
-Você mora aqui em Nova York? -Pergunta ele todo interessado.
-Acabei de me mudar pra cá, sou canadense, e você?
-Vi visitar alguns parentes aqui em Nova York, sou alemão. -Responde ele com um sorriso de molhar calcinhas. Depois que fomos dançar de novo peço licença para ir no banheiro, quando estou perto do banheiro viro na sua direção e pisco, e em seguida ele me lança um sorriso malicioso, tenho quase certeza que ele não irá resistir e virá atrás de mim. Depois de alguns segundo no banheiro escuto alguém entrar e fechar a porta, mais não me viro pra saber quem é, até sentir seus braços ao redor da minha cintura. Ele me vira e me beija, começo a me excitar conforme sinto sua língua contra a minha, começamos a nós esfregar um no outro durante o beijo, percebo que o seu amiguinho já estar excitado, pois ele tenta me penetrar ainda de roupa. Ele me coloca sentada em cima da pia e da beijos e mordidas mo meu pescoço, começo a arranhar e gemer gostoso no seu ouvido, quando ele me ouve sinto ele apertar mais forte a minha cintura, o Luka tem pegada e eu estou adorando isso. Emburro ele na direção da poltrona que tem no canto do banheiro e desço da pia,  amo estar no controle nesse tipo de situação. Noto que quando ele senta ele começa a apertar seu membro por cima da calça e seus olhos estão brilhando de desejo, sento no seu colo e começo a rebola em cima do seu amiguinho, não estava no meu planejamento transar com alguém essa noite, só era morder alguém e pronto, mais não vou deixar esse Deus grego assim, sem sentir como é foder uma vampira. Mas de repente surge o Ian nos meus pensamentos, aquele sorriso torto que eu amo tanto, aqueles olhos azuis que tanto me atraí, quando a gente estar conversando e ele cora... minha excitação esfriou na hora. Não posso fazer isso com o Ian, deve ter outro jeito de arrumar sangue.
-Desculpa eu não posso fazer isso Luka, foi mal. -Diz eu me levantando do seu colo e ajeitando minha roupa. Ele apenas me olha sem entender e saiu do banheiro feminino deixando ele lá.
  Quando saiu do banheiro vou direto pra saída da boate, estou sem cabeça pra ficar nesse lugar, entro no meu carro e vou até o meu prédio, dou a chave para o manobrista, preciso andar um pouco para esfriar a cabeça, ando sem rumo pensando um jeito de arrumar sangue. De repente me lembro do local que Ian me levou ontem, um ótimo lugar para resolver problemas. Vou andando até a saída da cidade, quando chego lá percebo que estar deserto, começo a correr em velocidade de vampiro, até chegar lá. O local fica um pouco diferente a noite, mais contínua lindo, as estrelas da um toque romântico ao local...adoraria que o Ian estivesse aqui comigo.
Como eu pude me esquecer disso? Luna sua sem noção...estou em uma floresta não estou? Aqui deve ter animais, o sangue não é tão bom como o de humano mais contínua sendo sangue. Fecho os olhos e me concentro no que estar ao meu redor, esculto cada mínimo barulho feito por animais, até chegar um que me chamou bastante atenção, pelo barulho alto de graveto quebrando deve ser um animal grande, deixo minha parte vampira tomar conta de mim, sinto minhas pressas se formando e meus olhos mudando de um verde jade para vermelho sangue. Chegou a hora da caçada. Corro pra dentro da floresta em uma velocidade incrível, fico atrás de uma árvore enorme que me esconde perfeitamente, percebo que o animal é um cervo adulto, saiu silenciosamente de trás da árvore e rodeio a minha pressa até chegar em um ângulo melhor para agarra-la, pulo em cima dela, como sou mais forte o cervo não tem chances de escapar de mim. Mordo o seu pescoço e sinto aquele líquido quente tocar minha garganta, e bebo como se não houvesse amanhã, esqueço que estou em uma floresta e não percebo um barulho de corrida ao meu redor, quando acabo ja é tarde demais, noto rosnados ao meu redor e algo uivando. Não posso acreditar nisso, penso eu andando devagar para trás, estou em menor número, algo bate muito forte na minha cabeça e tudo começa a escurecer.


Notas Finais


Lobisomens?..OMG... Como a nossa princesa irá se sair dessa?

Desculpa pelo capítulo grande gente, é que quando estou escrevendo não quero parar mais (risos).

Beijinhos mecânicos 😘😘😘


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