História A Filha de Kishou Arima - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Ayato Kirishima, Ken Kaneki, Kishou Arima, Personagens Originais, Touka Kirishima
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Exibições 7
Palavras 1.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Incesto, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Não, a Tia Hiru não morreu. Ela viciou em Pokemón Go e Ephemeral.
Eu queria dar uma data especifica para postar capítulo, mas final de ano não deixa.
Enjoy~

Capítulo 8 - Yuka


Era a hora do almoço, eu e o pessoal estávamos no terraço como sempre.

- Becca-chan, você está bem? - Chika-chan me perguntou preocupada.

- Estou, por quê?

- Por que você está mais pálida que um papel e também está fria como um cadáver. - Shou-chan falou segurando minha mão.

Embora eu não estivesse com anemia, sempre que tinha que lutar com o grupo, eu colocava tudo para fora a noite toda e fico assim.

- Não se preocupem, eu sou assim. Além disso, o que aquelas garotas estão fazendo ali? - disse citando as garota atrás da escola.

- Quem você acha que é? Chegou ontem e quer roubar nossos namorados?

- Isso! Acha que só porque é bonitinha vamos te poupar?

Fala sério. A existência desses seres que brigam por causa de garotos é um insulto para as mulheres.

- Garotos, virem para o outro lado.

- Por que? - eles perguntaram em uníssono.

Eu os olhei em reprovação e eles viraram. Eu subi a cerca e me preparei para pular.

- Ei, ei, ei, ei! O que você está pensando em fazer?! - Ushio gritou.

Sem dar importância, pulei e aterrissei no chão sem me machucar. As garotas olharam para mim surpresas.

- Yoshioka?! Como você pulou?! - uma das garotas perguntou.

- Pulando. Agora saiam daqui. - falei em autoridade.

"Fracos se unindo contra apenas um? Que mundo estamos?"

Elas logo saíram e eu me direcionei a garota, que antes de eu falar qualquer coisa, pulou no meu pescoço.

- Muito obrigada, muito obrigada! - ela gritou e olhou para mim - Meu princípe!

"Príncipe? Eu sou até mulher."

- Venha comigo. Se elas voltarem sempre me chame.

- Sério, Meu Príncipe? Qual seu nome? - a garota perguntava animada. - Eu sou Yuka Yamada, 2-A.

"Ela não parece muito inteligente, mas seu sobrenome já diz o porquê dela estar nesta turma."

- Rebecca Yoshioka... - hesitei um pouco - turma 2-E.

"Eu estou na pior classe por ser bolsista."

- Ah! O almoço já vai acabar vamor para onde você estava. - ela disse normalmente.

"Bem, pelo menos, ela não é do tipo que se importa com esse tipo de coisa."

~No outro dia~

- Hey, Becca, por que este ser de inteligência diminuta está aqui? - Souichiro repetia pela milésima vez.

Estavamos no terraço, mas Yuka estava junto a nós.

- Você não são da mesma turma? Por que não se dão bem? - perguntei tentando amenizar a situação.

- Sim. Porque eu não mereço. - Sou respondeu com seu jeito seco de sempre.

- Hey, Becca. Onde está seu celular? - Shou-chan perguntou com um sorriso nos lábios.

- Ora, ele está aqui do meu la-

"Eu havia colocado do meu lado..."

- Hey, Becca-chan, é seu namorado? - Yuka perguntou apontando para o meu celular.

- Hey, Yuka! Quem disse que podia pegar meu celular?!

- Minha pergunta primeiro...

A foto que ela estava apontando era eu vestida de Haru. Eu tinha essa foto bem escondida para quando eu virasse Haru, continuasse com o mesmo celular.

- É meu irmão... - falei um pouco envergonhada, eu nunca havia comentado com o pessoal.

- Sério?! Ele tem namorada?! Mesmo se tenha, podemos nos encontrar? - Yuka perguntava.

- Você nunca nos falou de irmão nenhum. Má amiga. - todos menos Yuka disseram em uníssono.

- E que não somos tão próximos. Ele está na pior parte do 14° distrito.

Achei que se eu falasse isso, eles parariam de fazer perguntas, o que aconteceu, menos com Yuka.

- Ele é um bad boy?! Ele é perfeito! Deixe eu conhecê-lo! - Yuka repetia incessantemente.

Ela continuava pedindo e pedindo e pedindo e pedindo e pedindo e pedindo... Já falei que ela ficou pedindo e pedindo até o fim das aulas? Mas eu não dormi muito na noite anterior e estava esgotada, quando acabei cedendo...

~Algum tempo depois~

- E foi isso que aconteceu... - completei após contar à Ayato o que aconteceu enquanto arrumava meus óculos.

- Você é realmente burra, quanto menos pessoas ficarem sabendo do Haru, melhor. - ele espraguejava. - Mas... talvez faça a existência do Haru ser mais realista.

- Bem, você tem razão. Eu vou indo.

Eu saí de casa pensando na burrice que fiz me xingando mentalmente que nem notei que já havia chegado no parque. Yuka estava lá.

~20:00~

O encontro passou rápido. Talvez por estar com a Yuka seja divertido ou por que alguém está com preguiça de escrever. Eu nunca pensei que meu primeiro encontro seria com uma garota, ainda mais escondendo que sou garota.

~No outro dia~

Eu estava com o grupo no final da tarde como sempre.

- Ah! Outra máquina abandonada. Vem pro papai! - exclamei.

- Desse jeito, Haru vai acabar com o estoque de comida humana do 14° distrito. Por que você o ensinou a abrí-las? - Makoto perguntou à Ayato.

- Nós não vamos comer isso e Carl não gosta de salgadinhos e refris. Porque isso E-N-G-O-R-D-A. - Ayato respondeu dando destaque à última palavra.

- Você está me chamando de gordo?! -gritei.

- Mas você já está com uma pochetinha. - ele disse em tom de deboche.

- Ora, cale a b-

Ouvimos um grito, o que me interroompeu. Era um grito feminino. Conheço esse cheiro.

- Essas presas estão cada vez mais barulhentas. - Subaru falou.

- Presas? - perguntei.

- Os humanos que vem para esta área sempre viram comida para os Ghouls daqui. Mas todos tem uma cota. - ele explicou.

"Conheço esse cheiro. Vou checar."

Fui atrás do som ignorando os chamados.

"Como eu pensei, Yuka."

Ela estava sendo segurada por dois homens e já tinha algumas marcas pretas nos pulsos.

- Hey, vocês! Soltem agora. - gritei para os homens.

- Quem você pensa que é, garotinho? - um dos homens disse.

"Esta na cara que pensam que sou humano."

- É bom resolvermos de modo amigável. - continuei.

Eles apenas riram.

- Não! Haru, me ajude! - Yuka implorava.

Isso não podia continuar. Eu rapidamente fui para trás dos homens, tapei seus olhos e arranquei suas cabeças. Não podia deixá-la ver aquela cena... Sangue por todo o lado, no corpo dos homens que matei aparecia sua veia jugular cortada, eu cortei suas cabeças tão rentes aos ombros que sua glândula tireoidiana foi junto com a cabeça e sua traquéia estava à mostra. Eu a fiz desviar dos corpos e fomos até 10 metros à frente quando soltei minhas mãos de seu rosto.

- Não olhe para trás... - sussurrei em seu ouvido.

Ela engoliu a seco. Não pudemos dar nem mais um passo e Ayato e os outros estavam à nossa frente.

- O que é isso, Haru?! - gritou Carl irritado ao ver os corpos.

- Eles se meteram com quem não devia. - respondi também irritada.

- Mas eles nunca quebraram nenhuma regra! O que os Ghouls vão pensar se descobrirem que matamos dois mesmo nos obedecendo?! - Makoto retrucou.

- Então adicione a regra: "Não tentar comer ou realizar o ato à Yuka.". Então eles irão ter quebrado uma regra. - falei puxando Yuka de perto deles, ela estava ficando nervosa.

- Não tenha um ataque por encostarem a mão na sua namoradinha. Você podia ter resolvido sem matá-los! - Subaru se intrometeu parando eu e Yuka.

- Eu tentei! - exclamei - Quer saber?! Esquece! Vão à merda!

Peguei Yuka em meus braços e pulei para cima do prédio mais alto.

- Hey, Haru! Volte aqui! - Ayato gritava do chão claramente com raiva.

Eu ignorei e fui para longe.

- Hey, Haru! Eu tenho medo de altura! - Yuka gritava agarrada à minhas roupas.

Eu parei e me sentei na ponta de um prédio após soltá-la.

"Logo agora que estávamos nos dando tão bem..."

- Me desculpe, Haru. Eu fiz você brigar com seus amigos... - Yuka lamentava sentada ao meu lado.

- Não se preocupe. Acho que... se eles duvidaram de mim, não confiavam em mim de verdade. - respondi.

- Não fale algo assim! Eu sou a culpada...

Eu ri de leve e aproximei sua cabeça do meu peito para poder acalmá-la.

- Não se sente mal estar tão perto de um assassino? - perguntei séria.

- Não. Não importa o que, você ainda é você. - ela respondeu.

- Como assim?

- Se eu quiser confiar em você, eu confio. Se não quiser, não confiarei. E se estiver errada, será apenas culpa minha. Mas... você me salvou, isso já é suficiente.

Ela lembra eu. Confiando nos outros tão levianamente. Se me traíssem, eu apenas me culpava. Até finalmente ver que nem tudo é minha culpa.

Bem, agora, meu maior desafio será encarar Ayato quando chegar em casa...


Notas Finais


Ainda que eu demoro pra posta capítulo, enquanto eu escrevo um, consigo marcar e desmarcar uma viagem.
Vou tentar postar outro capítulo em menos de uma semana. <3
Bjs de uva no kokoro~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...