História A filha de Negan - Capítulo 17


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Categorias The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Tags Negan, Twd
Visualizações 27
Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite,
Segue mais um capítulo.
Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 17 - Conselho de Guerra. capítulo 18.


O dia já raiava e diferente dos outros dias ele não estava no seu quarto e nem havia nenhuma mulher ao seu lado. Desta vez ele havia dormido no quarto dela. Nesses anos todos Negan nunca havia passado um dia se quer sem ter a filha sobre seu olhar. Ele não a deixava nem participar de festas de pijama o que dirá ficar na casa de um inimigo. Pior ainda era lembrar dela atirando nele, por sorte, não ele tinha certeza que ela errou o tiro propositalmente. Agora não podia perder tempo, ele já havia convocado seus homens e em breve Rick teria o que queria. Teria guerra.

         Ele desceu as escadas e foi para o seu escritório. Nesse dia havia muito o ser feito. Ao chegar lá seus homens já aguardavam pelas novas ordens.

         – Bom dia! – Todos disseram ao vê-lo entrar.

         – Senhor já enviamos os homens para avisar aos postos avançados que teremos uma guerra. – Simon informou.

         – Muito bem! – O vilão disse. – Trouxeram o que eu pedi para consertar minha pobre vampirinha?

         – Sim senhor. – Eugene disse. – O senhor tem certeza que não quer outro taco? Digo a Lucille foi quase destruída.

         – Tenho sim, ela é da família e família não jogamos fora. – O vilão respondeu.

         – E Anna senhor? – Dwigth perguntou. – O que fará com ela?

         – Ela está confusa D. Está apaixonada, então vou ter que cortar o mal pela raiz. – Negan disse e sorriu. – Vou ter que matar Daryl.

...

 

         O dia raiava em Alexandria e pela primeira vez ela acordava feliz. A garota levantou e procurou algo para vestir na mochila. Assim que pode desceu para comer algo, já estava faminta. Ela desceu as escadas e pegou o que estava espalhado pela mesa. Anna preparou um bom café da manhã para ela e o arqueiro. Não demorou muito e ela recebeu a visita de Carol.

         – Bom dia! – Ela disse entrando na cozinha. – O cheiro parece bom.

         – Bom dia! – Anna respondeu. – Espero que o gosto esteja bom também. Você quer tomar café com a gente?

         – Adoraria. – Carol respondeu. – Você quer ajuda?

         – Não, obrigada! – A garota respondeu.

         – Quem te ensinou a cozinhar? – A mulher perguntou.

         – Minha mãe. – Ela respondeu. – Eu queria aprender para quando fosse morar sozinha. Meu pai odiou a ideia e nunca me deixava cozinhar.

         – Entendo. – Carol comentou. – E qual o nome da sua mãe?

         – Lucille. – Anna disse e ao ver a reação dela complementou. – Eu sei meu pai doente.

         Antes mesmo que Carol pudesse consolar a garota o arqueiro desceu as escadas sorrindo. Em todo esse tempo juntos na estrada ela nunca havia visto ele daquele jeito. Era notório que ele a amava e pelo brilho no olhar da garota o sentimento era mutuo.

         – Bom dia amor. – Ele disse beijando a garota. – Bom dia Carol.

         – Bom dia Daryl! – A mulher disse. – Perdeu a camisa?

         – Na realidade, ela pegou a minha camisa. – Ele disse, mostrado a camisa que estava com a garota.

         – Eu não trouxe muitas roupas. – Anna comentou. – Não dava para fugir arrastando uma mala pelo Santuário.

         – Eu vou pegar algumas mudas minhas, mas logo elas não vão dar mais em você. – Carol brincou.

         – Vou pegar uma blusa minha limpa para você e uma para mim. – O arqueiro disse.

         Assim que ele desceu eles tomaram o café da manhã que realmente estava muito bom. Quando terminaram finalmente Carol contou o que havia ido fazer na casa do arqueiro. Eles iriam se reunir para falar sobre o que fariam agora que o vilão já sabia das comunidades. E a pedido do xerife Anna participaria da reunião.

         Eles foram caminhando para a casa do xerife, assim que ela se trocou. Todos já estavam presentes e ao ver o olhar de Maggie, a garota sentou-se no sofá ao lado do amado e de Michonne.

         – Bem agora que já estamos todos aqui podemos começar. – Rick disse, mas foi interrompido.

         – Espere um momento, por que vamos falar dos nossos planos na frente dela? – Maggie questionou. – Não sabemos ainda se ela é de confiança.

         – Precisamos de Anna para entrar no Santuário. – Michonne respondeu.

         – Mas Jesus esteve lá quando salvou o Daryl, ele conhece bem o lugar. – Ela respondeu.

         – Está um pouco diferente agora. – Rosita falou. – Os errantes foram cobertos com aço. Acho que devemos agradecer a Eugene, estou certa?

         – Pelo que o D me contou sim. – Anna respondeu e vendo a confusão no olhar de todos ela complementou. – Eu fiquei trancada sem poder sair do meu quarto quando o Daryl fugiu.

         – Acha que podemos confiar no Dwigth? – Rick perguntou.

         – Acho que sim, ele não tem mais motivos para seguir o meu pai. – A garota respondeu.

         – Minha jovem acha que pode nos ajudar a entrar lá? – O rei Ezequiel perguntou. – Nós sabemos que lá era o seu lar.

         – Claro que posso. – Ela respondeu. – Mas o senhor está enganado, lá não era o meu lar e sim minha prisão.

         – Entendo. – O rei comentou.

         – Gostaria de pedir que libertassem os prisioneiros. Há muitas pessoas lá inocentes que não merecem morrer. – Anna pediu.

         – Não podemos garantir isso. – Rosita disse.

         – Mas poderia ser alguém daqui lá. – Ela comentou. – Pensem nisso, por favor.

         – Claro que pensaremos. – O xerife concordou. – Agora precisamos de uma ideia para entrar lá.

         – Eu tive uma ideia. – Maggie disse. – Pensei em explodirmos os portões da frente, algo que ninguém espera.

         – É muito ousado, mas uma boa ideia. – Rick comentou. – Mas vamos precisar de uma boa distração.

         – Eu sei como podemos distrair. – Anna disse. – No dia em que você fugiu você matou um homem, certo? – Ela perguntou ao arqueiro.

         – Sim, era um cara esquisito. – Daryl respondeu. – Mas o que ele tem haver com a distração.

         – O nome dele era Joe e ele tinha uma função muito importante. – A garota disse. – Existe uma horda enorme, uma das maiores que já se ouviu falar. Joe era responsável por evitar que essa horda se aproxime das comunidades. Ele usava explosivos para afasta-los e isso só fez essa horda crescer.

         – Ele realmente afastava essa horda das comunidades? – Carl perguntou incrédulo.

         – Sim, se alguma das comunidades fosse dizimada quem faria o trabalho escravo para ele. – A garota disse. – Não é bondade dele. É uma lógica perversa dele. – Ela acrescentou. – Então, podemos utilizar a horda como distração para o plano de Maggie. Podemos guia-los para lá com explosivos, mas alguém vai precisar explodir o portão.

         – E quem irá fazer essa loucura? – Morgan perguntou.

         – Eu vou. – O xerife disse.


Notas Finais


Obrigada por lerem!
Até o próximo capítulo


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