História A filha de Negan. - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, The Walking Dead, Twd
Visualizações 86
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas, eu sei, havia prometido esse capítulo na quinta feira passada, infelizmente aconteceu uns imprevistos e eu não consegui postar.
Espero que me desculpem.
MUITO OBRIGADO PELOS 87 FAVORITOS, EU AMO CADA UM DE VOCÊS.
Aos novos leitores: Sejam bem vindos.

Capítulo 25 - The past


Eu não me mexi, não olhei para trás e não pisquei.

 -Está surda? -ele perguntou dando uma risada- Meninos, tragam ela.

Dois homens se aproximaram de mim, o primeiro colocou a mão na besta e o segundo pegou os meus dois braços, os puxando para trás.

Eu sabia que não adiantaria lutar, não agora, não aqui.

 -Eu estava com saudade. -meu pai disse se aproximando de mim e entrando no meu campo de visão.

Ele estava diferente, parecia mais velho, cansado, abatido, mas ainda tinha aquele sorriso sínico.

 -O que você fez com Daryl? -eu perguntei o encarando.

 -Daryl? -ele sorriu- Infelizmente eu não o peguei, ele fugiu e te deixou sozinha. -ele caminhou a minha volta.

 -Nós estávamos atrás de você e dos seus amiguinhos. -ele parou na minha frente- Vamos voltar para o Santuário hoje a noite.

Eu fechei os olhos e rezei para que Daryl aparecesse com ajuda e que ele não deixasse que eu voltasse para aquela prisão.

 -Vamos rapazes, coloquem ela no caminhão e vamos para casa. -ele disse depositando um beijo na minha testa.

Eu fui arrastada pelo homem que tomou a minha besta até um dos caminhões e me colocou sentada no chão, amarrou as minhas mãos a um ferro e me deixou ali sozinha.

 

(...)

 

A viagem até o santuário foi turbulenta e parecia que a cada vez que o caminhão sacudia ou passava por uma pedra os meus ossos estalavam.

 -Chegamos minha querida. -meu pai disse entrando no caminhão e desamarrando as minhas mãos- Bem vinda de volta a sua casa.

Eu caminhei ao lado do meu pai enquanto ele me guiava com Lucille nas minhas costas.

 -Como você pode ver, nós ficamos fora por dias mas finalmente estamos de volta. -ele disse com um sorriso.

 -Senhor. -Arat disse se aproximando- Nós perdemos algumas pessoas. -ela coçou a nuca- Muitas na verdade.

 -Quantas? -meu pai perguntou.

 -Cerca de vinte ou trinta. -ela disse abaixando a cabeça- Simon está morto.

 -Simon? Morto? -ele apertou Lucille com força- Aquele imprestável. Encontre quem fez isso e o traga até mim.

 -Sim senhor. -ela se retirou.

Eu dei um sorriso e continuei andando ao lado de meu pai.

Ora, ora papai, parece que quem matou os seus homens está mais perto do que você imagina.

 -Infelizmente, -meu pai disse me guiando até o meu antigo quarto- você vai ser vigiada dia e noite, na porta e nas janelas. -ele deu um sorriso e abriu a porta do meu quarto, as janelas estavam revestidas com barras de ferro.

 -Você não pode fazer isso. -eu disse.

 -Não? -ele me deu um empurrão, me fazendo entrar no quarto- Mas eu já fiz.

Ele sorriu e fechou a porta.

 -Eu quero dois guardas nesta porta e mais dois no corredor, ela não pode sair daqui de jeito nenhum. -meu pai disse a alguém do outro lado do corredor- E mande o Dwight vir até a minha sala.

Ouvi passos e logo em seguida apenas o silêncio, sem pensar duas vezes eu levei a mão a maçaneta e a girei, a porta estava trancada.

 -Droga, droga, droga, mil vezes droga. -eu disse cerrando os punhos.

Me virei para o meu quarto e encarei a minha cama, em cima dela encontrava-se uma fotografia.

Peguei a foto com as mãos e a examinei, na foto eu estava no meio dos meus pais, que me envolviam em um abraço apertado.

 

 -MÃE. -Jhoni gritou ainda me olhando.

 -O que foi querido? -minha mãe perguntou adentrando o quarto, ela estava com a roupa de treino dela.

 -Essa desmiolada quebrou o meu vídeo game. -Jhoni disse cerrando os punhos.

 -Foi sem querer mamãe, eu juro. -eu dizia com lágrimas nos olhos.

 -Mentirosa, você quebrou de propósito. -meu irmão disse ficando de pé.

 -Querido, acalme-se, sua irmã não fez de propósito. -minha mãe interviu.

Jhoni caminhou até mim e deu um tapa no meu rosto, as lágrimas já molhavam todo o meu rosto e o meu vestido rosa. A dor não foi tanta, o que mais me doeu foi a cara com que ele me olhou, como se eu não fosse ninguém.

 -JHONI. -minha mãe gritou vindo até mim, puxando o meu rosto e examinando os dedos que ficaram marcados na minha bochecha branca- Dessa vez você foi longe demais. Blondie, vá para o seu quarto e fique lá até eu te chamar.

Eu saí correndo, entrei no meu quarto e fechei a porta, a única coisa que eu queria era ficar sozinha.

 -ELA É SÓ UMA CRIANÇA. -minha mãe gritava- VOCÊ VIU O QUE FEZ? VOCÊ BATEU NA SUA IRMÃ.

Ouvi passos no corredor e corri para dentro do meu armário, me escondendo entre as roupas.

 -Filha? -meu pai me chamou- Blondie?

Eu via ele pela pequena fresta do guarda roupas, ele procurou embaixo da cama e olhou em volta.

 -LUCILLE. -meu pai a chamou, segundos depois minha mãe apareceu no meu campo de visão- Você disse que ela estava aqui?

Minha mãe olhou em volta.

 -Mas eu mandei ela vir pra cá. -minha mãe olhou debaixo da cama e caminhou até o guarda roupa, eu me encolhi em meio aos meus casacos, ela abriu a porta, deu uma olhada e voltou a fechar- BLONDIE.

Os dois continuaram procurando no meu quarto.

 -JHONI, VENHA AQUI. -meu pai gritou.

 -Que? -Jhoni respondeu logo depois.

 -Você viu a sua irmã? -meu pai perguntou.

 -Não.

Os três saíram do meu quarto.

Eu fiquei cerca de meia hora dentro do armário, até que a porta foi aberta e meu irmão passou a mão pelos casacos, ele pareceu desapontado por não me encontrar e foi até a minha cama, se deitou e ficou olhando as estrelas coladas no teto do meu quarto.

 -Cadê você maninha? -ele perguntou- Eu sinto muito, não queria ter brigado com você, e muito menos te batido. Eu te amo Blondie, você é a melhor irmã do mundo, me perdoa e aparece.

 -Eu te desculpo se você me desculpar também, não queria ter estragado seu vídeo game. -eu disse saindo de dentro do armário.

Jhoni levantou e correu até mim, me abraçando forte.

 -Graças a Deus. -ele sussurrou- MÃE, PAI, ELA TÁ AQUI.

Jhoni continuou abraçado em mim até que meu pai e a minha mãe entraram no quarto. Todos pareciam assustados.

 -Ah, minha princesa. -minha mãe disse se ajoelhando e me abraçando.

 -Nunca mais faça uma coisa dessas. -meu pai disse antes de se ajoelhar e me abraçar também.

 -Olhem o passarinho. -meu irmão disse apontando a câmera para mim.

 


Notas Finais


O que acharam? Comentem bastante.
Até o próximo capítulo.
Beijinhos de unicórnio.
xoxo


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