História A Filha do Mal - Tomione - Capítulo 8


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Categorias Aaron Taylor-Johnson, Emily VanCamp, Harry Potter, Lily Collins
Personagens Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Pansy Parkinson, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Severo Snape, Theodore Nott, Tom Riddle Jr.
Tags Aaron Johnson, Hermione, Lily Collins, Lord, Tomione
Visualizações 142
Palavras 2.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - O sorriso mais perigoso.


Fanfic / Fanfiction A Filha do Mal - Tomione - Capítulo 8 - O sorriso mais perigoso.

10 de Setembro de 1996.

Mansão Malfoy

O baile seguia maravilhoso e animado. Haviam muitas pessoas, porém, poucas a reconheceram. Hermione não tem o costume de ir nas festas sociais que sua família é convidada, e tão pouco participa nas que eram oferecidas ali, em sua própria casa. Abdicou muitas coisas na sua vida por causa de sua vingança e uma delas era essa simples coisa.

Estava de pé perto da janela admirando as pessoas dançarem e interagindo uma com a outra. Não havia visto sua mãe Bellatrix, e muito menos seu pai Lucius. Queria perguntar por eles, mas algo a dizia que não deveria.

— Como não reconhecer uma bela vista, quando vejo uma — ela deu um pequeno sobressalto. Ah, essa voz.. carregada de um sotaque sexy, lascivo. — está belíssima, meu amor.

Lentamente ela foi desviando o seu corpo para ele. Ele era um colírio para os olhos, sempre, mas hoje, assim como no baile de inverno, ele estava incrível!

— Viktor, o que faz aqui?

Ele sorriu de lado e se aproximou.

— A pergunta é: O que você faz aqui? — ela não se abateu com a pergunta — sei que está pensado, afinal é sua casa e você tem todo direito de estar aqui.. mas nós sabemos que não é o lugar que deveria estar nesse exato momento.

Ela sabia a quê ele estava se referindo. Ela deveria estar em Hogwarts.

Com todo o seu autocontrole ela sorriu de maneira que passasse pra ele sua confusão explícita. abriu e fechou a boca algumas vezes, sem saber o que responder.

Sua boca já estava se movendo quando escutou passos atrás de si, viu a reação que Krum tomou. Ele deu três passos para trás e se curvou.

— Vejo que já se conhecem — seu corpo estremeceu, assim que sentiu o hálito dele indo de encontra a sua nuca. Aquilo a deixou cabisbaixa, ela não sabia o que a leu a tal reação.

— Sim, Lord — quando se deu por si, Viktor já estava de pé novamente — eu e Hermione estudamos juntos em Durmstrang.

— Sim, eu soube que a Srta. Lestrange fez um intercâmbio no ano passado. — Lord se moveu de onde estava para o lado dela — Gostou de Durmstrang?

Já mais tranquila, ela sorriu e assentiu

— O Instituto Durmstrang foi a minha melhor experiência, meu Lord.

— Imagino que sim. — Ele sorriu, um sorriso que acompanhava os olhos, esses que foram certos nos dela. Hermione não entendia que magnetismo era aquele, e isso a deixava entorpecida de algo desconhecido. Em último ato, a boca dele se moveu — pode ir, Krum.

Ela viu pelo canto do olho Viktor fazer uma leve reverência, porém, seus olhos não queriam se desviar do homem à sua frente.

— Quer dançar? — Ele perguntou, sério.

Ela piscou os olhos, recém saída do hipnotismo. Ela apenas assentiu, aceitando logo após o braço que ele havia estendido para ela, que o aceitou, de bom grado.

Ele a conduziu para o meio do salão, onde alguns casais dançavam. Suas presenças juntos chamaram mais atenção que deviam.

Infelizmente, ela não deixou de termer por aquilo que ela tanto trabalhou.

— Não se preocupe com o seu disfarce aqui, todos são meus servos — a música começou e junto, eles também — vejo que gostou do vestido.

O quê? Aquela exclamação gritou em sua cabeça. Foi visível o espanto que essa declaração causou para ela.

— Foi o senhor? — ele assentiu aparentemente contente.

— Nós organizamos o baile muito em cima da hora. Sua mãe estava atarefada, Bellatrix estava em missão, não podia ajudar — disse ele alheio. Em um movimento previsível, ele se afastou dela e a girou, após trazê-la para perto novamente — então conversei com o seu pai e ele disse que você não poderia vir, então pedi para o Monstro levasse o convite a você, junto com o bilhete e o vestido.

Ela parou um momento lembrando o que aconteceu naquele dia. Foi um dia bem confuso.

— O segredo..— ela abriu os olhos após a lembrança se dissipar.

Ele riu, um som maravilhoso, vindo de um homem tão poderoso, assim como temido.

— Sim! — ele assumiu — Monstro é muito fiel a você, não queria mentir. Então disse a ele que era um segredo bom e ele aprovou.

Hermione riu.

— O que foi? — inquiriu ele, apertando levemente a sua cintura.

— É que ele usou exatamente isso quando o questionei de estar escondendo coisas de mim.

Ambos riram, atraindo ainda mais atenção. Todos no salão ainda dançavam, mas para disfarçar os seus verdadeiros interesses.

— Posso te fazer uma pergunta? — ela o olhou e assentiu — por que se aproxima de Potter?

Era uma boa pergunta, ela tinha que admitir. Então se lembrou da primeira comunicação deles, foi um desastre. Ele meio que a achou curiosa, assim como maluca, falando o tempo todo.

— Sempre ouvir o meu pai falar que se não fosse por eles, os Potter. — ela disse com nojo — tudo teria sido como tinha que ser. Os meus pais não seriam presos, o mundo bruxo seria melhor, mas adequando. — ele concordou com ela — e naquele trem, eu prometi a mim, se eu não fosse a destruição do último Potter, eu seria a ajuda para aquele que fosse destruí-lo.

Um silêncio foi imposto. Ele estava submerso em pensamentos e ela, desconfortável.

Ela se perguntou se não dissera muito, afinal, sutileza era o poder para poucos, principalmente para ela.

Seus olhos acompanharam  quando ele se movimentou para  lhe dizer algo, mas uma sombra escura apareceu do lado de fora. Pousando ali, sem nenhuma dificuldade.

Os olhos deles cerraram com a visão. Algo, na opinião dela não estava certo.

Ela pode sentir ele se afastar e o seu corpo desejar se movimentar junto com ele, porém, não fez, o deixou ir.

— Com licença — ele pediu, sem antes levar a mão dela aos lábios e depositar ali um suave beijo.

Na varanda, viu três pessoas e entre elas estavam sua mãe Bellatrix e seu pai Lucius.

Seu sorriso se abriu.

Ela deu um passo para frente, mas sua a mãe Narcisa a segurou pelo pulso.

— Negativo mocinha  — disse ela a impedido. Seu tom dizia “sem perguntas” — O que foi isso?

— Isso o quê?

— Essas seis músicas que vocês dançaram — Explicou a mãe. Hermione entendeu de cara o que era. — Todo mundo ficou encarando. O quê vocês tanto conversavam?

Sem entender o motivo, Hermione desviou o rosto para longe dos olhos questionadores de sua mãe. Ela se perguntou o que diabos estava acontecendo com ela aquele maldito dia.

— Foram seis músicas? Mesmo?

Narcisa com todo o seu jeito doce e delicado fez que sim.

— E vocês riram, o tempo todo.

Hermione de um jeito incompreensível abraçou o próprio corpo, uma maneira discreta para demonstrar o seu nervosismo. Ela não entendia o que estava acontecendo. Nunca fora tímida com os homens, na verdade, ela sabia manipular eles a sua vontade muito bem. Lembrou-se de Krum, no quarto ano, quando ela ia de propósito para a biblioteca várias e várias vezes ao dia para confirmar o que já suspeitava. Ele só iria por causa dela e isso ela usou para se aproximar dele, ou fazer ele pensar que foi ele quem se aproximou.

Quando deu por si, duas mãos a segurou pelo ombro e lhe deram um beijo na bochecha.

Se assustou, porém, era tudo que ela desejava naquele momento.

— Hora de dormir! — disse a voz.ela não precisava de muito para deduzir quem se tratava. Era seu pai Lucius. A pessoa que ela mais se sentia segura.

Já ele sorriu.

— Papai! — disse, antes de se jogar nos braços dele.

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11 de Setembro de 1996

Era um momento muito tenso, as pessoas em volta da mesa estavam sérias e com cara de tédio. Era óbvio que por baixo de expressões impacientes, estava a verdadeira face, de pavor e medo. Não era muito difícil dizer quem eram cada pessoa, assim a qual família pertencentes eram. Todos tinham bons cargos, eram poderosos e muito ricos.

Sabia que eram ideais que muitos compartilharam, porém, não sabia que eram tão bem vistos na sociedade bruxa.

A noite do baile foi em uma sexta, então Narcisa solicitou que eles passassem o final se semana em casa, mas que no domingo de tarde retornassem à escola.

Hermione pode perceber que seu pai ao seu lado esquerdo estava nervoso, assim como Draco ao seu lado direito.

Era sua primeira reunião, não sabia muito o que esperar, então se manteve quieta até a porta se abrir e o Lord entrar, com toda a sua beleza e charme. Era um homem lindo, ela tinha que admitir. Ela sabia que ele era tão velho quanto o seu avó, mas sua aparência lhe dizia outra coisa. Ele aparentava ser um pouco mais velho que o Viktor. Seu cabelo castanho claro, seus olhos azuis e vibrantes e sua pele branca, como qualquer aristocrática de sua própria linhagem. Era lindo, qualquer pessoa podia admitir.

— Que bom que vieram, meus amigos — todos com exceção de Hermione, ajeitaram-se em suas cadeiras, com a postura ereta. — Essa reunião vai ser algo simples. Como vocês sabem, alguns dos nossos foram pegos na última batalha do departamento.

Alguns assentiram e outros nada fizeram.

— O mestre está se referindo a batalha que senhor foi exposto? — Hermione viu um traço de raiva passar nos olhos de Voldemort, mas não ficou.

— Sim, Augusto. — Augusto, que Hermione reconheceu como Rookwood, um homem extremamente rico e uma boa posição dentro do Ministério. — vamos organizar um grupo para resgatá-los, de preferência, o mais breve possível. Então Augusto, faça com que eles sejam libertados o mais rápido possível.

— Milord? — um gorducho e careca o chamou. Esse, Hermione não sabia quem era. — como vai ficar a posse do Ministério?

— Em breve, meu caro amigo — Respondeu o Lord. Ele se virou para ela de maneira poética. Foi ali que a presença dela não seria mais tão discreta. — Vejo que conheceram a mais nova integrante do círculo interno — ele fez menção para ela.

— Sim, mestre. — a maneira que o homem a olhou a deixou enojada, mas ela não deixou que isso fosse demonstrado. — Nova, assim como o menino Malfoy. — seu sorriso largo sobrepôs o que ele estava pensando, quando sorriu malicioso para ela. — e muito bonita, também. A gente já não se conhece?

A cadeira ao lado do lord fora arrastada violentamente no chão. Bellatrix estava de pé e sua expressão era medonha.

— Como ousa se referir a minha filha dessa maneira, McNair? — ela gritou tão alto, que Draco colocou o dedo no ouvido.

McNair, um nome que não era nem um pouco familiar. Ele era feio e grande, não parecia ser lá essas coisas.

— Não sabia que falava com uma Lestrange — ele ficara assustado, assim como os demais. Hermione entendeu agora o porquê de sua mãe ser o braço de direito de Lord, ela era durona e sabia disso. — me desculpe, senhorita.

Hermione não se deu esse trabalho, ela apenas desviou sua atenção para o lord novamente. Ele, bem, ele tinha um sorriso tão largo quanto o da noite anterior.

— Ela é de extrema confiança. — disse ele. — ela vem trabalhando para isso desde onze anos, quando entrou para Hogwarts para ser amiga de Harry Potter.

Todos na mesa olharam para ela assustados, mas com muita curiosidade.

— Sim, ela, assim com Snape, é uma espiã. Mas ao contrário de Snape, ela sabe tudo que acontece com o Harry, então, as informações dela são muito valiosas. Harry é mais maleável que o velhote.

— Então quer dizer que além de Dumbledore, que confia cegamente em Snape — Disse o Gorducho apontando para Severus que se manteve calado até o momento.

— Temos o Harry Potter que confia cegamente em uma Lestrange.. — completou uma mulher ao seu lado. Eles estavam se encarando, como se estivessem concluído um enigma complicado. A maneira como se olhavam, era o tipo de olhar que ela e Draco trocavam toda vez que aprontavam algo — Como isso é possível?

Hermione riu, chamando a atenção de ambos. Quando as teve,  ela sorriu, de um jeito doce, o sorriso que ela usava exclusivamente para Harry e aqueles bandos de idiotas. Tanto o homem, quanto a mulher se esforçaram para manter a postura.

— Merlen! — ele sussurrou para a mulher — ela é tão assustadora quanto a mãe.

A mulher calada assentiu, encarando Hermione meio apavorada.

Ela riu, gostando do que foi dito.

Depois disso Hermione passou quase a reunião toda falando da ordem, de Harry e tudo que ela achava que não era necessário, mas que Lord pedia que contasse. No fim, todos entenderam a importância de cada informação.


Notas Finais


Meninas, Vocês acreditam que eu pensava que já tinha postado esse capítulo? Sério mesmo, podem brigar comigo, ele já estava pronto.


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