História A Filha do Mensageiro - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Connor Stoll, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Personagens Originais, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Travis Stoll
Tags Annabeth, Deuses, Gregos, Lésbica, Lesbicas, Mitologia, Olimpianos, Os Olimpianos, Percy Jackson, Pjo, Reyna, Romanos
Visualizações 58
Palavras 1.899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Magia, Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola, pessoas! Bom, ja postei outras fanfics por aqui, mas é minha prima sobre PJO/HDO. Apesar de ser inspirada em tal, como podem ver a personagem principal é totalmente original, mas, claro que terá alguns dos nossos personagens também ♥.
Bom, eu espero que vocês gostem e se quiserem conversar ou falar qualquer coisa: @redswxen.
Essa fanfic também será postada no Wattpad :v

Capítulo 1 - Filha de um Deus?


Fanfic / Fanfiction A Filha do Mensageiro - Capítulo 1 - Filha de um Deus?

(3 ANOS DEPOIS DA BATALHA CONTRA GAIA)

“– A filha do mensageiro virá a se encontrar

Com a família desconhecida a quem irá ajudar

Seu gênio é como fogo que arde na vida

A filha mais velha jamais reconhecida.

 

- Isso é uma profecia? – perguntou um dos campistas presentes no pátio enquanto Rachel falava.

- Claro seu burro, ela é o Oráculo. – comentou outro campista. Rachel voltou ao normal, sentindo-se atordoada como sempre se sentia após uma profecia, sendo aparada pelos dois campistas.

Na mesma hora, o Senhor D. e Quiron se aproximam assustados.

- O que proferiu? – Quiron se prontificou.

-  “A filha do mensageiro virá a se encontrar, com a família desconhecida a quem irá ajudar, seu gênio é como fogo que arde na vida, a filha mais velha jamais reconhecida.” Bom, foi isso que eu ouvi.

- Outra grande profecia, é o que parece. – Senhor D disse, emburrado como sempre.

- Você acredita que seja algo recente? – perguntou Rachel. – filha do mensageiro. Poderia ser uma filha de Hermes, não acha?

- Sim, poderia. Mas o que mais me preocupa mesmo é a última frase. – Quiron disse, parecia bastante preocupado.

- Com o que se preocupa senhor? – Rachel.

-  “A filha mais velha jamais reconhecida.” – recitou - Se ela não foi reconhecida, nunca nem ouviu falar do acampamento. E se eu estiver certo e a frase indica que ela já esta na maioridade, ela jamais vai chegar aqui. – falou com um tom misterioso e preocupado,  logo olhou pra Dionísio. – Temos que encontrar uma filha perdida de Hermes.”

 

TRÊS MESES DEPOIS.

(Aysla Narrando)

- É dondoca, parece que alguém resolveu tirar a madame daqui. – Disse o guarda sarcástico me tirando de uma das celas daquele lugar.

- Olha, desde quando mamãe se tornou tão boazinha. – Se bem me lembro, a última vez que minha mãe se preocupou comigo foi ah, sei lá, 5 anos atrás.

Saí daquele lugar horrível. Eu tinha ficado dois meses naquela cela. Não era bem a cadeia, era celas de uma grande delegacia o que claro, não deixa de ser horrível. Poderia ser um lugar mais no estilo Orange Is The New Black, talvez eu gostasse mais. Oh Nicole Nichols!

Fui com o guarda até onde quem havia me libertado desse inferno estava. Surpreendi-me ao não ver minha mãe, meu padrasto, ou qualquer ser conhecido. Na verdade, só tinha um garoto, com uma cara tão de encrenqueiro, que eu julgaria que ele estaria melhor também do outro lado da grade.

- Aysla Hart? – perguntou sorrindo pra mim.

- Sim e você quem é?

- Connor Stoll. – sorriu e franziu a testa – Você não tem cara de quem vai presa.

- Diferentemente de você. – respondi irônica – e de onde eu te conheço?

- Na verdade você ainda não me conhece. Sou seu irmão.

- Irmão? – falei rindo – Ta bom, conta outra. A gente fica na cadeia por quase 2 meses e começa surgir irmãos adolescentes? – perguntei sarcástica – talvez você seja filho do meu querido papai, que sumiu minha vida toda. Magicamente vocês me encontraram foi?

- Exatamente. – era estranho o jeito daquele garoto. Ele só falava sorrindo, o que tava começando me irritar profundamente. – tirando a parte do magicamente. Até por que, lança Aysla Hart no Google, vai aparecer nas últimas noticias. “Filha de Senadora é presa” ai aparece reportagens que fala onde você está presa – disse normalmente e eu apenas revirei os olhos -. Ah, e o papai deve está muito orgulhoso de você, diferente da sua mãe. – deu de ombros.

- Que interessante!  – sorri irônica, peguei minhas coisas que o guarda me devolveu e saí da delegacia.

- Ei, espera.

Connor veio correndo atrás de mim e eu parei quando ele me alcançou.

- Olha, agradece ao querido papai por mim e avisa a ele que não é só por ele ter me tirado desse lugar que virou o melhor pai do mundo. Eu vivi muito bem meus 23 anos sem ele.

- Ei, eu entendo você. – primeira vez que o vi sério – todos nós, filhos não só dele como de todos os outros deuses, sofremos o mesmo. Sentimo-nos abandonados por nossos pais. Você deve ter sofrido ainda mais, você viveu sua vida toda sem ele, não foi reconhecida e eu nem sei como você se livrou dos monstros. Claro, que hoje em dia o número de ataques de monstros diminuiu depois da morte de Gaia, mas ainda sim tem muitos e você viveu sua vida toda sem ver um. Impressionante!

Não resisti, comecei a rir. Esse menino ou era muito “zueiro” ou era muito maluco. Do que ele tava falando?

- Deuses? Reconhecida? Monstros? – não conseguia parar de rir – do que ta falando garoto? Aposto que já passou dos 20, não ta na hora de parar de imaginar não?

- Sim, tenho 21 e eu não to imaginando. – respirou fundo – deixa eu te explicar. Você, Aysla Hart, é filha do deus dos ladrões, dos viajantes, o mensageiro de Zeus. Você e eu também, igual a muitas outras pessoas, é filha de Hermes.

- Ah, claro! – disse animada e ele sorriu - E o nosso avô é o papai Noel? Conta outra. – olhei irônica e ele fechou o sorriso. Agora o garoto passou de maluquice pra esquizofrenia total.

- Zeus não vai gostar muito de ouvir isso. – disse olhando pra cima – enfim,  nós precisamos de você. Tem uma profecia, que tudo indica que se encaixa a você.

- Ah, Zeus está nos escutando? E aí Zeus? Como anda a vida? Traindo muito a esposa? – disse irônica e o vi arregalar os olhos.

- Garota você tem problema? Já quer Zeus de implicância com você?

- Belezinha, Connor. É o seguinte, como eu já disse, agradece ao seu pai por mim. Ou melhor, agradece Hermes por mim. Porém eu tenho mais o que fazer.

Saí de perto dele e ele parece que desistiu de insistir, pois ficou parado no mesmo lugar, com uma cara decepcionada. Maluco! Tudo bem, pelo menos foi o maluco que me tirou da cadeia. Já que como ele mesmo disse “a filha da senadora foi presa” e nem a própria senadora fez questão de tirar. A casa de minha amiga era a uns quatro quarteirões daqui. Queria aproveitar o ar livre, fora daquela cela, então decidi ir andando e eu não tinha dinheiro mesmo. Aquele garoto, Connor, que se diz meu irmão deve ter algum problema de cabeça. Acredito que possa ter sido sim o meu pai, que de alguma forma, nem tão difícil, descobriu meu paradeiro. Mas aquela história de deus e o caralho a quatro. Aquele menino precisa é de um médico.

Fui andando o caminho todo lentamente. Nossa! Quem diria que eu ia ter saudade até da poluição daqui de fora. Também, qualquer lugar é melhor do que passar dois meses naquela cela. Depois de uns 20 minutos andando, cheguei ao prédio de minha amiga. Ela não estava, mas ainda bem que o porteiro me conhecia e me deixou subir. Olhou-me meio estranho, como se desconfiado, mas deixou, até porque tinha a permissão dela. É, parece que todo mundo sabe mesmo que eu fui presa. Subi até o andar dela e sabia bem onde ela guardava a chave extra. Tudo estava arrumado, como de costume. Ela provavelmente estava com o namorado uma hora dessas, então fui pro seu quarto, peguei uma roupa e uma toalha e direto pro banho.

Liguei o som que tinha no banheiro e deixei rolar, tomava banho como se nunca tivesse visto água na minha vida. Depois de banho tomado, peguei algo na sua geladeira pra comer, foi quando ouvi a porta se abri.

- GAROTA! Você quer me matar de susto? – falou quase dando passos pra trás assim que me viu sentada na mesa.

- Oi galinha.

- Como você saiu da cadeia? Sua mãe te tirou de lá? – normalizou sua respiração e me abraçou, mesmo sem eu sair do lugar,  com um semblante ainda assustado, mas curioso.

- Um garoto chamado Connor me tirou de lá. Disse que é meu irmão. – ela franziu a sobrancelha sentando na cadeira e eu respondi seu questionamento interno – por parte de pai.

- Nossa! Como seu pai te encontrou? – questionou e eu apenas dei de ombros – ah, mas que bom, então.

- Tirando o fato de que o garoto tinha sérios problemas mentais. – falei com a boca cheia.

- Tipo o que, nojenta?

- Ah, deixa quieto. Nossa, acho que preciso descansar um pouco. Se importa que eu fique aqui? Não estou nada disposta a voltar pra minha casa.

- Claro que não. Pode ficar o tempo que precisar meu anjo.

Dei um beijo na bochecha dela e fui pro seu quarto deixando tudo que eu tinha usado na mesa.

--

Acordo com Casey me chamando, dizendo que tinha alguém querendo falar comigo na portaria. “Que não seja o maluquinho! Que não seja o maluquinho!” Foi o que se passava na minha cabeça o caminho todo. PAAM! Fail! Era o garoto.

- A primeira pergunta é: como você me encontrou?

- Ah, você deve ser a Aysla. - sorriu pra mim... Surpreso?

- Connor, para de graça. Já passamos por essa parte, né? – revirei os olhos. Sério que já ia começar a graça?

- Não, sou Travis. Connor é meu irmão, quer dizer, nosso irmão. – pareceu pensar um pouco – na verdade seu meio-irmão, e meu irmão completo, mas

- Ai meu deus, agora são dois. – me sentei com a mão na cabeça. Jura que isso era sério? – vai me dizer que você também é filho de Hermes?

- Olha! – pareceu animado – Garota esperta. Pelo visto vemos que já aceitou bem a história.

- Se eu já aceitei o fato que você e claro, o seu irmão,  são malucos? – perguntei irônica, e tava duvidando se era mesmo outra pessoa – Já, já sim. Inclusive, a gente arruma um médico rapidinho pra vocês dois. O que você acha? – antes de ele responder – ah e não precisa pagar. Presentinho da irmã mais velha.

- Você não tinha dinheiro nem pra sair da cadeia. – zombou e eu só com o olhar o fiz calar a boca, como viu que eu não falei mais nada, ficou sério e continuou – olha Aysla, vamos fazer o seguinte? – apenas assenti pra não render – você vem comigo  pra um lugar e se você não acreditar em nada, a gente te deixa em paz, beleza?

- Isso tudo é só pra eu me encontrar com o seu pai? Por que não disse logo, eu ia. Não precisava de toda uma história.

- Provavelmente você nem verá ele. – disse coçando a cabeça – mas você vem?

Respirei fundo e pensei um pouco. Ta, ele me levava seja La onde for e depois me deixa em paz. Não parecia ser uma péssima idéia.

- Ok, com uma condição. – ele sorriu e esperou que eu falasse – posso levar minha amiga junto?

- Bom, ela não conseguiria entrar no acampa

- É isso ou nada feito. – interrompi antes que ele viesse com as maluquices dele.

- Ta.

- E sem qualquer assunto de Deuses. – disse puxando ele pra subir no elevador.

- Ok, só me responde uma coisa: como sobreviveu todo esse tempo sem nenhum ataque de monstro?

- Connor! – falei com tom de reprovação.

- É Travis.

- Que seja. Eu disse sem esses assuntos.

- Ok! Depois você vai me contar mesmo. – sorriu e eu apenas revirei os olhos. 


Notas Finais


É isso, amores. Até o próximo... ♥


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