História A filha do meu empresário. - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Clichê, Drama, Família, Justin Bieber
Visualizações 136
Palavras 2.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, meus bolinhos lindos!!!

Espero que gostem do capitulo, ele ficou meio pequeno, mas muito bom kkkk ( falta de modéstia).

Boa leitura!

Capítulo 7 - Apenas um beijo.


     POV ISABELLE

 

O que está acontecendo comigo? Porque eu o deixei quase me beijar? Por que eu estremecer apenas por sentir seus lábios macios tocando os meus? Perguntava-me essas coisas enquanto o observava na passarela, cantando e paquerando as modelos, tudo planejado, mas ele fazia de uma forma tão natural, acho que isso era porque paquerar modelos era algo que ele fazia habitualmente.

Estava sentada ao lado do meu pai e da Madison, eles estavam visivelmente orgulhosos da Sófia, e isso sim me deixou com um pouco de inveja dela, já que eu não faço nada que possa deixar os meus pais orgulhosos.

As modelos saem da passarela e o Justin começa a mostrar suas habilidades de dança, fazendo o público gritar e aplaudir.

No final do desfile todas as modelos entraram ao som de sorry. As pessoas se levantaram dos seus acentos e ,como se fossem as maiores fãs do Justin, começaram a dançar.  Meu pai e a Madison também, eu não estava a fim, mas acabei me juntando a eles. Confesso que estava gostando de ouvi-lo cantar. Sua voz era perfeita  – devo admitir. Em um momento o meu olhar acabou se cruzado com o dele. Um sorriso convencido, meio bobo, surgiu em seus lábios e me ver cantando. Ele tinha um sorriso tão lindo.

Ao fim do desfile fomos para uma festa, algo muito requintado. Resumindo, algo chato.  Não sei o porquê de acharem que só porque a meia dúzia de celebridade em uma festa ela será boa. O Scooter não foi, mas insistiu que eu fosse com a Sófia,  para poder me enturmar, mas ela estava me excluindo de todas as formas possíveis.

Algumas modelos vieram falar comigo, acho que por pena, já que me viram sozinha, em um canto,  com uma taça de champanhe na mão, mas logo voltaram a conversar entre si. O Justin conversava com todo mundo de forma natural. Ele era tão bom em se enturmar.  Quando vi que ele reparou que eu estava o reparando e começou a andar em minha direção,  tive vontade de enfiar minha cabeça no piso. Ainda estava com muita vergonha pelo que houve. 

- Hello, esquentadinha. – ele disse sorridente.

Sorri falsamente para ele.

- Oi, idiota. – disse.

- Onde está o Scooter? – ele perguntou dando uma conferida no local.

- Foi para casa e deixou-a aqui. –disse Sófia antes que eu me pronunciasse.

Ela abraçou Justin pelo ombro e ficou me analisando,  assim como suas amigas. Não entendia o que estavam procurando.

- Ele é deixou sobre minha responsabilidade.  – ela completou. As suas amigas riram.  – Para que ela não fizesse nada de errado. – ela acrescentou com tom de voz malicioso. Eu estava ficando vermelha, e isso pareceu incentiva-la. – Você já fez coisas erradas maminha? – ela perguntou com desdém.  – Eu acho que não. Tem uma cara de santa, que Deus me livre.  Aposto que é virgem.

Suas amigas gargalharam.

Se antes estava vermelha, agora estava pior que pimentão. Por que ela estava fazendo aquilo comigo? Por mais que tentasse, não conseguia responde-la, as palavras simplesmente fugiram da minha boca. Tive vontade de chorar. Não sei, mas algo me dizia que ela não iria parar apenas ali.

- Ah, ela tem sonhos eróticos, sabiam? 

Todos me encararam maliciosos, menos o Justin, ele estava surpreso, muito surpreso. 

Tive vontade de joga-la pela janela, mas meus músculos não obedeciam minhas ordens.

Engoli a seco encarando a estupefata. Com certeza ela me ouviu contando para a Maia sobre um sonho um tanto quanto pervertido que tive com o Justin. Se ela falasse isso ali eu morreria.

- E é com... –não deixei que ela continuasse apenas corri para fora do local.

Minhas lágrimas descem.  Sair do salão em prantos. Uma chuva de grande volume caia sobre Los Angeles, porém não me importei. Desci os degraus rapidamente e fui para o mais longe que podia daquele lugar.

A chuva fria me encharcou.  Meu corpo se estremecia quando o vento gélido batia contra minha pele.  E eu estava andando sem rumo pela calçada, já que não tinha ideia de onde poderia pegar um táxi ou como fazia para chegar a minha casa. Eu estava perdida.

Minha mente me atormentava dizendo que a Sófia tinha dito ao Justin sobre o meu sonho e isso me deixava com uma vergonha, raiva e vontade de mata-la. O que o Scooter vai dizer se ele souber? 

Estava chorando tanto que meu peito doía.  Por que chorar tanto?  Qual era o meu problema? Eu não era assim, não era tão frágil, mas algo estava acontecendo comigo. Algo que demorei um pouco para descobrir o que era.

Para piorar minha situação, trovejava muito. Eu morro de medo de trovão. A cada estrondo meu coração se acelerada.

Abracei  o meu corpo por conta do frio e continuei a andar rumo a qualquer lugar. Não tinha ideia de para onde ir. Não havia pessoas na rua apenas eu. Meu vestido estava colado em meu corpo, isso me deixava constrangida já que ele se tornou transparente,  deixando minha langerie preta  amostra.

E eu odiava isso.

Já não chorava mais tão forte quando um maldito motorista passou propositalmente em uma poça de água, fazendo com que a água caísse toda em mim.

- Seu filho da mãe.  – gritei irritada.

Olhei de um lado para o outro, procurando alguma alma viva que pudesse me dizer onde eu estava. Mas quem estaria na rua com aquele temporal?

 

Eu estava cansada. Meu pé estava doendo.  Estava com frio. Estava cada vez mais molhada. Estava com medo dos trovões e nada da chuva parar. Parei próxima a um poste de luz.  Respirei fundo.  Tentei não começar a chorar de novo, mas foi inútil.

Um carro parou próximo a mim. Meu coração se acelerou. Bosta!  Demorou um pouco então o vidro foi aberto, ainda não conseguia ver quem era, mas estava me preparando para fugir.

- Entre esquentadinha. – disse o motorista, Bieber, abrindo a porta.

Não digo nada, não consigo pensar em nada, apenas em correr. Provavelmente a Sófia contou a ele com quem eu estava sonhando.  Fiquei estática.

- Esquentadinha, por favor, entre. – ele disse seriamente.

Droga! O que eu faço? – questionava-me mentalmente.

- Eu vou descer ai e te obrigar a entrar nesse carro.  – Seu tom de voz era ameaçador.

- Não tem medo de se molhar? – perguntei com ironia.

Ele não respondeu, instante depois a porta do carro foi aberta e ele saiu.

- Eu não tenho medo de água. – ele disse se aproximando de mim. – Agora, entre. – ele segurou a porta do carro.

- Não precisa. Eu vou a pé mesmo. – digo sem convicção.

- Você não sabe por onde tem que ir, está chovendo muito, e está muito frio.  – ele falou. – Então por clemência, entre no carro. – ele implorou de forma teatral.

Sorri para ele que retribuiu.

- Está bem, eu vou com você, mas, por favor, vá de vagar.

- Você que manda princesa. – ele disse fazendo referência.

Ele era um idiota.

Entrei no carro e instantes depois ele entrou. Durante o caminho sentia o seu olhar queimar sobre mim. Provavelmente era por causa da minha roupa. Maldita hora que comprei aquele vestido. Fiquei vermelha, muito vermelha.

- Por que você ficou tão vermelha? – ele perguntou como se não soubesse.

Xingava-me mentalmente por não ter a mínima ideia do que responde-lo.

- Sabe, não precisa ficar com vergonha quando um cara te olha. – ele falou me deixando ainda mais vermelha.

Ele parou o carro por conta do sinal.

- Ei... –ele segurou o meu rosto me forçando a olhar para ele. – Se continuar ficando vermelha assim, você vai virar um pimentão.  – ele disse com tom de voz humorado e acabou me fazendo ri.

 

Perguntava-me mentalmente o porquê ele tinha esse poder sobre mim.

 

(...)

 

Quarenta e cinco minutos mais tarde, ele estacionou em frente a minha casa. Pensei por um tempo antes de descer, pois ainda chovia fino, não queria sair daquele carro tão confortável e quente, mas tinha,  então respirei fundo.

- Obrigada. – digo sutilmente.

- Por nada. – ele disse sorridente.

Ele ama sorri, também amaria se tivesse um sorriso tão lindo e apaixonante como o dele.

Tentei abrir a porta do carro, porém não conseguia. Tentei de todas as formas possíveis, mas não conseguia, até que desisti.

- Eu não consigo abrir. – digo e logo ganhei sua atenção.

- Deixa que eu... – ele deitou seu corpo sobre minhas pernas e abriu a porta com uma facilidade incrível. – abro para você. – ele recompôs a postura e ficou me olhando.  – Olha, esquentadinha, você não pode ligar para o que a Sofia diz. Ela só está fazendo isso para te provocar.

Fiquei estática. Será que ele sabia que meu sonho pervertido foi com ele?

Merda.

Merda de novo.

E mais uma vez, merda.

Eu vou matar a Sófia, ela não vai fazer falta nenhuma.

Ela era uma vaca. Como pode falar comigo daquele jeito? Depois que jogamos da janela de m prédio, somos presos.

Não sabia o que falar para o Justin. O que ia falar? Ah, eu não ligo, pode ficar tranquilo, que todas as vezes que ela for falar para um garoto que eu tive sonho pervertido com ele eu ficarei de boa, só olhando toda a cena.

- Ela é uma idiota mesmo. –digo para disfarçar meu nervosismo e ele soltou uma risada gostosa. – E mais uma vez, obrigada. 

Ele assentiu então sair do carro. Estremeci quando a chuva fria bateu contra o meu corpo. Fechei a porta do carro e girei os meus calcanhares para me retirar. Porém, salto e chuva não combinam. Escorreguei e cair de bunda no chão. 

Merda! Aquele não estava sendo o meu dia.

- Está tudo bem, esquentadinha? – Bieber perguntou me ajudando a levantar. Assenti, mas queira mesmo era saber como ele chegou junto de mim tão rápido.

- Hoje não é o meu dia. – digo ajeitando minha roupa.

Levantei meu olhar até encontrar o dele. Ele estava tão perto. Olhava-me nos olhos, por algum motivo meu coração se acelerou. Uma energia diferente mantinha nossos olhares fixos um no outro.  Ops!

Sabe aquele momento em que você sente vontade de sair correndo para qualquer lugar, mas está ao mesmo tempo está se mantendo presa a algo?  Então era o sentimento que invade nossos corpos em momentos assim, que estava percorrendo cada centímetro do meu corpo.

Justin colocou uma das mãos em minha cintura e aproximou ainda mais nossos corpos. Eu por vez coloquei minhas mãos em seu peito sentido as batidas do meu coração cada vez mais rápidas.

Borboletas se formaram em meu estômago, um calor diferente passou a preencher meu corpo, apenas por tê-lo tão perto. Ela fechou os seus olhos assim como eu, então ficamos em uma dança sutil de encostar um nariz no outro. Então ele quebrou a pouca, mínima, distância que havia entre nossos lábios e encostou seus lábios no meu. Meu corpo inteiro se arrepiou apenas com o simples toque dos seus lábios.

Estávamos tímidos no inicio, como se fossemos reles iniciantes na arte de beijar, mas logo nos entregamos aquele momento.

Envolvi meus braços ao redor do pescoço dele e movi minhas mãos deslizando por seus cabelos macios como algodão. Nossas cabeças se moviam em perfeita sincronia e nossos lábios entrelaçados se desejavam cada vez mais.  Sua língua pediu passagem e eu cedi, com ela,  ele explorava com perfeição cada canto da minha boca.

No momento em que o ar faltou,  Justin passou a beijar o meu pescoço. Joguei minha cabeça para trás dando a ele total acesso àquela região. Ele mordeu de maneira delicada meu pescoço me fazendo arfar.

Uau! Ele sabia muito bem como levar uma garota ao delírio apenas com um beijo.

Ergui novamente minha cabeça e voltamos a nós beijar, com desejo, buscando algo a mais. Suas mãos desceram até o meu bumbum e o apertou forte me fazendo gemer entre o beijo.

Esse foi o meu limite, estava desejando algo a mais, algo que não poderia acontecer.  Então, com um pouco de dificuldade, me afastei dele.

- Não podemos fazer isso. – digo ofegante, mas não tive coragem para encara-lo. – Me desculpe. Eu n- não…

- Por que esta pedindo desculpa? – ele perguntou em sua voz havia certo humor. Ergui meu olhar para encara-lo. – Foi apenas um beijo, esquentadinha. As pessoas se beijam. Isso é algo normal.

O encarava estática.

Como assim foi só um beijo?  E tudo o que sentíamos o frio na barriga, as borboletas no estômago, os calafrios, o calor e as sensações maravi… Pelo visto, eu fui a única a sentir isso.

Merda! Mil vezes merda.

Uma onda de decepção me invadiu. Uma vontade de chorar cresceu em mim. No mesmo momento, minha expressão facial mudou.  A Isabelle, que o considerava um idiota, estava de volta, porém se sentia frágil.

- Eu vou entrar, está frio. – murmurei tentado disfarçar a decepção presente em cada centímetro do meu corpo que se arrepiou com aquele beijo.

Fui em direção ao portão sem olhar para ele e sentindo minhas lágrimas desceram.

 

 

 


Notas Finais


Ahhhh gostaram?

Cara. eles se beijaram !!!! ew, ew, ew.... espero que tenham gostado.

Eu, particularmente fiquei com uma dozinha da Isa, para ela não foi só um beijo... para o Bieber também não, mas ele achou melhor não demostrar que foi diferente do que esta acostumado.

spoilers..... Bieber vai tentar concerta a situação, mas ele é um pouco desastrado kkkkk


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...