História A Filha do Presidente - Capítulo 38


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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Xerife Graham Humbert (Caçador)
Visualizações 482
Palavras 4.161
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Orange, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amores, capítulo levezinho para acalmar o coração de vocês.
A música citada é Lights do Sohn, e está na playlist do Spotify criada para as fics.
(link nas notas finais)

E Bread Pudding é um pudim de pão embebido em calda de bourbon.

Se deliciem com o capítulo!

Capítulo 38 - Verdade ou consequência?


Fanfic / Fanfiction A Filha do Presidente - Capítulo 38 - Verdade ou consequência?

- Emma, devo confessar que o seu macarrão com queijo é o melhor que já comi em toda a minha vida! - Zelena comentou ao passo em que recostava-se no sofá.

- Fiquei completamente apaixonada pelo hambúrguer de salmão. Espera, mas não tão apaixonada quanto pelo bread pudding. Que sobremesa divina, meu Deus! - Regina fechou os olhos ao falar, dando ênfase ao êxtase que sentiu quando degustou o doce. 

Swan apenas sorria um tanto quanto constrangida com o bombardeio de elogios que as duas mulheres resolveram despejar sobre ela. Ruby, por sua vez, estreitava os olhos para a amiga, meneando negativamente com a cabeça e prendendo o riso, já que a conhecia muito bem para saber que a loira não tinha cozinhado o jantar.

- Ok, Emma Swan. Você conta ou eu conto? - A psicóloga indagou.

- Contar o quê, criatura? Não vou deixar você beber mais, heim? Não está falando coisa com coisa mais…

- Emma, se eu quiser te desmascaro em um minuto, sua safada! - Luccas ria, incrédula com a dissimulação da outra.

- O que está acontecendo? O que você tem para contar, amor?

- Hum…se vocês já não tivessem transado, eu apostaria que ela é um homem. Mas ainda assim pode ser...

- Zelena! - A comandante repreendeu - É que…é que…

- Ela comprou o jantar no Leason's. - Ruby "cuspiu" as palavras.

- Eu juro que um dia ainda te mato. - Swan bufou alto, fixando o olhar em um ponto qualquer do tapete.

- Emma, como você pôde? - Mills fingiu indignação.

- Se tivesse como pegar de volta os elogios… - A ruiva mordia o lábio para conter uma gargalhada.

- Não ia dar tempo de preparar algo especial e...

- Amiga!

- Está bem! Fiquei com preguiça de cozinhar! Satisfeita, sua cobra? - A agente franziu o cenho para a psicóloga. O riso deu-se em uníssono, deixando Swan ainda mais ruborizada - Do que estão rindo?

- Amor, não nos importamos que a comida seja do restaurante. Dá para notar que você organizou tudo com muito carinho. É isso que importa. - A herdeira acariciava as costas da namorada.

- Ok! Já comemos, já desmascarei essa farsante, o que acham de brincarmos de verdade ou consequência? 

- Uau! Hã…Acho que nunca brinquei disso. - A filha do Presidente confessou, receosa.

- Sério? Mas sabe as regras, não sabe? - Luccas indagou.

- Mais ou menos… 

- Bom, vamos pegar uma garrafa e girar. O fundo da indica a pessoa que fará a pergunta e o bico quem responderá, óbvio. E você tem a opção de dizer a verdade ou sofrer uma consequência escolhida à dedo. - A moça riu maliciosa.

- Como eu não tenho nada a esconder mesmo…estou dentro. - Zelena comentou - Vai jogar, Emma?

"Ah, não tem nada a esconder, mentirosa? Imagina se tivesse…" A loira pensou e sorriu antes de responder.

- Vamos lá! Mas já adianto que se pedirem para a minha namorada ficar nua, não pensarei duas vezes em usar meu punho no nariz de vocês.

- Ui, ela é brava! - A ruiva brincou - Relaxa, comandante. Ninguém aqui quer ver a futura presidente dos Estados Unidos sem roupa. 

- Acho bom mesmo.

- Ah, e isso serve para ela também. - Mills ria empolgada. 

- Então vamos começar. - Ruby tomou o resto do vinho que estava na garrafa - Tirem as coisas de cima da mesa, por favor. - De prontidão, as mulheres fizeram o que foi pedido, acomodando-se cada uma em uma extremidade em seguida - E…foi! Ah, Zelena pergunta para Regina.

- Verdade ou consequência? - A morena alterou o olhar entre a ruiva e a namorada - Não adianta olhar para ela. Jogue por si só. 

- Está bem. Verdade.

- Uma levezinha. Qual foi o sonho mais estranho que você já teve?

- Sonho estranho? Deixa eu ver… - A herdeira suspirou, franzindo o cenho como se tentasse resgatar alguma memória - Acho que o sonho mais estranho que tive foi com uma mulher idêntica à você. Quando eu fiquei internada depois do ataque na Casa Branca, algumas vezes eu via uma paciente exatamente com as suas características. Em alguns momentos parecia bem real, outros não. Com certeza isso foi o sonho mais estranho que já tive.

As rainhas das dissimulações. As três mulheres entreolharam-se com o relato, porém não demonstraram abalo ou alteraram suas feições à ponto de denunciar a verdade por trás do que Mills achava ser devaneio. Aquela seria uma ótima oportunidade para que o segredo que Zelena carregava fosse revelado. A agente federal lançou-lhe um olhar inquiridor, como quem pergunta silenciosamente sobre a atitude próativa que deveria tomar, mas uma gargalhada dissipou qualquer sombra de clima tenso que por ventura poderia se instaurar e a perda da chance de esclarecer tudo. 

- Vejam só! Regina Mills sonhando comigo…Hummm…gostei! - Emma imediatamente pegou uma almofada e lançou contra a ruiva - Ei! É brincadeira. - Riram - Você é quem gira a garrafa, Mills. 

- Opa…Swan pergunta para Ruby.

- Lá vem… - A psicóloga bufou.

- Amiga, verdade ou consequência?

- Verdade. Seja o que Deus quiser.

- Você já participou de algum ménage?

- Ah, não! Isso não vale! - A moça protestou.

- Querida, não sou eu quem fez as regras. Você optou pela verdade, agora tem que falar.

- Não é possível que esteja cismada até hoje com esse lance, Emma?

- O que foi, gente? - Regina tentava entender o que se passava ali, tal como Zel.

- É que nós fomos em uma festa na casa de um amigo quando éramos adolescentes. Essa daí se enfiou no quarto com um rapaz, e quando eu fui procurar por ela, vi uma moça saindo de lá. Ruby disse que a menina tinha entrado, pegado algo e ido embora, mas eu não fiquei convencida disso até hoje. - O semblante de malícia e deboche da comandante, fez a amiga revirar os olhos.

- Eu te odeio!

- Me odeie, mas diga o que houve naquela noite.

- Aquela intrometida se enfiou entre nós e eu não pude fazer nada contra.

- Não pôde ou não quis? - Todas gargalharam do desconcerto da psicóloga.

- É somente uma pergunta, Emma Swan! - Luccas foi logo girando a garrafa que apontou da agente para Mills.

- Hum…amor, o que vai escolher? 

- O jeito que você está afiada com o nível das perguntas…consequência. Acredito que será mais leve.

- Sério? 

- Seríssimo! 

- Ai, o que pedirei para você fazer? 

- Posso dar uma sugestão? - Zelena perguntou.

- Pode.

- Me arrume um pedaço de papel e caneta. - Sem entender absolutamente nada, Emma levantou-se e pegou o que lhe fora pedido, colocando em frente a mulher, que de imediato pôs-se a rascunhar algumas palavras - Aqui está! Regina pode passar um trote para algum restaurante dizendo isso.

- Zel, até que foi uma ótima idéia! - A comandante gargalhava antecipadamente.

- Meninas, nunca fiz isso na vida. Não tenho coragem.

- Com medinho, candidata? - Ruby provocou, esticando o braço, pegando o telefone sem fio e entregando à morena.

- Deus! - Após um suspiro profundo, Mills discou, tremendo levemente, o número que lhe fora dado - Alô?

- Prith, boa noite. Em que posso ajudá-la?

- Você tem coxa de frango?

- Temos sim, senhora.

- Então é melhor vestir uma calça senão as pessoas vão notar! - Tão logo proferiu a frase, a herdeira encerrou a ligação - Cristo! Estou até suando! 

O apartamento foi tomado pelo eco das risadas altas e intermitentes. Cada uma pendia o corpo para um lado, rindo da situação atípica.

- Quem diria que a filha do Presidente do nosso país fosse capaz de fazer uma merda dessa? - A ruiva tinha dificuldade em falar.

- Eu vou passar mal. - Luccas comentava, colocando a mão na barriga.

- Parem! - Regina repreendia, mas a própria estava às gargalhadas.

- Ai… - Swan precisou respirar fundo para recobrar seu estado normal - Gire a garrafa, amor. 

- Zelena pergunta para a Ruby.

- Hã…Ruby, o que vai querer?

- Verdade.

- Pois bem…entre quatro paredes…vale tudo? - A ruiva questionou, olhando bem dentro dos olhos da outra e dando um sorrisinho com o canto da boca.

- Se eu estiver com alguém interessante vale qualquer coisa. - A resposta foi dada com a entonação sexy tal como a pergunta.

- O clima está esquentando… - A herdeira sussurrou para a amada.

- Vai é pegar fogo daqui a pouco. - Emma pigarreou - Pare de flertar e agilize aí, amiga.

- Zel para Swan.

- Quero a verdade.

- Quando você começou a sentir tesão pela nossa querida candidata à Presidência? 

- Ow… - A loira enrubesceu a face - Você quer dizer a primeira vez que senti tesão por Regina? 

- Isso…

- Foi na primeira vez em que a vi pessoalmente na Casa Branca. Billy a sujou e estávamos de saída para um evento, então, me prontifiquei a tentar tirar a mancha do seu vestido. Tive que fazer dentro do carro, à caminho, para que não nos atrasássemos. Com o balançar do automóvel… - A comandante olhou maliciosa para a namorada, que ouvia atentamente - …a minha mão acabou escapando algumas vezes e encostando nos seios dela. Não dá para controlar esse tipo de coisa…

- Ah, quer dizer que você aproveitou da situação? - Mills estreitou os olhos, fingindo indignação.

- De maneira alguma. Sempre fui extremamente respeitosa e profissional contigo.

- Eu sei, meu amor. Estou brincando. Eu percebi o que estava fazendo e gostei daquilo. - A última frase foi um sussurro ao pé do ouvido.

- Qual das duas tomou a iniciativa? - Zelena emendou outra pergunta.

- Eu. - Mills adiantou-se.

- Ei, sou eu quem devo responder. - A loira protestou - Fui eu quem a chamou para um encontro.

- Mas eu te beijei primeiro. 

- Claro! Como eu poderia beijar você? Sou sua…empregada! Você é Regina Mills. 

- Sim, sou Regina Mills e amo você. Amo muito você. - As mulheres foram aproximando as bocas lentamente, sorrindo, mas foram interrompidas pelo murmúrio nada discreto de Luccas.

- Nossa, essa daí me ligava todos os dias para dizer que não aguentava mais se masturbar pensando na filha do Presidente.

- Ruby, sua mentirosa! Eu nunca disse nada nem sequer parecido!

- Não se preocupe, amor. Eu mesma já fiz isso várias vezes pensando em você vestida de terno…

- Adoro quando as pessoas se esquecem do jogo e começam a se revelarem por conta própria. - A ruiva balbuciou baixo para a psicóloga, em tom praticamente inaudível, prendendo o riso em seguida - Podemos continuar?

- Claro! Deixa eu girar e…Regina pergunta para Ruby.

- Quero consequência porque sei que vocês duas estão mancomunadas e irão me fazer perguntas indiscretas.

- Imagina! Como pode pensar algo assim de nós? - Mills fez-se de desentendida, olhando de relance para a agente secreta que fez um sinal discreto com a cabeça - Já que escolheu consequência, quero que lambuze alguma parte do corpo da Zelena de bread pudding e limpe em seguida…com a língua.

- Uau! Terei que desabotoar algum botão? - A ruiva não perdeu a oportunidade de brincar com a situação.

- Não. - Luccas disse, levantando-se e indo até a cozinha buscar a sobremesa. Ao retornar, sussurrou no ouvido da herdeira, que logo riu - Você me paga. - Sentando-se de frente para Zel, a psicóloga sujou o dedo indicador direito do doce, alternando o olhar entre as orbes azuis e a boca avermelhada tão próxima da sua. Um pouco ofegante pela excitação que o momento lhe causava, ela contornou os lábios da outra, deixando-os sujos - Posso? - A moça balbuciou.

- Deve…

Delicamente, Ruby passou a lamber o bread pudding arrancando um gemido baixo, quase inaudível da ruiva. Ambas sentiram-se atraídas uma pela outra desde a primeira vez que se viram. Agora estavam envoltas em um clima sensual, propício para o que tanto ansiavam em fazer. Não resistiram, nem fizeram o menor esforço para tal. Zelena levou a destra à nuca da outra, abrindo a boca e sugando a língua que lhe lambia. Iniciaram, então, um beijo tórrido, carregado da luxúria que contiveram desde que se encontraram naquela noite. 

- Eu não sou obrigada a ficar vendo duas lésbicas se beijando na minha sala. - Swan levantou-se, piscando para a sua namorada.

- Como se você não fosse a rainha das sapatões de Capitol Hill. - Ruby interrompeu o ato, apenas para retrucar a fala da amiga, voltando a beijar Zel com um pouco mais de "intensidade". 

- Vem comigo. - A comandante movimentou os lábios silenciosamente de forma que Regina pudesse entendê-la. 

Em meio a tantas conversas, risadas, e tantas outras coisas ditas e feitas na pequena reunião entre "amigas", Ruby e Zelena já não podiam controlar o desejo que sentiam. Fitaram o olhar uma na outra e sorriram ao se verem à sós. 

- Só um segundo. - A psicóloga levantou-se e trocou a música que tocava no momento. 

O ambiente fora invadido pelos acordes de Lights, enquanto ela retornava para o lugar onde estava sentada anteriormente. Luccas, então, pegou-se pensando em como conseguiu se conter por tanto tempo. À uma distância mínima, pôde reparar na mulher, de uma forma além da convencional.

Repentinamente ela sintiu a mão de Zelena acariciando sua coxa, arrepiando todo o seu corpo. Ruby estava gostando da sensação de uma mão tão suave e macia tocando sua pele, além do que poderia imaginar. Não sabendo muito bem como agir, a moça tomou o drink que encontravasse ao seu lado todo de uma vez, rindo em seguida da situação.

- O que foi? - A ruiva acompanhava a outra nas gargalhadas, mas sem largar a sua coxa, apertando cada vez mais forte. 

- Nada. - Luccas, do chão, refestelou-se no sofá, e em um impulso, puxou a outra para cima dela, sentindo seus seios roçando uns nos outros.

- Não estamos brincando mais, mas posso te fazer uma pergunta? - Zel sussurrou.

- Pode.

- O que acha de sexo no primeiro encontro?

- Não faço.

- Mesmo?

- Sim. E ainda bem que isso não é um encontro. - Sem delongas, a psicóloga puxou a ruiva com força pela gola de sua blusa, fazendo suas bocas se chocarem. O beijo que deram era apressado e lascivo. As mãos das mulheres agilmente trataram de apalpar cada pedaço das curvas suntuosas que tinham. 

- Quero tirar a sua roupa… - Zelena murmurava.

- E eu a sua.

- Mas se as meninas descerem?

- Elas devem estar transando. Não virão aqui embaixo agora em hipótese nenhuma. 

Tão logo Luccas disse aquilo, foi despindo a outra sem demora, assim como a ruiva fez com ela. Zel passou a percorrer seu corpo com a língua, começando pelo queixo, desçendo pelo o pescoço até encontrar seus seios, que por serem pequenos, dava ainda mais prazer em abocanhá-los de uma vez, colocando-os quase todo dentro da boca. Zelena perdeu-se por um longo tempo ali, mamando avidamente, mordiscando os mamilos até deixar aquelas delícias completamente babadas.

Ruby, por sua vez, apertava a ruiva bem forte pela cintura. Com seus corpos grudados, a psicóloga pôde sentir o sexo quente da outra roçando na sua perna. 

Já não aguentando de tesão, a moça empurrou a outra delicadamente no estofado fazendo com que deitasse. Assim que ajeitou seu corpo em cima do dela - em uma posição de 69 - Luccas encarou Zel por sobre os ombros.

- Que visão maravilhosa você está me dando! - A ruiva dizia ao apalpar a bunda lisa à sua frente.

- As duas aproveitam assim. Não é bom? O que eu aprecio agora parece bem delicioso também. - A moça referia-se ao sexo carnudo e brilhante pela lubrificação natural que a sua parceira tinha. 

- Aprecie em moderação, querida! 

Como não tinham nenhuma pressa, ambas as mulheres passaram a se lamber mutuamente, cada parte de suas vaginas minuciosamente, chupando, sugando o clitóris, puxando levemente entre os dentes. 

- Aaahhh Zelenaaa… - Ruby não resistiu em gemer um pouco mais alto quando os dedos da outra friccionaram em sua entradinha, alternando com movimentos circulares. A ruiva brincava de enfiar e tirar sua língua também, sentindo o sabor daquele líquido de excitação que escorria e a fazia delirar. 

De maneira provocativa, Luccas abriu um pouco mais as pernas de Zelena lambendo as duas coxas de um lado para o outro enquanto via a mulher implorar para ser chupada com força.

- Me fode com essa língua gostosa, vai. - A ruiva gemia ao passo em que penetrava Ruby com dois dedos, indo fundo, mas lentamente. 

A psicóloga, por sua vez, afastou os grandes lábios da outra, lambendo de leve, depois friccionando a língua com força. Quanto mais ela sentia o clitóris inchado e quente de Zel roçando em seus dentes, mais Luccas ansiava pelo gozo. 

Ambas estavam tão sedentas, tão fogosas que, por vezes, quase perderam o fôlego, se debatendo, se comendo. Ruby arriscou meter um, depois dois dedos na ruiva, que denunciava o imenso prazer sentido, com as reboladas cada vez mais rápidas. 

Não aguentando mais de tesão, as mulheres tiveram seu músculos retesados, suas pernas começaram tremer enquanto elas gemiam, se contorciam, se acariciavam entre as pernas. Quando parecendo combinação, tanto uma quanto a outra, deram uma atenção especial aos seus nervinhos pulsantes, sugando com uma pressão maior, o orgasmo veio de surpresa arrebatando Zelena, em seguida Luccas, que se agarrou ao sofá, caindo desfalecida ao lado da outra, após o gemido libertador. 

As mulheres permaneceram estáticas por um tempo, recuperando o fôlego e a sanidade depois da foda rápida e gostosa que tiveram. 

- Você é uma delícia! Muito mais do que eu imaginava. 

- Isso é porque você não conheceu nem metade do que sou capaz de fazer. - Zelena dizia ao instante em que ia erguendo o corpo para se sentar.

- O que acha de me mostrar seus dons? - Ruby levantou-se, juntando as roupas que tinham espalhado pelo chão - Vem comigo. Tem um quarto de hóspedes aqui embaixo. 

- Esperando por nós? 

- Com certeza…

Enquanto o casal recém-formado esbaldava-se em atos sexuais frenéticos, as namoradas, no andar superior, terminavam o longo e relaxante banho que resolveram tomar à fim de se livrarem do cheiro de bebida que estava impregnado em suas peles devido à um pequeno incidente durante o jantar. 

- Essa nossa reuniãozinha foi legal, não foi? Acha que sou uma boa anfitriã? - A comandante indagava recostada no batente da porta do banheiro, à observar Mills escovar os dentes - Eu estava mesmo enganada com Zelena. Me arrependi de verdade do rompante que tive no jardim d… - A morena, que mirava a amada através do espelho, virou-se abruptamente, e antes que a outra terminasse de falar, agarrou-a empurrando contra a parede, dando um beijo longo e molhado.

- Cala a boca, Swan, e transa comigo. Eu estou louca para gozar desde cedo. Não aguento mais segurar esse tesão que estou sentindo por você. - A herdeira mal terminou a sua fala e as línguas novamente voltaram a se entrelaçar freneticamente em uma exploração mútua na boca uma da outra.

Ficaram ali por um tempo, trocando beijos e carícias, até que Emma segurou firme nas ancas de Regina, a erguendo e a encaixando sentada no seu colo, com as pernas entrelaçadas em sua cintura. Assim, a loira conduziu-as até a cama, ficando por cima à pressionar o sexo de sua namorada com o joelho enquanto iniciavam a maratona de beijos delicados. No entanto, o "fogo" que consumia Mills era tamanho que toda aquela lentidão não a satisfaria. A morena, então, deu logo um jeito de fazer o ato ficar mais ardente e intenso, levando a sua destra até o sexo da agente. 

- Não! - Swan passava seu dedo pelo contorno da boca da outra, parando em sua cicatriz - Espera um minuto. - Dito isso, a comandante levantou-se, pegou um roupão que estava jogado no encosto da poltrona que ficava à esquerda do cômodo, vestiu-o e saiu do quarto às pressas. 

Regina bufou alto pensando em protestar, mas não teve tempo. Sua namorada foi mais ligeira, deixando-a nua, arreganhada e com a vagina completamente molhada de desejo. 

Emma retornou pouco mais que um minuto depois, carregando nas mãos um balde de gelo. Sem dizer nada, colocou uma pedra na boca e começou a passear pelo corpo da outra, seios, barriga, virilha, fazendo-a arrepiar-se da cabeça aos pés - não tanto pelo gelado, mas pelo tesão sentido. A comandante desceu com o gelo até o clitóris de Mills e começou a chupá-la, vez em quando colocando a pedra dentro da vagina da namorada. A herdeira respirava fundo e gemia baixinho, deliciando-se com aquela sensação maravilhosa.

Depois de algum tempo repetindo os movimentos, Swan virou a amada de bruços passando o gelo em suas costas, deixando-o próximo ao seu ânus. Conforme o gelo derretia, a água escorria indo direto para aquela entradinha. Regina não conseguia mais conter os gemidos manhosos, e nem sequer preocupou-se em não ser ouvida. 

- Isso, comandante! Usa esse braço forte para me comer, hum? Aaahhh…

Aquelas palavras proferidas em meio ao tesão eram como combustível sexual para a loira. Sem mais delongas, Emma ergueu os quadris da namorada, deixando-a de quatro, passando a fodê-la com dois dedos hábeis que entravam e saiam, giravam e tocavam fundo nas paredes quentes e úmidas da vagina da herdeira. 

Mills gemia e rebolava gostoso quando a agente federal dava tapas em sua bunda e pernas, passando a língua em suas costas sem parar de foder deliciosamente com força. 

- Você é muito gostosa, Regina. Muito…

Abruptamente, Swan saiu de dentro da morena, virando-a de frente para ela. Depressa, abriu as pernas da namorada, metendo-se ali no meio, passando a lamber seu clítoris enquanto retomava as estocadas firmes e precisas. Não demorou muito para que a filha do Presidente explodisse em um orgasmo curto, mas intenso.

- Caralho! - Regina, ofegante e de olhos fechados, xingava ao sentir a namorada saindo de dentro dela.

- Ora, ora…Regina Mills proferindo palavras de tão baixo calão. - A loira brincou, deitando-se ao lado da herdeira.

- Culpa sua por transar tão gostoso. 

- Hum…e eu achando que a culpa era toda sua por ser esse mulherão. 

- Amor… - Regina virou-se, sussurando ao pé do ouvido da comandante - Você está preparada para recomeçar? 

- Para você eu sempre estou pronta! 

Após dar uma risada alta e maliciosa, a morena passou a chupar, lamber e morder os mamilos de Emma, deixando-a louca de tesão. Então, ela foi descendo com sua boca pelo abdômen trabalhado em músculos firmes que a namorada tinha, chegando até a virilha, brincando um pouco com sua língua por ali. Para provocar ainda mais, voltava para os seios e novamente os mordia, lambia e chupava, fazendo a agente secreta arrepiar-se, totalmente entregue ao seu prazer. 

Swan já não estava mais aguentando todo aquele tesão, e Mills, percebendo que a amada estava quase gozando, abriu suas pernas, sugando com força seu clitóris, mordiscando e esfregando sua língua bem rapidamente na vagina melada da mais nova. 

Quando a comandante já estava com as pernas trêmulas, a respiração ofegante e quase gritando, Regina meteu a sua língua toda dentro dela, antecipando a chegada do gozo que a outra prendia. 

A secreção viscosa de Emma sujou o rosto da filha do Presidente que, insaciável, não parou de fodê-la, continuando a colocar sua língua felina dentro daquela entradinha apertada, ao passo em que seus dedo ágeis brincavam com o nervo latejante que implorava por atenção. 

Sem prévio aviso, introduziu dois dedos de uma só vez dentro da comandante que ainda nem havia se recuperado do que tinha acontecido e já estava preste de gozar outra vez, arqueando a cabeça para trás e impulsionando os quadris para frente à fim de ter um vaivém mais intenso. Contudo, Regina, muito sádica, diminuia a velocidade seus dedos dentro da vagina apertada da loira, que por sua vez, rebolava e fazia movimentos frenéticos, não querendo que a mais velha parasse. 

O orgasmo da agente federal veio de surpresa como o outro, mas dessa vez tão forte, que arrebatou suas forças, quase deixando-a desmaiada sobre o colchão. Mills ainda sugou gostoso todo o melzinho da namorada que jorrava abundantemente. 
Também cansada, a herdeira deitou-se de lado, aproximando a boca perto dos lábios de sua mais, e com um olhar fixo no dela, ofereceu-lhe um sorriso satisfeito, antes de dar um beijo lento e apaixonado, onde ambas puderam apreciar o cheiro e o gosto de seus gozos misturados. 

A noite tinha sido perfeita até então para os dois casais, e quem sabe ainda não se estenderia madrugada à fora?


Notas Finais




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