História A Filha do Xerife - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Michonne, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, Rick Grimes, The Walking Dead, Walkers, Zumbis
Exibições 395
Palavras 2.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Walkers, tudo bem??
Aqui estou eu com mais um capítulo quentinho, saindo agora mesmo do forno, e repito é um capítulo bem quente kkk
Enfim, não direi mais nada, pois vou deixar vocês lerem logo o capítulo e eu falo com vocês nas notas finais.
Boa leitura <3

Capítulo 11 - Água gelada


Fanfic / Fanfiction A Filha do Xerife - Capítulo 11 - Água gelada

— Olá? — Foi a primeira coisa que meu disse após entrarmos aos poucos no grande saguão. Tudo estava silencioso e não apareceria ninguém. — Olá?!

Demorou. Mas logo ouvi um barulho de arma sendo destravada e por reflexo todos os homens apontaram suas armas na direção que veio o barulho. E de lá apareceu um homem, apontando a arma e perguntando:

— Alguém infectado?

— Um do nosso grupo estava — respondeu meu pai. — Ele não sobreviveu.

— Porque estão aqui? O que querem? — perguntou mais uma vez o desconhecido.

— Uma chance.

— Isso é pedir muito esses dias.

— Eu sei.

Felizmente ele deixou a gente ficar, mas com a condição que todos fizessem exames de sangue. O que concordamos, ou pelo menos meu pai concordou por todos. Eu mesma não iria me importar. Quando todas nossas coisas foram pegas, o tal homem que descobrir se chamar Dr. Edwin Jenner, nos levou até um elevador.

— Os médicos sempre andam armados assim por aqui? — Daryl questiono, pude sentir o sarcasmo em seu tom.

— Ficaram muitas armas sobrando — respondeu o Doutor. — Já me familiarizei com elas.

Mesmo o elevador sendo grande, acabou se tornando pequeno com o tanto de gente e eu estava bem colado com meus pais e Carl na minha frente.

— Estamos no subsolo? — perguntou Carol ao Doutor Jenner enquanto seguiamos por um corredor.

— Você é claustrofóbica?

— Um pouco.

— Tente não pensar nisso.

Passando por uma entrada larga, entramos em uma sala escuro e quando o doutor pediu para uma tal Vi acender as luzes vi que se tratava de um laboratório com vários computadores.

— Bem vindos à zona 5.

— Onde está todo mundo? Os outros médicos, funcionários?

— Só eu — respondeu Dr. Jenner ao meu pai. — Só sobrou eu.

— E quanto à pessoa com quem estava falando? A Vi? — perguntou minha mãe.

— Vi, diga oi ao nossos convidados. Diga a eles, bem vindo.

— Olá, convidados. Bem vindos — disse uma voz computadorizada.

— Sou só o que sobrou — ele volta a dizer. — Sinto muito.

Foi impossível não se sentir mal ao saber que Vi não passava de um computador.

Realmente não se tinha mais ninguém naquele lugar, talvez, a maioria seja aqueles que estão se decompondo no chão do estacionamento.

Daquela sala fomos levados para uma outra para ser feito a coleta de sangue. Quando foi a vez de Carl — depois de mim — eu o acompanhei para tentar acalmá-lo já que ele não era muito fã desse exame. Andrea foi a última que logo questionou o porquê daquilo sendo não tinha ninguém mordido, infectado. Ao se levar, Andrea precisou do apoio de Jacqui e respondeu para o Doutor que era por causa da fome. E realmente, todos nós estávamos com fome.

Acho que nunca na minha vida havia tomado tanto vinho, e acredito, que eu não era única. Depois de nos tirar da sala, fomos trazidos até o refeitório; na mesa foi colocado várias garrafas de vinho e enlatados. Mas parece que só pelas taças cheias de vinho, foi o suficiente para deixar todos animados — eu mesma era uma dessas, pois não parava de rir e minha visão já estava ficando um pouco embaçada. Nunca fui de “encher a cara” como diziam as pessoas, porém, dessa vez eu ia passar essa minha linha e beberia o máximo que aguentar. Até porque não será todo dia que beberei vinho.

No meio do animado jantar, Carl disse que queria experimentar um pouco do vinho. Porém, a Sra. Grimes que mais me refiro como mãe, não queria deixar ele tomar, pois ainda era muito novo.

— Sabe, na Itália, as crianças tomam um pouco de vinho no jantar — contou Dale enquanto enchia a taça para minha mãe. — E na França.

— Bom, quando o Carl estiver na Itália ou França ele poderá tomar.

— Mãe, não vai fazer mal ele tomar um golinho — digo. — Vamos. Vamos.

— Você por ser mais velha deveria dar o exemplo, não acha? — minha mãe brincou, o que fez nos duas rirem. — Tudo bem. Mas só um pouquinho.

— Aqui meu jovem — e Dale lhe entregou um copo com pouco vinho.

Todos ficaram em silêncio só para observar meu irmão tomando sua primeira bebida alcoólica. Carl tomou um golinho e em seguida fez uma careta de nojo. Respondendo que não tinha gostado o que deixou nossa mãe contente. O que fez todos rirem.

— É melhor continuar no suco, rapaz — diz Shane.

— Você não Glenn — disse Daryl já com a voz alterada pela bebida.

— O quê? — perguntou Glenn sentando em um balcão com a garrafa de vinho.

— Continue bebendo, rapazinho — Daryl voltou a dizer, na mesa, se servindo mais vinho. — Quero ver sua cara ficar vermelha.

Ri. E olhei Glenn que já estava bem alegre por causa da quantidade (não pouca) que tomou.

— Eu acho que não agradecemos nosso anfitrião devidamente — diz meu pai se levantando.

— Ele é mais do que nosso anfitrião — comentou T-Dog com a voz embaçada. Esse já estava entrando no seu limite, pois nem conseguia ficar sentado direito na cadeira.

— Saúde — brindaram todos levantando as taças.

— Búia! — disse Daryl que oposto de todos, estava brindando com a garrafa mesmo e não a taça. O que me fez sorri, e repetir o que disse. Ele me olhou bem profundamente e fez um gesto de brinde com a garrafa para mim, acabei fazendo o mesmo ainda sorrindo.

Mesmo tendo tomado uma garrafa toda de vinho, Daryl parecia estar sã das atitudes, comparado ao T-Dog, Jacqui e até mesmo o meu pai que reparei estar bem mais alegre, já que quando se levantou para brindar pelo Dr. Jenner teve uma pequena dificuldade.

— Tudo bem? — Dei um pequeno pulo quando ouvi a voz baixa de minha mãe no meu ouvido.

— Claro — respondi, desviando o olhar de Daryl para ela —, porque não estaria?

Ela então me olhou bem atenta como se tivesse tentando ler melhor minha expressão, como sempre. Minha mãe não disse nada, apenas me deu um beijo no canto da minha testa e disse:

— Saiba que pode confiar em mim para tudo, ok?

Assenti. Sorri para ela, que foi retribuído e antes de voltar para a sua comida, ela me olhou e depois deu uma breve olhada em Daryl. O que me deixou um pouco intriga, mas antes de raciocinar mais sobre, a voz de Shane me desconcentrou de tudo.

— E então, quando vai nos contar o que aconteceu aqui, doutor? Todos os outros médicos que eram para tentar descobrir o que aconteceu.  O que aconteceu?

— Estamos comemorando, Shane — disse meu pai ríspido. — Não precisamos fazer isso agora.

— Espera um pouco. É por isso que estamos aqui, não é? — diz Shane. — Foi sua decisão para nós acharmos as respostas, mas acabamos achando ele. Achamos um homem. Por quê? — apontou para o doutor e deu um sorriso debochado.

— Bom, quando as coisas ficaram ruins... muitas pessoas foram embora. Foram ficar com suas famílias. E quando as coisas pioraram, quando os Militares foram aniquilados o resto fugiu — explicou Dr. Jenner.

— Todas as pessoas? — repetiu Shane sarcástico.

— Não, muitos não tiveram coragem para sair pela porta — respondeu o doutor encarando Shane seriamente. — Eles desistiram. Teve uma onda de suicídios... Foi uma época ruim.

— Você não saiu. Por quê? — perguntou Andrea.

Senti uma leve raiva pela pergunta de Andrea, por ela, continuar essa conversa desnecessária de Shane.

— Eu fiquei trabalhando. Esperando. Fazer algo de bom.

— Cara, você é um estraga prazeres, cara — Glenn disse praticamente o que todos queriam dizer ao Shane.

Eu o olhei com reprovação.

Por culpa dessa maldita pergunta indesejada em momento errado, feito por Shane Walsh, o resto do jantar se tornou pesado. Clima se tornou chato e pesado.

— A maior parte da instalação está desligada — Dr. Jenner explicava enquanto andávamos pelo corredor estreito, depois que terminamos de jantar. — Incluindo o alojamento, então, terão que se virar aqui. Os sofás são confortáveis, mas a camas no depósito se quiserem. Tem uma sala de recreação no fim do corredor, seus filhos vão gostar.

Então ele parou, se virou e agachou para Carl, Sophia e Isabel.

— Só não liguem os vídeos games, está bom? — As crianças assentiram. — Ou qualquer coisa que consuma energia. A mesma coisa ao tomar banho. Maneirem na água quente.

— Você ouviu o mesmo que eu? — Glenn perguntou me olhando com os olhos brilhando.

— Água quente?

Glenn, balançou a cabeça em concordância com um sorriso bobo na cara.

Depois de tanto tempo, finalmente, vou poder sentir mais uma vez a sensação de tomar banho com água quente e em um chuveiro digno. Não com água gelada e em um lago.

Soltei uma exclamação ao sentir o contato da água quente no meu corpo. Era a melhor sensação desse mundo, eu ria feito boba de baixo do chuveiro e fechei os olhos para tentar aproveitar o melhor que poderia aquele momento. Se pudesse ficaria muito mais só que lembrei o que Jenner havia pedido e também teve Carl, batendo na porta falando que era a vez dele de tomar banho.

Desliguei o chuveiro, porém, fiquei em baixo até a última gota que saiu. Suspirei aliviada. Me sequei, vesti meu pijama que era apenas uma blusa regata folgada e uma calça de malha, não muito justa e só passando a toalha no cabelo, fui saindo para deixar meu irmão entrar. O mesmo já estava com seu pijama e toalha.

Enquanto penteava meu cabelo, ouvi algo um pé se rastejando no corredor e depois batendo algo na parede da sala que ia ficar com meus pais e Carl. Franzi um cenho. Nem me atrevi a pensar que é um errante, até porque eles estavam do lado de fora e não aqui dentro. Provavelmente era alguém que tomou muito, pois ouvi uma batida de vidro.

Fui ver do que se tratava, abri devagar a porta e vi Daryl encostado na parede oposta, tomando mais uma garrafa de vinho. Quantas garrafas ele já deve ter tomado?

— Daryl — chamei-o, que se manteve concentrado apenas na garrafa — quantas você tomou?

Com a mão livre, ele bateu na minha, mas não com tanta força que deveria ter. Resmungou um “cai fora” para mim. Só que não me importei e tirei a garrafa dele quando o próprio ia beber mais um gole.

— Você não pode beber mais — digo o olhando firme e deixando a garrafa atrás de mim. — Não consegue nem se manter direito em pé.

— Vá se fuder, Grimes — e apontou o dedo na minha cara.

Revirei os olhos.

— Sempre tão delicado, não é, Dixon?

Furioso, Daryl tentou sair, digo tentou porque ele realmente não estava conseguindo andar direito. Senti um enorme aperto, não poderia deixa-lo sozinho, então dei uma breve olhada para a sala e vendo que Carl ainda estava no banho decidi levar Daryl para o seu “quarto”; se der também colocaria de roupa e tudo de baixo do chuveiro com a água bem fria.

Deduzindo que um dos primeiros quartos seja dele, contra vontade de Daryl, o puxei para dentro com o máximo de força que tinha e fui levando-o até o banheiro.

— O que você está fazendo, branquela? — questionou Daryl ríspido, se apoiando na cômoda que tinha perto da porta do banheiro.

— Vai para de baixo do chuveiro — respondi. — Vem!

Daryl puxou sua mão da minha e resmungou.

Percebendo que se fosse depender dele não ia dar certo, então eu mesma entrei e liguei o chuveiro para depois voltar com ele. Comprovando que água na temporada deseja, me virei para buscar o Dixon, no entanto logo que me virei bati com ele bem na minha frente.

 — Ah! Daryl que susto — falei com a mão no coração.

— Como você consegue?

— Consigo o que? — o olhei com o cenho franzido.

— Ser o que é — ele mais resmungou.

Corei ao sentir o olhar dele no meu busto.

— V-você está... hum... bêbado e n-não s-sabe o que está... f-fa-falando.

Minha voz se perdeu quando fiquei tão anestesiada com aquele céu nos olhos dele. Daryl tocou meu rosto, me olhando bem atento e percebi que era um olhar cheio de desejo.

Tudo foi tão rápido que só consegui só senti passando pela água gelada e minhas costas batendo contra a parede também gelada, mas antes de soltar um grito, o mesmo foi abafado quando meus lábios foram tomados por Daryl Dixon me beijando loucamente. Sua língua passava por cada canto da minha boca, entrando em uma “dança” com a minha. Tentava ao máximo entrar no mesmo ritmo que ele, porém, era difícil. Já tinha obviamente experimentado beijos mais quente, mas com Daryl, passava do meu limite de acompanhamento.

A mão forte de Daryl apertava forte minha cintura, e subia, apertando cada parte. Senti a alça da regata abaixar, provavelmente deixando bem amostra meu ombro e uma parte do meu busto. Daryl parecia também ter reparado, pois quando sua mão direita subiu meu braço seus dedos se enrolaram na alça, e fizeram um gesto que queria abaixar mais e mais até deixar meu seio visível. Mas antes de muita coisa acontecer em pleno box e debaixo do chuveiro, ouvi Carl me chamando.

— Ashley!

Não sei de onde, só sei que consegui reunir força e fiz Daryl se afastar um pouco já que o próprio estava bem prensando com tanta força na parede.

— É o Carl — falei com a voz ofegante, me abaixei para passar pelo braço dele me fechando espaço. — Preciso ir...

— Moleque chato — Daryl resmungou raivosa, mas não liguei e sai daquele banheiro, quarto, sala... seja lá o que for, só sei que sai correndo e quando virei para o lado direito, trombei com Carol.

— Opa! Ashley, tudo bem? — perguntou Carol ao ver minha situação.

Assenti.

— Por que você está molhada? — perguntou Carl aparecendo atrás de Carol e me olhando de cara feia. — Por que saiu do quarto?

— Desculpa ter saído sem avisar, Carl — digo sem graça.

— Você está bem encharcada e gelada — comentou Carol. — Melhor trocar de roupa antes que pegue um resfriado.

— Aconteceu um pequeno acidente, mas sim... sim, eu vou me trocar.

Carol me perguntou mais uma vez se estava tudo bem, pois minha cara não deveria ser das melhores, provavelmente estava mais branca do que já sou. Respondi que estava tudo bem sim e junto com Carl, me despedi dela e Sophia que me olhava assustada. Credo, será que estou tão ruim assim?

Primeira coisa que fiz ao entrar no quarto foi para o banheiro e me olhar no espelho para dar razão a Sophia. Meu rosto não estava branco e sim vermelho, minhas bochechas bem coradas e o resto da cara branco, além dos meus lábios vermelhos e inchados por causa do que rolou momentos atrás.

— O que foi isso? Eu não deveria ter deixado acontecer aquilo...

— Ter deixado acontecer o que? — Carl apareceu na porta do banheiro de repente me assustando.

— Nada — respondi apressada. — Só é uma besteira, nada de mais, ok?

— Faz a oração comigo?

Olhei meu irmão, sorri e fiz que sim.

— Claro.

Depois que coloquei outro pijama improvisado e acompanhei Carl na oração, fomos dormi. Nossos pais ainda não tinham chegado, mas como estávamos cansados íamos dormi mesmo sem eles. Carl ficou em um sofá e eu em outro, entre o nosso L estava o colchão de casal dos meus pais.

Foi difícil pegar no sono com a imagem da cena que rolou no chuveiro, ainda podia sentir os lábios de Daryl e seus toques nenhum pouco carinhosos, na qual o meu corpo correspondia e ainda está correspondendo já que só pensar que meu corpo se arrepia. Só posso dizer que naquela noite sonhei com ele. E me tive certeza de algo: eu sentia algo pelo Dixon. Agora só preciso saber o que esse sentimento significa. Será que estou gostando dele como homem?


Notas Finais


E ai, o que acharam?
Finalmente rolou um momento bastante esperado e devo dizer que quase esse besito não rolou. Digo isso, pois a minha ideia era o primeiro beijo demorar mais, ia rolar lá para segunda parte da segunda temporada (para quem não sabe essa segunda parte é depois do episódio da Sophia no celeiro). Mas eu comecei a achar que ia demorar demais, além de que provavelmente ficaria algo "forçado" para o momento que tinha criado para esse primeiro beijo. Então, depois de pensar muito e conversar com uma amiga para ter uma segunda opinião e ainda escrever a primeira cena(que não teria beijo nenhum) e essa atual. Decidi colocar agora esse momento. Acho até que foi bom, pois vou conseguir trabalhar melhor com eles dois até rolar algo mais serio.
Enfim, se acharem que tudo está indo devagar para eles dizerem "eu te amo" ou algo tipo, sinto muito, mas sempre gosto de trabalhar bem o casal antes mesmo deles ficarem oficialmente juntos ou se derem conta que se gostam. ♥
Obrigada pelos comentário e agora vou deixar vocês em paz, sei que escrevo muito... kkkk
Até uma próximo pessoas, bjs <3


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