História A Filha do Xerife - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Michonne, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, Rick Grimes, The Walking Dead, Walkers, Zumbis
Visualizações 335
Palavras 2.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Walkers, tudo bem?
É eu sei, posso imaginar que vocês querem me matar por causa da demora, mas os motivos são simples: faculdade e a demora para entregarem o bc que havia encomendado, que já estava 1 mês em andamento.

Antes de começarem a ler o capítulo, queria falar um assunto muito sério! Vou ser bem direta para não falar muito e fazer vocês demorarem com o capítulo. O ASSUNTO É:

- Eu sou uma pessoa muito de boa, mas tem certos assuntos que me incomodam e muito. Uma delas é justamente o que envolve as fanfics. Nessa caso é o tema que surge depois de vocês passar meses pensando no assunto para se ter algo único e original em uma categoria como TWD (falo isso, pois não escrevo só nessa categoria). Ai o seguinte assunto é que depois da minha fic começou a surgi várias fanfics em que o Rick e Lori tenha uma filha mais velha. Confesso que fico chateada nesse caso, pois é algo que quando postei era realmente único e diferente. Agora infelizmente não esta sendo assim... o que é bem ruim, pois normalmente um autor quando vai escrever uma fic quer ter algo original e fora das mesmices.

Bom eu até estou tentando me conter nesse caso e ignorar as fics que estão surgindo com essa mesma ideia que nem a minha, pois até imagino que tenha sido coincidência. Mas o que mais me deixou muito chateada aponto de estar escrevendo isso aqui é: cenas iguais a minha. Uma coisa é vc tem uma fic com a mesma temática (Rick e Lori + filha mais velha) e outra vc tem essa temática e ainda por cima pegar cenas minhas e colocar na sua fic. Falo isso pq foi o que aconteceu. Encontrei uma fic que tem uma cena muito parecida com a que escrevi aqui. Não falo igual, pois mudaram algumas coisinhas, mas de resto é igual inclusive as falas e isso me deixou puta da vida! E estou me controlando para não ir no denuncie e colocar alternativa PLÁGIO, pois é isso que aconteceu. O que fizeram foi um plágio! Só não fiz nada disse porque imagino que foi inspirada na minha. Eu realmente espero que tenha sido isso.

Agora onde eu quero chegar com tudo isso: se você quer se inspirar em alguma coisa daqui, ao menos tenha a decência de me avisar e colocar os créditos já que a cena não foi sua. Eu faço isso! Eu quando vou fazer algo que não é meu peço permissão. Eu faço isso quando tem cenas nos meus capítulos que não foram escritas por mim, eu coloco os créditos de quem foi (leitores da A Herdeira dos Black sabem muito bem disso, já conhecem minha Secretária Show). Isso é questão de bom senso!

Enfim, vou parando por aqui, pq se não isso vai ficar enorme... realmente eu sinto muito de estar escrevendo isso aqui, mas eu realmente não me aguentei e isso é muito chato e desmotivador para qualquer autor.

Agora desejo a todos uma ótima leitura e até as notas finais ;)

Capítulo 13 - 30 minutos


Fanfic / Fanfiction A Filha do Xerife - Capítulo 13 - 30 minutos

— Ashley! Ash…

A voz de Carl se fez presente naquele momento para me tirar do transe.

— S-sim… o que disse?

— Esta viajando? — Carl perguntou com um debochado. E sim, esse menino já descobriu o uso da palavra deboche.

— Mais ou menos — respondi, coçando os olhos e colocando o cabelo para trás.

— E viajou para onde?

— Marte.

Carl riu.

— Enfim, o que você tinha falado antes? Eu acabei não ouvindo.

— Claro que não ouviu, estava em Marte e não na Terra  — Carl rebateu risonho. O que acabou resultando em um ataque de cócegas.

Riamos feito dois bobos como antigamente.

Sempre tentei ter o melhor relacionamento com Carl, por mais que tivéssemos uma diferença grande de idade, eu tentava me igualar com ele e não fazê-lo se sentir perdido ou sozinho. Eu amava mais que tudo meu irmão caçula. E ficar brincando com Carl sempre foi um dos melhores remédio e foi melhor para minha situação de agora.

A guerra de cócegas com Carl foi ótimo para desviar meus pensamentos do Dixon.

    Infelizmente não fiquei tanto tempo sem pensar em Daryl, porque assim que parei de brincar com Carl e fui ajudá-lo com a lição voltei a pensar nele assim que vi a imagem de um esquilo na apostila. Revirei os olhos e me adverti ao assemelhar o Daryl com o esquilo. Isso só porque ele vivia aparecendo com esquilos para comer na pedreira?

    Minha mãe apareceu do nada no quarto improvisado com uma cara estranha. Parecia pensativa. Seu cenho estava franzido.

    — Mãe — a chamei e a mesma me olhou — tudo bem?

    — Tudo. É só que — ela levantou a mão para onde saia o ar — do nada as luzes foram se apagando e agora é o ar. Agora não sei se é impressão minha.

    Levantei do sofá e fui ao lado dela para comprovar o que ela dizia. A resposta era não, e sim, o ar tinha parado de funcionar. Só que antes de comentar isso com ela as luzes do nosso cômodo foi se apagando. Troquei um olhar significativo com minha mãe que assentiu, chamou Carl enquanto isso eu coloquei a cabeça para fora — eu não fui a única.

    — O que houve?

    — Porque o ar foi desligado?

    — Porque as luzes estão apagadas?

    Foram feitas várias perguntas ao mesmo tempo assim que Dr. Jenner apareceu no corredor.

    — O uso de energia de priorizada — explicou Jenner passando e retirando a garrafa de vodka das mãos de Daryl.

    — O ar não é prioridade? E as luzes? — Dale questionou.

    — Não cabe a mim — diz Jenner. — A zona 5 está se desligando.

    Todos decidiram seguir Jenner já que a explicação dele não era tão simples como queríamos. Daryl era o mais estressado, e o que apressou mais o passos e foi questionando Jenner durante o caminho até a sala com os computadores.

    Ouvi uma correria no ar de baixo, apoiei na grade para ver de quem se tratava e era meu pai, Shane, T-Dog e Glenn que tinham ido olhar os geradores. Minha mãe o chamou já deixando claro a pergunta que ia ser feita, e foi respondida por um sinal de “calma”.

    — Jenner — meu pai o chamou com a voz firme — o que está acontecendo?

    — O sistema está cortando o uso não essencial de energia — Jenner explicou. — Foi projetado para manter os computadores funcionando até o último minuto possível. Isso começou quando chegamos à marca de meia hora. — Ele apontou para o relógio que chegava na marca de meia hora. — Bem no horário.

    Eu sentia um péssimo pressentimento que iria acontecer quando esse relógio chegasse no zero. O suficiente para querer sair desse lugar. Foi o que tentei dizer ao meu pai, mas Jenner acabou atrapalhando antes mesmo de eu me aproximar dele.

    — Foram os franceses — Jenner disse do nada para Andrea.

    — Como?

    — Foram eles os que mais aguentaram até onde eu sei — respondeu Jenner. — Enquanto nosso pessoal ficou trancando as portas e se suicidando nos corredores. Eles ficaram no laboratório até o fim. Acharam que estavam perto da evolução.

— O que aconteceu? — Jacqui perguntou.

— O mesmo que está acontecendo aqui. Ficaram sem força. Sem combustível.

Jenner se afastou mais para o centro do laboratório e se sentou de frente a um dos computadores.

— O mundo usa combustível fóssil — Jenner voltou a dizer. — Sabe, não muita burrice?

Obviamente que todos estavam assustados, mas Shane foi o que mais explodiu e decidiu questionar o doutor e acredito que o questionar dele é no braço. Meu pai o impediu de ir para cima de Jenner e mandou todos nós pegar nossas coisas para irmos embora. De repente um alarme começou a soar alto, assustando a todos, parecia alarme de incêndio. No mesmo instante apareceu um cronômetro na tela grande marcando 30 minutos.

30 minutos para descontaminação — comunica Vi.

— Pessoal, vocês ouviram o Rick — gritou Shane. — Peguem suas coisas, andem.

Só que antes da gente chegar na porta, a mesma coisa fechada, o que me deixou mais desesperada. Normalmente descontaminação não quer dizer coisa boa. Isso é muito lógico. E é por isso que queria sair agora com minha família e todos do grupo.

— Não! — exclamou Glenn quando a porta se fechou. — Você nos trancou aqui? Ele nos trancou aqui.

Tudo parecia estar se tornando um verdadeiro pesadelo. As crianças estavam desesperadas e os adultos estressados, Daryl mesmo foi para cima do Jenner com garrafa para quebrar na cara dele, mas foi parado por T-Dog e Shane.

— Jenner, tira a gente daqui, agora! — diz meu pai irritado se aproximando do doutor.

— Não há por que. Tudo lá em cima está trancado — Jenner retruco. — As saídas de emergência estão seladas.

— Abra essas porcarias! — Daryl rebateu furioso.

— Eu não controlo isso. São os computadores — Jenner respondeu. — Eu te falei: quando aquela porta se fechasse não abriria de novo. Você me ouviu dizer isso. — Jenner olhava meu pai. — É melhor assim.

— O que é? O que acontece em 28 minutos? — perguntou meu pai. Porém, foi ignorado.

Shane deu um breve chute na cadeira onde Jenner estava e meu pai voltou a fazer a pergunta mais nervoso.

— Você sabe o que é esse lugar? Protegemos o público de coisas bem ruins — exclamou Jenner. — Varíola como arma. Traços de ebola que podiam acabar com metade do país. Coisas que vão querer tirar daqui? Nunca!

Todos se mantinham em silêncio olhando Jenner da mesma forma.

— Num evento de uma falta de energia catastrófica, num ataque terrorista, por exemplo, A.I.t’s são lançados para evitar que qualquer organismos saia — Jenner voltou a dizer, agora com a voz controlada.

— A.I.t’s? — indagou meu pai.

— Vi, defina.

Alto-impulso termobárico. Combustível com ar explosivos que contém dois estágios, ignição por aerossol que produz uma onda de explosão de poder e duração maiores do que qualquer outra explosão, exceto nuclear.

Meu pai me puxou para ele junto com minha mãe e Carl.

Soluços escapavam conforme Vi dizia.

A pressão de vácuo queima o oxigênio entre 2700ºc a 3300ºc. É usada quando é necessária uma grande perda de vida e danos na estrutura.

Eu não conseguia me aguentar, e chorava enquanto ainda me mantinha abraçada com minha família, não estava conseguindo me soltar deles.

Eu não queria morrer.

Eu não queria acabar naquela forma.

Eu quero sobreviver.

Eu quero viver mesmo que agora seja complicado fazer isso.

Os segundos que passavam pareciam ser tortuosos. Agora me mantinha sentada junto com minha mãe e meu irmão todo escolhido no braços da nossa mãe. Fiquei só observando um ponto cego, pensando que muito em breve tudo acabaria, e eu não teria mais chances de lutar. Enquanto isso só fiquei escutando Daryl e os outros gritando para abrir a porta. Só de ouvir a voz de Daryl uma triste mais profundo me pegou.

Ele.

Sim, ele mesmo.

Eu queria aproveitar mais com ele.

Deixei uma lágrima solitária cair, e essa lágrima era praticamente o significado do sentimento tão especial que nutria por ele.

— Vocês deveriam ter sido deixados sozinhos — ouvia Jenner. — Teria sido muito mais fácil.

— Fácil para quem? — Carol perguntou chorosa.

— Para todos vocês — respondeu Jenner calmamente. — Vocês sabem como é lá fora. Uma vida curta, brutal e uma morte agonizante.

Naquele instante a dor estava sentindo se mistura com ânsia.

— Sua irmã. Qual era o nome dela? — disse Jenner se referindo a Andrea.

— Amy.

— Amy — repetiu Jenner. — Você sabe o que isso faz. Você já viu.

Jenner se virou para olhar meu pai e voltou a dizer:

— É isso mesmo que você quer para sua mulher e filhos?

— Eu não quero isso — meu pai lhe respondeu ríspido.

— Nem está amassando — diz Shane.

— Essas portas foram projetadas para aguentar até um foguete — comentou Jenner.

— Bom, sua cabeça não foi! — Daryl foi com tudo para cima de Jenner com o machado levantado.

— Daryl. Daryl. Afasta-se. Afasta-se — dizia meu pai, Shane, T-Dog e Dale que foram para-lo.

Jenner até se levantou com o susto já que esteve preste a perder a cabeça.

Conseguiram afastar Daryl que encarava Jenner putaço.

— Vocês querem isso — disse Jenner. — A noite passada você disse. Sabia que era questão de tempo até as pessoas que você ama estarem mortas.

Eu olhava meu pai espantada.

— Pai… você…

Minha mãe olhava meu pai da mesma forma.

— Você disse isso mesmo? — perguntou Shane.

— Eu tinha que manter a esperança viva, não é? — meu pai tentou argumentar.

— Não existe esperança. Nunca existiu — falou Jenner.

— Sempre existiu esperança — meu pai rebateu. — Talvez não com você, talvez não aqui, mas alguém, em algum lugar.

— Que parte do “tudo acabou” você não entendeu? — diz Andrea ríspida.

— Escute sua amiga, ela entendeu. É isso que vai acabar conosco. É o evento que vai nos extinguir — diz Jenner.

— Isso não está certo — protestou Carol chorosa. — Você não pode nos manter aqui.

— É só um instante. Um milissegundo. Sem dor.

— Minha filha não merece morrer assim.

— Não seria melhor, mais compassivo abraçar os entes queridos, e esperar que o relógio chegue ao fim?

— Melhor? Esse é o melhor para você apenas, não é? — digo. Eu olhava séria para Jenner, não chorava mais, mas sem dúvida minha expressão era de desespero. Mas naquele momento só sentia raiva.

Da mesma forma me levantei para encarar Jenner e voltei a dizer:

— Você não é Deus para decidir quem morre e de que forma ela irá morrer. Foi você quem perdeu a esperança e não a gente, não eu! Eu quero viver. Não quero morrer dessa forma. Não quero!

— Filha… — chamou-me meu pai me tocando no ombro e me abraçando como forma de conforto.

Eu sei que ele entendia meu nervosismo. E eu muito mais entendia o nível já que mordia com mais frequência meus lábios, aponto de não demorar a sentir o gosto amargo do sangue.

— Ela tem razão — ouvi Shane nervoso se aproximando com uma de suas armas. — Ashley tem razão! Por tanto é melhor você ir abrindo a merda dessa porta ou vou explodir sua cabeça.

Furioso, Shane apontou a arma para cara de Jenner, meu pai já tinha se separado de mim e foi tentar controlar Shane.

— Irmão, irmão, não é assim que se faz isso — dizia meu pai. — Nós nunca conseguiremos sair daqui.

— Shane, o escute — pediu minha mãe.

— Se ele morrer, todos morreremos!

Da mesma forma, Shane gritou e acabou atirando nos computadores feito louco.

Por instinto me abaixei atrás dos outros computadores enquanto só ouvia os tiros e gritos vindo de Shane que logo parou. Meu pai conseguiu controlá-lo lhe batendo as costas da arma em Shane que caiu no chão.

— Você, já acabou? — meu pai disse ainda apontando as costas da arma para Shane. — Já acabou?!

— É, acho que nós acabamos — falou Shane contra gosto.

Não sei dizer se era os meus batimentos, mas parecia que conseguia ouvir os batimentos de todos pelo nervosismo.

— Acho que você está mentindo — diz meu pai do nada. Sabia que era para Jenner.

— O quê?

— Está mentindo — repetiu meu pai. — Sobre não haver esperança.

Encarava ele e sua respiração era ofegante.

— Se fosse verdade, você teria fugido ou escolhido o caminho mais fácil. Não escolheu. Escolheu o caminho difícil. Por quê?

— Isso não importa.

— Importa sim. Sempre importa. Você ficou quando os outros fugiram. Por quê?

— Não porque eu queria — Jenner respondeu. — Eu fiz uma promessa a ela. — O mesmo se levantou e apontou para grande tela e disse: — Minha esposa.

— O indivíduo de teste 19 era sua esposa? — indagou minha mãe.

— Ela implorou para que eu continuasse o quanto eu pudesse — Jenner suspirou. — Como eu poderia dizer não? Ela estava morrendo. — Ele apontou para tela enquanto falava. — era para eu estar naquela mesa. Eu não importava para ninguém. Ela foi uma perda para o mundo. Ela dirigia esse lugar. Eu só trabalhava aqui. Na nossa área, ela era um Einstein. E eu? Eu sou só Edwin Jenner. Ela poderia ter feito algo sobre isso. Eu não.

— Sua esposa não teve escolha. Você tem — diz meu pai. — É só isso que queremos. Uma escolha, uma chance.

— Deixe-nos tentar o máximo que pudermos — pediu minha mãe.

— Por favor! — Jenner me olhou. — Somos sobreviventes. E queremos continuar assim. Queremos sobreviver.

Jenner me observou por uns minutos, depois olhou meu pai e suspirou.

— Eu falei que a porte de cima está fechada — disse ele caminhou até uns teclados e digitou algo. — Eu não posso abrir.

A porta se abriu.

Quatro minutos. Esse era o nosso tempo que tínhamos para sair desse lugar antes que tudo explodisse. Jacqui acabou decidindo ficar. Doía, mas se essa era escolha dela o que poderíamos fazer?

Chegando no andar de cima os homens tentavam a todo custo quebrar o vidro. Daryl e Shane tentavam quebrar com os machados. T-Dog tentou mexer em uns números, e quebrar o vidro com uma cadeira. Até mesmo Shane foi tentar mais uma vez só que agora com uma arma. Deu um tiro no vidro, mas não quebrava.

— Vamos morrer — murmurei.

— Cala a boca — disse uma voz muito bem conhecida. — Não vamos morrer.

Era Daryl.

Eu queria me sentir segura com as palavras dele que iríamos sair dessas, mas não conseguia pensar em outra senão em tudo isso explodindo.

— Daryl — o chamei, segurando pelo pulso.

— Quê?

Se caso esse fosse realmente a última vez de todos ou não, eu queria dizer para ele.

Dizer o que sinto já que não sei se teria coragem de beija-lo naquele instante.

— É que eu estou…

— Todo mundo para o chão!

A voz de meu pai cortou o que diria, olhei para o mesmo e estava com uma granada em mãos. Quando ele soltou o pino, Daryl me puxou para longe, me colocando no chão junto com ele por cima. Só pude ouvir um estrondo forte dos vidros se quebrando.

— Seja lá o que você tenha me dizer vai falar depois — diz Daryl quando nos levantamos.

Eu apenas assenti.

Saímos do local o mais rápido que poderiamos correr. Desviamos dos corpos no jardim, e tomando cuidado com o errantes que tinham aparecido. Conseguimos chegar a tempo nos carros, eu acabei entrando no trailer junto com meus pais, Carl, Glenn e Isabel.

Nos últimos segundos Dale e Andrea apareceram.

Meu pai buzino para eles apressarem porque ia dar o tempo, quando deu três segundos, meu pai disse para todos irem para o fundo do trailer. Só conseguimos escutar mais um estrondo só que dessa vez mais alto. Ficamos daquela forma até amenizar o barulho. Dei um pequena olhava e só via uma iluminação forte, muito fogo, não restava mais nada do CDC.

Quando Dale e Andrea entraram no trailer, meu pai ligou o trailer e assim junto com os outros atrás da gente fomos seguindo um caminho.

— Para onde vamos? — perguntei ao meu pai depois que estávamos um pouco afastados. — Fort Benning?

— Talvez — ele me respondeu me olhando pelo retrovisor. — Talvez...

Sorri para ele, antes de me sentar no banco com Carl se sentando comigo.

Tudo indica que nosso caminho de agora é Fort Benning.


Notas Finais


E ai, o que acharam?
No próximo já vamos entrar na fase da Segunda Temporada (Greene's chegando ♥) e vai ser uma fase super legal, e muito importante para os futuros andamento dessa fic. Acho que vão gostar muito disso <3
Espero que tenham gostado, comentem e até a próxima.
Bjjs.


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