História A Filha do Xerife - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Michonne, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, Rick Grimes, The Walking Dead, Walkers, Zumbis
Exibições 642
Palavras 3.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo super especial para vocês <3

Capítulo 4 - Pedreira


Fanfic / Fanfiction A Filha do Xerife - Capítulo 4 - Pedreira

Afastados do centro de Atlanta, acompanhei Glenn até uma estação de trem vazia e uma picape velha parada entre os trilhos. A cor era de um tom amarelado com alguns cantos enferrujado; dando-me a impressão que aquilo não seria uma boa idéia. Ou até poderia ser uma boa idéia, pois eu acredito que Glenn chegou com aquele carro já que ele foi colocando as coisas na caçamba.

Glenn me chamou e pediu para entrar. Assenti e caminhei até a porta do passageiro com Isabel ao meu lado. Abri a porta e ela entrou primeiro, depois fui eu. Glenn já estava dentro da picape, ligou e seguimos rumo para o tal acampamento.

Demorou longos minutos para chegar. Entramos em uma área florestada, não se via muitas casas, apenas passamos por um pequeno bairro deserta.

— Estamos chegando — comentou Glenn quando virou e começou a subir com o carro por uma longa subida.

Em questão de minutos avistei vários carros e um trailer. Quanto mais Glenn se aproximava eu conseguia ver mais coisas, como por exemplo, varias pessoas. Isabel até se separou do meu colo e ficou com o rosto grudado na janela. Reparei que um pequeno grupo se aproximava quando Glenn parou ao lado de um jipe.

— Vamos? — convidou Glenn.

Assenti.

Glenn sorriu e saiu do carro. Olhei pelo retrovisor e vi o reflexo dele aparecendo, parando e conversando com um senhor de idade. O senhor olhava para o carro e depois voltava a conversa com o Glenn. Provavelmente estavam perguntando sobre mim.

— Acho que devemos sair, Isa? — ela me olhou e fez que sim com a cabeça.

Antes de sair dei uma última olhada no retrovisor e vi o outro homem com o senhor e Glenn. Meu coração acelerou, senti uma lágrima escorrer dos meus olhos fazendo o corto no meu rosto. Não podia perde tempo, abri logo a porta da picape, ajudei Isabel descer e voltei a olhar para o homem alto e forte.

— Shane? — o chamei com a voz tremula e me aproximando em passos curtos.

Ele se virou e sorri ao confirmar que era realmente o Shane. Ao me aproximar mais, ele também se aproximou sem dizer uma palavra.

— Ashley — disse ele me abraçando em seguida e retribui. — Como? Garota, você deixou todo mundo preocupado com você.

— Me perdoa — eu não estava conseguindo me conter e comecei a me desabafar. — Se você está aqui, então a minha família também está?

Shane pareceu pensativo e aquilo me fez ficar mais nervosa. Ele colocou a mão no meu ombro e me levou mais a frente do acampamento junto com Isabel que não saia do meu lado.

— Espera um pouco — pediu Shane entrando no trailer.

Em questão de segundo vi um menino saindo correndo do trailer e me encarando. Quando ele me viu abriu um enorme sorriso e correu em minha direção. Eu agachei para ficar do tamanho dele. E quando menos esperei consegui sentir o meu irmãozinho nos meus braços, chorando.

— Carl. É você mesmo irmãozinho?

Olhei melhor para ele e lhe dei um beijo no rosto bem demorado; voltando abraçar.

— Filha. — Logo que ouvi aquela a voz eu me dei conta de quem era, abri os olhos e vi a mulher que se aproximava.

Levantei-me com Carl me abraçando na cintura.

— Oi mãe — disse emocionada a abraçando com força.

Em nenhum momento me veio a cabeça que minha mãe e o Carl poderiam estar aqui. Estava me sentindo tão bem em poder vê-los novamente. Só o que estava me incomodando era a falta do meu pai. Ele ainda não tinha aparecido. Eu precisava vê-lo e abraçá-lo. Quando me separei da minha mãe, decidi perguntar.

— Mãe, cadê meu pai?

Carl voltou a me abraçar mais forte, afundou a cabeça na minha barriga e soluçava. Aquilo não estava me parecendo uma boa resposta. E minha mãe não ajudou muito, já que começou a chorar e tocar meu rosto. Ela sempre fazia isso quando ia contar algo não muito bom.

— M-mãe... — Minha voz saiu embaçada, eu estava sentindo o qual era a resposta para aquilo. Eu sabia que deveria ser a resposta que eu não queria ouvir.

— Ashley — começou minha mãe pausadamente — o seu pai, filha... Rick não conseguiu aguentar e acabou morrendo.

O meu mundo desabou, senti o chão desaparecer e meu corpo caindo. Não poderia ser verdade, meu pai não poderia estar morto. Meu pai não! Tudo em mim doía, Carl me abraçou forte e soluçava junto comigo. Senti uma mão no meu ombro e era minha mãe que também se agachou e me abraçou junto com Carl.

×××

A notícia que meu pai estava morto acabou me deixando entrar em pânico. Eu não sabia o que fazer naquele momento e nem o que fazer naqueles dias que passei na pedreira, passava a metade do tempo chorando, minha mãe sempre me fazia companhia e fazia questão para eu sair da barraca. Em relação ao Carl, ele não saia de perto de mim, por nenhum segundo e foi por causa disso que decidi sair da barraca no segundo dia que estava na pedreira para ele me apresentar melhor os outros moradores.

Isabel ao contrario de mim já era bem querida no acampamento; ela sempre vinha até eu contar as novidades e dizer que já tinha uma nova amiga. Ela dormia no trailer de Dale, mesmo ela se mostrando animada com os outros do acampamento, fiquei sabendo por minha mãe que Isabel estava tendo muitos pesadelos e estava com medo de dormi nas barracas, por causa disso Dale ofereceu a cama do trailer para ela. Parecia que ninguém reclamava disso o que achava bom, ninguém deveria achar ruim, Isabel é apenas uma criança de cinco anos e passou por um enorme choque que foi perde os pais e ver a mãe transformada.

Com o meu irmão como informante, eu já conhecia muitos do acampamento, acredito que a maioria (não tinha muitas pessoas). Tinha conhecido Dale já no primeiro dia, era um senhor já de idade e que sempre vivia usando um chapéu de pescador. Fui apresentada para as irmãs Andrea e Amy; por conversa conheci a família Peletier que se tinha Ed, Carol e Sophia que era a filha do casal. De primeira não fui com a cara desse tal Ed, era um homem gordo e só pela forma de se comportar via que era aqueles homens nojentos e folgados. Carol ao contrario, parecia ser o oposto dele, não tinha conversado muito com ela, mas parecia ser uma mulher assustada e a única coisa que parecia ser a força dela era a filha; Sophia uma garotinha linda e bem tímida.

Separei-me do meu irmão quando nossa mãe chamou ele para estudar. E me deixou sozinha em uma das cadeiras do acampamento, olhava todos em volta e ao ver minha mãe e Carl sentados em um canto, me senti um alívio, mas também com um pouco de dor. Enfim tinha encontrado minha família, mas a encontrei incompleta, eu faria de tudo para poder ver novamente o meu pai. Só que agora seria impossível, não consegui vê-lo pela última vez, não pude me despedir e agora eu só vivo com a imagem dele na minha mente.

Abaixei e apoiei a cabeça na minha mão enquanto sentia uma lágrima escorrer. Soluçava. Fui apenas parar quando ouvir alguém se sentar ao meu lado, virei a cabeça para o lado oposto enxugando rápido as lágrimas.

— Não precisa disfarçar, eu sei que estava chorando — disse uma voz conhecida.

Virei para olhar de quem se tratava e era o meu salvador, Glenn. Acho que posso chamá-lo assim, pois é assim que eu o vejo. Graças a ele eu pude me reencontrar novamente com minha família.

— Não sei se você se lembra de mim, mas sou quem te ajudou lá na cidade.

— Glenn, não é mesmo?

Ele assentiu.

— Impossível te esquecer, graças a você estou viva — sorriu sem graça para ele.

Agora olhando melhor, ele não me parecia ser desconhecido, eu jurava que já tinha o visto antes desse apocalipse.

— Algum problema? — perguntou Glenn.

Abri a boca para dizer, mas logo fechei e Glenn franziu de leve as sombrancelhas. Eu acho que sabia da onde eu o conhecia.

— Me responde uma coisa, Glenn. Você trabalhava com o que antes disso tudo?

Pela cara que ele fez parecia um pouco confuso, ou até surpreso com a minha pergunta.

— Eu era entregador de pizza.

Do nada comecei a rir, senti como se uma luz ligou na minha cabeça. Parei de rir ao ver a cara de Glenn, acho que levou essa risada como ofensa o que não era verdade.

— Não pense que estou rindo do seu emprego — expliquei o mais o rápido. — Apenas estou rindo pela coincidência.

— Coincidência?

— Sim — falei balançando a cabeça. — Você trabalhava em Atlanta?

Ele assentiu.

— Acho que você não se lembra, mas acho que você já entregou pizza no meu apartamento.

— Serio? — exclamou Glenn espantado e logo foi ele que começou a rir, o que me teve como companhia. — Caramba. Eu juro que não lembro você, desculpa.

— Não se preocupe, acho que só tive duas vezes, na verdade a primeira fui que te atendi e a segunda com meu amigo que desceu para pagar e eu fui em seguida para ajudar ele.

Depois dessa foi impossível não me sentir bem, pela primeira vez depois que essa epidemia começou, eu dei muita risada. Acredito que Glenn tinha a minha idade e isso era ótimo, pois conseguimos ter o mesmo “idioma” um com o outro.

Após uns longos minutos, Shane apareceu e comentou com Glenn que estava acabando os mantimentos e iríamos precisar de mais.

— Tudo bem, irei então buscar — disse Glenn se levantando.

— Você vai mesmo para a cidade com toda aquela quantidade de errantes?

— Vou, não é mesmo a minha primeira vez e você sabe disse.

Abri a boca para dizer mais alguma coisa, mas Shane disse primeiro:

— Se quiser que alguém vá com você é só dizer.

Alguém junto com Glenn até a cidade? Isso não me pareceu uma má idéia para mim.

Observei cada canto do acampamento e pensei comigo: eu não poderia ficar o tempo todo aqui sentada e sem fazer nada. Nem mesmo ficar chorando, pensando em meu pai, ou até mesmo em Derick que não tinha a mínima idéia de onde ele estava e se ele ainda estivesse vivo. Eu precisava ajudar o acampamento, precisava ajudar em alguma coisa, nem que seja a lavar-roupa, mas eu precisava fazer isso. Só que antes de escolher ficar no trabalho de mulher, eu queria experimentar essa missão dos suprimentos.

— Eu não preciso...

— Eu vou com você — falei decidida, cortando o que Glenn ia dizendo e me levantei.

Não só ele como Shane me olhou espantado.

— O que você disse? — perguntou Glenn.

— Que irei com você...

— Você não vai a lugar nenhum — disse Shane.

— Por quê?

— Ashley, você voltou a poucos dias da cidade e ela está lotada desses bichos. Ao contrario de Glenn, você não tem experiência.

— Beleza, então eu vou para cidade e ganharei experiência — respondi. — Não adiante me impedir, Shane, eu vou com Glenn.

Acabou que minha mãe entrou na conversa e não aprovou a minha atitude.

A nossa conversa acabou ficando tão estendida, que outros do acampamento acabou ouvindo e Dale entrou no meio da conversa, dando a sua opinião e que para minha felicidade, era em apoio meu.

— Eu não vou deixar a minha filha ir — dizia minha mãe, negando completamente as palavras de Dale. — Não quero correr o risco de te perde novamente.

— Mãe, eu quero ajudar! Será que é difícil você entender?

— Então ajude em outra coisa — disse ela. — Você pode fazer varias coisas no acampamento? Lavar-roupa, preparar a comida...

— Só que eu não quero fazer esse tipo de trabalho, não no momento, quero experimentar outra coisa. Quero ajudar a buscar suprimentos!

— Isso é muito perigoso, Ashley — repetiu pela quarta vez minha mãe.

Que me fez revirar os olhos, amo ela, mas eu odiava que ela me tratasse como se fosse uma criança. Eu já sou adulta e posso muito bem decidir por eu mesma.

— Eu vou e fim de papo — digo.

Olhei Glenn que não disse uma só palavra.

— Tudo bem para você?

— Tudo sim, não vejo problema, você seguindo as minhas palavras tudo irá sair bem — disse ele e sorri em agradecimento.

×××

Já com tudo pronto, eu me preparava para sair com Glenn, mas antes Shane veio falar comigo.

— Toma! — disse ele me entregando um revolver.

— Não posso — neguei na mesma hora. — Eu não sei usar isso.

— De qualquer forma, pega é para o seu bem.

Shane tentou colocar o revolver na minha mão, mas afastei no mesmo momento.

— Para o meu bem é ficar sem uma em mãos — disse. — É mais fácil eu atirar no Glenn do que em um zumbi. Vou ficar com essa faca mesmo — e mostrei a faca que segurava.

Não disse mais nada, apenas me afastei e fui abraçar minha mãe.

— Eu voltarei bem — digo antes dela vim de novo com o papo para eu não ir.

— Volte mesmo — ela me deu um beijo no rosto.

Agora minha atenção foi para Carl que estava com a cabeça baixa. Agachei, ficando do mesmo tamanho que ele e disse:

— Cuide da mamãe, enquanto não volto, está bem?

Ele apenas assentiu de leve a cabeça sem me olhar.

Sabia que ele estava chateado, Carl sempre vira a cara quando está chateado com alguma coisa, principalmente quando eu sou a responsável e não me diz uma palavra se quer.

Dei-lhe apenas um beijo na bochecha e me levantei. Entrei no carro e Glenn logo deu partida.

— Pronta?

— Prontíssima!

×××

Chegamos no centro de Atlanta, só que não era tão assim no centro da cidade, o que deveria ser um bom sinal. Tinha parado com o Glenn no estacionamento de um dos WallMart que tinha por perto. Por muita sorte, tudo estava bem vazio e não encontramos nenhum errante até a entrada do mercado.

— Que estranho — comentou Glenn atrás de mim.

Estava de costas para ele olhando tudo em volta, caso eu veja algum sinal de um errante.

— O que? — perguntei olhando por trás do meu ombro.

— A porta está aberta — diz Glenn. — Vamos entrar.

Assenti.

Acertei melhor a mochila nas minhas costas e entrei com Glenn logo na frente.

— Nossa, nunca imaginei que um dia viria um mercado tão vazio — comentei.

Tudo estava deserto e escuro. Além de um cheiro terrível de mofo, um cheiro nada agradável, principalmente por causa da goteira que tinha perto dos caixas.

Voltei a caminhar com o oriental, passamos por alguns corredores e nada de errantes. Tudo estava muito quieto para o meu gosto. Eu estava mesmo me perguntando sobre a porta aberta, será que alguém já tinha entrado aqui, talvez sim, ou a porta não tinha sido fechado quando tudo começou.

— Acho melhor a gente se separar um pouco — disse. — Eu olho um corredor e você olha outro. Assim podemos acabar mais rápido, concorda?

Ele me olhou pensativo, até que concordou depois de uns minutos, mas antes da gente se afastar ele disse:

— Qualquer coisa é só gritar.

— Ok.

Glenn foi para os corredores do lado esquerdo e eu fui para os corredores do lado direito, incluindo o fundo do mercado, onde deveria ficar área de frutas e etc... Por sorte parei bem no corredor de sopas e enlatados, não enrolei mais e fui colocando tudo que via na mochila, até que parei e prestei mais atenção no barulho que ouvia.

— Droga — sussurrei mais para mim mesma ao me dar conta que os barulhos de pés se arrastando e junto aquele gemido horrível, além do fedo de decomposição. Eu me dei conta que eram os errantes.

Só que não parecia ser apenas um e sim vários. Olhei para o lado do corredor que tinha vindo, entre eles tinha uma passagem para outras estantes e vi que era de lá que vinham os gemidos.

Não enrolei mais, coloquei uns últimos enlatados e coloquei a mochila já um pouco pesada nas costas. Só que o nervosismos era tanto, que acabei batendo a mochila em uma prateleira, o que fez derrubar alguns enlatados e aquilo só piorou meu estado. Agora os errantes, já sabia onde eu estava e senti que ele vinham em minha direção. Sai correndo para o lado o posto, para o fundo do mercado e rezando para encontrar Glenn, ao virar para ir a um outro corredor dei de cara com um grupo de quatro zumbis.

Soltei um grito abafado colocando a mão logo na boca, ele virara e claro, vieram até mim. Voltei para o meu caminho que e reparei que os errantes que tinha ouvido aonde estava, deve ter me encontrado e eram apenas dois, mas eu não fiquei para cuidar deles, eram muitos e eu não tinha nada para me defender, apenas tinha uma faca, mas eu não sabia como usar, não tinha a mínima idéia.

Corri para o lado oposto, por sorte esses errantes andam devagar, então consegui ficar bem afastada deles. Eu olhava para onde estava correndo e olhava para trás, até que em um desses momentos trombei em algo, me fazendo perde o equilíbrio e cair no chão, mas meu tombo foi amortecido por algo, ou melhor, dizendo: alguém.

Fui complemente tomada por um par de olhos claros, não saberia dizer a cor, pois era difícil ver por causa da pouca iluminação. Era um homem e consegui sentir perfeitamente a respiração dele perto da minha boca. E foi aí que reparei que nossos lábios estavam a milímetros de distancias.

Acordei para o mundo, quando ouvi os gruinhos dos errantes, sai de cima do homem e logo me desculpei.

— Me desculpe, eu não tinha visto você — digo me levantando e oferecendo uma mão para ele levantar, que foi recusado na hora.

— Eu reparei — respondeu ele grosso e batendo na minha mão quando a estendi.

Ele se levantou e me encarou, minhas pernas fraquejaram, ele era lindo demais.

— Me desculpe de verdade é que estava prestando atenção em outra coisa.

Ele abriu a boca para dizer algo, mas logo fechou ao ver os errantes se aproximando.

— Bosta — ouvi ele murmurar.

Vi que ele levantou a besta, apontando no primeiro errante e atirou, a primeira flecha acertou bem na testa do errante, mas quando ele viu que era muitos, ele fez questão de sair de perto, só que antes ele parou e me pegou no pulso.

— Vai ficar aí parada? — disse ele em tom estúpido. — Quer morrer?

Não disse nada e o segui, chegamos no fundo do mercado e eu estava preste a gritar pelo Glenn, mas novamente senti algo me puxando e era o arqueiro que me puxou para entrar em um quartinho pequeno, onde tinha varias caixas e fechou porta.

Os errantes batiam na porta e só ouvia os gruídos deles do lado de fora. Olhei o arqueiro, que estava com a cara fechada olhando a porta, bufou nervoso e se sentou.

Agora me perguntava como que iria sair daqui. E pensei no Glenn será que ele iria sentir minha falta?

Suspirei cansada, tirei a mochila das costas e coloquei no chão, me sentando ao lado do arqueiro.

— Ashley — disse de repente olhando com tédio a porta de madeira. — Me chamo Ashley.

Demorou um pouco, mas ele acabou me respondendo em um tom bem seco.

— Daryl.


Notas Finais


E ai, o que acharam? Finalmente a estrela dessa fic apareceu e do que jeitinho bem Dixon. hahaha
Espero que tenham gostando. Não sei quando vou postar o próximo estou com o capítulo escrito pela metade ainda preciso terminar. Mas pretendo posta-lo o mais rápido que minha criatividade permitir rs
Até a próxima, beijoos <3


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