História A Filha do Xerife - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Michonne, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, Rick Grimes, The Walking Dead, Walkers, Zumbis
Visualizações 579
Palavras 2.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Walkers, tudo bem?
Depois de um tempo sem postar, estou aqui, desculpe a demora, mas é que a faculdade está muito puxada. E tempo é o que está me fazendo mais falta nesses dias. :(
Enfim, depois daquela volta estrondosa (matadora) de TWD, voltei com meu capítulo que escrevi com uma dor no coração as partes do Glenn T.T É isso, agora deixo vocês lerem o que importa... boa leitura <3

Capítulo 7 - Cadê meu irmão?


Fanfic / Fanfiction A Filha do Xerife - Capítulo 7 - Cadê meu irmão?

 

— Desorientado.

Essa foi a primeira palavra que ele disse depois que perguntei como ele saiu do hospital.

Já havia escurecido, estávamos em volta da fogueira com Dale, Andrea, Amy, Glenn, T-Dog, Shane — que não me atrevi um minuto se quer olhar para cara dele se não iria taca-lo na fogueira por ter mentido — e a família Grimes: minha mãe abraçada com meu pai, eu do lado oposto deles com Carl deitado entre meu pai e eu. Apoiei minha cabeça no peito de meu pai, ele me abraçava de lado bem forte. Era tão bom ficar assim só nós quatro. Só os Grimes.

— Acho que é o que chega mais perto — dizia meu pai. — Desorientado. Medo, confusão. Essas coisas todas, mas desorientado chega mais perto.

— Palavras podem ser insuficientes — diz Dale. — Às vezes não dizem tudo.

— Senti como se tivessem me arrancado da minha vida. E posto em outro lugar. Por um tempo, achei que... estava preso num coma, sonho. Alguma coisa da qual eu não acordaria, nunca.

— A mãe disse que você tinha morrido — falou Carl.

Olhei um pouco cabisbaixa para Carl, mordi o lábio, mas continuei acariciar seu cabelo.

— Ela tinha razões para acreditar nisso — disse meu pai. — Nunca duvide.

Senti uma terrível ânsia quando olhei Shane.

Como ele pode ter mentido?

— Quando as coisas começaram a ficar bem ruins — minha mãe dizia. — Disseram no hospital que... iam transferir você e os outros pacientes para Atlanta. Isso nunca aconteceu.

— Era impossível mandar alguém para Atlanta — disse pela primeira vez. — A cidade decaiu em menos de uma semana. Tudo virou um verdadeiro caos. Por um momento, achei que não ia sobreviver.

Meu pai depositou um beijo no topo da minha cabeça e disse:

— Mas sobreviveu, não é mesmo? E sozinha.

Balancei a cabeça, me aconchegando melhor no abraço dele.

— Fiquei uns dias abrigada no apartamento de uma família, mas não demorou muito para eles serem pegos e terem deixado só a Isabel. Glenn foi quem me salvou, e me trouxe para o acampamento. E pelo jeito não fui a única, não é mesmo?

Glenn sorriu meio sem graça.

Antes de dizer mais alguma coisa, ouvimos uma mexida de troncos, sabia que era do nosso lado já que a iluminação aumentou mais.

— Ei, Ed? Quer reconsiderar esse tronco? — pediu Shane pacientemente.

— Estou com frio, cara — respondeu Ed.

— O frio não muda as regras, não é?

Ed ignorou como sempre.

— Mantemos o fogo baixo, só brasas... para que não possam nos ver de longe, não é?

— Disse que está frio — retrucou Ed na ignorância. — Por que não cuida da sua vida para variar?

Shane sem paciência nenhuma se levantou e foi o nojento do Ed.

— Tem certeza que quer ter essa conversa, cara?

— Vai lá — ouvi Ed dizendo. — Puxe esse tronco para fora. Vai lá.

Sabia que ele dizia isso para Carol.

Carol como sempre, fez o que o marido mandou.

Depois de falar algumas coisinhas para Carol, Shane voltou para o nosso círculo e antes de se sentar, Dale disse:

— Já pensaram o que fazer com Daryl Dixon?

Só de ouvir o nome de Daryl meu coração bateu, o que foi o suficiente para me sentar ao lado de meu pai e olhar Dale. Também queria saber o que fazer com Daryl sobre o irmão.

— Ele não vai ficar feliz de terem deixado o irmão dele para trás.

— Eu falo com ele — diz T-Dog. — Eu deixei a chave cair. A culpa é minha.

— Eu o algemei — falou meu pai. — A culpa é minha.

— Pessoal, isso não é uma competição... — disse Glenn. — Não queria trazer raça para o assunto, mas... Seria melhor se um cara branco dissesse.

— Fiz o que fiz — repetiu T-Dog firme. — Não vou esconder isso dele.

— Podemos mentir — sugeriu Amy.

— Péssima ideia — digo, balançando a cabeça. — Certo, seria contar a verdade para ele.

— Ashley tem razão — diz Andrea. — O Merle estava fora de controle. Alguma coisa tinha de ser feita, ou morreríamos por causa dele. E se Merle ficou para trás... Não é culpa de ninguém, e sim dele mesmo.

— E é isso que diremos ao Daryl? — indagou Dale. — Não vejo uma discussão racional saindo disso, você vê?

Parece que Dale era o único que percebia o tamanho do problema que foi criado por causa do Merle.

— Aonde que ele está?

— Caçando — respondi Andrea. — Ele só volta amanhã.

— Acho que você deveria falar com ele.

Olhei Andrea um tanto espantada.

— Eu?

— Não seria má ideia.

— Glenn!

— Quê? Não disse nada demais — disse o coreano, arrumando o boné. — Você se dá bem com ele. Acho que ele não teria coragem de te bater. Ou teria...?

— Mas me mandar para aquele lugar, ele teria — murmurei.

Glenn fez uma cara do tipo: você tem razão.

— Vamos ter muitos problemas quando ele voltar amanhã da caça — digo.

T-Dog acabou confessando que antes de sair correndo, conseguiu fechar a porta com correntes e seria impossível algum errante passar. Isso foi o que me deixou mais aflita. Merle provavelmente estaria agora preso no telhado daquele prédio com meia dúzia de errantes tentando passar pela porta. Na verdade, espero realmente que nenhum desses bichos tenha passado como T-Dog disse e que Merle estivesse bem. Mesmo não gostando do Dixon mais velho, eu nunca conseguiria desejar a morte dele desse jeito e digo isso mais pensando em Daryl. Afinal de contas, Merle é a única família que ele tem.

Ficamos só mais um pouco na fogueira, não demorou muito para cada um se recolher e hoje decidiu puxar Carl para dormi comigo na barraca que dividia com Glenn.

— Você dividi uma barraca com o Glenn? — perguntou meu pai com o cenho franzido.

— Pai, não se preocupe, não acontece nada do que você está pensando.

— Então por que dorme lá?

— Por que o Carl ronca — brinquei.

— Eu não ronco — exclamou meu irmão fechando a cara, o que me fez rir.

— Ok! Você não ronca — ele passou por mim com a pequena muda de roupa. — Só um pouquinho.

Carl me deu um soquinho forte até no meu braço.

 — Ai... menino forte — falei rindo enquanto passava mão no local que havia levado o soquinho dele que também riu. — Amanhã a gente conversa melhor, pai.

Ele concordou e me abraçou tão forte, senti meus olhos se lagrimejarem novamente, mas não deixei nenhuma lágrima cair.

— Pai, eu te amo — digo.

— Também te amo minha filha — ele beijou minha testa.

Depois de mim foi Carl se despedindo dele que antes da gente se retirar, fomos abraçados novamente por ele, os três e assim nós retiramos para a barraca de Glenn.

Meus pais precisavam ficar sozinhos, precisam se acerta e passar uma boa noite juntos. E não seria uma boa ideia deixar o Carl junto deles. Já havia comentado com Glenn que meu irmão ia dormi na barraca com a gente.

— Obrigada por trazer meu pai de volta — falei para o Glenn depois que Carl deitou no saco de dormir.

A barraca de Glenn tinha um ótimo tamanho para três pessoas, não era enorme como a que dormia com minha mãe, mas era boa e não, nunca aconteceu nada entre Glenn e eu. Éramos apenas dois bons amigos (praticamente irmãos) dividindo uma barraca.

— Não fiz nada de mais — diz Glenn em voz baixa. — Eu nem sabia que ele era seu pai. Tudo bem que quando olhei para ele, senti que já tinha visto ele, mas aí me dei conta que o vi em você.

Abafei um riso.

— É, digamos que eu pareço um pouco com ele, mas eu sou mais parecida com minha mãe.

— Isso é verdade — concordou ele balançando a cabeça.

Para não acorda Carl, decidimos ir dormi de vez e continuar conversando só no outro dia.

O dia amanheceu mais ensolarado do que os outros dias, Carl já havia acordado e Glenn, me deixando por última. Coloquei uma roupa bem leve — calça legin preta que havia encontrado nos outros dias que fui para Atlanta com Glenn e uma regata branca um tanto folgada. Fiz um rabo de cavalo alto, coloquei meu all-star e sai da barraca.

— Olha só o que esses abutres estavam fazendo — resmungou Glenn, quando me aproximei do mesmo e vi Dale, Jim e Morales “despenando” o carro que ele havia conseguido. — Tirem tudo mesmo — ironizou o mesmo.

— Os geradores precisam de toda gasolina que conseguirmos — diz Dale. — Não temos energia sem ele. Sinto muito, Glenn.

— Achei que ia poder dirigi-lo por mais uns dias.

— Não fica assim, Glenn — sorri, tocando seu ombro. — Hoje em dia deve ser fácil encontrar outro. E melhor que esse. Ainda tem mais um detalhe: não precisa pagar.

Ele riu, mas a cara emburrada logo voltou.

— Ashley! Ashley! — Carl veio correndo em minha direção com Isabel, Sophia e os filhos do Morales.

— Sou eu.

— Vem brincar de pique-esconde com a gente — pediu o mesmo.

— Eu não sei... aah... não sei... acho que... está com você — cutuquei a barrica de Carl e sai correndo de perto dele que veio correndo logo em seguida com as outras crianças.

— Peguei — gritou Carl animado e rindo.

Havia corrido devagar para ele me pegar mesmo.

— Essa não, eu fui pega — disse em tom falso de lamentação. — Tudo bem eu conto e vocês se escondem.

Para não atrapalhar muito as pessoas do acampamento fomos até um caminho, não muito afastado, mas que dava para se divertir.

Logo que comecei a contar ouvi os passos deles se afastarem junto com risadas.

Terminando a contagem, fui atrás deles, dizendo:

— Aí vou eu.

Essas crianças haviam se escondido muito bem, estava difícil encontra-las, mas fui andando até um pouco mais perto da mata que era fechada pelo varal com as latinhas. Até ouvi um barulho além desse varal, folhas de mexendo e logo saquei que deveria ser uma das crianças. Passei pelo varal, falando algumas frases que ia encontrar, que já achei.

— Acho que encontrei alguém... Aaah! — Ao colocar a cara para olhar a criança, olhei algo que não era exatamente uma criança e sim um dos errantes. O que me fez soltar um grito e chamando atenção do errante que comia um cervo.

Quando ele ouviu meu grito, o mesmo se levantou e avançou em minha direção, tentei me afastar de costa, mas acabei escorregando no chão com o mesmo segurando minha perna e se afastando. Eu gritava desesperada tentou afasta-lo de mim, porém, parecia inútil até que de repente o corpo do morto-vivo caiu desacordado em cima de mim ao levar uma flechada no crânio.

— Fracamente, branquela, você gosta do perigo mesmo — senti meu corpo todo relaxar e meu coração acelerar, quando ouvi a voz rouca dele.

— Daryl...

— Será que tenho que aparecer toda hora para te salvar? — perguntou ele grosso, bufando e tirando o errante de cima.

Daryl esticou a mão para eu levantar, aceitei e enquanto estava me levantando, ouvi gritarem meu nome e logo meu pai junto de Shane, Dale, Glenn e Jim apareceram “armados”.

— É você, Daryl... — murmurou Shane revirando os olhos.

— Ashley! Você está bem? — perguntou meu pai preocupado se aproximando.

— Estou sim — respondi com um sorriso sincero. — Ele apareceu na hora certa.

— Filho da mãe — Daryl reclamou ao olhar melhor o cervo. — Ele acabou com o meu cervo.

Só agora que percebi que na barriga do mesmo se tinha flechas, mas agora o estomago todo do cervo estava para fora.

— Estava a noite toda atrás dele, já estava desistindo quando ouvi o grito dela e encontro ele assim. Todo comido por essa coisa imunda, doente, filho da mãe, idiota, bastardo... — Daryl ia dizendo as palavras chutando o corpo do errante.

— Calma, filho — diz Dale. — Isso não vai ajudar.

— O que sabe sobre isso, seu velho? — Daryl foi até Dale, mas foi impedido de se aproximar mais por Shane. — Por que não pega esse chapéu idiota... e volta para sua casa do lago.

Se afastando de Dale, Daryl recolheu suas flechas do cervo e comentou que ia traze-lo para o acampamento, até sugeriu pegar as partes não comidas, mas negamos.

— Peguei meia dúzia de esquilos — ele ajeitou melhor a corda que prendia os esquilos no ombro. — Vai que ter que dar. — Dito isso ele se afastou.

Meu pai ficou só observando Daryl, depois me olhou e disse em voz baixa:

— Ele é o irmão Merle.

Olhei Glenn e os outros, voltando a olhar meu pai.

— Eu falo para ele — digo.

— Você? — indagou Glenn se apresando ao meu lado quando seguia caminho de volta para o acampamento. — Aquilo que disse ontem era brincadeira, você sabe não é?

— Uma brincadeira com uma verdade — disse enquanto pensava no que dizer ao Dixon. — Eu falo com ele, vai tudo ficar bem, sei o que dizer para não o deixar irritando... Ou pelo menos sei.

Chegando já no acampamento com todos parando o que fazer, quando viram ou ouviram Daryl chamar pelo irmão. Respirei fundo e me apresei a chama-lo:

— Daryl, espera um pouquinho.

Ele parou e me olhou.

— Preciso falar com você.

— O que foi agora branquela?

Me aproximei mais dele, soltei um suspiro e disse:

— É sobre o Merle; sobre o que aconteceu em Atlanta... Teve um problema em Atlanta junto com seu irmão.

— Cadê meu irmão? Ele está morto?

— Não sabemos — murmurei cabisbaixa.

— Sabem ou não sabe? — Daryl praticamente gritou, se aproximou de mim e antes de dizer algo meu pai falou:

— Não há maneira fácil de dizer isso, então serei direto.

— Quem é você?

— Rick Grimes.

— Rick Grimes? — repetiu Daryl com sarcasmo. — Tem alguma coisa para me dizer?

— Seu irmão virou um perigo para todos nós — explicou meu pai. — Então eu o algemei num telhado, eu o prendi num pedaço de metal. Ele ainda está lá.

Daryl se afastou, passou a mão no rosto irritado e voltou a encarar meu pai com raiva.

— Espera — dizia ele com a voz controlada. — Deixa-me entender. Está dizendo que algemou meu irmão num telhado... e o deixou lá?

Não teve tempo para o meu se explicar melhor, logo que confirmou o que Daryl disse, o mesmo jogou os esquilos para cima dele e depois tentou avançar no meu pai, porém, foi parado por Shane que o empurrou fazendo Daryl cair no chão.

— Daryl, abaixa essa faca — pedi ao vê-lo sacando a faca e se levantando.

Meu pai desviava das tentativas de Daryl tentando acerta a faca nele. Conseguiu segurar a mão dele com a faca, torceu e antes de fazer algo, Shane apareceu em seguida o segurando pelo pescoço. Senti um enorme aperto com a forma que seguravam Daryl, não era daquela forma que queria as coisas serem resolvidas, antes de avançar para pedir que Shane o soltasse. Glenn segurou meu pulso e balanço negativamente a cabeça.

— Estão machucando ele — digo, engolindo seco e me preocupando mais quando Daryl gritava, pedindo para solta-lo.

— Gostaria de ter uma conversa calma sobe isso — disse meu pai ajoelhado de frente a Daryl. — Acha que podemos fazer isso?

Shane soltou Daryl quando o mesmo se controlou.

Só fiquei puta quando o soltar do Shane foi joga-lo no chão como algo qualquer.

— O que fiz não foi à toa — explicou meu pai. — Seu irmão não estava agindo bem com os outros.

— Não é culpa do Rick — diz T-Dog do nada. — Eu estava com a chave. Eu a deixei cair.

— Não dava para pegar? — perguntou Daryl.

— Ela caiu num ralo — respondeu T.

Na tentativa de tranquilizar Daryl, T-Dog disse sobre ter acorrentado a porta e que os errantes não entrariam, mas claro que a tentativa foi um tanto falha ou não, Daryl decidiu ir atrás do irmão e meu pai acabou se oferecendo para ir junto; ia mostrar o prédio que Merle se encontrava.

Mesmo não gostando de Merle, eu nunca iria conseguir desejar a morte dele, muitos menos sabendo que ele era única família de Daryl. No entanto, não queria que meu pai fosse junto, também não queria que Daryl fosse sozinho: Atlanta é muito perigosa, poderia acontecer qualquer coisa e não queria perde nenhum deles dois.

— Então, você e o Daryl — disse minha mãe para meu pai já vestido com seu uniforme de xerife —, é esse seu grande plano?

Meu pai logo olhou Glenn que fez uma careta de “ah, qual é”.

— Você conhece o caminho — diz meu pai. — Já esteve lá antes, entrou e saiu sem problemas, você mesmo disse. Não é justo eu pedir, eu sei, mas me sentiria melhor com você junto e sei que ela se sentiria — e ele olhou minha mãe.

Confesso que eu mesma me sentiria melhor com o Glenn junto, mas mesmo assim não queria que ele fosse.

— Mas que ótimo — exclamou Shane. — Agora vamos arriscar três homens?

— Quatro — acrescentou T-Dog.

— Meu dia fica cada vez melhor, não é? — retrucou Daryl sarcástico.

— Está vendo mais alguém aqui se oferecendo para salvar seu irmão branquelo?

— Por que você?

— Você não conseguiria entender. Você não fala minha língua.

Foi feito todo tipo de tentativa para fazer meu pai desistir da ideia, Shane tentou, minha mãe tentou e até mesmo o Carl. Eu queria dizer para ele ficar, só que nada saia, pois também não queria que Daryl fosse. Pensei até mesmo no Merle, ele agora pode estar precisando de ajuda — deve estar com fome, sede e até mesmo correndo perigo com os errantes.

— Volta, está bem? — pedi ao meu pai depois de abraça-lo.

— Voltarei — então depositou um beijo na minha testa e se retirou até o caminhão.

Fiz um gesto de até para Glenn; por última olhei Daryl e pedi para que voltasse também bem, só que isso foi mentalmente. 


Notas Finais


E ai, o que acharam? *o*
Espero que tenham gostado, comentem muito, pois adora saber o que estão achando e até uma próxima.
Beijão <3 <3


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