História A Filha do Xerife - HIATUS - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Michonne, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, Rick Grimes, The Walking Dead, Walkers, Zumbis
Visualizações 578
Palavras 2.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Walkers, tudo bem com vocês?
Primeiro de tudo, mil desculpas pela demora, mas só agora consegui terminar o capítulo. E agora que estou de férias (acho que estou de boa até março), vou poder postar muitos capítulos para vocês. Por tanto espero que gostem :D
Esse capítulo está até bonzinho, espero que gostem dele... até as notas finais <3

Capítulo 8 - Noite sangrenta


Fanfic / Fanfiction A Filha do Xerife - HIATUS - Capítulo 8 - Noite sangrenta

— Vamos pegue as rãs — gritava Shane dentro do lago, agachado, e jogando a água para Carl segurando a rede. — Pegue as rãs. Estão vindo, rapazinho. Pegue-as.

— Estou começando a questionar a divisão de trabalho aqui — diz Jacqui aparecendo com Andrea, ambas segurando uma cesta com roupas.

Para passar o tempo e também para ajudar, decidi descer com elas duas, Carol e Amy até o lago para ajudar lavar as roupas. Carl acabou vindo junto comigo para caçar rã junto com Shane. Eu deixei ele ir, mas apenas se não saísse da minha vista e isso deu que ele estava entre umas pedras um pouco afastado da gente.

Ignorei completamente o comentário de Jacqui, o mais importante naquele momento, era ouvir a risada de Carl.

— Alguém pode me explicar como as mulheres sempre terminam fazendo o trabalho de amélia?

— O mundo acabou — respondeu Amy. — Não recebeu o memorando?

— Não me importo em ver o Carl se divertindo enquanto lavo-roupa — digo.

— Diz isso porque ele é seu irmãozinho — comentou Jacqui.

— E também porque é uma criança — falei, passando a roupa já torcida para ela. — Não dá para destruir mais a infância dele do que o mundo já destruiu.

Sorria entre as risadas de Carl.

É realmente muito caloroso ouvi-lo rir, mesmo estando com raiva de Shane, sabia que ele cuidava bem de Carl e o divertia — principalmente agora com as famosas rãs.

Meu braço já começava a dar sinais de dor por causa da força que fazia na hora de esfregar a roupa e depois torça com a mesma força. Tentei deixar mais alto meu coque para deixar livre o pescoço para o vento e voltei a esfregar. Estava muito, mais muito quente, o sol estava praticamente estampado na minha (nossas) caras.

— Sinto falta da minha Maytag* — diz Carol do nada.

— Sinto falta da minha Benz*, meu GPS — falou Andrea em seguida.

— Sinto falta da minha cafeteira, com filtro duplo e moedor embutido, querida — dizia Jacqui com gosto.

— Meu computador — comentou Amy desanimada. — Meu celular.

— Livros — digo. — Sinto falta dos meus livros.

— Não acredito com tanta coisa legal, você sente logo falta de livros — debocho Amy rindo. — Você é mesmo muito intelectual, Ash.

— Ah, poxa, eu não tenho culpa que gosto de ler — respondi risonha.

— Então é melhor eu nem falar do que sinto falta — disse Andrea com um sorriso malicioso.

— Hum... agora fiquei curiosa... o que é?

— Meu vibrador.

Foi risada na certa com aquela resposta de Andrea.

— Eu também — olhei Carol abismada, aumentando mais a risada, assim como as outras.

Quem diria que ouviríamos algo desse gênero de Carol Peletier.

— Qual é a piada? — É bem como dizem, tudo que é bom dura pouco, e nesse caso Ed tinha que aparecer para estragar o clima.

— Não é nada, Ed — respondeu Andrea ainda risonha. — Estamos apenas conversando.

Ed foi se aproximando com o cigarro e olhando daquela forma que odiava: arrogante e nojento.

— Algum problema, Ed? — questionou Andrea já sem paciência.

— Nada que não seja da sua conta — respondeu ele estupidamente. — É melhor fazerem seu trabalho direito. Isso não é clube de comédia.

Bufei, revirando os olhos e disse:

— Idiota.

— Disse alguma coisa? E é com você mesmo que estou falando, garota do interior.

— Nada que não seja da sua conta — repeti irritada.

Nem se quer o olhei, mas senti a olhar dele na minha direção.

— Escuta aqui, Ed — falou Andrea já nervosa. — Se não gosta como lavamos sua roupa, fique à vontade, e lave você mesmo.

Olhei por trás do ombro e a vi jogando a roupa no mesmo que foi devolvido com mais força.

— Não é trabalho meu, moça — diz Ed.

— Andrea, não — Amy tentou tranquilizar a situação.

Já havia me levantado, fui para perto de Andrea, tentando não deixar que ela faça besteira.

— Qual é o seu trabalho, Ed? Ficar sentado fumando cigarros?

— Bom, com certeza... não é ficar ouvindo uma vadia presunçosa boca aberta, é isso aí — ele olhou Carol e disse: — Vamos. Vamos embora.

— Não, ela não vai com você — digo, entrando na frente de Carol.

— Acho que isso não é problema seu — ele me respondeu. — Anda. Vamos logo, agora.

Carol tentou nos fazer sair do caminho, deixando que ela foça, mas não eu não queria deixar.

— Não ache que não vou dar as duas um corretivo só porque são duas vacas que fizeram faculdade, tá bom?

Eu o olhei indignada com aquele comentário ridículo dele.

Como assim só porque fiz faculdade? É um idiota mesmo.

— É melhor você vir agora — falou Ed para Carol já ameaçando —, senão vai se arrepender depois.

— Aí ela vai aparecer com machucados depois, Ed? — diz Jacqui.

Ele apenas soltou uma risada irônica.

Só sei que tudo aconteceu muito rápido, Ed nos ameaçou, e obrigou Carol a ir como segurando-a pelo braço, mas não deixamos. Isso acabou criando uma gritaria, junto com o som forte da mão de Ed parando na cara de Carol. Entrei na frente para afasta-lo dela, lhe dando tapas, mas ele também me segurou e antes de me bater, Shane apareceu; o segurou pela gola da camisa e o puxou sem cerimonias até um canto.

— Para, Shane! — exclamei em protesto, pedindo para que ele parasse de bater em Ed, que já tinha perdido a noção de quantos socos havia levado no rosto.

— Shane! Você vai mata-lo desse jeito — mais alguém gritou e nada dele parar.

Até que foi parando aos poucos, ameaçando-o para não bater mais em Carol e nem olhar para Sophia. Shane parou, olhou para nós e saiu furioso em direção ao acampamento. Já Carol não perdeu tempo e correu em direção ao marido com o rosto todo ensanguentado.

 

— Aqui — disse para Carol, entregando a maleta que tinha de primeiros socorros nas minhas coisas — é só limpar a ferida e deixar cicatrizar.

Com os olhos cheios de lágrimas, ela me abraçou, agradeceu e pediu perdão em nome de Ed. Eu não disse nada, apenas balancei a cabeça e me retirei de perto dela. Sei que pode parecer hipocrisia de minha parte ajudar a Carol com o marido. Mas não conseguir negar ajuda que ela havia me feito, então acabei apenas emprestando a minhas coisas de primeiros socorros e ela que ia cuidar de Ed, pois eu não ia ajuda-lo. O que Shane fez foi exagero? Foi. Porém, isso não deixa de lado os atos de Ed contra a esposa, filha e toda porcaria que ele havia feito.

Shane se encontrava bem afastado e quieto, estava em cima do trailer, sentado na cadeira de praia; observando tudo ao redor com sua arma em mãos. Não tive coragem e nem queria falar com ele. Ainda sentia um enorme desconforto na mentira dele sobre a suposta morte do meu pai.

— Por que você voltou do nada? — perguntei ao Carl me sentando ao seu lado no tronco de madeira caído.

— Mamãe mandou voltar — respondeu ele baixinho. — Ela brigou comigo. Disse que não era para sair de perto dela, e se eu tivesse vindo com você, era para não sair do seu lado... — E ele foi me explicando toda a história.

— Não precisa com essa carinha, Carl — toquei o dedo indicador na sua bochecha. — Eu vou explicar melhor a história para ela e vai ficar tudo bem.

— É que eu queria caçar rãs.

— Se esse é o problema dessa sua cara, então depois você me ensinar a caçar rãs e eu vou com você — digo.

Sorri ao ver os olhos dele brilhando.

— Jura?

— Claro que sim — digo. — Mesmo achando as rãs muito nojentas — fiz cara de nojo o que fez meu irmão rir.

Fiquei mais um tempo conversando com Carl sobre as rãs. Até que o assunto rãs, mudou para peixes, pois do nada apareceu Andrea e Amy com uma quantidade enorme de peixes presos em uma corrente. Era muito peixe, o que deixou todos do acampamento feliz, já que teríamos um ótimo jantar essa noite.

— Onde vocês aprenderam a fazer isso? — perguntei.

— Nosso pai — respondeu Amy.

— Pode me ensinar a fazer isso? — pediu Carl animado.

— Claro. Vou te ensinar tudo sobre nós de tudo e tudo mais — diz ela.

Nesse meio tempo Dale apareceu com uma cara péssima.

— Não quero alarma ninguém, mas acho que nós temos um problema — disse Dale.

Ele se virou e apontou para Jim que cavoucava sem parar.

O que não vi nada de mais, porém, Dale explicou que ele estava fazendo isso já fazia horas de baixo desse sol forte. Não havia parado um minuto se quer — nem mesmo parou para tomar água — e devo dizer que isso era realmente preocupante.

Praticamente todos do acampamento foi até onde Jim estava.

Chegando na parte de cima que havia aonde estávamos e onde Jim cavoucava, Shane foi o primeiro a tentar conversar com ele, porém, a resposta foi um grande silêncio.

— Jim, por que não para um pouco, tá bom? — Shane voltou a dizer. — Pode me dar um tempinho, por favor.

— O que você quer? — perguntou Jim parando o que estava fazendo, predendo a pá no solo e olhando Shane.

— Nós estamos só meio preocupados, cara. Só isso.

— Dale, disse que você já está aqui a horas — explicou Morales.

— E daí?

— Então, por que está cavando?

Jim, não respondeu.

— Está querendo ir para China, Jim? — debochou Shane. — O que...

— E isso importa? — diz Jim. — Não estou machucando ninguém.

— É, a não ser você mesmo — disse Dale. — Está uns 38ºc hoje. Não pode continuar com isso.

— Claro que posso — Jim aumentou o tom de voz. — Quer ver?

— Jim, você está assustando as pessoas — disse minha mãe do nada. — Meu filho e a filha da Carol estão com medo.

— Eles não precisam ter medo de nada — retrucou Jim. — Olha, mas que coisa, pessoal? Eu estou aqui sozinho. Por que vocês não vão embora e me deixam sozinho?

E assim ele voltou a cavoucar.

— Achamos que você precisa parar um pouco, tá bom?

Shane tentou falar novamente com ele, tentou fazer mudar a cabeça de Jim, até eu tentei sugeri para ele ficar um pouco na sombra e tomar um pouco d’água.

— Depois voltamos e eu mesmo te ajudo — diz Shane. — É só me dizer o que está fazendo. E me entregar essa pá aí.

— Ou o quê?

— Não tem “ou o quê?”. Eu vim até aqui e estou te pedindo, por favor.

— E se eu não der? E aí? Aí você vai bater na minha cara como fez com o Ed Peletier, não vai?

Jim começou a gritar sobre o rosto acabado de Ed para os outros do acampamento.

— Aquilo foi diferente, Jim — protestei.

Posso estar com raiva de Shane, mas não posso negar que são situações diferentes entre o que houve com Ed e agora com o Jim.

— Você não estava lá — disse Amy também tentando defender Shane. — O Ed estava for de controle. Ele estava machucando a mulher dele.

— É o casamento deles, não o dele — gritou Jim. — Ele não é juiz e júri.

Jim encarou Shane de frente, serio, e disse:

— Quem votou em você para ser o chefe?

— Jim, não estou aqui para discutir com você, tá bom?

Shane tentou se aproximar de Jim com cautela para que devolvesse a pá, mas Jim se negou e tentou atacar Shane com a pá, por sorte, ele se desviou e foi para cima de Jim. Colocando-o no chão de barriga para baixo, segurou os braços dele e prendeu com as algemas.

— Jim, ninguém vai machucar você, tá bom?

— Isso é mentira — respondeu ele para Shane. — É a maior mentira que existe. Eu disse isso para minha esposa e meus dois filhos. Disse isso centenas de vezes. Não adiantou. Elas apareceram do nada. Havia dúzias deles. Eles os arrancaram das minhas mãos. Sabe, a única razão de eu ter escapado é porque os errantes estavam muito ocupados comendo minha família.

A única coisa que pensei naquele momento foi na minha família, antes de puxar Carl, ele próprio me abraçou muito forte pela cintura e afundou o rosto na minha barriga. Queria ficar assim para sempre com meu irmão. Me doía em pensar que aconteceu algo assim com Jim, e posso imaginar o que ele sente. Mas não sei como é a sensação, mas eu sei que não quero ter esse sentimento de perda com meu pai, minha mãe e meu irmão. Não quero perde minha família.

Jim acabou sendo levado para uma arvore com uma ótima sombra. Infelizmente, ele acabou precisando ser preso, já que depois do que aconteceu não queríamos que ninguém e nem mesmo ele se machucasse.

Conforme foi chegando a noite fomos nos preparando para preparar os peixes. No entanto, o que estava mais aguardando não aparecia. Meu pai, Glenn, Daryl e T-Dog não havia voltado até agora. Uma vez ou outro me vinha em mente se ainda estavam vivos, porém, Amy sempre dizia que logo eles voltariam. E que Daryl também voltaria. O que me fazia revirar os olhos. Não sei porque ela insiste comigo e o Daryl, não tem nada de mais eu ficar preocupada também com ele.

— Só que o Glenn não é o Daryl — diz Amy em um tom malicioso, depois que comentei que também estava preocupada com Glenn. — Você só está mais preocupada com seu pai, obviamente, e com o Daryl.

— Por que você vive me implicando para cima do Daryl?

— Por que eu acho vocês bonitos juntos.

Senti minhas bochechas esquentarem.

— Sinto que futuramente vocês vão acabar juntos.

O papo chamado Daryl Dixon durou por um tempo, mesmo ficando super vermelha com alguns comentários um tanto quentes vindo de Amy, eu estava me divertindo com a conversa e obviamente que negava tudo o que ela dizia. Eu não gostava e nem amava o Daryl, tudo que sentia por ele é carinho e nada mais. Eu não o amo.

Assim que o céu se escureceu, nos reunimos em volta da fogueira e começamos as no servi com o peixe assado.

O clima estava maravilhoso, conversávamos sobre muitas coisas, riamos e bebíamos muita cerveja. Só as crianças que ficavam com os refrigerantes — já os adultos ficaram na cerveja mesmo.

— Preciso te perguntar, cara — disse Morales para Dale. — Isso está me enlouquecendo.

— O quê?

— Esse relógio.

— O que há de errado com meu relógio?

— Eu vejo você, todos os dias na mesma hora dando corda nisso. Como um padre de um vilarejo numa missa.

— Eu também quero saber — falou Jacqui rindo.

— Eu não estou entendendo — dizia Dale também risonho.

— Se eu entendi bem, o mundo parece ter acabado — disse ela. — Pelo menos vai ficar bem devagar por um bom tempo.

— Mas você fica todos os dias dando corda nesse seu relógio — diz Morales.

— O tempo — respondeu Dale. — É importante termos noção dele, não é? Os dias pelo menos. Você não acha, Andrea? Ajude-me aqui.

Andrea fez uma careta do tipo: não sei de nada.

— Eu gosto do que um pai disse ao filho quando deu o relógio a ele — diz Dale. — Disse que foi passo por gerações. Ele disse: “Estou te dando o mausoléu de todas as esperanças e desejos que vai servir às suas necessidades individuais, não melhor do que as minhas ou as do meu pai antes de mim. Estou o dando a você, não para que se lembre do tempo, mas para que possa esquecê-lo por um momento. De vez em quando. E para não gastar seu fôlego todo tentando conquista-lo. ”

Sorri.

Era realmente um ditado maravilhoso.

Eu não era a única que sorria, outros também ainda olhava Dale, meu sorriso só desmanchou um pouco quando reparei na troca de olhares de Shane e minha mãe que logo desviou — ambos estavam com a face pensativa.

— Você é tão estranho — disse Amy do nada.

— Não sou eu. É Faulkner, William Faulkner. Talvez uma citação ruim minha.

Amy se retirou para ir ao banheiro, mas logo ela voltou perguntando sobre papel, só que não deu tempo para ninguém responder, pois do nada um errante apareceu e a mordeu no braço. Soltei um grito, e me levantei em um impulso quando mais daqueles bichos surgiram atrás do trailer, eram muitos.

Não conseguia decifrar o que realmente estava acontecendo, só sei que era gritos, tiros e sangue par tudo conte lado. Eu tremia, e olhava tudo desesperada, Carl se grudou em mim junto com minha mãe. Shane nos colocava atrás dele, enquanto atirava, e nós mandava ir para perto do trailer. Parecia que não acaba mais os errantes. Até que meu pai do nada apareceu junto com Glenn, T-Dog e Daryl.

Eu não consegui me aguentar e acabei me derramando em lágrimas.

Logo duto havia terminando, Carl foi correndo até meu pai, chorando e eu fui logo depois dele o abraçando muito forte, não demorou para minha mãe se juntar. Soluçava ao ver toda aquela quantidade de corpos no chão. Junto com as poças de sangue. Suspirei aliviada ao ver Dary, depois Glenn, bem. Porém, voltei a chorar quando vi o corpo de Amy desacordado no chão com Andrea a chamando, mas nada dela acorda.

Aquilo foi o estopim da noite que era para ser uma noite feliz e que acabou se tornou uma noite sangrenta em pouquíssimos minutos.


Notas Finais


*Maytag é uma maquina de lavar-roupa
*Benz é o carro Mercedes Benz

E ai, o que acharam?
Espero que tenham gostando, desculpe qualquer erro e até uma próxima que não irá demorar.
Beijos :)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...