História A Filha Perdida - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens Eadlyn Schreave
Tags Americasinger, Aseleção, Eadlyn, Kiera, Maxon, Romance, Schreave, Selecao
Exibições 224
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores! Então, eu ainda não respondi os comentários de vocês mas em breve irei responder!
Eu quis postar logo esse capítulo para vocês pois sei que faz tempo que não posto então....
Boa leitura!

Capítulo 16 - Amanhã de manhã.


Fanfic / Fanfiction A Filha Perdida - Capítulo 16 - Amanhã de manhã.

Point of view Kile 

Acordei e me arrastei mais pra frente para tentar pegar nela, mas percebi que só tinha coberta e travesseiro ali. Respirei fundo. 

Me levantei, vesti um short preto e desci as escadas, fui para a cozinha de onde vinha o cheiro maravilhoso de panquecas. Quando cheguei, lá estava ela ouvindo música no rádio, dançando e lavando o que tinha sujado.

Eadlyn estava com minha camisa social e nada mais, estava tão sexy e tão linda com aquele cabelo solto. Encostei no batente da porta e fiquei observando ela fazer o que estava fazendo.

Imaginei que a qualquer hora poderia entrar correndo na cozinha os nossos filhos e que a qualquer momento nós poderíamos ouvir um chorinho de criança... Fiquei todo bobo olhando pra ela imaginando o nosso futuro juntos.

Ela se virou e quando me viu deu um sorriso lindo.

- Fiz panquecas com mel - disse.

- Bom dia - me aproximei dela e lhe dei um beijo na testa - Parecem boas. 

- E estão. Vamos comer? 

Levamos as coisas para a enorme mesa da casa e nos sentamos, estava tudo muito quieto e eu estranhei aquilo. Estou acostumado com o tumuto mas aquilo foi tão bom quanto nos outros dias.

- É estranho demais esse silêncio. 

- Claro, você sempre esteve rodeado de gente. Qual a sensação de ter uma família como a sua!? - perguntou cheia de expectativas.

- Eu amo a minha família. Mas às vezes eu so queria que a gente fosse... normal. Não é tão incrível quanto parece. Estou muito mais satisfeito em estar aqui so com você. Aliás, as panquecas estão perfeitas. 

Ela sorriu e apertou minha mão.

Continuamos a comer, enquanto curtiamos a vista do mar pela porta aberta da copa. Faz quatro dias que estamos aqui, curtindo o nosso relacionamento. Posso dizer que foram os melhores dias de minha vida sem sombra de dúvidas, não quero ir embora e não quero que esse sonho acabe, eu poderia simplesmente trancar a gente aqui...

- Ki - ela me chamou e eu a encarei. Ela estava brincando com o resto de comida e encarava seu prato, parecia triste.

- O que foi, Ed? Algum problema?

Ela balançou a cabeça e riu tristemente.

- Não, é só que... - ela me encarou, estava um pouco vermelha na região do nariz por causa do sol que a gente pegou nos últimos dias, eu também não estava diferente - Você tem certeza de que quer continuar levando a gente a sério?

Perdi o apetite na hora e larguei o garfo no prato, o barulho saiu mais alto que o previsto e ela se assustou. Me arrependi de ter feito aquilo.

- Porque essa pergunta agora? Estamos aqui à quatro dias e eu...

- Eu sei, eu sei. É só que isso tudo é novo pra mim. O que vem depois? E se você simplesmente descobrir que eu não sou a garota? Você tem certeza mesmo de que quer continuar comigo? 

- Eadlyn! - me levantei, me sentindo ofendido - não estou entendendo você! 

- Eu estou insegura! Sei lá, eu tenho medo de...

- Estamos juntos à uma semana quase, eu sei, é pouquíssimo tempo. Mas nós já nos conhecemos faz tempo, sabemos o que sentimos, estamos fazendo amor desde que você disse sim. Do que você tem medo? De eu te deixar aqui e ir embora? 

- Você não entende, né? 

- Não. Não entendo. 

Ela bufou e se levantou, logo subiu as escadas e foi para o quarto. 

- Eadlyn... - fui atrás dela - Olha, não quero brigar com você.

Ela estava dentro do closet, fui até lá e cheguei a tempo de vê-la subir a parte de baixo do biquíni, logo pôs a parte de cima e eu fiquei assistindo, excitado. 

- Vou dar uma volta, pra relaxar, já que não da pra desabafar com você, senhor perfeito.

Ela puxou um vestido branco que era curto e um pouco transparente e vestiu. Depois fez um coque no cabelo e calçou o chinelo.

- Nós ja vamos brigar?

- Não estou brigando com você. Você está brigando comigo? 

Bufei.

- Você é difícil.

- Aham. 

- Desde que nos falamos pela primeira vez, sempre te achei teimosa. 

- É, agora tem certeza. 

Ela estava me ignorando. 

- Ta. Tudo bem - me rendi e parei na frente dela, impedindo que saísse - Eu sei que você está com medo de ser abandonada por mim, entendo, você nunca namorou antes e eu sim, várias vezes, e também entendo que você esteja receosa, mas você precisa confiar em mim, Eadlyn. Poxa, eu estou loucamente excitadamente perdidamente apaixonado por você...

Do seu rosto surgiu um sorrisinho, ela não conseguia mais ficar séria. Consegui. 

Você não pode falar isso pra mim e achar que eu não vou querer te beijar eternamente - ela me agarrou e beijou minha boca do jeitinho fofo e cuidadoso dela - Desculpa eu só... Só precisava ouvir isso de novo - falou sorrindo. 

- Pela centésima vez em uma semana?

Ela concordou com a cabeça e sorriu. 

A cama ainda estava totalmente bagunçada quando caímos nela novamente. Puxei o vestido dela pra cima e puxei a alça do biquíni enquanto acariciava seu pescoço e ouvia ela sorrir baixinho.

Você é tão perfeita, baby...

Joguei o biquíni longe, e fiquei por cima dela. Estava tudo ficando muito bom até eu ouvir Fox me chamar lá em baixo. 

Ah não - ela reclamou esticando os braços e me dando um último beijo. Não pude deixar de rir da cara que ela fez.

Me levantei e apertei o roupão, desci as escadas e vi Fox. 

- Olá! - ele disse.

- Oi, Fox! - apertei a mão dele - Algum problema? 

- Desculpa, eu atrapalhei vocês, né?

- Não, tudo bem... o que houve?

- É que sua mãe está uma pilha querendo falar com você, ela tentou te ligar várias vezes e não conseguiu então ligou lá em casa pedindo pra mim tentar falar com você. 

- Ah, obrigado. Vou ligar pra ela, fica tranquilo. Obrigado.

- É nois - ele acenou com a cabeça e saiu pela porta assobiando tranquilamente, ah como eu tinha inveja dessa calmaria.

Subi as escadas novamente e ela estava com um roupão também, arrumando a cama. 

- Parece loucura arrumar a cama pra gente bagunçar de novo ? - perguntou olhando para o seu serviço e então sorriu pra mim - A gente tem que parar com isso, nem todo dia a gente vai poder... fazer quando voltarmos pra realidade. Vai ser bem estranho, acho que me acostumei em... ah, você sabe.

Sorri.

Ela fica linda falando esse tipo de coisa, fazendo então...

- Quem disse que não poderemos? - abracei ela por trás e beijei seu pescoço arrepiado.

- O que houve?

- Minha mãe. Tenho que ligar pra ela.

- Algum problema?

- Acho que não.

- Então vai lá - me virei e ela apertou a minha bunda. 

Fui até a caixa onde guardei nossos celulares e peguei eles, disquei o número de casa.

Foi uma enrola até a empregada chamar a minha mãe e até a minha mãe pegar o telefone. Mas quando ela pegou, quase fiquei surdo.

-... Você não pode simplesmente sumir com a sua ficante e esquecer que você tem uma mãe histérica, um curso na faculdade e um emprego! Desde quando você se tornou tão irresponsável assim? Nem o telefone atende!

- Ah, mãe. Menos, por favor. Tenho todo o direito de tirar uma folga dessa vida! Eu não gosto de ter que ficar o tempo em função dos outros, sempre detestei, não sou como vocês que adoram aparecer e ficar nessa vida cheia de luxo! Eu não estou com a minha ficante, estou com a minha namorada, a única pessoa desse mundo que faz eu me sentir eu mesmo, um cara normal de vinte e três anos. Estou bem aqui, abro mão de tudo o que eu tenho pra ficar aqui! Estou cansado dessa vida. Muito cansado. 

Ela se calou.

- Primeiramente, não levanta a voz quando estiver falando comigo. Segundo, não demora pra voltar, estou com saudades. Terceiro, seu pai quer te matar. Beijos, eu te amo. Juízo. 

E desligou sem dar mais piti.

Olhei pra ela que se aproximou de mim com cara de culpa, provavelmente ouviu a conversa todinha. 

- A gente não devia ter feito essa loucura, né?

- Sim. A gente devia, e não me arrependo de nada. Nos divertimos, apesar de tudo, mas nós precisamos voltar antes do tempo, infelizmente

Ela me abraçou e colocou a cabeça no meu peito. Me senti totalmente confortável.

- Quando nós vamos?

Respirei fundo pensando em ignorar a ligação da minha mãe. Mas eu não podia abandonar meus compromissos assim, ela tinha razão. Eu sei que vou poder ter outros momentos com a Eadlyn depois então não tem outro jeito. 

- Amanhã de manhã.


Notas Finais


No próximo tem treta rsrs
O capítulo foi bem simples, mas tem sua importância! Espero que tenham gostado...
Beijos e até mais amoressss❤


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