História A Flor de Afrodite e o Colar de Erífila - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Personagens Originais
Tags A Flor De Afrodite, Énois, Filha De Afrodite, Hdo, História Quase Original, Percy Jackson, Pjo
Visualizações 9
Palavras 591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


oi, advinha quem migrou pro spirit pq ta com raiva do wattpad
kkkkkkkkkeae man
eu comecei a postar essa fic no wattpad, poremmmmm, aquele site tava me irritando e me mudei pra cá
vou postar os dois caps que já tenho prontos bem rápido, e... é, só isso.
boa leitura, nenês.

Capítulo 1 - Prólogo - Bolos de morango atraem criaturas mágicas


Era sexta feira, meu aniversário de treze anos seria no sábado. Sexta era dia de aulas de história com meu pai até dizer chega, e bem, eu adorava as sextas.

– Como a mamãe era? - perguntei, passando a mão nas escrituras em braile da folha do livro de mitologia grecoromana. Falava sobre como Afrodite nasceu.

– Maravilhosa. Simplesmente maravilhosa, Liz. – sabia que meu pai estava sorrindo, e tenho certeza que seus olhos brilhavam também. Devia ser uma cena adorável. – Ela tinha as mesmas feições que as suas quando a conheci. Acho que você só puxou alguns fios castanhos de mim. Você é ela escrita. – ele riu, passando a mão nos meus cabelos, e enrolando nos dedos algumas vezes. – Sua mãe era alguém incrível. Algumas pessoas podem pensar que foi só um amor de verão, mas eu discordo. Acho que ela me jogou um encanto, e as lembranças que tenho dela estarão marcadas para sempre em mim...

Papai estava chorando, sabia disso porque ele sempre chorava quando falava sobre ela. Aquela mulher simplesmente divina que tomou seu coração. Levei minha mão até seu rosto, e senti as lágrimas descendo.

– Está tudo bem, estou aqui, viu? Não se preocupe se a mamãe se foi, no fim, ela deixou um pedacinho dela com você. E esse pedaço sou eu. – meu pai me abraçou, rindo fraco.

– Sim, você é, Liz.

☆ ☆ ☆

Do mesmo modo que eu amava sexta, amava meus aniversários.

Eram os dias que eu saia com meu pai para ir comer bolo em alguma padaria de uma cidade vizinha qualquer, enquanto Spice Girls e Madona tocava alto no carro. Era ótimo, visto que eu não saia de casa muito, por falta de vontade mesmo, lugares com muitas pessoas sempre me deixaram muito angustiada.

Nós estávamos dentro do Toyota – que eu acho que é cinza –, tínhamos acabado de sair de uma padaria de Stamford, uma das cidades próximas do munícipio onde moramos, Normwalk. Rindo e conversando, como o de costume, enquanto eu agradecia a qualquer um que morasse lá em cima pela criação do bolo de morango. Melhor comida do mundo, não tem como negar.

– Então meu pai gritou "SOREN, OLHE POR ONDE ANDA, TEM UMA CABRA ALI!", e eu respondi "SEU VELHO LOUCO, É UMA TORA DE MADEIRA PINTADA DE BRANCO! E QUEM PINTOU FOI VOCÊ! – quase engasguei com meu refri, de tanto rir. As histórias do meu pai de quando ele era adolescente eram demais, a família dele era meio doidinha, e eu a adorava. Vovó sempre fazia um suflê de frango maravilhoso, aliás.

– Não consigo te imaginar brigando com o vô... sério mesmo que vocês eram feito gato e rato? - perguntei. Meu pai e meu avô eram o tipo de relação entre pai e filho perfeita. Ninguém suspeitaria que no passado, minha avó tinha que apartar a briga deles, de tão sério que era a coisa.

– Eram bons tempos, bons tempos...

Nós ficamos em silêncio. Apenas comendo nossos bolos, e tomando nossas bebidas. Eu, com meu refri de laranja, e meu pai com a cerveja dele. Ouvi um estrondo a alguns metros, e gritei.

– Você também ouviu isso, Liz? – concordei com a cabeça, senti meu pai se esgueirando por trás de mim, para ver o que tinha causado o barulho – Ai não... nós vamos ter que correr...

– O que foi? Polícia? Mas não estamos sendo foras da lei ou algo assim...

– Não é isso, Liz... são, bem... monstros. Parece que nossa volta para Normwalk vai ter que ser adiada, e também, vai ser acompanhada de uma breve história.

 


Notas Finais


ehe


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