História A Flor de Afrodite e o Colar de Erífila - Capítulo 2


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Personagens Originais
Tags A Flor De Afrodite, Énois, Filha De Afrodite, Hdo, História Quase Original, Percy Jackson, Pjo
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Palavras 703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
eu disse que ia ser rápido.

Capítulo 2 - A culpa é de Liz, não dos bolos


Liz se assustou.

Como assim, monstros? E que diabos de história poderia ser contada numa situação daquelas?

Seu pai acelerou, e a garota conseguia sentir o nervosismo dele de longe.

– Papai... ? – ele se virou para ela, e Liz só soube disso pelo som do movimento do estofado.

– Sabe, querida... eu gosto muito de mitologia grega e tudo mais, você sabe, não é? – a loira acenou com a cabeça – pois bem, a muito tempo atrás, conheci uma mulher que eu literalmente pensei que fosse uma deusa. E bem, eu não estava errado. Sua mãe... sua mãe, Liz, é Afrodite.

– Como assim? - a menina estava pasma, e o terror era evidente em sua voz. Até poucas horas atrás, ela pensava que o dia iria ser comum, mas aquilo era tão inesperado e assustador...

–  Tudo o que te contei sobre ela, como nos conhecemos naquela chácara na California, dos meses que passei com ela, é tudo verdade, filha... a única coisa que muda é que, bem, sua mãe é uma deusa grega. – Liz riu, apavorada.

– Só pode ser brincadeira... – murmurou.

– Eu sabia que eles iriam vir atrás de você. Aphrie tinha me avisado, claro que tinha, mas tão breve desse jeito, não era o esperado. – Soren olhou mais uma vez no retrovisor do carro, os monstros não estavam mais lá, ele tinha os despistado, por hora.

– S-se tudo isso for verdade... pra onde nós vamos? – perguntou a loirinha, medrosa.

– Para Long Island, bebê.

☆☆☆

Duas horas de viagem. E foram as piores, e talvez quase foram as últimas, de sua vida.

Depois do baque inicial de "oh não, minha mãe é uma divindade", a garota começou a fazer perguntas sem cessar. Sobre para onde estavam indo, como era lá (estas Soren não conseguiu responder direito, Afrodite tinha sido um pouco rasa demais ao lhe explicar sobre como era o tal de Acampamento Meio-Sangue), e vários outros por quê's e como's rondavam a cabeça da pequena Liz.

Na estrada, algumas vezes seu pai tinha que desviar de coisas suspeitas, e por isso demoraram mais ainda para chegar em Long Island. Uma viagem que seria de uma hora, virou uma de duas. 
Todo o euforismo do baque daquela notícia havia passado, a garota dormia um sono leve no banco de passageiro, enquanto Soren olhava diretamente para a estrada, pensando em quão cedo era. Não queria se despedir de Liz, não. Sua filha era importante demais para si, e tudo aquilo era tão perigoso.

– Flor, florzinha. – ele cantarolou no ouvido dela – nós chegamos.

Os olhos azuis, que não podiam enxergar, se abriram. Ela se espreguiçou. Ouviu seu pai abrir e fechar a porta do carro, e depois a sua porta ser aberta.

– Vamos, eu te levo até a barreira.

Meio sonolenta e cansada, ela segurou no braço do mais velho.

Caminharam por um tempinho, ele, assobiando uma música dos Backstreet Boys, e ela quase dormindo de pé.

Liz sentiu seu pai parar.

– Bem, é aqui que nós nos separamos. Fique bem, ouviu? Sei que despedidas não são teu forte... e vou tentar mandar uma mochila com as tuas coisas depois. Não tivemos tempo nem de passar em casa, que cois-

– Pai. Para de falar. Também vou sentir sua falta. – ela resmungou, era de seu conhecimento que Soren só falava assim quando estava nervoso.

Ele riu, e a abraçou.

– Treine muito, coma bastante, e tente não acertar ninguém com um canivete que nem você fez daquela vez comigo, ouviu mocinha?

– Entendido!

Em um breve riso, os dois se despediram.

☆☆☆

Liz seguiu o odor de comida. Caminhou lentamente, já que não podia enxergar. Era cega de nascença, e tinha se acostumado a viver desse jeito, pelo tato e pelo olfato.

Ouviu vozes, não muito distantes, que cessaram quando ela se aproximou o bastante.

– Ora, ora. Mais uma filha de Afrodite para a coleção? – alguém disse, cessando o silêncio.

– Qual é seu nome, semideusa? – uma voz grave falou, e um leve cheiro de cavalo invadiu as narinas da loira.

– L-liz. Liz Boreau.

E naquele momento, o que ela não sabia, era que o simbolo da deusa do amor se fazia presente em cima de sua cabeça, cintilando. Assim como seu rosto, afinal, tinha recebido a benção de sua mãe.

 


Notas Finais


a


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