História A Flor Selvagem - Capítulo 1


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Categorias A Casa das Sete Mulheres
Personagens Anita Garibaldi, Giuseppe Garibaldi, Luigi Rossetti, Manuel Aguiar, Manuela de Paula Ferreira, Onofre Pires, Teixeira Nunes (Gavião), Tio Antônio
Visualizações 2
Palavras 286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Que fique bem claro que apesar de conter fatos e datas históricas reais, isso é uma ficção. Sempre imaginei a visão de Anita Garibaldi.

Capítulo 1 - Apenas Ana.


Nasci eu Laguna, Santa Catarina, no ano de 1821, no dia 30 de agosto. Filha de pequenos comerciantes vindos de Portugal, não tinha uma vida farta mas a essa época não me faltava o necessário para viver e ser feliz. Éramos 10 irmãos e tínhamos sempre companhia para tudo, aquela inocente infância em nada dava indícios do que a vida reservara para mim. 

Aos poucos a face dura da vida virou-se para mim, aliás quem apresentou-se foo a face da morte? Que me lebou meu amado pai e meus irmãos um a um deixando apenas uma triste viúva e suas 6 filhas, pobres e sem proteção.  Talvez por desespero de mais uma boca pra alimentar, talvez por achar que seria o melhor para mim, nem bem Felicidade se casou minha mãe providenciou meu casamento com Manuel, um sapateiro local.

Não podso dizer que senti alegria ou satisfação com aquilo, mas não me era comum alegria ou satisfação ligados a nada do mindo feminino,  a bem da verdade essas me vinham nas visitas de meu tio Antônio, nas suas histórias idealistas, nas longas cavalgadas que eu fazia e nas aulas de tiro que ele me dera. Será que aquela altura ele já poderia adivinhar quanta importância tudo aquilo teria para mim?

Muitas vezes me questionei se não foi essa minha falta de jeito para as prendas femininas e meu espírito de aventura, juntos com a falação do povo de Laguna que me causaram esse casamento, com esse marido, nessa circunstância. 

Enfim, minha meninice tinga que ser enterrada, no mesmo dia em que fiz 14 anos. Quando passei pela nave daquela igreja deixei Ana Maria de Jesus Ribeiro e tornei-me Ana Maria de Aguiar, esposa de Manuel Duarte de Aguiar. 





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