História A Forbidden Love - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo
Personagens Annabeth Chase, Jason Grace, Nico di Angelo, Percy Jackson, Will Solace
Tags Jercy, Solangelo
Exibições 217
Palavras 5.716
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi Oi :D
Não me batam, não me ameacem, não me matem.
Fiz apenas meu trabalho e trouxe diversão à vocês *u*
Ou confusão....
Mas realizei minha fantasia muahahahahahahahhahahahaha
Não sei que shipp é esse, inventem ai hihihihihi
Sem mais delongas,
Desculpem os erros e boa leitura <3

Capítulo 31 - Pacto latente


[Percy]

 

Através da janela conseguia ver o céu escuro rodeado por nuvens cinzentas carregadas de raios que as iluminava de dentro. A chuva começou naquele fim de tarde com um sereno fino e depois que o sol se pôs o corpo maciço ganhou peso e consistência. Aquela noite era uma das típicas noites de temporal com ventania e trovoada, e justamente nesta noite meus pensamentos decidiram ir ainda mais além do que sempre foram.

Através do vidro molhado da janela que permanecera intacta, salpicado pelas gotículas de água, podia ver claramente na escuridão. Não via com a visão de lobisomem aquela cidade corrida e corriqueira trinta e dois andares abaixo. Via com olhos humanos o rosto doentio e assustado de quem um dia já fora meu irmão. Via a expressão distorcia de dor e os olhos azuis suplicantes e necessitados de amparo. Via o sorriso brilhante se apagar por completo com o choro e as lagrimas corridas no rosto quadrado. E a culpa de tal atrocidade era inteiramente minha.

Luke tinha uma vida normal e perfeita. Tinha um ótimo trabalho e sempre estava em ótimas companhias, mas agora tudo desmoronara como um simples castelo de cartas. Naquela noite, no restaurante italiano, quando acabara perdendo o controle de tudo, havia o mordido. Não me lembrava do ocorrido, tampouco me lembrava de tê-lo procurado após o incidente, mas se mordera Jason mesmo estando em transe, o mesmo poderia ter ocorrido com ele. Tinha pouca experiência em ser um lobisomem, mas com toda certeza não gostava de ser um.

Era como uma maldição, uma maldição que não se pode viver livre ou tentar fazê-lo. Uma maldição que não desejaria nem ao meu pior inimigo, o que de fato era irônico pensar já que meu inimigo no presente momento era uma vampira.

Vampiro...

Senti o coração ser comprimido em uma garrafa. Tão doloroso e apertado quanto o punho fechado de uma criança agarrada ao brinquedo. Do rosto de Luke desenhado nas nuvens, os traços finos migraram para o outro loiro; com os olhos azuis eletrizantes reluzindo na tormenta, o cabelo loiro balançando no vento. O sorriso doce traçando linhas de expressão na face delicada.

A face de Jason, tão tranquila e livre de problemas tingiu todo o céu de azul e amarelo-dourado. Estava doente, e eu o havia envenenado. Havia-o mordido sem nem ao menos estar consciente disso, e agora ele estava alucinando enquanto perambula pelas ruas de Washington sozinho e confuso. Caminhando para a própria morte.

Quando um raio rasgou o céu seguido de um trovão alto, a campainha tocou.

Pisquei diversas vezes a fim de dispensar os pensamentos infortunos e desgraçados da mente. Caminhei cortando a sala para o outro lado, no exato momento quando a campainha soou novamente eu abri a porta com um movimento rápido na chave e maçaneta.

 — Will – sobressaltei-me. Estava completamente encharcado, pingando água por conta das roupas ensopadas e o cabelo escurecido, mantinha os olhos baixos por detrás da franja comprida que lhe caia sobre a testa – o que esta fazendo aqui há essa hora?

— Percy – fungou. Sua voz estava embargada pelo choro, seus olhos que até então permaneciam ocultos mostraram-se brilhantes e marejados já banhados pelo vermelho – eu p-posso entr-ar?

— Claro eu pode – dei passagem e o garoto entrou, os tênis molhados soltando ruídos de esguicho. Assim que fechei a porta, ele me encarou deprimido. – Deus, Will, o que aconteceu?

Torcendo a boca para o canto, desmoronou de joelhos no piso e despejou ali suas lagrimas pesadas.

— É tudo minha culpa – esfregou os olhos com as costas das mãos já solução. – Tudo isso é minha cu-ulpa.

Ajoelhei-me a sua frente puxando-o com cuidado para mais perto.

— Will, tudo bem, eu estou aqui.  – Passou a chorar mais alto e se embolar nas palavras. Não conseguia sequer respirar com facilidade, sempre engasgando com os soluços alterando entre chorar e murmurar cosias sem nexo. Apenas alisava suas costas o consolando sem muito efeito. – Acalme-se e me conte, o que aconteceu.

Ele respirou fundo se acalmando aos poucos. Quando ergueu os olhos vermelhos para encarar os meus, sua boca se mexeu ainda tremula despejando as informações de uma só vez.

 

 

~*~

 

 

— Então é isso – coloquei a caneca com liquido fumegante em suas mãos, vendo-o anuir com os fios já secos balançando para cima e para baixo. Suspirei cansado – Não tenho o numero de Reyna então não consigo ligar pra ela. Nico não me atende.

Deu um gole na caneca azul e seus olhos oscilaram.

— Desculpe, Percy. – Pediu baixo – a culpa é minha.

— Pelo que exatamente? Por eles terem nos abandonado quando mais precisamos deles? – Estava levemente irritado com a situação toda. Não esperava algo tão covarde da parte de Reyna, nem esperava algo de sua parte, mas Nico me decepcionara profundamente. – Como isso pode ter sido sua culpa?

Ele se encolheu debaixo dos cobertores. A camiseta branca larga em seus braços. Engoliu em seco e desviou o olhar para suas pernas cobertas.

— Eu não sei ao certo. Apenas sinto. – Remexeu os pés – Quando falei com o xerife mais cedo e logo após fui falar com Nico, ele... – Fez uma pausa e arregalou os olhos dilatado as pupilas – Ai meu Deus. O filho do xerife sumiu e eu fui o ultimo a vê-lo. – Olhou-me desesperado – Eu vou ser caçado pela policia Percy!

— Você não vai ser caçado pela policia bobalhão – acenei com a mão e ele chegou para o lado, dando-me espaço na cama de casal. Entrei debaixo dos cobertores e me alinhei ao seu lado – não vou deixar acontecer nada com você, ok?

Olhou-me de soslaio.

— Promete? – Perguntou baixo.

— Prometo. Somos só eu e você agora, precisamos cuidar um do outro da melhor forma possível.

Sorriu de canto e me empurrou de leve com o ombro. Ficamos em silêncio por alguns minutos, deixando apenas o barulho da chuva embalar a noite já fria. Sabia que seus pensamentos abalados estavam a mil, por isso não fui eu a quebrar a quietude.

— Você gosta mesmo dele, não é? – Perguntou baixo – Jason, quero dizer.

Pensei por um momento antes de responder. O coração de esmeralda pulsou em meu peito ainda mais frio do que era naturalmente. Pensei naquela cena do sofá da noite anterior, onde Jason dissera que me amava pouco antes de secar. Quando o trouxe de volta, disse o que de fato queria dizer naquele momento.

— Sim – respondi. – Você também parece gostar muito dele. De Nico.

Assentiu com o rosto baixo e permaneceu quieto. Logo após uma lagrima pingou no cobertor. Puxei-o para um abraço de lado tirando a caneca de suas mãos, colocando-a no criado mudo ao lado da cama.

— Vamos trazê-los de volta, Will. – Disse baixo – Eu prometo.

Ele ergueu o rosto pouco a pouco. Seus olhos continuavam azuis e brilhantes, a face corada na pele morena do rosto angular próximo ao meu. Os lábios estavam vermelhos e ele estava quente, emanando calor. Vi em seus olhos o mesmo brilho aconchegante que a muito conhecia tão bem. Podia ver os meus próprios olhos refletidos nas íris turquesa; verdes, misturando-se ao azul criando um novo tom de água quase transbordando as orbitas reluzentes.

Seu corpo todo estremeceu em meu abraço. Seu rosto se aproximou em câmera lenta do meu, sua boca encostando na minha, seus olhos se fechando com os meus até sentir o toque suave do provar dos seus lábios quentes.

A principio foi apenas um toque rápido, sem movimentos nem tremulações. Apenas um longo selinho, um encostar de lábios. Assim que nos afastamos senti o rosto queimar no mesmo instante e o loiro corou sob o olhar tímido.

— M-Me desculpe – pediu envergonhado.

Não queria me afastar, o impulso que sentia era outro. Era um impulso de me aproximar ainda mais de Will. Um impulso tão forte que me deixei levar, erguendo seu rosto com a ponta dos dedos quando ele o abaixou.

— Não peça desculpas, idiota – e o beijei novamente.

 

 

This time, This place
Misused, Mistakes
Too long, Too late
Who was I to make you wait
Just one chance
Just one breath
Just in case there's just one left
Cause you know,
you know, you know

 

Desta vez o beijo foi mais intenso e caloroso. Passava uma corrente de calor intenso de sua boca direto para a minha junto com o sabor lascivo adocicado dos lábios carnudos. Eram macios, pude sentir. Tão macios e ousados quanto os de Jason, porém ainda mais absintos e estimulantes.

O fogo ardente transpassando dos toques sutis de nossas línguas de um corpo para o outro, o provar da boca macia e aconchegante naquela batalha sem sentido por domínio na qual nenhum dos dois lados cedia tão facilmente. Seus dedos que antes seguravam o edredom com força agora vagavam soltos pelo meu rosto, envolvendo-se em meu cabelo e prendendo ali no meio dos fios emaranhados e despenteados.

Baixei as minhas próprias mãos para o colchão, rolando o corpo por debaixo dos cobertores para ficar sobre o seu, sustentando o corpo nos braços enquanto Will se enlaçava ainda mais em mim. Os braços compridos envolvendo meu pescoço, baixei o quadril relaxando todo meu peso sobre ele de maneira quase excitante por manter-nos tão espremidos.

Quando nos separamos para recuperar o ar que nos fora tirado, as íris anises estavam completamente submersas em puro desejo, volúpia e paixão quente e intensa. Seu olhar sorria, sorria como nenhum outro jamais sorrira. Sorria de uma forma tão pura e singela que desencadeava em mim desejos que nem eu mesmo tinha conhecimento.

Seus lábios seguiram o exemplo, seus dentes brancos brilhando alinhados. Suas mãos arrancaram de mim a camiseta que usava pela bainha. Os olhos claros analisando meu corpo assim que o tecido foi arremessado para fora da cama.

— Isso é muito louco – comentou baixo deslizando o indicador por meu peito até o baixo ventre – e tão errado...

Num movimento rápido e brusco, puxei por seus braços a camiseta branca que havia lhe emprestado. O corpo moreno exibiu os músculos bem distribuídos do peito e da barriga, os braços fortes resultado dos treinos árduos do time de basquete. Sorri de canto dedilhando-lhe o próprio torso.

— Se é errado eu não quero estar certo – curvei-me deliberadamente e repousei a boca na pele exposta do pescoço forte.

Will gemeu baixo quando mordi a pele quente de leve, arrastando os dentes pelo estender da região deixando-o arrepiado. Aquele cheiro de sabonete recém-usado tomava conta da maciez do tato moreno, degustava daquela área carnuda com beijos delicados e algumas chupadas fortes, o tom avermelhado ganhando forma com o passar do tempo.

Will se contorcia abaixo de mim com pequenos espasmos de prazer. Suas mãos em meu cabelo, agarrando firmemente enquanto gemia baixo. O doce halito de canela pelo recente chá farfalhando meu rosto, as pernas compridas empurrando os cobertores para fora da cama.

— Percy... – Estava rouco. Sua voz banhada por prazer, suas pernas enroscando nas minhas.

— Você gosta Will...? – Sussurrei em seu ouvido mordendo-lhe o lóbulo da orelha.

— Deus... – gemeu baixinho em resposta. Suas mãos escorregaram por minhas costas despudoradamente, encontrando o cós da minha calça, empurrando-a para baixo.

Girou o corpo na cama sobre o meu ficando por cima desta vez. Encarou-me com os olhos brilhantes e astutos, a palma da mão acariciando meu rosto entre os fios escuros. Os seus próprios loiros caiam sobre a testa. Seu rosto angelical curvando-se sobre o meu, os músculos dos braços flexionando.

— Não vale brincar assim – seus lábios roçavam nos meus enquanto ele falava – é golpe baixo.

— Porque não me mostra o que é um grande golpe? – Respondi no mesmo tom já lhe arrancando a calça escura. Sorriu branco e atacou uma vez mais meus lábios.

Aquele beijo fora mais urgente e desesperado. Nossas barrigas se encostavam, nossas peles em chamas e os quadris dançando juntos num vai e vem ainda coberto pelas ultimas peças.  A respiração do loiro já estava por descompassar, misturada a minha, abandonou minha boca aos selinhos, traçando uma trilha molhada de beijos com a ponta da língua do meu maxilar até o pescoço.

Arfe baixo recebendo uma mordida consideravelmente forte, seguida dela, sucções firmes e beijos quentes acariciando meu pescoço com ternura suficiente para me fazer arfar. Estava me atiçando, fazendo-me desejar por mais, ansiar por mais. Querer mais e mais de Will Solace.

As caricias desceram pelo peito até encontrar meus mamilos, onde brincou alegremente com a língua enquanto estimulava o outro com os dedos. Mordiscava e lambia, deixando-os duros de prazer.

— Will... – Enrosquei os dedos em seu cabelo ondulado, os fios loiro-dourados brilhando e emanando o doce aroma de cidreira.

Olhou-me de baixo com os olhos azuis ousados e prepotentes. Continuou o caminho de beijos até o cós da boxer azul que usava, beijou meu umbigo e riu alto. Retornou todo o caminho que fizera até seu rosto estar rente ao meu, seu corpo deitado aconchegante sobre o meu.

— Você é lindo Percy – declarou aos sussurros roucos. Dedilhou minha bochecha com o indicador direito – ainda mais do que imaginei.

Mergulhei na intensidade dos olhos azuis, naquele mar brilhante de águas intocadas prontas para serem desbravadas. Sorri de canto.

— Você é bem mais – disse por fim. Em resposta ele retribuiu o sorriso e dessa vez fui eu a beijá-lo.

 

 

That I love you
I have loved you all along
And I miss you
been far away for far too long
I keep dreaming you'll be with me
And you'll never go
Stop breathing if
I don't see you anymore

 

 

Degustar do sabor de Will era uma coisa alucinante. Chegava a congelar o estomago com a forma que seus movimentos sutis estimulavam ainda mais desejo por si que qualquer outra pessoa jamais fizera. Will sabia como ansiar o prazer em seu parceiro, sabia como dominar a situação e sabia como viciar alguém em si mesmo.

Nossas línguas batalhavam freneticamente pelo domínio da boca um do outro, tanto que ambas acabavam por ceder e revezar entre um e outro. Gemidos baixos eram ouvidos de ambas as partes em meio ao beijo, mesmo que sem quebrar a conexão, ainda tínhamos muito o que fazer naquela brincadeira. Rolei seu corpo para o lado e acabei sentado em seu quadril, afastando-me de si com selinhos estalados.

Ergui o corpo deixando a coluna ereta. Minhas pernas repousavam dobradas nas laterais de seu corpo esbelto, minha bunda encaixava perfeitamente no membro ainda coberto pela boxer preta. Olhando-o de cima, tinha a visão mais privilegiada de todas.

As pernas de Will eram grossas, as coxas torneadas e os pelos quase invisíveis por serem loiros brilhantes. A barriga lisa e trincada com os gomos bonitos e firmes, os braços largos e compridos moldados pelos músculos saltantes; o peitoral largo e rústico, os botões que eram seus mamilos róseos na pele morena. Pousei a palma da mão em seu peito sentindo o coração bater acelerado bombeando sangue pelas veias.

Sua própria mão subiu por minha barriga até minha cintura, apertando com leveza aquela parte com os dedos compridos. Movimentei o quadril em uma leve onda a partir da barriga. Will estremeceu abaixo de mim e sorriu presunçoso.

— Até que você mexe gostoso.

Retribui o sorriso.

— Anos de pratica.

— Porque não me mostra essa experiência? – Beliscou meu peito, os dedos apertando o mamilo.

Mordi o lábio inferior para ele.

— Hora do show.

Continuei movimentando o corpo sobre o dele naquela onda lancinante de vai e vem fazendo-o suspirar. Sentia seu membro apertando ainda mais contra minhas pernas, enrijecendo pouco a pouco sob toque e pressão. As mãos quentes tateavam minha cintura aproveitando ainda mais a situação, embalando no movimento de onda que fazia.

Girou na cama me jogando no colchão macio, os olhos azuis degustativos, os lábios rosados apetitosos. Beijou meu pescoço de lado e seguiu aquela mesma trilha que fizera anteriormente até o cós da cueca que usava, mordiscando minha barriga ora ou outra antes de morder o tecido e puxá-lo com os dentes de forma sensual pro minhas pernas.

Meu próprio membro – que estava indiscutivelmente duro – saltou para fora dali batendo em seu rosto, a cabeça rosada já babando de tanto prazer.

— Vejam só – sorriu acariciando a bochecha no local – é mesmo grande.

— Gosta? – Questionei baixo.

— Adoro – sorriu malicioso.

— Então chupa!

Agarrei seu cabelo com força e enterrei todo meu pau na boca macia e quente, gemendo alto com o contato repentino. Will arfou engasgando de leve antes de agarrar a base e expele-lo completamente babado. Respirou fundo e voltou a abocanhá-lo, mais devagar desta vez.

Passou a língua por toda a cabeça antes de descer pela extensão comprida, engolindo até onde podia só para voltar ao topo e fazer tudo de novo. Só podia gemer e suspirar entre dentes. Sua boca era ainda mais quente e macia do que havia confirmado apenas com beijos, isso era um fato. Com a mão em seu cabelo, auxiliava nos movimentos de vai e vem sentindo o frenesi arrepiar todos os pelos do meu corpo.

Contudo, ele estava de certa forma desajeitado. Os dentes brancos raspando na pele macia fazendo-me arfar. Um dos olhos fechados como se doesse ou aquilo fosse completamente constrangedor.

Afastei seu rosto delicadamente e puxei-o para cima.  

Quando inverti as posições ele já estava livre do tecido que cobria sua intimidade. Pude olhar mais de perto aquele pedaço de carne almejado por muito e cedido a poucos. Era grande, pude notar. Uns bons dezenove centímetros, o que é considerado pro mim um dote valioso.

Sorri malicioso olhando-o de baixo. Agarrei com força e passei a língua pela cabeça vermelha fazendo-o estremecer.

— Gosta? – Perguntou.

— Adoro.

— Então chupa!

Do mesmo jeito que eu havia feito, agarrou meu cabelo com força e enterrou todo o pau em minha boca sem nenhuma hesitação.

Engasguei com o tamanho, mas rapidamente me adaptei à estrutura. Engoli todo o monumento rijo de uma só vez antes de soltá-lo aos poucos, passando a língua pelas laterais roliças e por fim na glande macia. Dei um beijo estalado ali antes de raspar os dentes na pele clara. Will gemeu baixo e contido, como se nunca houvesse experimentado algo tão quente e prazeroso antes.

Sorri de canto voltando a chupá-lo com avidez.

— Percy...

Gemia descontrolado a cada sucção sorte; a mão firme em meu cabelo controlando a velocidade a gosto próprio. Mordeu os lábios para evitar mais um gemido e fechou os olhos com força. Desci as caricias para as bolas esquecidas logo abaixo, redondas e macias. Chupei uma por vez, masturbando-o sem quebrar o contato anterior.

Will tinha espasmos duros, o corpo esquentando cada vez mais. Visando o ápice do outro, cessei o trabalho e escalei seu corpo, encontrando os olhos azuis por detrás da face corada.

— Virgem – aleguei.

Desviou o olhar visivelmente envergonhado pela situação desfavorável. Seu rosto ardendo em vermelho.

— Algum problema nisso? – Perguntou baixo. Ri alto deixando-o irritado – Qual a graça?

— Problema nenhum – respondi a primeira pergunta pousando a palma da mão em sua bochecha, fazendo-o olhar-me novamente – pelo contrário. Será um prazer ser o primeiro.

Sorri singelo e selei nossos lábios novamente.

 

 

On my knees, I'll ask
Last chance for one last dance
Cause with you, I'd withstand
All of hell to hold your hand
I'd give it all
I'd give for us
Give anything but I won't give up
'Cause you know,
You know, you know

 

 

— Abuse de mim – sussurrei baixo em seu ouvido assim que nos afastamos.

— Como quiser – mordeu minha orelha girando mais uma vez nossos corpos na cama; estava de bruxos, ele deitado em cima de mim.

Os lábios cálidos beijaram minha nuca com suavidade, a respiração quente e falha em minhas costas. Desceu as caricias por toda minha coluna, passando pela curvatura da espinha até a lombar, onde depositou uma mordida na carne em demasia. Gemi baixinho por conta da dor e aquele arrepio gostoso correu daquele local.

As mãos grandes apalparam minha bunda com vontade e força, segurando com firmeza entre os dedos apenas para marcá-la de mordidas e tapas macios. A língua molhada fazendo trilha em minha pele até aquela região sensível entre as nádegas separadas pelas palmas quentes. A ponta curiosa brincando com minha entrada despudoradamente.

Contrai-me por conta do prazer soltando um suspiro comprido. A quentura e ousadia do músculo molhado lambendo minha entrada liberava arrepios gelados por todo meu corpo, mesmo com os espasmos e tremores aconchegantes e prazerosos, ansiava pro mais daquele beijo grego.

— Will...

As mãos que haviam abandonado a região deslizavam por minhas costas e as laterais do corpo. Todos os nós de tensão foram desfazendo aos toques delicados e relaxantes do loiro. Cada ponto derretendo nos dedos compridos de pianista.

A ponta da língua passou por minha lombar e subiu até minha nuca, o corpo bem esculpido encaixado no meu.

— Você é um delírio Percy – sussurrou rouco em meu ouvido, suas mãos me apalpando.

Pressionou o quadril contra o meu, seu membro entre minhas nádegas, roçando sinuosamente em minha entrada. Agarrei firmemente os lençóis e olhei-o de soslaio.

— Me mostre o que você sabe fazer – disse baixo.

Ele sorriu, um sorriso brilhante e alinhado. Sustentou o corpo sob os braços fortes e passou as pernas por cima das minhas. Acomodou-se melhor atrás de mim e respirou fundo. Senti seu corpo tenso, seus músculos enrijecerem e sua respiração vacilar. Passaram-se alguns rápidos segundos e ele forçou.

Empurrou com calma contra mim, a cabeça macia do pau rijo feito pedra penetrando minha entrada pouco a pouco, milímetro após milímetro. Senti um breve desconforto no inicio, mas mesmo assim não dei para trás – me agarrei ainda mais forte aos lençóis e esperei pacientemente. Era grosso, notei. Mais do que havia reparado anteriormente, soltei um gemido sofrido. Fazia-me arquear as costas com a dor da primeira penetração.

Quando enfim estava todo dentro pude relaxar os músculos, aquela sensação deliciosa da dor transformando-se em prazer e êxtase. Will deitou-se novamente sobre mim, as mãos acariciando minhas costas.

— Tudo bem? – Perguntou preocupado – Te machuquei?

Dei uma risada nasal quase teatral.

— Precisa mais do que isso pra me dominar Solace – brinquei – sou cavalo selvagem.

Retribuiu o sorriso no mesmo tom de deboche passando os braços em torno do meu corpo, fechando o abraço ao redor dos meus ombros, enterrando o nariz em meu pescoço.

— Que bom saber.

Pressionou seu quadril contra o meu, seu membro investindo em meu interior ainda mais fundo. Suspirou em minha nuca com ar quente de seus pulmões; deduzi que pra primeira vez estava sendo uma experiência única.

Will beijou minha nuca e daquele ponto, ergueu-se sobre os braços fortes, tirando todo seu peso de mim. Estava completamente relaxado, completamente preenchido por algo hostil.

E ele começou a se movimentar, lenta e tranquilamente, entrando e saindo. Um vai e vem deliciosamente inebriante supérfluo. E dos meus lábios, apenas gemidos saiam. Gemidos de desejo, paixão e luxuria. Gemidos que cobriam o quarto das paredes aos cantos mais remotos, tingindo tudo em vermelho, da cor do desejo.

— Ahn, Will...

— Apertadinho – comentou baixo.

Levei os braços para trás no exato momento em que ele saiu, levando as mãos às suas coxas e puxando seu quadril com toda força que tinha para frente. O som que ecoou foi um baque de pele a pele, o som lascivo de um dos prazeres da carne. Aquela investida acertou um ponto bem especifico, o qual me fez gemer ainda mais alto com o toque do membro pulsante e duro feito pedra dentro de mim.

O garoto gemeu alto e rouco. Investiu mais uma vez, apertei as mãos em suas coxas, seus braços como pilastras fixas na cama.

 

 

That I love you
I have loved you all along
And I miss you
Been far away for far too long
I keep dreaming you'll be with me
And you'll never go
Stop breathing if
I don't see you anymore

 

 

Mesmo que desajeitados, os movimentos que fazia foram ganhando ritmo e intensidade. O som dos corpos colidindo ficou ainda mais alto, ecoando pelo quarto e retornando aos nossos ouvidos com aquela acústica perfeita banhada pela dose extra dos gemidos contidos de ambas as partes. Em fração de segundos, meu corpo entrou em combustão. Estava em chamas, Will estava em chamas, o apartamento estava em chamas. Em puro êxtase e embriagados pelo prazer.

Já não existia mais nada a nossa volta, apenas a cama. A chuva que caia lá fora emoldurando aquele quadro vivo de um ato pecaminoso tão perverso e delirante quanto apenas aquele. Os gemidos ficaram ainda mais altos à medida que mergulhava de cabeça na luxuria, querendo cada vez mais senti-lo dentro de mim.

Passamos longos minutos entre gemidos e suspiros contidos, até invertermos as posições em que nos encontrávamos. Joguei Will de lado na cama, engatinhei sobre seu corpo, vendo-o de baixo, as maçãs do rosto estavam completamente vermelhas por conta do esforço, os olhos azuis trepidando nas orbitas, a respiração falha e o corpo estremecendo. Aproximei meu rosto do seu e matei a curta distancia entre nós com um selar de lábios singelo.

Sem cessar o beijo, posicionei-me em seu quadril e sentei sobre o membro pulsante de uma só vez, fazendo um único gemido alto ecoar pelas paredes vindo de ambas as partes. Aquela onda de prazer veio navegando com a corrente elétrica que circulava a sensação de anseio por mais e mais do corpo do outro.

Automaticamente, comecei a rebolar em seu quadril, o que foi a deixa para que ele se movesse também. Levei as mãos ao peito largo e curvei as costas para frente, enquanto as mãos grandes tateavam minhas costas, chegando à minha cintura, onde seguraram firmemente. Sob aquele toque tenso, pude sentir o que Will sempre escondera dentro de si, o que sempre ocultara a sete chaves para aquele primeiro momento especial. Seus olhos estavam fechados, fechados como se tivesse vergonha do que estávamos fazendo. De certa forma aquilo era meigo e doce como só Will poderia ser.

— Will – chamei baixo pousando a palma da mão em sua bochecha corada – olhe para mim.

Quando abriram-se foi como um banho de água fria. Aqueles olhos azuis celeste tão brilhantes e profundos, tão caros e preciosos como safiras jamais seriam se comparados a estes. Aquela vaga visão me fez divagar para outros olhos igualmente azulados, outras pedras ainda mais preciosas que os anises de Will. Os diamantes lapidados de Jason.

Então ele começou a se mover, no mesmo ritmo anterior. Movia-se rápido e vigorosamente, chocando os músculos das coxas aos meus, enquanto entrava e saia do meu interior livremente. Os minutos tornaram-se horas. A dor já não existia há muito tempo, apenas o prazer. Os gemidos tornaram-se necessitados, ainda mais quando me acertara no ponto G.

— Will... Ahn!

Nunca havia provado nada parecido com o deleite daquele garoto, nunca havia provado nada tão... Quente. Seu corpo todo parecia jorrar em fogo; fogo amarelo-dourado cheio de brilho, intensidade e calor. A maestria das investidas ganhando potencia e atividade, aquele choque gostoso das bolas batendo arrepiando desde aquele ponto.

— Percy... – A voz rouca e baixa clamando meu nome como se precisasse de mais daquilo para viver.

Joguei o corpo para trás deixando a coluna ereta, sentindo cada músculo corresponder propriamente aos de Will, sem nenhuma dificuldade, sem nenhuma incerteza, sem nenhuma hesitação. Apenas correspondendo ao seu toque ousado.

 

 

So far away, so far away
Been far away for far too long
So far away, so far away
Been far away for far too long
But you know, you know, you know

 

 

Seu rosto parecia distante daquela altura. Ele parecia distante. Restava ali apenas o êxtase e o prazer do sexo entre homens. Havia perdido minha identidade em algum momento lá atrás, havia me esquecido quem era e como estava respirando – como devia fazê-lo. A única cosia que martelava em minha mente era o único desejo de mais.

Quero mais de Will Solace.

Sem quebrar o encaixe perfeito, atirou-me no colchão de costas, minhas pernas arqueadas em sua cintura, seus braços firmes no colchão. Seus olhos encarando os meus.

— Will...

— Vou domar esse cavalo selvagem – sorriu de canto.

Dispensando qualquer cortesia voltou a se movimentar com força e vitalidade. O entrar e sair dilacerante daquele pau grosso e comprido em meu interior deixava resquícios de sua presença; a dilatação das minhas paredes internas.

Ergui as mãos até o peito largo agarrando-o com força. Os nós das juntas esbranquiçados, a pele morena ficando vermelha sob meu aperto, o cabelo dourado ficando molhado de suor. Um suor que cheirava a verão e por do sol.

Seus movimentos sequer oscilaram naquela velocidade entorpecedora. A força com que seu corpo chocava com o meu deixava apenas aquele ruído delirante de pele batendo mais e mais alto e agudo. Meus ouvidos transbordando com os gemidos do loiro. Mordi o lábio com força contendo os meus próprios. Curvou o toso para baixo, aproximando a boca do meu pescoço, desviando o caminho no ultimo segundo, mordendo meu ombro.

Gemi baixo entre dentes e agarrei seu cabelo com força, puxando-o para trás. Os olhos azuis brilhando com a dor prazerosa, o cheiro másculo daquele corpo forte invadindo meus pulmões. Puxei seu rosto para perto atacando seus lábios róseos com voracidade num beijo necessitado e cálido. Com a mão livre, fui diretamente para meu próprio membro que clamava por atenção, masturbando-o.

Estava tudo psicodélico e erótico. Até mesmo o ar deixara de ser apenas oxigênio – agora respirávamos sexo selvagem. Will se afastou e mordeu meu lábio com força.

— P-Percy... Eu vou...

Sem ter tempo de cessar os movimentos ou sequer terminar a frase, atingiu o ápice com um gemido alto e grosso acompanhado pelo meu próprio quando senti o meu próprio sêmen sujar a barriga. Minha entrada ardia, um ardor delicioso após o sexo. Quando Will tirou o membro de dentro de mim, o esperma branco escorreu pro minhas pernas e o corpo do loiro desabou sobre o meu. Seu rosto bem próximo.

 — O que foi isso? – Perguntei com a respiração descompassada – Tem certeza que é virgem?

— Não sou mais – riu alto fazendo-me acompanhá-lo.

— E então? O que achou, foi bom?

— Nunca tinha montado um “cavalo selvagem” – comentou avulso. – Acho que foi uma experiência única.

Virei o rosto para encarar o seu. Estava reseno agora, livre de toda a agitação.

— Foi tão bom assim? – Perguntei baixo.

— Foi perfeito – respondeu com um sorriso mínimo.

— Mesmo? Porque acha isso?

As safiras azuis brilharam contentes.

— Porque foi com você, Percy. Obrigado.

Não pude deixar de sorrir com aquela declaração e beijá-lo uma ultima vez naquela noite chuvosa.

 

 

I wanted
I wanted you to stay
Cause I needed
I need to hear you say
That I love you
I have loved you all along
And I forgive you
For being away for far too long
So keep breathing
Cause I'm not leaving you anymore
Believe it Hold on to me and, never let me go
Keep breathing
Cause I'm not leaving you anymore
Believe it Hold on to me and, never let me go
Keep breathing Hold on to me and, never let me go
Keep breathing Hold on to me and, never let me go

 

 

 

— Sempre que quiser – sussurrei baixo afastando-me dele.

Com a temperatura baixando, o braço comprido puxou um lençol e cobriu nossos corpos quentes. Aninhou seu rosto em meu pescoço, seu peito colado ao meu, seu braço encolhido no corpo.

— Podemos ficar assim? – perguntou baixo.

— Claro anjo – beijei-lhe a testa.

Num lapso de memória, estranhei meu próprio comportamento. Parando para refletir meus próprios atos, pensei na loucura que acabara de fazer.

— Percy? – Chamou ainda baixo.

— Hun?

— Você se arrependeu? – Soltou inquieto – Do que fizemos, quero dizer.

— Você se arrepende? – Rebati a pergunta.

Encolheu-se mais em mim.

— Foi minha primeira vez, afinal. Não tem como me arrepender. Estou feliz de ter sido com alguém que confio. Mas... – Fez uma pausa.

Baixei os olhos para os seus, vendo a tristeza retornando pouco a pouco. Havia feito esquecer um pouco sua dor por breves momentos, mesmo que poucos. Havia livrado-o do desespero e da angustia de ter alguém partindo para longe. Havia me livrado dessa angustia. Mas ainda assim, seu coração e sua mente estavam em outro lugar, em outro momento, em outra direção.

Em outro alguém.

Como eu.

— Entendi. Isso pode ficar só entre nós – disse pro fim.

Seus olhos ergueram-se para os meus.

— Mesmo? Faria isso por mim? Quero dizer, não somos tão próximos e nem...

— Porra Solace – xinguei baixo – você acabou de comer meu cu. Posso confiar em você.

Ele riu, um riso baixo e divertido.

— Obrigado, Percy. De verdade.

— Como eu disse – aproximei meus lábios de seu rosto, beijando-lhe a bochecha – somos só nós dois agora.

Ele assentiu de leve, balançando os fios dourados.

Instantaneamente senti o peito arder. Arder em fogo, um calor descomunal que poderia queimar até a alma. Afastei-me de Will fazendo-o se sentar as pressas. Gritei de dor com a pele em brasas.

— Percy! – Acabei contorcendo as costas na cama, e quando paro ude queimar, baixei os olhos para o peito.

Estavam lá, tão azuis quanto às de Jason, tão vibrantes e luminosas quanto uma lâmpada de neon. Runas, tão antigas e pesadas quanto da primeira vez que encontramos Will após o incidente na escola. Quando ele dissera aquelas palavras estranhas à Jason, quando o loiro o revelara que era um bruxo e quando o mesmo o disse ser seu mestre.

— O que isso significa...?

Will estava boquiaberto.

— Runas mágicas – sussurrou pasmo – como as de Jason... Isso significa que...

— Eu sou como ele – respondi incerto sem saber exatamente o que aquilo tudo significava. – Não é? Sou seu, como Jason. Você é meu mestre.

Balançou a cabeça confuso.

— Não sei exatamente o que isso quer dizer – tocou o local com a palma da mão, onde também havia runas. Sob aquele simples toque, as tornaram-se invisíveis novamente.

Senti um vinculo ser formado entre nós, como um pacto de sangue. Senti a respiração conectada a de Will, senti as batidas de seu coração. Podia ouvir o que ele ouvia – os ruídos distantes da chuva pesada – podia sentir o que ele sentia, aquele fio aconchegante e toda a confusão. Podia ver o que ele via. E, além dos olhos azuis, vi um laço invisível ganhar forma entre nós.

— É mais forte – disse baixo – mais forte que o seu com Jason. O que isso quer dizer? – Esperei alguns segundos pela resposta, mas o rosto congelou naquela expressão de confusão, os olhos arregalados e a boca semiaberta – Will?

Engoliu em seco.

— Eu já sei como trazer o Jason de volta.

 

 

 


Notas Finais


Alguém mais achou isso muito, muito, mas muito excitante? :v
Reta final da fic :D
Comentem <3


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