História A Forbidden Love - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo
Personagens Annabeth Chase, Jason Grace, Nico di Angelo, Percy Jackson, Will Solace
Tags Jercy, Solangelo
Exibições 134
Palavras 2.850
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi Oi :D
Enfim está chegando o momento em que todos estavam esperando ol
Vamos às tretas malignas.
MUAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAAHA
Desculpem os erros e boa leitura <3

Capítulo 32 - Descida ao inferno


[Percy]

 

— Pode me explicar de novo o que está fazendo?

— É simples – deu o acabamento e pegou mais um punhado de sal do pote – vovó me explicou toda essa coisa de servo e mestre. Ter um servo é como ter um mascote; ele sempre esta com você e de certa forma você pode controlá-lo. Cada bruxo controla seu próprio vampiro como servo, não me pergunte o porquê. Se você faz coisas boas com seu vampiro, seu livro de feitiços permanece puro. Se você faz coisas ruins, seu livro é infectado com magia negra – passo após passo, caminhou pela sala lentamente.

— Coisas ruins como...?

— Matar pessoas inocentes eu suponho – torceu o nariz – não sei ao certo. Jason não me passou todas as informações. Só sei que vampiros e bruxas tem essa relação de patrão e empregado, e são ligados por pacto de sangue.

— Como um demônio? – chutei vendo-o assentir – Mas eu não sou um vampiro. Como explica as runas?

— Não sei explicar. Nem sabia que era possível haver mais de um servo, e um que não fosse vampiro. Mas eu sei que se eu estiver em perigo, meu servo vira até mim.

— E voltamos ao ponto que você me explica o que significa tudo isso.

Despejou o ultimo punhado de sal da mão no centro da sala e ergueu-se ereto. Havia desenhado um pentagrama tamanho família no chão, estava sem camisa, apenas com uma calça. Ao meu lado no sofá, seu livro de magia permanecia intacto.

Os olhos azuis levantaram-se do amontoado branco aos pés descalços para me encarar desafiador. Senti um arrepio no fim da coluna, pro estar sem camisa como ele, senti frio repentinamente.

— Vamos invocar um vampiro.

 

~*~

 

— Tudo pronto – abanei a mão apagando o fósforo.

— Ótimo – repousou o livro aberto no chão e se levantou – agora o ultimo item.

Acenei com a cabeça em concordância. Postei-me ao seu lado, pegando a mão que me fora estendida, encarando a palma branca. Encarei-o hesitante por um momento, observando-o engolir em seco antes de dar sinal positivo. As presas desceram e mordi com força a palma clara rasgando a pele fina. O gosto metálico jogou dentro da minha boca e o liquido rubro escorreu para o chão.

Grunhiu de dor.

Fechou fortemente o punho e deixou o sangue escorrer pelo braço até cobrir o sal no pentagrama antes de começar a entoar.

Phasmatos Obscuras Ex Luces Exum Ombres!

A princípio nada ocorreu. Tudo permaneceu em absoluto silêncio.

E então começou.

As velas que havia acendido baixaram o fogo quase extinguindo-o, tudo ficou escuro e o sangue se alastrou pelo sal formando o desenho brilhante do pentagrama. Aquilo começou a brilhar, brilhar intensamente. Senti o corpo esquentar e quando ardeu no pescoço foi como se cada parte de mim fosse comprimida em um vácuo. Num borrão branco diante dos olhos tudo ficou mais estranho do que o normal.

Neblina quente subiu diante de nós, e quando dissipou, não estava mais ao lado de Will. Não mais.

Estava dentro do pentagrama, olhando-o do lado de fora. Em meu peito ardiam as runas que subiu para o pescoço. Estava transformado, não precisava olhar para mim mesmo para sentir as garras sedentas e os caninos exibidos, os ouvidos aguçados e os olhos vermelhos com visão noturna. Ao meu lado, estava ele.

Suas roupas estavam rasgadas e sujas de sangue. A lateral da barriga exibindo a marca de mordida, sangrando negro nos buracos dos dentes, manchada de roxo e verde na ferida aberta. Seus olhos estavam verdes como o de costume, sua pele tão pálida quanto o habitual e os dentes tão finos como laminas direcionados a Will.

— Funcionou – murmurei descrente ao seu lado – Jason, sou eu...

Ele avançou para frente e as extremidades do pentagrama ergueram uma parede translucida escarlate. Sibilou para o loiro – de semblante sério – do outro lado. Esmurrando a barreira que o repelia, tentava em vão sobressair-se dali.

— Percy – chamou Will. Sua voz estava tão dura quanto titânio. – Saia.

Um passo após o outro, caminhei lentamente adiante. Conforme me aproximava, o véu que nos prendia desfez-se em cacos transparentes. Assim que coloquei o pé para fora, Jason atacou ferozmente o local por onde havia passado.

— Jason...

— Você não vai sair – recitou Will – a menos que eu o mande fazer.

Ele se debateu ainda mais forte e passou a espancar as paredes mágicas com mais agilidade. Dei um passo para trás, tropeçando em meus próprios pés. Aquela visão horrenda de Jason não era comum aos meus olhos, nem mesmo quando estava nervoso. Era como se ali apenas existisse um animal sem alma vivendo apenas para matar.

Seus olhos verdes estavam dilatados e sem pupila, apenas duas pedras polidas e brilhantes. Imediatamente as palavras de uma conversa longínqua e antiquada invadiram minha mente num flash de memória.

“— Minha humanidade. É uma opção que os vampiros tem de vida; pode continuar ligado ao seu lado humano ou escolher desligar todos os seus sentimentos. Se fizer isso, não sentirá nada, nem mesmo se importara com as pessoas. Não é um bom caminho a seguir.

— O que aconteceu? Quando você desligou.

— Virei um estripador. Matava apenas por diversão, drenava o sangue de todos os corpos até secarem em carne e osso. Cheguei a dizimar uma cidade interira, por sorte a encontrei antes de fazer mais vítimas. Quando bebo sangue humano eu saio do controle, por isso vivo nessa dieta de animais.”

Arregalei os olhos e soltei todo o ar que não percebi estar preso. Will girou a cabeça confuso e espantado.

— O que foi?

— Esse não é o Jason – resmunguei baixo. – É um demônio. – Balançando a cabeça desentendido me fez prosseguir – ele desligou.

— Desligou o que?

— A humanidade. Quando se desliga a humanidade os vampiros perdem todos os sentimentos e viram maquinas de matar. Jason fica fora do controle quando bebe sangue humano, vira um estripador sem alma – engoli em seco indicando-o com o nariz. – Aquele sangue nas roupas. Sangue inocente.

Ele havia parado de se debater e nos encarava sedento como um animal faminto. Will murmurou um “essa não” quase inaudível. Minha mente vagou para dias atrás, dias felizes e inconsequentes de um loiro irritante com sorriso brilhante e olhos amáveis. Lembrava claramente do cheiro de madeira de carvalho misturado ao aroma do bosque onde morava e as fragrâncias do perfume, lembrava do cabelo dourado farfalhando com o vento, lembrava do brilho da pele branca contar o sol.

O sorriso, o timbre da voz, a leveza do toque, a alegria no olhar, a palpitação no coração. Cada frase, cada gesto, cada movimento, cada andar. Aquele beijo carinhoso repleto de amor e paixão de milênios passados, aquela volúpia no toque em meu cabelo, aquela gentil troca de olhares.

Aquele sincero “Eu te amo”.

O Jason das minhas memórias não era o mesmo Jason que estava diante meus olhos naquele exato momento. Aquele Jason fedia a sangue e ira, parecia um cão raivoso babando pronto para morder o calcanhar de algum descuidado. Parecia uma cobra, sempre a espreita, esperando o melhor momento para dar o bote. Aquela aura que o rodeava era de puro medo e desespero, podia ver claramente a clemência de cada vitima em seus olhos frios.

Acha mesmo que podem me prender aqui por muito tempo?

Em minha mente, sua voz se propagou fria e seca, como um amplificador de som.

— O que...? – Olhei para o loiro ao meu lado e mesmo ele parecia atordoado pelo ocorrido.

— Os poderes dele – disse rápido – Jason pode ler mentes. Esta propagando sua voz direto pra nossa cabeça como um perfeito telepata.

— Jason – seguiu ele – ouça, volte ao normal. Precisamos de você.

Não vou a lugar algum, mortal insolente. Com quem pensa que esta falando? – Seus lábios não se mexiam, nem um misero movimento. Apenas nos encarava oblíquo. – Tenho mais de trezentos anos. A sensação de ter novamente sangue humano correndo quente em minhas veias me trás ótimas lembranças de toda a carnificina que já fiz. Cheguei a dizimar uma cidade inteira em uma noite.

— Jason – chamei – escute ele. Somos seus amigos. Ele é seu...

Thalia é meu único mestre – cortou-me ríspido.

— Thalia?

— Acho que já entendi – endireitou a coluna. – Agora tudo faz sentido.

— O que faz sentido? – Questionei alto.

— O dia em que você se transformou no restaurante italiano, disse ter visto olhos amarelos, não é? – Assenti. – Todo vampiro tem um poder especifico que os torna únicos. Jason lê mentes, Reyna compartilha suas visões e ilusões. E esse é o poder dela – seu maxilar trincou – ela controla mentes.

Dentro do pentagrama, Jason sorriu. Um sorriso melancólico e depressivo, quase sádico e psicótico. Um arrepio frio correu por toda minha espinha.

Ele se abaixou. Encheu os pulmões de ar e soprou tudo de uma só vez. O sal vermelho que desenhava o chão dissipou em farelos e a barreira mágica de Will ruiu ao chão.

— Ops.

— Percy – chamou baixo – fique atrás de mim.

Em silêncio, como se suas palavras controlassem meu corpo, arrastei-me sorrateiro para trás de Will enquanto o vampiro se erguia a nossa frente.

— Hora do lanche – sorriu maligno, as presas finas brilhado na luz baixa.

— Jason – soa voz em tom de alerta. – Pare. Não quero te machucar.

— Mas eu quero machucar vocês – deu um passo par fora do amontoado de sal.

Estremeci naquela ameaça. Tentava atacar, proteger Will, mas meu corpo não se movia. Sequer obedecia meus comandos.

— Will, me solte.

— Estou avisando Jason – prosseguiu firme enquanto o outro se aproximava.

— Quero provar sangue mágico. Qual será o sabor? Deve ser bem doce.

— Will – chamei mais uma vez.

— Mas primeiro – ergueu o dedo ossudo – vou dilacerar o totó.

Deu mais dois passos, parando rente ao loiro, erguendo o braço ofensivamente.

— Will!

— Cabeças vão rolar!

— Tem razão – disse calmo – a sua.

Quando baixou o braço, deu um grito alto e o recolheu. Levou as mãos à cabeça, como que segurando-a, evitando que caísse do pescoço. Sua expressão de dor contagiou todos os meus sentidos e – quando consegui me mover – cai de joelhos pela força que fazia.

Jason cambaleou para trás desmanchando o restante do circulo mágico moldado a sal, desgovernado, saiu batendo nos moveis com os olhos espremidos gritando feito louco.

— Mas o que... – Olhei para Will e o mesmo estava sério, encarando o vampiro com olhos superiores ardendo em chama azul. – Will...

— O que é isso?! – Berrou alterado.

— Isso sou eu te dando uma aneurisma cerebral – respondeu convicto – como você se regenera, posso explodir todas as veias do seu cérebro repetidas vezes.

— Pare! – Caiu de joelhos – Par... AH!

Encara a cena abismado e entorpecido pelo desespero. Ver o rosto de Jason se contorcendo de dor acabou por apertar ainda mais meu coração.

— Will – agarrei seu tornozelo – pare, por favor. Esta machucando ele.

— Ele machucou muitas pessoas pra virar o que é – respondeu frio – tirou vidas, vidas inocentes. Merece isso. Merece o purgatório.

Deu mais um berro alto, como se estivessem arrancando seus membros.

— Will, por favor! – Olhei de um para o outro desesperado – Will!

Quando o olhar vacilou, Jason estourou a janela e fugiu para a noite.

Encarei o local onde estivera caído por breves segundos. Estava manchado de sangue, sangue fresco de vampiro. Suspirei descompassado e ofegante.

— Percy – chamou fazendo-me encará-lo. – Levante-se e tome um banho. Troque de roupa, vista algo de couro.

— Por quê? – Temendo a pergunta, os olhos azuis brilhando gelados na expressão furiosa fulminaram-me com fogo azul.

— Vamos sair pra caçar.

 

~*~

 

No frio da madrugada, o cabelo loiro movia-se com o vento, balançando dourado enquanto o rosto fino encarava a paisagem metropolitana trinta e dois andares abaixo.

Parei ao seu lado encarando as ruas molhadas pela chuva. Não havia nenhum sinal de vida na cidade inteira, ninguém nas ruas exceto por nós em plenas duas da madrugada. Estávamos com as mesmas roupas, ou quase as mesmas; jaqueta e calça de couro, coturnos pretos. Carregava uma mochila no ombro direto. Enfiei as mãos nos bolsos a fim de aquecê-las.

Quando o ronco do motor soou no ultimo andar do estacionamento, nos viramos para dar de cara com a RN Preta lustrosa estacionando distante. A mulher vestida de preto desceu do veiculo e deixou o cabelo louro-palha cair do capacete sobre os ombros. Os olhos claros destemidos e ferozes, as botas de salto estalando contra a laje do estacionamento. Quando se aproximou, as facas brilharam no cinto e a arma de alto calibre pendurada nas costas ostentou opressão.

— Porque me chamaram? – Perguntou secamente. Os seios redondos compridos pelo decote do couro.

— Sua filha está morta – disparou Will sem rodeios, o grimório debaixo do braço esquerdo.

Afrodite endureceu o rosto.

— Eu sei.

— Então também sabe o que queremos de você.

Os olhos castanho-mel ergueram-se do chão por breves momentos, acusatórios e inquisitivos. Espreitou-os unido as sobrancelhas.

— Tenho uma ideia.

— Então faça.

Riu baixo.

— Não é tão fácil assim garoto.

— Acho que é – atirei a bolsa no chão aos seus pés. – Ai tem meio milhão de dólares. Vale muito mais do que você merece.

Como se houvesse me notado apenas naquele momento, encarou-me acusatória.

— Ela morreu por sua causa – ralhou certeira.

— Ela morreu por causa da vampira – respondeu Will afiado. – Não culpe os outros por uma falha sua. Se você é caçadora e sabia que ela era um anjo, seu dever era protegê-la.

Afrodite aprumou-se.

— O que querem de mim.

— Vingança – respondi. – Vamos atrás de quem matou Annabeth.

Balançou a cabeça.

— Errado. Vocês vão atrás de quem está com seu vampiro molenga moribundo. O que é perda de tempo na minha opinião, já que está beirando a morte.

Cerrei os punhos.

— Sua opinião não interessa Afrodite – Will pousou a mão sobre a minha. Encarei o contato e percebi a corrente de prata do colar de verbena de Annabeth brilhando nos dedos finos – Vai nos ajudar ou não?

Abaixou-se e apanhou a mochila pela alça de prontidão.

— Isso não é trabalho para crianças.

— Não somos crianças – respondi – vamos com você.

— O que lhe da o direito de me dar ordens, cachorro? – Resmungou entre dentes – nada me impede de te decepar no caminho.

— Se tentar alguma coisa te explodo de dentro pra fora – interveio o loiro.

Ela o encarou pelo canto dos olhos brilhantes.

— Isso não é assunto de vocês. Estão se expondo a um perigo maior do que imaginam.

— Sabemos no que estamos nos metendo. Estamos aptos a pagar o preço.

— Tem certeza? – Deu um passo a frente – Esta mesmo disposto a arriscar tudo por aquele vampiro? – O dedo comprido de unha vermelha desenhou em meu peito coberto pelo tecido. – Acha mesmo que pode dar certo? Acha mesmo que ele te ama?

— O bastante pra não me fazer desistir a esta altura do campeonato.

Riu pelo nariz.

— E qual é o plano? Até onde sei, a múmia viva abandonou vocês – voltou-se para Will – e levou sua preciosa fadinha das trevas com ela.

— Reyna e Nico não tem nada a ver com isso – respondi no mesmo tom desafiador. – O papo é entre nós três. Você consegue sua preciosa vingança e nós pegamos Jason de volta. O colocamos de volta nos trilhos, matamos Thalia e a bruxa e tudo volta ao normal.

— Ao normal? – ergueu as sobrancelhas falsamente estagnada – Acha mesmo que tudo voltara a ser como um dia já foi antes de vocês aparecerem? Sabe quantas pessoas morreram por causa de vocês?

— E muito mais irão morrer se não fizermos alguma coisa – prosseguiu Will. – é pegar ou largar.

Analisou-o por um ultimo instante antes de manter a postura ereta.

— Feito.

— Mas – segui adiante – tem um “porém”.

— Que seria?

— Saia da cidade.

— O que?!

— Você me ouviu – mantive a voz firme. – Quando tudo acabar não haverá mais sobrenaturais para você caçar, muito menos destruição e desequilíbrio para ser restaurado.

— Acha mesmo que vou cair nessa?

— Não há onde cair, a menos que você seja cega – Will deu um passo a frente – também tenho cartas na manga, Afrodite. Você não é a única que tem seus truques. Vou providenciar tudo para que a cidade não sofra mais com isso. Essa briga é apenas nossa.

— E o que me garante que vocês vão sobreviver a batalha? – Cruzou os braços rentes ao peito.

Deixei as garras crescerem e rosnei alto para ela. Will estalou os dedos e a moto explodiu em mil pedaços atrás dela. As chamas alcançaram o céu noturno tempestuoso. Quando os destroços caíram, ela se virou irritadiça.

— Como disse – prossegui com a voz alterada pelas presas berrantes – sabemos onde estamos nos metendo.

— Que seja – bateu em meu peito e se afastou, os saltos batendo no chão de concreto.

Will e eu nos encaramos por rápidos segundos e focamos em segui-la.

Estamos indo pro um caminho sem volta, uma verdadeira caminhada para o inferno. A partir daquele ponto havíamos abandonado completamente nossas vidas; nossas casas, famílias e amigos. Nada mais nos faria voltar, havíamos irrompido completamente os laços que nos prendiam àquele lugar para que não interferissem em nosso ultimo confronto.

Olhei para trás uma ultima vez, para o céu atormentado de nuvens densas sob a cidade adormecida de Washington. Sentiria falta daquele lugar, mas nada mais importava agora. Não mais que a vida dele.

— Estou indo, Jason – sussurrei ao vento cerrando os punhos – espere por mim.

 

 

 


Notas Finais


Comentem <3


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