História A F€ra. ~Imagine Kim Namjoon - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Imagine, Kim Namjoon, Novela, Ramance, Shoujo
Visualizações 48
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente eu espero que gostem, esse capítulo foi escrito em meio a muita dor de cabeça e um sono enorme.

Boa leitura

Capítulo 10 - Sacrifícios P€ssoais.


Fanfic / Fanfiction A F€ra. ~Imagine Kim Namjoon - Capítulo 10 - Sacrifícios P€ssoais.


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Passou semanas e eu tentei ignorar meus sentimentos e fazer o meu trabalho, como já era de se imaginar tivemos sossego da parte da mãe dele, a visita constante diminui drasticamente para uma, que foi dois dias atrás e não ocorreu gritos vindos da sala, acho que eles conseguiram manter uma conversa passifica.

Tae por outro lado deixava claro que estava preocupado comigo e com raiva do Namjoon (que não sabe ainda) ele acredita que o meu suposto noivo me traiu no jantar de noivado com uma uma garçonete no banheiro.

Yang por sua vez tinha sua alegria de volta ao ver Kim Namjoon seguindo o tratamento, e ele... Bem... Estava fraco esses dias, passando mal a noite(escutava do meu quarto mais estava proibida de acodilo), vomitando, provavelmente seus lábios devem estar machucados e seus cabelos estar começando a cair, não tem como eu ter certeza pois ele me proibiu de ir ao quarto dele "pertuba-lo" como ele mesmo faz questão de dizer. Recusou minhas ajudas e decidiu ir sozinho para os tratamentos, nas refeições passei a me sentar na mesa comprida e fria sozinha, no silêncio ecoava a colher batendo no prato e dentro de mim a tristeza que se espalhava por todos os lados com esse distanciamento do Namjoon, sentia saudades das noites no corredor escutando seus dedos tirar melodias dos teclados do piano, agora ele vivi trancado naquele quarto.

Hoje fiquei sabendo pela Yang que ele raparia sua cabeça, estava sentada no sofá lendo quando escutei passos na escadaria, me virei e observei Yang conduzir o cabeleireiro, meus olhos seguiram os dois até a porta onde ela abriu e o homem a comprimentou saindo pela mesma.

-Pelo visto ele terminou.

>>volta a atenção pra mim com um meio sorriso gentil. -Já sim menina.

-Porque ele quiz isso uma hora dessas?

>>ergue o braço olhando o relógio de pulso. -São 23:06... >>ergue a cabeça voltando a me olhar. -...é o horário que ele fica mais ativo.

-Continua desregrado. >>baixo a cabeça abrindo o livro na página que parei

-Sim. >>risos.

-Ainda tá nevando?

-Tá sim, agora vou dormir s/n, qualquer coisa só precisa me chamar.

>>volto a olha-la com um breve sorriso. -Não se preocupe comigo Yang, durma tranquila.

-Obrigada, você também menina. >>se vira e vai embora.

Passou os segundos, minutos e eu lendo distraída até que um barulho do segundo andar chamou a minha atenção, me virei olhando pra escadaria esperando que se repitice mais nada do barulho voltar, me ajeitei no sofá e tentei focar no que estava lendo novamente mas não conseguir, minha mente e atençao estavam no segundo andar, fechei o livro o deixando em cima do sofá e cruzei a sala indo a escadaria e subindo pela mesma, andando pelos corredores vi a porta do quarto do Namjoon meio aberta, receosa cheguei em passos leves e olhei pro breu dentro do quarto, forcei os olhos e vi uma silhueta masculina no chão perto da cama, meu coração faltou pular pela boca, tratei de entrar logo e cheguei perto escutando gemidos, me agacho e sem conversas tentei o levantar, Namjoon estava com um cheiro forte de álcool, por estar acordado se esforçou para levantar também, assim que conseguir o sentar na cama não pude segurar minha língua.

-Você tá louco por acaso?! >>esbravejo de pé em sua frente enquanto ele segura a cabeça com as mãos. -Está fedendo aálcool e eu não sei se sabe mas você NÃO pode beber!!!

-Aahr... Cala essa boca S/n. 

-Cala essa boca você! >>aponto o dedo pra ele. -Deixa eu ligar essa luz pra brigar olhando nessa tua cara. 

>>assim que me viro ele grita:  -Não! Não liga isso!

>>volto a atenção à ele.              -Porquê não?

-Porque eu tó mandando. >>ríspido.

-Você não está em condições de me mandar. >>volto a me virar pra ir até a porta pra apertar o interruptor que fica ao lado, antes que eu chegasse sinto uma mão segurar o meu braço.

-Não faça isso.>>Soou sério.

-Senhor Namjoon... >>respiro fundo me controlando e voltando a formalidade que parecia cortar qualquer intimidade entre nós dois do meu ponto de vista. -É necessário eu acender essa luz para lhe ajudar.

 -S/n se falar "senhor Namjoon" mais uma vez eu surto.>>A voz rouca e já bem próxima estava embargada, receosa dessa vez.

-Mas... >>eu não conseguir concluir o resto, Namjoon me virou para ele e suas mãos subiam pelos meus braços com leveza me fazendo perder a fala, no escuro do quarto não via seus detalhes nitidamente, apenas visualizei o formato de sua cabeça sem seus fios dourados, não me importei em estar sem cabelo.

-Eu não quero falar mais nada, não quero explicar... >>chegou mais perto me possibilitando sentir sua respiração rápida, o cheiro do álcool não incômodou mais, o fato de ignorar tantas coisas me assustava pois isso poderia significar que eu estava apaixonada. 

-Eu... Eu preciso ir... >>murmurei atordoada me virando e indo a porta, mal pus a mão na maçaneta e fui arrebatada pelos braços firmes de Namjoon envolvendo o meu tronco por trás, a quentura do seu corpo me aquecia, abalava minha estrutura fazendo as pernas enfraquecerem.

-Fica comigo. >>sussurrou em meu ouvido o mordiscando me estremessendo por dentro.

>>juntei o pouco de forças que me restava e disse: -Não posso.

-Você pode... Você quer... >>Seus lábios grossos se encontraram com meu pescoço fazendo minha cabeça tombar para o lado lhe dando mais acesso. -...e eu desejo. 

-Mas eu não quero assim... >sussurrei segurando uma tristeza nítida na voz, não queria ser uma qualquer para Kim Namjoon, é pouco, não quero ser uma aventura igual a garota que ele agarrou sem pudor e sem compromisso no banheiro da mansão dos pais, se eu não posso ser o tudo dele, acredite, eu serei nada.

>>tirei seus braços de mim e me virei de frente para ele. -Nossa relação é profissional apenas. >>tento ser o mais firme possível.

-Mas eu não quero s/n! >>Me puxa pela cintura encaixando seus lábios na minha boca, pus as mãos contra o seu corpo o empurrando mas não conseguir afasta-lo, seu beijo foi ficando lento e como de inevitável fui parando nas tentativas de me sair, sua boca estava notavemente machucada mas a acariciei com meus labios, a umidecir, como queria curar com meus beijos, acabei retribuindo com todo meu desejo, envolvendo os braços em volta do pescoço dele me aquecendo a seu corpo, sua língua pediu passagem e eu à dei sentido nossas línguas de tocarem, envolverem, se saborearem, no meio disso as mãos dele desceram pela minha cintura apertando minhas nadegas com uma firmeza que cheguei a me exaltar parando o beijo ofegante.

>>ele encostou a testa na minha enquanto eu o notava ofegante assim como eu.

-Me dá mais... >>sussurrou com sua voz sensual e rouca, não tive tempo de falar nada pois no segundo seguinte eu já estava contra a porta com seus lábios deslizando pelo meu pescoço me fazendo arfar em delírios, suas mãos grandes percorriam meu corpo como se procurassem meus segredos e mistérios corporais, eu estava louca, louca por ele, louca pra ter mais de Kim Namjoon só que eu não podia me permitir uma coisa dessas me rebaixando ao nível das outras que provavelmente devem ter passado pelas mãos dele.

-S/n você me deixa louco. >>chupa de leve meu pescoço puxa o meu quadril com força  contra seu corpo fazendo pulsações entre minhas pernas surgirem, tranquei a boca engolindo um gritinho que se formou na garganta.

"S.O.S... Preciso que alguém me tire daqui antes que eu perca meu juízo." >>pensei mordendo os lábios enquanto Kim Namjoon subia as mãos e encaixava nos meus seios me fazendo prender um grunhindo.

-Devem ser lindos... >>se aproximou de meu ouvido. -E gostosos...>>risos.

>>um arrepio subio pelas costas das minhas coxas, a quentura do meu corpo subiu escutando essas palavras enquanto seus polegares centralizavam meus seios em movimentos circulares, só tive forças para caçar o interruptor com uma mão e aperta-lo acendendo a luz do quarto o fazendo me larga quase de imediato se virando de costas e tomando distância com raiva.

-Eu mandei não ligar a luz!!!>>berrou estridente me fazendo arregalar os olhos.

-Foi sem querer... >>mentir com a voz fraca tentando recuperar as forças ainda.

-Não foi! Sua vagabunda Mentirosa!

>>as palavras dele me cortaram por inteira, me destruíram de uma tal forma que as lágrimas brotaram imediatamente  escorrendo pelo rosto com rapidez de tal generosas que eram.

>> fechei os punhos com um misto de ódio e tristeza. -Eu não sou vagabunda! >>em tom alto.

-Tem razão, não preciso ofender as vagabundas comparando você a elas. >>Rispidez vivaz.

-Eu... >>não conseguir falar mais nada, uma bola se formou na minha garganta e eu só sentia vontade de sair daquele quarto fazer minhas malas e ir embora, mas eu não podia, sabia que se esse estúpido morrece eu me culparia pelo resto da minha vida.

-Crétino, um verdadeiro crétino... >>sussurro entre dentes com um odeio tão intenso que meu corpo se tremia, me virei abrindo a porta, sair pela mesma e a taquei na hora de fechar.

Já pelo corredor rumo ao meu quarto eu me contive o tanto que pude, mas assim que entrei no meu quarto e fechei a porta eu pude deixar sair tudo, me escorei na porta e fui deslizando ate o chão com o rosto afundado entre as mãos em meio a soluços, assim que me sentei encolhi as pernas as abraçando com força abaixando a cabeça e encostando a testa nos joelhos.

-s/n sua estúpida, estúpida... >>sussurrava entre dentes.


Notas Finais


'- '° Caraca... Eu que tô escrevendo to sofrendo.

Kkkkkkk

Até a próxima, aé, vou ficar sem crédito então o próximo capítulo vai demorar a sair.

Bjus Tchau


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