História A Friend for Life - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Lay, Personagens Originais, Sehun
Tags Amizade, Chanyeol, Exo, Romance
Visualizações 9
Palavras 2.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Park Chanyeol o senhor dos gibis


Fanfic / Fanfiction A Friend for Life - Capítulo 1 - Park Chanyeol o senhor dos gibis

Amizade verdadeira, o que é?

É aquela em que sempre estarão um pelo outro nas piores horas?

Compartilhar segredos, histórias e momentos?

Possuir milhares de fotos juntos no celular?

Não, não.

Uma amizade verdadeira dizemos que se baseia na lealdade e felicidade. Aonde nenhuma vez em que ambos os humanos com fortes laços de amizade não se encontrem e sorriem sem parar. Não se preocupem em manter contato todos os dias pois sabe que estão próximos mesmo distantes. Cuidam um do outro e ao discutir sabe quem está errado, imediatamente pedindo perdão ou começar a rir da cara do outro. Ao mandar mensagem será sempre de um jeito informal, tirando sarro do outro e os dois acabarem rindo no final.

Não tem coisa melhor que a risada de uma amizade verdadeira.

Uma amizade para toda a vida.

Isso acontece com Park Chanyeol, um jovem talentoso, atrapalhado, carismático e popular no bairro, trabalha na loja de revistas em quadrinhos junto ao seu avô. Mesmo com seus quase dois metros de altura tem a aparência inocente como uma criança, como um bebê girafa, é sorridente e extremamente sonhador. Em seus piores tempos escolares ele conhece sua atual melhor amiga, a estrangeira s/n que o ajuda a recuperar toda sua auto – estima. Desde então, ele à vê como um tesouro que precisa ser protegido.

S/n, garota sorridente e divertida, muito segura de si e não tem medo de ser ela mesma com seu jeito um tanto machona. Criada na família de três homens, ela possuí gostos diferentes do que das demais garotas, o que à faz estranha e julgada por suas colegas. Trabalha em meio período em uma biblioteca e está em uma fase de estudar para entrar e alguma faculdade, com sonho de se tornar uma grande advogada de acusação. Mesmo que sua personalidade seja um tanto “arrogante” para alguns grupos femininos, ela é inteligente e com muito juízo no que faz. Se orgulha disso.

 

Segunda- feira de manhã, a loja de quadrinhos acabará de abrir as portas. Chanyeol punha-se em sua posição de vendedor, arrumava sua camiseta branca e em seguida sua blusa azul xadrez, ajeitava sua franja e checava seu bafo. Sempre tão vaidoso na hora de vender os quadrinhos de seu avô que logo aparecia entrando pela portas do fundo. O idoso ia até o balcão com as mãos na costas, ele sempre ficava irritado pelo fato de ser tão velho porém tão vivo.

 

- Aish! – Exclamava o velho e Chanyeol o olhava. – Estou começando a sentir as malditas dores nas costas, não posso nem levar o lixo para fora.

- Oraboji, deixe que eu faça isso da próxima vez. – O jovem se aproximava do balcão do homem apoiando os braços. – O senhor devia se aposentar, eu cuido da loja.

- Esqueça, filho! – Balançava as mãos em sinal de rejeição. – Estou bem. Você sabe que essa loja é minha vida, tenho ela aqui desde os meus treze anos de idade.

 

Chanyeol abaixava a cabeça desistindo, seu avô sempre rejeitava quando oferecia a aposentadoria e a pose da loja. Se afastava do balcão e voltava para o meio da loja e ao olhar para a porta o sino de aviso logo soava, o mesmo abriu um sorriso de surpresa.

 

- Ya, o que faz aqui?

- Por favor, me diga que comeu o café da manhã dessa vez. – S/n ficava parada em frente à porta o olhando torto. Chanyeol sorria nervoso. – Eu sabia! Você nunca come nada antes de ir trabalhar. Um dia acabará desmaiando de tanto fome.

- Por favor, diga que trouxe comida pra mim. – Juntava as mãos fazendo bico, a mesma levantava uma sacola pequena e sorria de canto. – Isso!

- Dessa vez eu fiz só um lámen mais leve, não se anime tanto.

 

O maior ia até ela lhe dando um beijo estalado na testa, pegava a sacola e ia para um dos puff que havia no local, se sentava com tudo logo abrindo o pote que continha o delicioso lámen de s/n.

 

- Ah que cheiro ótimo! Você faz lámens tão bons! Obrigado pela comida! – Chanyeol dizia com uma voz mais doce em seguida começando a comer. A menor se aproximava dele dando leves tapas no topo de sua cabeça.

- Coma bem, viu? Assim ficará magro demais.

- Aigo! – O mesmo a olhava franzindo o cenho com a boca cheia. – Isso é impossível! Estou saudável! Estou até com uma barriguinha!

- Uh, mesmo? – Ficava surpresa retirando sua mão. – Está comendo doce demais?

- Carboidratos, era o que a nutricionista que você me indicou disse para comer.

- Claro, estava magro demais.

- Eu estava em uma fase difícil. – Continuou a comer.

- Depressão.

- Yaaa.... – Voltava à olha-la com uma cara de desgosto. – Não diga essa palavra.

 

A mesma levantou as mãos pedindo desculpas, logo ambos sorriram.

 

- Não vai trabalhar?

- Estou de folga hoje. Podíamos sair pra comer algo no almoço.

- Se a loja ficar cheia como semana passada na sua folga, vamos ter que adiar.

- Eu sei, eu sei. – Ela suspirava fazendo bico.

 

Chanyeol terminava a refeição, agradecia novamente pela comida deliciosa e guardava de volta na sacolinha. O mesmo se levantava ficando em frente de s/n, segurava seus ombros e a olhava nos olhos.

 

- Deveria ser cozinheira.

- Ya. – Ela ria tirando suas mãos. – Meu futuro já está selado! Serei advogada de acusação.

- Hmm...- Cruzou os braços encolhendo a boca. – Você não tem cara de advogada. Tem cara de dona de casa.

- Channie! – Dava um leve tapa em seu braços enquanto riam. – Não menospreze as donas de casa.

- Não irei, minha mãe era uma.

- Sim, até que eu seria em homenagem à ela. Oh, Channie! Quando vamos visita-la novamente?

- Podemos ir ao final da tarde. – Chanyeol sorria de canto. – É realmente bom você me acompanhar, ela sempre gostou de você.

- Eu sou uma obra prima. – Sorria dando uma piscada um tanto fofa.

 

Chanyeol ria dando uma leve beliscada em sua bochecha.

S/n ficou na loja a manhã inteira lendo os quadrinhos, virou um hobbie quando ela ficava de folga, era o único dia em que ambos poderiam ficar juntos o dia todo. A clientela encheu a loja depois do almoço, muitos alunos que saiam da escola perto dali iam direto para a loja comprar ou passar o tempo lendo alguns quadrinhos, além de que lá dentro havia máquina de comes e bebes.

 

- Deveria abrir uma cafeteria aqui dentro. – Dizia s/n observando Chanyeol ir até ela depois de consertar a máquina de comes e bebes que pela vigésima vez havia travado.

- Não é uma má ideia... mas falta dinheiro ainda. Trabalharia comigo?

- Se me pagar bem, eu trabalho. – Sorriu brincalhona e o mesmo riu abafado desviando o olhar para a clientela.

- Então eu seria seu chefe?

- Se for um bom chefe que me paga bem, eu deixo você pensar assim.

 

Os dois caíram na risada, mas logo foi cortada quando o avô de Chanyeol começa a gritar com algum garoto no balcão. Ambos observaram de longe a briga.

 

- Você não pode levar esse! Não vendo nem por trilhões de wons! – Gritava com o dedo levantado. – Agora saia da minha loja e não me venha mais com negociações!

- Mas senhor! Está fazendo um grande erro! É a primeira de todas as seleções de “Sr.X”! – Dizia um homem jovem que vestia uma roupa social e sobretudo preto.

- Não vou vender! Chega! Sem negociações!

- É uma relíquia!

- Problema seu! Vá embora! – O velho pegava o gibi antigo e lacrado escondendo debaixo do balcão.

- Vovô? – Chanyeol chegava perto preocupado, entrava atrás do balcão com s/n logo atrás. – O que está acontecendo?

- Esse louco quer levar meu primeiro gibi que ganhei do meu pai!

- Louco...? – O homem rangia os dentes.

- Senhor, me perdoe. – Chanyeol sorria gentilmente tomando o lugar do avô. – É que é algo realmente importante para ele, é de família.

 

O homem suspirava desviando o olha para baixo, voltava à olhar Chanyeol dando um sorriso labial.

 

- Eu entendo. Mesmo que eu poderia oferecer alguns bilhões de wons.

 

Os olhos dos dois jovens se arregalaram e se entre olharam.

 

- Cafeteria! – Os dois falavam ao mesmo tempo, porém na mesma hora levaram soco no topo da cabeça do velho.

- Nem pensem nisso! Dinheiro não é tudo!

- Bem, se me derem licença, irei me retirar. – O jovem sorria e se virava indo embora.

 

Chanyeol olhava o mesmo curioso, o homem tinha a mesma idade que ele porém seu jeito era de mais velho, era bem mais maduro. Antes do mesmo sair da loja, Chanyeol se aproximava.

 

- Com licença. – Logo o homem se virava. – Se não se importar, quem é você?

- Meu nome é Zhang Yixing, mas se quiser pode me chamar de Lay, é um apelido meu. – Sorriu de canto e entregava ao mesmo um cartão, Chanyeol pegava olhando surpreso. – Eis meu trabalho, é por isso que estou aqui.

- Aaah...O senhor também vende gibis?

- Na China. – Sorriu simpaticamente e Chanyeol ficou boquiaberto. – É uma empresa que foco nas relíquias em quadrinhos, também possuímos áreas de objetos antigos. Aliás, você e seu avô tem uma bela loja, continuem assim. Caso seu avô mudar de ideia, pode me ligar.

 

Chanyeol confirmava com a cabeça ainda com o cartão em mãos, logo atrás, s/n saia curiosa e logo se deparava com o homem.

 

- Oh, oi. – Sorriu gentilmente e Lay fez o mesmo.

- A senhorita também trabalha aqui? – Perguntou curioso apontando para o lugar.

- Não, mas eu trabalho aqui perto por tempo integral na biblioteca da cidade, estou estudando pra entrar na faculdade ano que vem. – Sorriu e Lay ficava um tanto impressionada.

- Uau, você é batalhadora e isso é encantador. – Se aproximava em pequenos passos da mesma que sorria tímida.

- Ah que isso, só estou tentando ganhar a vida como advogada.

- Isso é mais impressionante ainda. – Sorriu mais e Chanyeol começava a rir de leve.

- Desculpa interromper, mas... isso está um pouco meloso, sem querer ofender.

- Channie...! – S/n rangia os dentes o encarando.

- Já estava de saída. – Lay dava outro sorriso labial e olhava o Chanyeol, depois voltou à s/n ando um sorriso maior. – Senhorita, prazer em conhece-la.

- Que isso, prazer é meu.

 

Yixing se retirava entrando em um carro importado, os dois ficavam surpresos. Após Lay virar a esquina, Chanyeol encarou s/n.

 

- Que foi? Ele era um chinês bonito! Senti a química...

- Sehun ficará decepcionado com você. – Se virava entrando na loja.

- Ah! Ei! Não coloca o oppa no meio! – Ela entrava atrás dele. – Aliás, ele vem hoje?

- Vem, mas se comporte! Ele nem sabe que você é caidinha por ele.

- Ora essa, eu sempre me comporto.

 

Chanyeol jogou-lhe um olhar cerrado com um sorriso e canto.

 

- Que foi?

- Você é transparente, tudo que você faz dá pra notar na hora. Não sei como ele não percebeu ainda. – Colocou as mãos na cintura rindo abafado. – Como ele é lerdo.

- Hyung? – Uma voz familiar entrava na loja por coincidência.

- Sehun! – Chanyeol se animava ao ver o amigo de infância, logo levantava a mão. – Estou aqui!

 

O coração de s/n certamente disparou quando vi aquele garoto se aproximar, estava bem vestido com uma camiseta branca, sobretudo claro, calça jeans azul e um tênis branco de marca. Para s/n, ver ele entrando daquele jeito era como se estivesse em uma passarela de moda, ele era uma obra prima e poderia facilmente ser um modelo, porém o jovem optou em ser presidente da empresa do pai de jogos.

 

- Oh, s/n? – Sehun ficava surpresa ao vê-la. – Não ia trabalhar?

- Estou de folga~ - Sua voz mudava ficando doce e fina, como a de uma criança. – Você não ficou na empresa? ~

- Ah...estou entediado, a empresa está indo bem então decide vir para cá mais cedo.

 

Sehun, Chanyeol e s/n era o trio de bons amigos, gostam das mesmas coisas e fazem quase tudo juntos, mas muitas vezes Sehun está na empresa então tudo fica mais focado em Chanyeol e s/n.

 

- Aliás, enquanto estava vindo pra cá vi um cara ricão saindo com um carrão daqui. Quem era? Comprou a loja por acaso? – Sehun entortava a cabeça estranhando.

- Ah! – Chanyeol ria apontando com o polegar para o avô no balcão. – Ele queria levar o gibi dele.

- O velho?

- Exatamente.

- Sacanagem. – Riu de leve. – Certeza que ele ofereceu muito dinheiro.

- Pois é, mas meu avô é complicado.

- Depois de fechar, vocês querem ir tomar um café?

- Com certeza. ~- S/n sorria tímida e Chanyeol segurava o riso.

 

Sehun sorriu para a mesma e na hora recebeu uma ligação de seu secretário, logo teve voltar à empresa. Chanyeol olhava s/n que observava o mesmo ir embora.

 

- Ele é tão lindo... – Suspirava fazendo bico. – Aaah! Porque ele não me nota?!

- Ele é lerdo. – O mesmo riu afagando a cabeça da mesma. – Seu dia ainda chega. Agora vá se maquiar para irmos com ele mais tarde.

- É exatamente o que eu ia fazer!

 

S/n saiu correndo para o banheiro junto à sua bolsa e Chanyeol ria, ela nem gostava de maquiagem, mas quando o assunto era Oh Sehun, ela se produzia, até vê tutoriais na internet!

 

Após a loja fechar, ambos foram direto se encontrar com Sehun e frente à cafeteria mais próxima. O mesmo parecia ter se atrasado por conta do problema que deu na empresa, mas ele logo apareceu vindo correndo.

 

- Perdão o atraso! Teve um problema com servidores nos jogos rpg. – Arfava cansado. – Estão com fome?

- Morrendo. – Chanyeol sorria. – Mas vamos logo, faz um tempo que não tomamos algo juntos.

 

Aquele encontro havia sido como todos os outros, porém Sehun colocou um assunto que já estava esquecido à dois anos.

 

- Então, s/n. – Logo a mesma olhava sem jeito. – Aquele garoto ainda te persegue?

- Hm? Quem? ~

- Como era o nome dele? – Sehun se esforçava para lembrar. – Byun...?

- Byun Baekhyun? – Chanyeol fazia cara de desgosto. – Aish! Esse cara!

- Ele está sumido, mas as vezes ele aparece na biblioteca, mas eu me escondo.

- Isso mesmo. – Sehun sorria e ela olhava tímida. – Ele é um obcecado! Tem que se manter em segurança, não sabemos do que ele é capaz.

- Não precisa se preocupar tanto assim, Sehun-shi. – A mesma ria sem graça colocando o cabelo atrás da orelha.

 

O trio ficou até a cafeteria e depois voltaram cada um para suas casas. S/n por sua vez ficou enchendo a paciência de Chanyeol para que ele fizesse Sehun gostar dela, mas isso teria que ser batalha dela. 

Ao final da tarde, como prometido da parte de Chanyeol, eles foram visitar sua mãe. 

Quando chegaram no local, ambos se sentaram no gramado em frente à sua lápide. 

 

- Acha que ela está orgulhosa de mim por estar trabalhando com o vovô? 

- Claro que está. Aliás, é o pai dela. Antigamente vocês não se davam bem e agora estão realmente parecendo vô e neto. - S/n sorria para o mesmo que encarava a lápide com um sorriso fraco.

- Sinto tanto falta dela. 

- Eu também. 



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