História A Fúria de um Kirigaya - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Sword Art Online
Personagens Kirigaya Kazuto, Kirigaya Suguha, Klein, Lisbeth, Personagens Originais, Silica, Sinon, Yui, Yuuki Asuna, Yuuki Konno
Tags Asada Sino, Asuna, Egil, Kazuto, Kirito, Sinon
Visualizações 65
Palavras 945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ecchi, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Muito obrigado a todos que ainda estão interessados, peço mil desculpas pela demora, pena que na vida não fazemos apenas o que queremos. Espero que gostem.

Capítulo 3 - Parcerias...


Chegando na guilda, todos os olhares se voltaram para Kazuto e Asuna. Kazuto parecia não gostar muito de chamar atenção, mas deixou os olhares de lado, já Asuna corou de um jeito surpreendente é seguiu de cabeça baixa até a sala do líder da guilda.
   Ao chegar na porta da sala, Asuna pediu-lhe que esperasse aí fora pois iria avisar ao líder da visita. Após alguns segundos a entrada se Asuna, Kazuto ouviu uma risada alta ao estilo de um velho de voz roça. Então Asuna abriu a porta e o chamou para dentro da sala, pois o líder lhe aguardava. Ao entrar na sala, ele é assustado por uma de um velho(como suspeitava) que acariciava sua longa barba grisalha.
   -HAHAHA, vejam só se não é Kazuto Kirigaya, prodígio da família Kirigaya e filho do meu velho amigo. É um prazer revelo e testemunhar seu crescimento. -Falou o velho enquanto sorria para Kazuto.
   -O-Obrigado, senhor...
   -Max, me chame apenas assim.
   -Ok, senhor Max, me desculpe o incômodo de me receber imediatamente, mas preciso conversar algo sério com o senhor...
   -Aposto que já sei oque é! -Falou o velho sem perder o bom humor.
   Kazuto jogou o retalho de roupa que carregou até aqui em cima da mesa do velho, e disse:
   -Pouco antes do assassino matar meus pais, eu duelei com ele e arranquei isso da roupa dele.
   Nesse momento o velho deixou o bom humor de lado e pediu que Kazuto explicasse melhor.
   -Obviamente pensei que foi um de vocês, dessa guilda, que poderia ter cometido esse crime...
   O velho ficou desconfiado e olhava para Kazuto com um olhar impiedoso, mas procure compreender tudo isso. Kazuto continuou:
   -Mas após pensar mais um pouco, lembrei que meu pai estava tendo desentendimentos com a sua guilda, oque me fez suspeitar mais, mas aí eu lembrei: ele estava tendo desentendimentos com pessoas específicas, e levou esse problema até o senhor, correto?
   -Correto...
   -Um tempo depois, soube que demitiu esses "problemáticos", não é?
   -Sim....
   -Então, senhor Max, "deduzi" por mim mesmo que poderia ser um desses que foram demitidos que resolveu se vingar do meu pai, oque acha?
   -Devo admitir, seu raciocínio ou melhor....sua "dedução" foi incrível. Mas, oque pretende fazer agora Kazuto?
   -Me vingar de consciência limpa.
   -Teria alguma coisa em que eu poderia ajudar? Ja que parte do problema pesa sobre mim...
   -Não tenho nada em mente, e o senhor?
   O velho começou a pensar enquanto acariciava sua longa barba.
   -Ah, ja sei... Já tem uma traje de batalha ou equipamentos?
   -Não senhor...
   -Ja tem uma equipe?
   -Bem, não...mas eu prefiro trabalhar sozinho...
   -HAHAHA, deixa disso!
   O velho rabisca alguma coisa num papel e entrega a Kazuto.
   -Va ate o ferreiro da guilda e peça oque precisar, depois entregue isso a ele, aqui está a minha assinatura.
   -Não sei como agradecer, o-obrigado senhor...-kazuto fala sem jeito.
   -HAHAHA, não tem de quê meu jovem, venha me visitar mais vezes, posso te apresentar algumas garotas bem bonitas aqui da guilda.-Falou o velho, com uma cara sacana.
   Kazuto da uma risada e diz:
   -Eu agradeço, mas acho que já conheço a mais linda. -Kazuto dirige o olhar até Asuna, a mesma baixa o rosto corado, o velho da uma risada.
   Após sair da sala, Kazuto se sente aliviado, pois finalmente tinha descoberto um caminho, um rastro a seguir do assassino.
   Seguinda Asuna até o ferreiro, ele deixou tudo pronto até o final do dia. Escolheu a armadura, uma espada(já que ainda não tinha a idade minina para recebe-la). Terminado os pedidos, Kazuto mostrou a assinatura do velho, o ferreiro conferiu e disse que tudo bem, depois eles bateram um papo interessante após Kazuto falar que gostava do mesmo tipo de garota de que o ferreiro. Após um tempo, Asuna puxou Kazuto para longe do ferreiro e cada um se dirigiu para sua casa.
   Kazuto chegou até a casa da tia, e decidiu que iria anunciar sua jornada.
   -Tia, estou em casa.
   -Oh, olá Kazuto, demorou porque?
   -Eae primo. -comprimentou sua prima, Suguha.
   -Eu demorei porque estava com uma colega resolvendo alguns assuntos pessoais.
   A sala ficou em silêncio por alguns instantes.
   -HÃ?!?! SÉRIO MESMO?! -falou Suguha bastante incrédula.
   -Oh meu Deus, me sobrinho está crescendo. -falou sua tia, num tom irônico e brincalhão enquanto simulava um choro.
   -E também quero fazer um anúncio. Vou começar a caçada pelo assassino dos meus pais.
   A sala fica em silêncio novamente.
   -Ja está realmente preparado pra isso, Kazuto? -perguntou sua tia.
   -Sim, so falta acha minha equipe...-kazuto volta seu olhar para Suguha. -Oque acha de entrar nela prima?
   -Eu topo!
   -Ah, e por acaso vocês já tem seus codinomes?
   -E precisa? -perguntou Suguha.
   -Claro! Você não vai querer ser reconhecido por mercenários vingativos agiotas -Respondeu a tia.
   Suguha fica com uma expressão chocada.
   -Eu já tenho o meu...-falou Kazuto.
   -E você Suguha? Ja decidiu?
   -Não...mas acho que...Leafa, é um bom.
   A tia cai na gargalhada junto com Kazuto.
   -Meio sem sentido -observou Kazuto.
   -Não precisa ter sentido -retruca.
   -Na verdade, precisa sim, filha.
   -Então me fala o seu, senhor sabixão.
   -Eu tava pensando em "Kirito"
   -Viu, esse tem bem mais sentido que Leafa, acho melhor você mudar filha.
   -Eu não vou trocar.
   -Mas devia. -Fala Kazuto, enquanto da uma risada.
   -ARRGGG, MAS EU NÃO VOU!
   -Você quem sabe, "Leafa". -brinca sua mãe.
   Um doce silêncio se seguiu por alguns instantes, até Kazuto interromper.
   -Mas eu vou matar o assassino com a Elucidator.
   -Mesmo sem permissão? -retruca a tia.
   -O problema é deles se não quiserem me entrega-la.
   -Tudo bem então...
   A noite se seguiu em um clima meio tenso, que era quebrado algumas vezes pelas brincadeiras da tia, mas voltava a predominar.


Notas Finais


Muito obrigado pra quem leu, e quem gostou fique sabendo que ainda tem mais, ate logo


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