História A Garota Com O Cabelo De Sangue. - Capítulo 101


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Palavras 1.432
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Josei, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Super Power, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 101 - Uma lembrança dolorosa


-. Ele disse que quer saber tudo sobre ele, isso realmente tá levando muito a sério e ai viu o convite? – pergunta Fuuto andando pelo corredor com as papeladas e caixas, eu to carregando as caixas e os papeis são Fuuto que carrega.

-. Ele me pediu em casamento, to ainda pensando em aceitar.

-. Quer se casar com ele?

-. Pensei que me formar no ensino médio, me caso com ele e vou aceitar o convite do Mitsuo.

-. Quer escrever música?

-. Sim, eu quero muito... mesmo que não posso tocar o violino, mas quero trabalhar com o Mitsuo.

-. Entendi, vai fundar o colégio de música com o Mitsuo?

-. Sim independente para quem ama música, cantar e compor... um estúdio para quem quer começar com a música, sei que é um plano jovem para mim e pro Mitsuo, sei que dará um sucesso enorme e que eu quero continuar.

-. Boa sorte – diz ele dando uma piscadela e um sorriso.

-. Onde vão fazer esse colégio?

-. Al tem alguns terrenos, ele decidiu me dar o terreno com o lago entre as arvores é bem grande, mas será bom para construir a Academia Saotome, não quero meu nome quero escrever música.

-. Isso será um passo grande para fundar a Academia Saotome, melhor ter cuidado com esse plano – diz Fuuto empolgado mostrando o sorriso imenso.

-. Obrigado por trazer os materiais, Yatasagura-san sobre a sua formação vi que quer ser compositora.

-. Eu já componho muitas músicas para o Fuuto e o Mitsuo – digo para ele em dando de ombros.

-. Compreendo, gostaria de chamar o seu guardião responsável.

-. Ok – digo dando de ombros e virando de costas para o professor Kaname.

-. Por que, não o enfrentou? – pergunta Fuuto confuso.

-. Prometi ao Shu não me meter em problemas na escola e ele disse que vai se formar, já que eu disse para ele que quando me formar caso com ele.

-. Então é um sim.

-. É difícil para mim dizer isso, mas eu vou me casar com ele... mas eu não vou me casar com ele se não formar.

-. Você é decidida mesmo, vamos juntos nos formar e... realizar os nossos sonhos – diz Fuuto, recebo uma mensagem da... Ayane, meu celular cai de minhas mãos e meus olhos se arregalam.

-. O que?!!!

-. O que foi? – pergunta Fuuto, por que to parada?

-. Fuuto! Cuida disso, eu preciso ir... a Genji tá lá, eu preciso ir... tchau! – grito para ele saiu por uma janela, peguei meu celular e o guardei no bolso é o hospital que o Masaomi.

 

Chego ao hospital procurando saber a sala, sei que não é muito chocante, foi a mensagem que me chocou ao ver Ayane no quarto deitada numa cama e ouço um choro de um bebezinho seu primeiro filho nasceu, dois?

-. São gêmeos?!

-. Um menino e uma menina, parabéns – diz minha irmã segurando a menina.

-. Fico muito feliz que estejam aqui, eu escolhi os nomes deles, o mais velho se chama Kuro e a menor é Kumiko.

-. Nomes bonitos – diz Kurama se levantando de um banco e segurando seu primeiro filho deve ser bonito escolher um nome de uma criança, pensando bem ainda não quero ter um filho... espere significa se... eu e o Shu, ouço o choro do bebe que me faz afastar de lado.

-. Eu acho que vou lá fora – digo deixando o quarto do hospital, preciso de um tempo para respirar sento pela borda da janela para respirar, olho para o céu da tarde, deixei minhas coisas com o Fuuto deve se virar sozinho.

Meu celular acaba de tocar novamente deve ser o Fuuto me atazanando por ter largado, Desconhecido deve ser o Kino lembro que apaguei seu contato reviro os olhos e atendo.

-. O que você quer? – pergunto irritada, ouço um riso fino uma voz masculina que não conheço.

-. Criança da luz, nascida da escuridão... você realmente é a luz ou é a escuridão, seu nome lhe diz ser a luz ou é a falsa luz?

-. Quem é você?

-. Você é a luz ou não?

-. Que papo é esse tá falando? – pergunto voltando para o corredor.

-. Nada esconde a luz, eu vou tomar a sua luz – diz a voz ameaçadora que desliga na minha cara, vejo minha irmã Genji me encarando preocupada.

-. O que foi?

-. Um trote não sei, um cara me disse se eu realmente sou a luz?

-. Não entendi nada, por que disseram isso?

-. Eu não sei... ele disse que vai tomar a minha luz.

-. Eu só conheço uma pessoa que está atrás dessa luz, essa pessoa tentou te matar um ano atrás, se chama Apocryphos – diz minha irmã me puxando pelo braço e me levando para fora do hospital mesmo descendo pelas escadas eu não hesitei e tentei andar junto com ela.

-. Por que ele está atrás de mim? – sinto que tem algo na minha lembrança que me faz querer não saber porque essa coisa está atrás de mim e estava do lado de uma mulher com a cara da minha mãe, será que devo contar para minha irmã?

-. Se o Apocryphos está atrás de você, significa que não está segura aqui – diz minha irmã preocupada e apertando meu braço com força quando ela diz desse jeito tenho a sensação ruim e meu coração tá apertado de perguntar, mas eu quero tanto... será que meus pais foram mortos por essa coisa e quem causou o incêndio foi a Genji, lembrei do relatório da policia diz que foi um incêndio causado por um fogo demoníaco, será que foi você Genji?

-. Foi ele que matou a mamãe e o papai? – pergunto de cabeça baixa, minha irmã para da andar e solta o meu braço que está dolorido.

-. Você foi para o meu quarto e teve um pesadelo, dormíamos abraçada, então a nossa mãe foi para o seu quarto e ao ver o Apocryphos, ela lutou com ele usando os seus punhos, então ele a derrubou contra parede soltando um grito, você acordou assustada... eu acordei com seu choro e a levei para o seu quarto, eu vi aquela coisa agarrar o pescoço de nossa mãe, nosso pai pegou uma espingarda e começou a atirar, eu te carreguei para o quarto do Mikoto que acordou, Kevin, Sora e Tatara foram para casa dos Asahina. Papai veio até o quarto sangrando tanto disse para sairmos da cada, Mikoto te carregou para fora, mas não conseguiu Apocryphos atacou e o arremessou pela janela, você caiu no sofá, aquela coisa quebrou suas pernas uma por uma esmagando-a... você gritou com tanta dor e agonia que o papai lutou com aquela coisa e morreu na sua frente, Mikoto foi em sua direção... e...

-. Mamãe o impediu, falando para tirar você da sala que ela me salvaria – digo lembrando daquele dia, eu já senti as minhas pernas doerem quando aquela coisa esmagou, o sangue do papai jorrando no meu rosto estava quente e um gosto horrível de ferro. Seu corpo caiu no meu colo, não consegui gritar apenas ver o sorriso sádico de Apocryphos, então a mamãe lutou com aquilo o surpreendendo por trás e começando a pegar fogo, ela foi em minha direção me chamar, não senti minhas pernas a dor e tudo sumiu apenas ficou vazio um vazio tão grande...

Eu apenas vi minha mãe me abraçar e dizer que tudo ficaria bem, ela se afastou de mim e ficou de frente a criatura, ela se jogou nele e então sumiu como nada tivesse acontecido e o fogo se alastrou pela casa inteira sem deixar nada e ninguém, apenas cinzas e meus olhos olhando uma neve cair e os olhos de Vanitas me dando uma segunda chance de viver.

-. Akira? Hein! Akira! – grita minha irmã sacudindo-me pelos ombros, senti algo cair em meus olhos não sei o que era.

-. Mamãe... ela... a mamãe...

-. Akira tá tudo bem, eu vou te proteger – diz minha irmã me abraçando, eu não consigo dizer a verdade.

-. Não a mamãe... a mamãe... ela... ela... ela...

-. Fique calma, Akira – eu tento me afastar olhando para os lados.

-. Mamãe... a mamãe... ela... ela... ela não morreu...

-. O que?! Akira...

-. Aquela coisa sumiu junto com a mamãe... eu me lembro... eu me lembro... – minha voz soava tremula e olhando para Genji, será que aquela mulher é a minha mãe, não... mamãe não tinha aquele olhar estava usando o corpo dela, tudo está fazendo sentindo.



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