História A Garota Com O Cabelo De Sangue. - Capítulo 105


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Josei, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 105 - A babá de Zero


-. Sinto que gosto menos de você, por ter me deixado de vigia enquanto você fica na ação – digo ao ver ela sentada na poltrona da sua sala de conselheira.

-. Zero diz a mesma coisa de mim, sabe você se daria muito bem como amigos ou algo mais.

-. Nem pensar, ele tem uma coleira – digo apontando o pescoço, hoje to sem meu capuz porque é domingo e todos foram passear.

-. Bem a situação foi resolvida afinal Sara morreu, isso é um alivio para os caçadores.

-. Acho que ela não merecia a morte, não por ser uma sangue puro, eu sei um pouco sobre a Sara invadi a sala de registro dos caçadores, ela perdeu alguém que amou... acho que ela tinha seus motivos e deveria ter sido de outra forma um jeito que ela não quisesse morrer.

-. Sabe, você tem um lado bom por sinal Akira, não tem malicia... não tem ganancia, não tem motivos, apenas é você ter consciência de seus próprios atos.

-. Eu tenho motivos de que tudo tem um jeito de resolver e não a base de matar, você alguma vez queria que se essa pessoa morresse, mas não queria mais que morra?

-. Diva, era o nome da irmã de Saya... antes eu queria a morte dela por tudo que ela fez, mas depois de ter consciência, eu desejei que ela vivesse no final e as suas filhas... falei para o Kai que caso precise de mim, estarei por elas e quando Saya voltar.

-. Hm, você não é tão idiota assim – digo surpresa e um sorriso para ela, coloco meu capuz com a porta aberta, o diretor Cross.

-. Yuna, me ajude preciso de ajuda! Zero-kun saiu para caçar!

-. Akira, poderia fazer o favor de ir atrás dele? – pergunta Yuna com um sorriso no rosto, dou de ombros ser baba temporária, saiu pela janela como de sempre e vou atrás do Zero, chegando ao telhado eu o vejo vigiando o seu alvo um vampiro, não é nada demais ele nem percebeu que passou por um ghoul sento pela borda do telhado e olhando para baixo. Esse vampiro não tem tanta ameaça, esse Zero tá fazendo isso com meio de distração desço do telhado e corro em direção ao vampiro, pego meu revolver e espero atirar, quando ele atirou eu peguei minha arma e atirei contra sua bala. O vampiro então acaba fugindo, isso me deixa aliviada guardo meu revolver na minha coxa esquerda.

-. Por que, deixou fugir?!

-. Ele não é um alvo – respondo para ele, mesmo alterando minha voz, não tenho medo dele e nem das suas ameaças.

-. Escute aqui sua tampinha, ele é um alvo!

-. Eu olhei a lista, ele não está na lista – digo com a voz calma.

-. Quem te mandou?

-. Yuna, me disse para ser a tua baba temporária.

-. Eu estou bem pode voltar, não preciso de você ou deles – ele é mais cabeça dura do que eu, fala sério reviro os olhos dando de ombros caminho longe dele sem perde-lo de vista, Zero mesmo andando é um caçador como eu deve ser bem difícil tipo a garota que ele gosta é uma vampira desde que nasceu, ela pertence ao Kaname.

-. Por que, não a matou? – pergunto para ele, que ao parar de andar, ele vira para mim com frieza.

-. Isso não lhe interessa – acho que não é melhor para mim não me envolver sobre um cara sendo rejeitado por uma garota, coloco as mãos no bolso e ando ainda vendo suas costas tenho que ficar de olho, como o Shu deve tá agora? -. Hein, menina!

Ótimo agora o que ele quer, ao me aproximar sinto não tem nada por aqui, por que ele me chamou até receber um chute que defendo com meu antebraço, fazendo me afastar para um beco, eu não vou atirar nele.

-. O que você é? Não tem cheiro nenhum nem parece que existe, por que está aqui? É uma inimiga? – pergunta irritado, ele é forte para um vampiro que tenta me imobilizar, mas dou uma joelhada no seu rosto fazendo cair no chão, ele remove minha jaqueta fico de costas agachada com o cabelo todo escondendo meu rosto, eu sinto cheiro de pólvora -. Eu atiro se fizer alguma gracinha.

Eu levanto os braços que ao mostrar meu gesso no meu pulso direito fico ainda de costas sentindo a ponta do cano da arma tocando minha cabeça, se ele atirar posso quebrar seu braço virando-o isso seria muito obvio a força dele não é tanto assim.

-. Vai atirar em mim? – pergunto para ele mantendo minha voz grossa e disfarçando.

-. Eu posso te matar... não abuse, menina – reviro meus olhos virando para o Zero, mantenho minha expressão calma e olhando friamente para ele -. Yuki?

Eu chuto sua mão que segura seu revolver e carrego a arma apontando para ele, sua expressão mostra em choque.

-. Meu nome é Akira Yatasagura, eu não sou Yuki Kuran... eu posso explicar, só se você parar de chorar por ai – digo para ele irritada, arremesso a arma para ele e pego minha velha jaqueta que está no chão e minha mochila -. Sabe é muito difícil alterar a voz, isso complica o meu trampo quando tenho que ser a sua baba.

-. Quem é você? Por que tem o rosto da Yuki?

-. Eu já disse, meu nome é Akira Yatasagura... agora não tá mais zangado precisamos voltar, vai chover – digo colocando o capuz e pegando sua arma no chão, chegando a sala do conselho removo o capuz ensopado que acabo espirrando.

-. Saúde – diz Yuna preparando um café para mim, eu mostro a língua.

-. Seu café é horrível, posso fazer melhor que esse.

-. Então o Zero-kun viu teu rosto, como ele agiu? – pergunta Yuna, ao ver a porta se abrir e um Zero todo encharcado.

-. Me devolva minha Blood Rose – diz ele com uma voz calma, a expressão de Yuna ficou chocada.

-. Não, eu não devolvo nem que os porcos fossem para o espaço.

-. Isso é impossível – diz Yuna dando um sorriso irônico, bebo mais um gole do café horrível.

-. Olha esse café tá horrível.

-. Eu sei, quer café? – pergunta Yuna oferecendo uma xicara para o Zero.

-. Por que, ela tem a cara da Yuki?

-. E eu vou saber, quando a vi... fiquei surpresa como você, mas ela é totalmente diferente da Yuki que eu e você conhecemos, eu gosto dela – diz Yuna deixando sonhos com creme.

-. Eu não gosto de sonhos, você tem torta?

-. Não.

-. Porcaria – digo me levantando e jogando o café na pia, depois lavando a xicara.

-. Vou pegar uma toalha, com licença – diz Yuna me deixando com o idiota aqui, vou na pia pegar o pó de café para fazer um café bom.

-. Quem é você?

-. Eu sou Akira Yatasagura, já disse – digo fervendo a agua, deve ter alguma torta por aqui, eu odeio sonhos.

-. Seu nome é Akira de onde veio? – pergunta querendo saber, porcaria não tem nenhuma torta por aqui, ao ver a agua fervendo vou até o pequeno fogão pegando pela caneca quente e colocando no coador devagar, para fazer um pequeno buraco, depois pronto o café do Yomo que sempre faz para mim, fiz uma jarra. Sento no sofá para tomar agora um bom café, quentinho e delicioso.

-. O que você quer?

-. Você é humana e não possui cheiro, tem o rosto da Yuki até a voz dela, mas tem uma personalidade diferente e seu sotaque também é... mas o que faz aqui?

-. Vim proteger Yuki Kuran, só isso – digo tomando um gole do café que eu fiz, saudade do pessoal daquele café como devem tá lá o pessoal.

-. Proteger uma vampira, Yuna te contratou para isso?

-. Por ai eu acho – digo dando de ombros e olhando para o teto, ouço barulho de trovão.

-. Por que quer proteger, Yuki?

-. Porque sou uma caçadora, eu devo proteger é o meu trabalho – respondo para ele, minha voz é calma e natural sem aquela coisa de obrigação apenas minha própria vontade afinal é a minha missão proteger as pessoas.

-. Mas Yuki é uma vampira... você é uma caçadora, desculpe você é muito parecida com ela.

-. Eu não sou ela, eu sou Akira tá legal vou colocar o capuz isso deve ser mais fácil – digo colocando o capuz, Yuna volta com a toalha jogando para mim -. Por que me deu?

-. Poderia seca-lo?

-. Nem vem que não tem – digo jogando a toalha para ela.

-. Querida, eu sou conselheira faço as pessoas fazerem amizades melhor que aquela salinha – diz Yuna jogando a toalha de volta para mim.

-. Mas não tem muitos alunos ou pacientes, por que será? – pergunto jogando a toalha para ela, que então Yuna mostra um sorriso.

-. Eu não vou seca-lo – diz ela jogando a toalha para mim, eu jogo na cara do Zero por fim.

-. Eu vou ver voltar pra cabana se precisar de mim só me ligar – digo me levantando, abro a porta e vejo o Shu na minha frente com uma expressão de pouco caso.

-. Aonde esteve?

-. To sendo baba desse babaca que termina por hoje, vamos? – pergunto para ele, olhando para o corredor a chuva vai passar.

-. Assim está me deixando com ciúmes.

-. Relaxa tenho olhos só para você – digo para ele não se preocupar.

 

Vendo a chuva pela janela fico pensando nos meus irmãos e meus amigos que deixei para trás, isso deve deixar o Shu mais feliz quando a cara de ciumento dele que está na cara dele.

-. Por que tá com ciúmes? – pergunto olhando em seus olhos, sua camisa tá aberta me aproximo para fechar, ele segura as minhas duas mãos.

-. Eu não gosto do olhar dele... – diz ele beijando minhas mãos, e depois na ferida do meu dedo, eu me aproximo dele para ver seu rosto mais de perto -. O que foi?

-. Seus olhos, eu gosto da cor deles – digo olhando em seu rosto, ele olha meu rosto que aperta meu nariz com a mão devagar, depois minha orelha então ele passa seus lábios para os meus devagar tocando seus lábios.

-. Está machucada? – diz ao ver meu hematoma, no meu antebraço esquerdo de cor roxa, ele acaba beijando meu hematoma depois me dar um abraço.

-. Eu to legal, espere... Shu – digo sentindo seus lábios beijando minha clavícula e depois acariciando minhas costas devagar, eu senti seus dedos longos deslizar, isso me fez segurar e eu não consigo minhas pernas acabam tremendo, ele tá me deixando fraca.

-. Estou com calor – a sua camisa deslizando seu ombro, eu coloco em cada ombro, ele se afasta devagar -. Hm, você pensa em tirar minha roupa ou fazer alguma coisa comigo?

-. Não, eu vou... – senti seu outro beijo em seus lábios, além de me levantar junto com ele e me carregando para o quarto além dele passar a mão em minha cocha, além de me deitar na cama me abraçando -. Shu, por que está assim?

-. Não gosto do olhar dele, tem de alguma forma de evita-lo?

-. Ele é meu trampo sou a baba dele, isso não muda minha função já que não posso fazer nada – reclamo lembrando de sua personalidade rebelde e rejeitado por uma garota que descobriu ser uma vampira e ainda está apaixonado por ela, não entendo muito essa coisa de rejeitado.



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