História A Garota Com O Cabelo De Sangue. - Capítulo 50


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Palavras 2.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Josei, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Super Power, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal, hoje tive uns probleminhas de colocar esse cap primeiro vergonha, segundo o que vão pensar de mim que sou uma pervertida! terceiro, coloquei sem pensar duas vezes o que escrevo nessa história, e a por favor, vejam outras fics que eu fiz e as que viram em 2017, que uma certa personagem me trancou no armário e começou a... só de lembrar dela, quero dar uma lição nela, preciso ir pessoal.
Boa leitura e obrigada por você ler.

Capítulo 50 - Cap 45 - Desejo


-. Me desculpe, Al juro que não sabia disso – digo para ele me curvando por completo.

-. Não foi culpa sua querida, foi minha... eu te dei muita liberdade e um vampiro como aquele aproveitou sua inocência infelizmente não posso mata-lo – diz Al com um tom nervoso, porcaria isso não vai dar certo.

-. Calma, Al foi só uma vez – digo tentando acalma-lo, foi segunda vez pra falar a verdade.

-. Filha esse sujeito é um aproveitador, mesmo tendo trocado sangue isso faz com que não posso machuca-lo.

-. O que é isso trocando sangue? – pergunto para Al, confusa até ele sentar no sofá, vejo uma expressão sombria.

-. Você e esse sujeito, se tornaram amantes... quando um vampiro troca sangue com alguém humano, ambos ficam ligados em pensamentos, desejos e sonhos, algo forte uma atração avassaladora, eu já fiz isso com alguém que eu amava, mas faz muito tempo.

-. Como faço pra tirar isso? – pergunto para Al.

-. O que te deu o sangue, precisa parar de beber o sangue dele assim ficara livre dele.

-. Para de beber o sangue? Do Shu – digo lembrando da banheira, porcaria porque estou pensando nisso me levanto do sofá -. Porcaria, por que estou pensando nisso?!

-. Akira, ele fez algo sujo com você? – pergunta mudando sua forma sombria, mais pesada do que antes.

-. O que? Eu... eu... isso é coisa minha eu vou pro quarto, com licença – digo me apressando para voltar pro quarto de hospede às pressas, respire fundo pense em outra coisa Akira, não pense em nenhuma banheira, vamos, pense em... filmes de terror, fazer o Fuuto mulher, comer de comida, batizar o chá da Beth, trabalhar no Re, levar surra da Touka, levar sermão da Saya Kisaragi, proteger a Ema dos rapazes, brincar com o esquilo, qualquer coisa menos, em coisas pervertidas!

Abro meus olhos arregalados até ver o Ruki na minha frente com uma expressão de raiva, acho que ele recuperou a memória nem está com aquele olhar anterior.

-. Você parece mesmo com Yuki-sama, só que tem uma personalidade diferente do dela, mas tem os mesmos gestos – diz se aproximando -. Se você fosse vampira, entenderia meus sentimentos? – até tocar em meu rosto com a sua mão. Estranho ou será que ele não recuperou a memória?

-. Eu prefiro ser humana do que vampiro, não entendo sentimentos de ninguém nem os seus Ruki-san, apenas que se eu fosse vampira, eu me mataria do que sentir minha alma presa em meu corpo – digo afastando sua mão e passando por ele.

-. Você está ligada em um vampiro, como Shu... queria que não fosse com ele – diz com a voz abafada, não queria nem com você ou com ninguém essa tal de ligação, apenas que evitei de morrer e agora sinto uma forte atração pelo Shu, porcaria acabei de pensar nele!

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Rosyuya.

Pensando em coisas pervertidas, Akira sua danadinha ainda é menor de idade espere em completar 18 anos para poder-

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-. Para com isso! Nunca na minha vida isso vai acontecer! – grito para a autora da minha história, bem a indicação diz que é pros 18 anos, respire fundo ainda nem chegou ao final quando chegar o final saberá o que aconteceu -. Não coloque essas cenas de maneira alguma!

-. Com quem está gritando, Akira? – pergunta Ayato se aproximando.

-. Nada, só coisa minha... acho que vou pro quarto de hospede.

-. Hein – ao me chamar, viro para ele esperando dizer alguma coisa -. Se o Shu te fizer algum mal, me chama, afinal sou também a sua família.

-. Obrigada, Ayato-san.

-. Não sou velho, pode me chamar de Ayato ou de irmão? – pergunta com um sorriso.

-. Ayato-nii tá bom?

-. He, melhorou nos vemos depois, tampinha – diz balançando a mão, ele me faz lembrar da minha irmã mais velha até nos gestos é como se ela tivesse aqui, me fez até me sentir melhor. Chegando ao quarto de hospede vejo alguém na cama que estou dormindo me aproximando, retirando os lençóis.

-. O que faz, ai? – pergunto para Shu que me puxa me deitando perto dele, com um suspiro me afasto o empurrando, ao sentar na cama digo -. Essa cama é minha, não vou dormir com você!

-. Senti saudades, quer continuar onde paramos? – pergunta tocando em minha mão esquerda com cada dedo seu.

-. Quer um tapa? Eu não sinto fraqueza ainda se eu precisar te chamo, agora saia da minha cama – digo para ele em um tom cerrado, até agarrar sua mão e torcer com força.

-. Ainda sua agressividade, podemos brincar um pouco? – pergunto com um tom preguiçoso tocando com sua mão livre no meu rosto.

-. Não, sou brinquedo.

-. Não, você não é meu brinquedo, você é minha – diz ele tocando em cada ponta do meu cabelo, mesmo com essas provocações que me tirando do sério, ainda assim não sei o que ele me viu e começou a isso?

-. Eu não tenho dono.

-. Eu sei, eu não disse que sou seu dono, é apenas minha e de mais ninguém – diz ele sussurrando em minha orelha com um tom provocativo.

-. Escute aqui, só o seu sangue me mante viva, mas agora não preciso mais do seu sangue, saia daqui.

-. Entendo, seu pai não te explicou de maneira certa, você perdeu muito sangue e precisa beber bastante o meu sangue ou vai acabar morrer, se parar de beber... seu corpo ficara dormente como de uma boneca e aos poucos morrera, vai precisar de mim mesmo me rejeitando – diz ele com um sorriso nos lábios e tocando meu pescoço com seus dedos depois meu ombro direito até me abraçar.

-. Essa brincadeira vai acabar logo e vou ficar livre de você quando não precisar mais de você – digo para ele.

-. Eu quero aproveitar cada momento com você – diz deitando na cama junto comigo, já quebrei o pulso dele e de alguma forma não está mais quebrado.

-. Você vai algum dia dizer que me ama e quando esse dia chegar, quero ouvir de você – diz ele me cobrindo.

-. Al vai te matar quando esse dia chegar – digo virando de costas para ele, até pegar no sono mesmo não conseguido dormir com ele do meu lado sentindo seu braço ao redor em meu ombro do outro lado.

-. Vale o risco, Ruki disse alguma coisa para você? – pergunta com uma voz preguiçosa, em silencio sinto o queixo de Shu em cima de mim.

-. Ele disse que queria entender seus sentimentos se eu fosse a tal “Yuki” – digo ao sentir os braços do Shu me envolver em seus braços ficando de frente para ele, eu inclino para me afastar.

-. Você não é você, ainda precisa recuperar as forças.

-. Eu não estou com sede e saia da cama – digo com um olhar de raiva.

-. Ainda é cruel comigo, quando precisar do meu sangue, vou estar bem aqui – diz ele se aproximando, ao me abraçar sentindo seu corpo me abraçar com força.

-. Shu, isso é o sangue... não é verdade nada disso, hein acorda vai... Shu! – digo tentando acorda-lo, mas nada eu virei um urso de pelúcia, ao virar para cima durmo em cima dele, com as duas mãos juntas perto de mim, me levanto mesmo com as mãos na cintura acabou dormitório preciso sair daqui, tiro suas mãos devagar passo a perna por baixo dele vou lentamente indo direto para o outro lado.

Até sentir me abraçar de lado, sem chance de escapar 0 para mim, 1 para o Shu acabo dormindo com ele aqui abro os olhos lembrando que dormi com um vampiro quero esquecer isso de uma vez até sentir uma fraqueza no meu corpo de novo. Vejo os olhos de Shu abertos do meu lado, com um suspiro ele senta na cama me pegando pelo braço ao me abraçar por trás sentado, não consigo abrir os olhos minhas pálpebras estão doloridas.

-. Calma, eu já vou te dar – diz parecendo alguém que quer me dar um doce, mas em troca é ele me dando seu sangue, ao sentir o gosto doce e gélido em minha garganta, abro os olhos arregalados vendo que estou bebendo o seu pulso direito sinto dois buracos pela língua, até sentir o rosto do Shu esfregando com o meu de lado. Me afasto do seu pulso e inclino meu rosto para o outro lado -. Está com vergonha, seu rosto está vermelho.

-. Não é isso... só está muito perto – digo até ele me olhar bem nos olhos.

-. Perto, tão perto e você está desse jeito, que não consigo me segurar – diz ele tocando os lábios nos meus apenas tocando.

-. Shu, isso é o sangue... não é você... – digo sem folego, ao beijar os meus lábios é confuso minha cabeça está girando tanto afasto com falta de ar.

-. Desculpe, estou te machucando é que não consigo parar isso – diz Shu com a voz de excitação, meu corpo não está obedecendo quando ele me abraça de frente assim o que é isso? Eu não entendo nada.

-. Shu, não... eu não... – fecho meus olhos sem mesmo lembrar de mais nada acordo da cama e vejo que ainda é de noite isso foi um sonho, um sonho muito cabuloso.

-. Akira, volte a dormir – diz uma voz, vejo que é o Shu deitado do meu lado, quando foi que... aquilo era um sonho? Eu sonhei com.

-. Eu não sinto vontade de beber sangue, mas o que aconteceu?

-. Você sonhou comigo é natural, estávamos em algo tão bom volte a dormir – diz ele pegando a minha mão, acariciando-a.

-. Acho que não quero dormir e sonhar com aquilo – digo me virando para sair da cama.

-. Foi só um sonho é normal, sonho com você e é um dos melhores sonhos.

-. Você tentou fazer aquilo em mim, nos seus sonhos seu pervertido – digo irritada, me aproximo dele até ficar mais perto do seu rosto -. Quanto tempo vou ficar bebendo seu sangue?

-. Não sei, quer continuar? – pergunta tirando o mp3 pelo pescoço em um suspiro, mordo com força seu pescoço até sentir o gosto do seu sangue até morder de novo e de novo, até sangrar.

-. Akira, ah... assim você está sendo bruta – diz ele excitado, o que agora eu penso é seu sangue e apenas isso, pela primeira vez pensei em como um vampiro e isso me dá náusea só de sentir essa sensação ruim.

Paro de morder vendo a ferida sangrar mais e mais, me aproximo passando a língua na ferida mesmo gemendo que nem mulher vi que estou machucando-o do que machucando a mim mesma e o que eu posso fazer se não beber eu morro... me afasto vendo a expressão de Shu que mostra um sorriso se aproxima para me beijar que digo.

-. Você não se sente ferido?

-. Eu não me arrependo.

-. Por que, não bebeu o meu sangue quando disse aquelas coisas e por que não me enganou para você me seduzir e beber o meu sangue? – pergunto para ele olhando em seus olhos, sua expressão é séria e deitado na cama responde.

-. Eu tentei, de verdade eu tentei... só que, você me impedia a minha natureza e meu desejo pro você não pelo seu sangue, mas você... seu sangue não é o bastante que eu queria, era você – diz ele tocando com as duas mãos em meu rosto.

-. Eu não sou desejada por ninguém e não sou fetiche de vampiro, você é um maluco – digo para ele por sinceridade.

-. Seu jeito de falar o que pensa me motivou a gostar mais de você e mais... sei que sou irresistível para você – diz ele se levantando e lambendo meu queixo sujo do seu sangue.

-. Tenho pena da Yui que fazia essas coisas com você e das outras garotas que passaram na sua cama – digo para ele com uma cara de nojo.

-. Quer que eu faço o mesmo?

-. Não, prefiro apenas beber o seu sangue só de falar com você me dá uma vontade de meter um soco na sua cara – digo para ele irritada.

-. Hm, ao invés de me bater ou dizer que sou um pervertido e que faço coisas desagradáveis com você agora, me dê uma chance de te mostrar o...

-. Desculpe, seu sangue fala mais do que essa sua boca, posso voltar a beber? – pergunto diretamente ignorando o que ele diria.

-. Assim vai me deixar excitado – diz com um tom calmo na voz.

-. Cala boca – digo voltando a chupar seu pescoço cadê a ferida, mas já se curou porcaria, vou ter que fazer outra mordida.

-. Não precisa me morder de forma tão brutal – diz ao me dar um beijo de língua, sinto o gosto do seu sangue até ele me abraçar prefiro beber no pescoço ou no pulso, aqui é muito nojento e viscoso. Inclino para o lado direito sentindo o gosto mais forte do sangue, até sentir sua mão em minha cintura, passando pelas minhas costas ao terminar de sentir o gosto, faço uma cara de pouco saco.

-. Prefiro no pescoço.

-. Hm, você é a garota mais estranha que eu conheço – diz ele se aconchegar na cama e fechar os olhos.

-. Já vai dormir? – pergunto para ele.

-. Não quero perder, mais nenhum sonho.

-. Seu... TARADO! – grito fechando a minha mão direita e um soco em sua cara, com irritação.

-. Ouch!



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