História A garota da Harley Davidson - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Romance, Sexo
Exibições 10
Palavras 2.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Me desculpem a demora, final de semestre uma loucura.
É uma história um pouco fora do que estão acostumados e obrigada por lerem!

Capítulo 6 - Despertada


Fanfic / Fanfiction A garota da Harley Davidson - Capítulo 6 - Despertada

Autora

Aquela garota era o orgulho da escola mas invejada por vários. E só porque era menina tinham meninas que não gostavam dela. Afinal o que ela fez para elas? Nada. E se fosse menino? Com certeza estaria se dando bem com todos e não teria inimigos. Muito pelo contrário muitAS estariam em seus pés.

Enquanto a vida estava nas mãos da sorte, ela não tinha com o que se preocupar. Pais, família, prêmios em competições como matemática e física, prêmios desde pequena como os de soletrar e por ai ia. Fora que fazia karatê. Mas em seus 14 anos tudo mudou. Sua mãe ficou doente, e era terminal.

Lily Marshall...tinha uma doença terminal que fez ela descansar deixando sua filha com 15 anos.

 

Keira

Desde os meus 14 anos a batalha da minha mãe começou com uma doença terminal. Eu a vi na cozinha desmaiada e sai correndo pela acudi-la. Lembro quando os médicos me disseram palavras que eram facadas dilacerantes e me cortava ao meio. Iria perder minha mãe...apesar de tudo eu sempre enfrentava com um sorriso estampado pois minha mãe nunca deixou de sorrir e não quis demonstrar nenhuma fraqueza para ela apesar de meus olhos estarem roxos. Ela sabia que eu estava sofrendo…muito...meu porto seguro estava sendo levada cada dia que passava para mais longe de mim. E depois de um mês que completei 15, ela se foi.

Lembro de trazer minha última medalha que tinha ganhado...era de física...mostrei para ela conseguir sentir felicidade de sua filha. Eu dava meu melhor nos estudos para sempre deixa-la orgulhosa. Ingenuamente achava que isso deixaria feliz. Até hoje eu não sei o que a fazia mais feliz naquele momento da vida em se aguardar a morte chegar.

Eu estava com ela segurando a mão dela e ela olhava para mim...esse dia eu sentia algo muito estranho...a sensação era pesada.
A noite chega e minha mãe precisou de aparelhos para respirar. Quando ela me perguntou: “Filha, você está feliz?” ela disse cada palavra com muita dificuldade. Cada piscada que eu dava sem saber responder sua pergunta era uma despedida. Comecei a chorar...e muito. Sua outra mão veio até meu rosto me fazendo olhar para ela. A luz do sol se pondo e misturando com o céu escuro e os últimos raios de sol batia nela a fazendo iluminar como um anjo.

- Filha corra atrás do que te faz feliz. Corra atrás do que vai colocar um sorriso em seu rosto. Eu quero sempre te ver com um sorriso de felicidade no rosto da minha linda filha que Deus me deu de presente. Você é meu mundo aqui na terra querida. Mamãe te ama muito.

Ela me deu um sorriso mais lindo que já vi...nada se comparava a paz que ela estava no rosto. E eu...como um lixo só consegui retribuir com lágrimas de desespero que queria puxar e salvar ela, mesmo sabendo que nada poderia salvar. Vi ela fechando os olhos.

Meu mundo parou...eu não vi mais nada...era tudo branco em minha volta.

Quando percebi estava chorando sentada na poltrona do quarto que ali, um corpo que eu chamava de mamãe tinha sido levado embora. 

Tinha perdido o chão...

Desde então eu não me lembro de muita coisa...pois quando acordei estava em minha cama. Não sei como fui parar lá...provavelmente de tanto chorar adormeci na poltrona do quarto do hospital e alguém me trouxe. Meu pai me trouxe.

Sai do meu quarto procurar meu pai e ele estava deitado no sofá com a tv ligada. Nunca vi um homem que sempre se vestia bem e transmitia um ar de poder poderia um dia...transmitir um ar de derrota. Nem me lembro dele quando minha mãe estava em seus últimos dias. Quase não nos falávamos...pelo menos da minha parte. Mas ele sempre vinha puxar assunto...acho que ele queria me confortar.

Mas logo depois descubro que meu pai vem há 2 anos lutando com um câncer. Mentira...viu... tinha perdido quase todos os membros da minha família... meu avô paterno morreu com câncer. Meu avô e avó materna morreram também. Meu avô materno foi por causa da depressão que deixou o fraco e acabou contraindo uma doença que o corpo dele não aguentou. E minha vó materna por causa de uma doença no cérebro. A morte do meu vô foi a minha vó...parece que até soa romântico. Morrer por alguém ou por causa de alguém que se ama...ou até pode ser doentio? Não sei...só sei que foi o que aconteceu é que meu vô morreu por ter perdido minha vó.

A doença da minha mãe foi o que ela herdou da minha vó. Engraçado que poderia acontecer comigo. Então quando descobri que meu pai estava doente também fui fazer exames. Algum milagre da vida era para eu não morrer? Pois era totalmente saudável. Só precisaria tomar cuidado com o câncer.

E aqui estou eu...lembrando dessas coisas enquanto faço uma tatuagem...é um delicado buque de flores que estou fazendo em homenagem a minha mãe. Ela amava flores com todo o seu coração e de tão linda por fora e por dentro que ela em si era uma flor. Fiz a tatuagem somente em preto e com linhas delicadas nas minhas costas entre as omoplatas.

- Falta quanto? – perguntei para o tatuador.

- Cara relaxa fica bem quietinha que ainda falta tô na metade. 

Eu continuei a relaxar. Bom devo explicar como vim parar aqui.

Eu sempre achei legal tatuagens e meu pai tinha algumas. Ele costumava esconder mas quando principalmente não estava de terno não tinha como esconder as tatuagens dos braços. Então para mim era algo normal que para muitos não é. A vontade de fazer uma tattoo surgiu dai. Mas nunca liguei nisso pois focava nos estudos.

Porém logo quando minha mãe se foi e descobri a doença do meu pai, meu mundo não existia mais. Ia mais ou menos para a escola e era como se eu estivesse fazendo as coisas no automático e não fazia nada. Eu tinha um namorado...seu nome? Adam, era dois anos mais velho do que eu porém eu era um ano adiantada no ensino médio. Ele tinha se aproveitado da minha fragilidade e me convenceu de ir para cama com ele. Fui...fraca do jeito que estava. Mas eu não senti muito prazer...foi estranho...doeu...e foi estranho. Odiei minha primeira transa.

Acho que ele percebeu que eu não estava satisfeita e nem consegui satisfaze-lo. Por raiva ele me traiu uma semana depois que dormimos juntos. Soube pela minha melhor amiga Zara.

Fui tirar satisfação com ele.

- Oi amor – Falei com tom de desprezo e sarcástico -  passei aqui para te ver e perguntar da noite maravilhosa que teve com uma garota.

- Oi?...Amor do que você está falando? – Ele disse com uma cara como se eu fosse a louca.

- Querido, não nasci ontem. – Meu olhar fixava nele e meu cenho fechou com todo ódio que estava sentindo. Ele se levantou pois todos da sala olhava para ele.

- Vem cá vamos conversar em um lugar escondido.

- NÃO! ME FALA AGORA QUE PORRA VOCÊ FEZ ADAM!

Ele tentou me calar mas eu peguei no braço dele. Desde que minha mãe morreu eu parei de fazer karatê mas eu não tinha esquecido nenhum movimento. Então me defendi de sua mão fazendo ele se espantar pelo meu movimento. Ele sabia que eu fazia karatê.

- AH NOSSA AGORA TA TENTANDO ME DAR UM GOLPE DE KARATÊ NÉ SUA COVARDE!

- EU BATERIA EM VOCÊ JÁ QUE VEIO TENTAR ME CALAR FORÇADAENTE!

Vários alunos começaram a sair da sala. Ele trinca os dentes percebendo que está perdendo a moral.

- VAMOS ADAM CONTA PARA A ESCOLA TODA SABER QUE VOCÊ É UM CANALHA FILHA DA PUTA!

- OLHA SUA VADIAZINHA, GOSTARIA DE LEMBRAR QUE EU SOU MAIS VELHO, RESPEITO SERIA MUITO BOM.

-RESPEITO? VOCÊ NÃO MERECE NADA DE RESPEITO ATÉ MESMO UM CU DE UMA BONECA INFLÁVEL PARA ENFIAR ESSA SUA ROLA. – Estava percebendo que me segurava para não bater nele.

- UM CU DE PLÁSTICO FAZ MUITO MAIS DO QUE ESSA SUA BUCETA.

- ÓTIMO! FICA COM CU DE PLÁSTICO E QUE SEJA UM PLÁSTICO CHEIO DE PRODUTOS TÓXICOS E FAÇA PERDER ESSA SUA ROLA DE MERDA QUE PINTO DE BORRACHA DEVE DAR MUITO MAIS PRAZER – me virei e fui indo para fora...precisava esfriar a cabeça.
E que merda acabei de falar...sério que coloquei “produtos tóxicos” na frase? Meu Deus de longe sabem que sou “nerd”.

- ACABOOOU TUDO ENTRE NÓS SUA VADIA!

Me virei e mostrei o dedo do meio e mantendo o dedo para cima posicionei nas minhas partes íntimas. Nessas horas queria ter um saco pra segurar enquanto meu dedo era fazia o trabalho de xingamento silencioso eficaz porém não me segurei de falar uma coisa:

- FODA-SE – falei em voz alta que deu para todos escutarem pois já estava longe dele.
Escutei as gargalhadas dos outros alunos.

Não satisfeito ele veio seguindo atrás de mim para continuar a briga, quando estava em um lugar visível pela escola inteira em um pátio, ele me pegou pelo braço e disse:

- Escuta aqui sua filha da puta você não deveria ter gritado e me exposto desse jeito NA FRENTE DA ESCOLA! SUA CHIFRADA! – dei um tapa na cara dele e ele me soltou e riu de lado. Dei dois passos longe dele.

- EU FUI BUSCAR PRAZER COISA QUE ERA SUA OBRIGAÇÃO E VOCÊ NÃO ME DEU SUA VIRGEM DE MERDA! FUI BUSCAR PRAZER E FICAR SATISFEITO COISA QUE ERA SUA OBRIGAÇÃO TER ME DADO.

Olhava fixamente para ele com a cara fechada. Contava....dez....nove....oito....calma Keira....sete....se acalma por favor.

- FUI BUSCAR ALGO QUE QUERIA ME SATISFAZER E ISSO É ERRADO?

Parecia que ele queria dar ênfase em sexo que teve com a outra e respondi:

- Então trair é bonito? VAI LÁ COMER A VADIA E ESPERO QUE COM TODO ESSE TUMULTO VOCÊ TENHA A FAMA DE CANALHA! – me virei e fui andando para ir embora.

- ISSO FOGE FAÇA IGUAL SUA MÃE FEZ, ELA MORREU NÃO MORREU!? ELA É FUGIU! SE TE MATASSE PARA LIVRAR DE VOCÊ IRIA SER PPUNIDA! VIU QUE A ÚNICA ESCAPATÓRIA PRA SE LIVRAR DE VOCÊ E NÃO SER CULPADA ERA MORRENDO SUA FILHA DA PUTA!

Parei...

Perdi o controle e entrei no automático...

- Me xingar tudo bem mas agora falar da minha mãe você me paga seu porra de merda. – e dei um soco que ele conseguiu se defender mas não esperava pelo outro soco do outro lado.

Brigamos feio. Mas fiquei em cima dele. Estava detonando ele. Nunca senti tanta raiva na minha vida. Não sentia mais nada a não ser adrenalina e uma força tremenda que não sei de onde pareceu.

Quem me tirou de cima dele foi o professor de educação física e ele me levou para quadra.

- Keira o que aconteceu... você não era você. Era outra pessoa.

- Desculpa professor prometo que não vai se repetir.

- Keira o diretor vai querer falar com você. Isso pode chegar na polícia. Você estava acabando com o menino.

Eu não conseguia olhar para o professor, só segurava o choro. Prometi para minha mãe que sempre vou ter um sorriso no rosto, logo não posso ter lágrimas caindo pelas minha bochechas. A enfermeira da escola chegou para me verificar se estava tudo bem. Fiquei com um corte em cima da sobrancelha e nisso tinha uma meia lua de roxo ao redor do meu olho esquerdo, um roxo na maçã da minha bochecha direita e um pequeno machucadinho no canto da boca.

- Keira...você deixou o garoto muito ruim. Ele vai precisar levar pontos. E pelo visto você também.

- Professora cuide do Adam por favor um lixo precisa de mais cuidado, afinal é tóxico.

A enfermeira da escola segurava para não rir, mas meu professor de educação física riu. Todos os professores gostaria de xingar o Adam. Ela assentiu e foi embora.

- Keira... você fez algo que pode prejudicar sua vida acadêmica. Está ciente disso?

-Sim...estou. Adam xingou minha mãe, não poderia deixa-lo ileso.

- Sabia que você fez algo que muitos professores gostariam de fazer, ainda me pergunto como você namorava ele.

- Professor...nem seis meses tínhamos, não sabia que ele poderia ser escroto a esse ponto.

- Realmente depois que ele conheceu você ele deu uma certa....mudada...porém não é para sempre que conseguimos fingir ser algo.  

Meu professor saiu por um rápido período e me sentei na arquibancada e quando voltou trouxe uma caixinha de primeiros socorros. Ele começou a limpar um pouco os meus machucados. Ardia...e quando coloquei a mão na dele pra ir mais devagar com a limpeza na minha cara, ele viu minha mão e eu também. Não imaginava que estavam com marcas roxas e alguns pequenos cortes. E nem tinha sentido nenhuma dor nas mãos porém por ter percebido isso agora, parece que as dores veio à tona.

- Keira...sua sorte é que a professora de física viu tudo. Ela testemunharia por você. Na verdade qualquer professor testemunharia a seu favor.

- Mas professor, por que diz isso? Você acha que vai virar caso de justiça?

- Não sei mas de polícia com certeza. – Ele deu um leve sorriso.

- A enfermeira Dayse disse a mesma coisa...caso de polícia.

- Terminei seus “curativos”. Mas ainda precisa de um ponto nesse corte.

- Que isso professor, ele vai fechar só, afinal não é muito grande... um ou dois pontos não vai fazer diferença. – sorri torto para meu professor.

-OLHA, perder sua mãe deve estar sendo difícil, eu vou pedir para que você vá embora pra casa. E eu vou ver como é que vamos...

Minha professora de física entrou interrompendo meu professor de educação física.

-KEIRA! MEU DEUS! Você está bem? Eu vi tudo acontecer não se preocupe estou do seu lado - ela veio correndo e me abraçou muito forte.

- O....i.. Prof...esso,ra...

-Olha para seu rosto tão lindo.... - Ela segurava meu rosto entre suas mãos.

- Eu estou bem, vou para casa agora. Mas obrigada por estar do meu lado. – sorri.

- Graças a Deus você terminou com ele....sinceramente nenhum professor gostava muito dele. Não entendíamos como você estava com ele.

- Ele tinha mudado e eu... - minha professora me interrompe.

- De fato ele tinha mudado por você, mas parece que queria só se aproveitar de você e ter você como mais um troféu na estante.

- Pera desde quando?

- Todos da escola sabem agora!

- Ah....verdade...por causa da discussão... - Fiquei meia envergonhada - mas enfim....vou para casa agora...obrigada pelo apoio e por tudo. Tchau tchau!

 Sai do ginásio e fui para minha sala, os alunos estavam espalhados ainda. Estava um tumulto. Os professores por obrigação socorreram o miserável e ligaram para os pais e estavam fazendo uma pá de coisa, um ou outro que já estavam na sala.

A professora que viria dar aula agora seria a enfermeira da escola porém acabou que ela foi socorrer o meu saco de pancadas humano e os alunos estavam dispersos. Zara estava lá me esperando e quando ela me viu, ela me abraçou

Que abraço caloroso.....

-Keira, Meu Deus eu..... Ai......olha para sua cara....tão linda e agora está tão machucada.... - Zara era um amor de pessoa.

- Calma...eu tô bem, quem não tá bem é o meu saco de pancada humano - sorri leve pra ela.

- Keira...... - Eu vi os olhos dela se encherem de lágrimas.

-Zara...não chora por favor...eu tô bem, confia em mim.

-Mas é que eu ouvi falar que vc vai pagar caro.... - Ela me disse com uma cara muito manhosa e seus olhos marejados ainda mais.

-Zara.....olha......no máximo o que pode acontecer é, eu fazer algum serviço voluntário e uns trecos assim, nada demais... E eu não queria ter dado problema pro meu pai, mas já que fiz merda, ele vai me ajudar. O diretor também...

- Eu sei Keira...mas você tem tanto futuro e isso pode ficar na sua ficha e se uma faculdade não quiser você e.... – interrompi ela.

-Zara....confia em mim...tudo vai dar certo. Não disse isso quando minha mãe se foi? – ela assentiu duas vezes com a cabeça – então...não se preocupa okay?

- Okay... – ela disse desviando o olhar para o chão.

- Agora vou para casa, fui liberada por causa disso tudo. – Fui pegar minha mochila – Tchau Zara, se mexerem com você me chama que venho correndo!

- Está tudo bem, tenho você e o Dustin... – ela sorri meigamente, nunca vi menina tão angelical.

- Tchau Zara! Até amanhã eu acho. – sorri e ela retribui e fui para a saída da escola.

Amanhã com certeza seria um saco. Parecia que algo dentro de mim despertou, sempre esteve lá mas adormecido. Desde que minha mãe morreu sinto algo dentro de mim pegar fogo. E hoje, Esse fogo foi completamente aceso pela raiva que meu EX! provocou.

Eu não queria ir para casa ainda…estava muito irritada e não queria aparecer assim para meu pai pois nunca sei quando ele está em casa. Estava ciente que causei um grande problema para ele.
Eu andava no centro da cidade e lágrimas começaram a descer: -Desculpa papai...não queria causar isso pra você.... Quando levantei meu rosto vi um studio de tatuagem. Eu parei e fiquei olhando para as fotos dos trabalhos dos donos desse studio de tatuagem...cara decidi entrar e fazer. 


Notas Finais


Agradeço novamente por lerem.

PS: está um pouco confusa eu acho mas no próximo capítulo pela visão de Brian vai estar mais claro.


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