História A Garota da Lua - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Buraco Negro, Céu, Drama, Estrela, Lágrimas, Lua, Sorrisos
Exibições 9
Palavras 296
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Fantasia, Poesias, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Depois de muito escrever e reescrever, aqui está :)

Capítulo 1 - Capitulo único - Buraco negro


A garota da Lua observava o céu eternamente noturno, iluminada pelos raios de astros que batiam delicadamente em seu rosto e pensava,  olhando para os pequenos e longínquos pontinhos brilhantes que iluminam o espaço, porque eu não nasci estrela?

Essa era uma pergunta que ela fazia constantemente. Porque ela tinha que viver à sombra do Sol? Se ela sumisse, faria alguma diferença?

Ela arrumou seu curto vestido branco e se deitou, observando novamente os planetas que giravam em torno daquela estrela tão próxima, que girava em torno da própria galáxia, está que continuava girando e girando em torno de mais centros que para a garota da Lua, eram invisíveis. Mas nada parava de girar.

Era como um peão Sem fim, puxava tudo a sua volta, destruindo e levando tudo que realmente importava.

Como um buraco negro.

Era esse buraco negro que a fazia se sentir tão sozinha? Buracos Negros eram capazes de sugar sentimentos?

Algumas pessoas na Terra são buracos negros, então.

A garota se levantou, mostrando os cabelos negros e observou ao longe o tal buraco negro. Indestrutível e cruel, sugava tudo que se aproximava. Em breve, ela seria sugava também.

Então ela sorriu.

Sorriu quando notou que as estrelas eram todas iguais, e ela não. Só existe uma Lua.

Sorriu quando se tocou que, se ela sumisse, o Sol se tornaria inútil a noite.

Sorriu quando viu que existem muitos tipos de luz.

Sorriu quando concluiu: O buraco negro não pode afetá-la.

O mesmo buraco escuro que um dia foi estrela pode voltar a brilhar.

Ela olhou novamente para a Terra,  as pequenas formiguinha humanas que se preocupavam tanto com pequenos pedaços de papel verde e destroem uns aos outros a cada piscar de olhos.

Pobres homens   Pensou.  Será que nunca apenderão a sorrir?

 



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