História A garota da moto (Castiel) (Terminada) - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Nathaniel, Nina, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Romance
Exibições 731
Palavras 1.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - "Isso, não é ser rebelde."


Estou deitada na cama a alguns minutos, levantei e fui me trocar.

Coloquei meu pijama, as duas da tarde? Sim, por que? Por que pijamas são a melhor coisa do mundo.

Como eu sai da escola uma hora, eu almocei lá mesmo. Mas sinceramente? O comidinha ruim.
Como eu sou uma pessoas extremamente preguiçosa, liguei para um fast food e pedi um lanche.

Peguei meu celular, vi várias mensagens e ligações da minha família. Achei que eles já tinham desistido.

"Eu não volto pra aí." Pensei e joguei o celular no sofá.

O porteiro avisou do entregador, e eu deixei subir.

Coloquei um roupão, qual é, ninguém vai ver meu pijama, né. E deixei a porta entreaberta.

....

Quando ouvi um rangido fui até a porta e realmente me assustei quando vi Armin na minha frente.

— Armin? — Perguntei me encostando na porta.

— Eu mesmo! Kylie, não é?

— Exatamente. — Sorri e entreguei o dinheiro a ele, que me deu o lanche. — Obrigada.

— De nada, até amanhã na escola! — Falou sorrindo e se afastando.

De fato, fui surpreendida. Entrei e comi meu lanche.

....

De noite, eu até queria dormir. Sério mesmo. Eu adoro dormir... Mas o idiota do vizinho está com a música no último volume.

Me levantei bufando e liguei para o porteiro... que me respondeu:

"Desculpe senhorita Meddison, já me ligaram reclamando... Mas... As regras aqui só funcionam depois da meia noite, ainda são onze horas e além do mais, ele pediu permissão..."

Desliguei na cara dele. Eu odeio quando não consigo dormir. A música não é ruim, mas pela mor de Deus! Eu estou com sono.

Estava com um pouco de frio, por que meu pijama é meio curto. Mas mesmo assim, peguei toda a minha raiva e bati na porta do tal Castiel.

Ninguém me atendeu. Bati mais forte, e ouvi um barulho vindo da maçaneta.

A porta abriu, me deixando ver um garoto sem camisa, com os cabelos úmidos caindo sobre o rosto e aquele sorriso.

Realmente, sexy.

—Mudou de idéia é? — Falou ficando na minha frente. Olhou-me de cima a baixo e aumentou seu sorriso.

— Até parece né meu filho? Abaixa a porra música, tem gente tentando dormir! — Gritei.

— Nada feito. Não estou infringindo nenhuma regra. — Falou.

A calma dele está me irritando. E muito. Ouvi um grito e desviei meu olhar para o local de onde vinha e vi muitos adolescentes lá dentro.

— Por que a mocinha não vem beber um pouco com nós? Conte sobre as suas aventuras pelo mundo. — Falou.

Espera como ele sabe que eu viajei o mundo?

— Não bebo. — Dei um sorriso sínico.

— Qual é... Fala sério. Todo mundo precisa disso. — Falou e chamou um garoto para perto.

Quando pisquei vi que era Alexy e o mesmo sem pensar me puxou para um abraço.

— Ah! Gatinha! Eu não sabia que você viria! — Me olhou de cima abaixo e vi o Castiel rir. — Há? Você mora aqui!?

— Em frente... — Apontei para minha porta.

— Então, vamos arrumar uma roupa melhor pra você curtir a festa. — Disse Alexy me empurrando para a porta do meu apartamento.

— Espera eu não... — Fui interrompida por Castiel fechando a porta e rindo.

— Estamos te esperando Kylie. — Falou antes de fechar por completo a porta.

....

— Não Alexy, não quero ir à festa alguma! Quero dormir! — Falei olhando para ele que mexia no meu armário. — E eu não te dei toda essa intimidade.

— Shiu fica quieta. — Pegou um vestido preto. — Pronto. Vista. Anda.

Revirei os olhos e fui até o banheiro. O vestido era simples, preto com alguns cortes e curto. Coloquei um salto e ainda emburrada fui forçada a ir para a festa.

Vai ser uma longa e entediante noite.

....

Não foi tão ruim, de fato. Mas estou com uma puta dor de cabeça.

Levantei-me, coloquei uma calça de couro a regata do Ac/Dc, e a jaqueta de sempre.

Tomei café e parti para a escola.

...

Nos meus fones tocava: You Shook Me All Nigth Long, minha música favorita.

“Had me fighting for air” Cantarolei baixinho, ao ver uma garota loira entrar na sala, com um garoto de óculos logo atrás dela com certeza era muito novo, parei para observar a cena.

Ela estava vestida toda de preto, e amarelo. Ridícula escolha, já que ela tinha jeito de mimada. Logo atrás entraram duas garotas.

Entrei no mean girls?

— Ambre, não tem como ele não te notar agora! Você está igual a ele! — Disse uma garota alta de cabelos curtos e negros.

— Li, tem razão! — Disse a outra loira.

Reparei, que enquanto as três conversavam o garoto fazia lições rapidamente com um copo de café do lado.

Como previsto, esse copo caiu molhando o salto da tal “Ambre”.

Você! Seu idiota, como você pode ser tão tonto!? Olha o que você fez, sabe quanto custa esse salto? Pode apostar que é muito mais do que ganha! — Gritou ela, para o garoto que pedia desculpas.

Eu me levantei, deixando meus fones e celular junto com a mochila na classe. Ergui as mangas da minha jaqueta e cruzei os braços para observar a cena.

— Uou! Agora sim, você está tão esquentadinha como ele, amiga! Isso! — Disse a garota, cujo seu nome eu já esqueci.

— Isso é ser rebelde meu amor. — Disse Ambre, colocando as mãos na cintura e dando um sorriso maligno para o garoto, que voltou a se sentar e se encolheu.

Eu me irritei, e parei em sua frente. A garota estava mais alta que eu, e pude sentir sua raiva.

Nesse momento, Castiel apareceu na sala e encostou-se à porta.

Isso é ser rebelde? Diminuir os outros? Humilhar os menores? — Eu me abaixei, ajuntei o copo e coloquei de volta na classe. — Levanta garoto. — Disse para o mesmo, que levantou e ficou do meu lado. — Tenha sua própria opinião, seja hippie, rebelde, qualquer coisa. Mas nada disso é motivo para fazer o que fez. E antes de mudar para impressionar alguém, aprenda: Nem todo rock é igual. — Dei um sorriso de lado ao ver seu rosto indignado. Peguei no pulso do garoto ouvindo os barulhos de metal das minhas pulseiras e fui até a porta da sala.

Passei com ele saindo dali abrindo espaço entre Castiel e algumas outras pessoas, antes que eu voltasse ali e acabasse com ela.


Notas Finais


Sinceramente? Que orgulho da Kylie!


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