História A garota da moto (Castiel) (Terminada) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Nathaniel, Nina, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Romance
Exibições 731
Palavras 1.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - "Entrada para o inferno"


Puxei o garoto até o pátio da escola, lá eu tentei me acalmar, já que minha vontade era voltar lá e acabar com a raça daquela garota.

— Obrigado... — Disse ele tímido. Eu o olhei e bagunçei seu cabelo. Ele estremeceu.

— Relaxa, garoto. Eu não vou fazer nada com você. — Falei rindo. — Qual seu nome? E por que estava andando com aquelas três?

— M-me chamo Guilherme, sou do nono ano... E estava com elas por que fui meio que obrigado, sabe? — Assenti. Ele olhou o relógio em seu pulso. — Me tiraram da aula de matemática...

— Você não pode entrar? — Perguntei arrumando minha jaqueta.

— Não. Esse professor não desculpa atrasos. — Falou cabisbaixo. — Mas muito obrigado, sério mesmo. Acho que elas não vão me incomodar tão cedo.

— Cedo porra nenhuma. Se elas ousarem chegar perto de você, ou de qualquer um para trata—los mal, ela vai conhecer meus punhos. — Ele riu. Tinha cabelos loiros, e tenho certeza que ficará mais bonito do que já é. — Vem, vou te levar para sua aula de matemática. — Ele era baixinho perto de mim, então passei um de meus braços pelo seus ombros.

— N—não... O professor ele... — O interrompi.

— Você quer entrar na aula? — Perguntei e ele assentiu. — Então pronto. Vai entrar, ou não me chamo Kylie.

Então, posso ter intimidado o povo "popularsinho" um pouco, mas ele entrou na sala. E tenho certeza que será respeitado daqui para frente, do modo que merece.

....

Cheguei na sala arrumando minhas pulseiras. E eu só conseguia ouvir o som padrão das minhas botas sem salto e o de metal do meu pulso.

O professor falava algo sobre alguma prova, quando entrei.

— Chegou a defensora dos... — Abreu começou, mas eu logo a interrompi.

— Cala a boca. Conhece respeito? O professor quer falar, e que eu saiba a autoridade máxima aqui dentro é ele. — Cruzei os braços, e me apoiei na perna direita.

— Você tem idéia de com quem está falando? Com a... — Novamente, a interrompi.

— Não. Você sabe com quem está falando? Kylie Meddison, prazer. Mas pode me chamar de "meu pior pesadelo". — Fui até minha classe no fundo, e me sentei. — Agora, já que educação você não tem, muito menos respeito, que tal um pouco de inteligência? Faz bem.  — Desviei o olhar para o professor, ele estava surpreso.

— Muito obrigado, senhorita Meddison. — Disse ele, arrumando seus óculos. — Continuando, como eu ia dizendo nossa prova está marcada para o dia...

Engraçado como as pessoas pensam que rebeldia define mal educação e desrespeito. Não é bem assim que funciona.

Tem diferença entre ser rebelde e ser um completo babaca.

Coitada da mãe dessa garota, ela deve sofrer muito.

Cruzei os braços me recostando na cadeira, e cruzando os pés em baixo da carteira.

Coloquei os meus fones, e fiquei ouvindo música.

....

— Hey, Nathaniel. — Chamei batendo na porta.

Eu ouvi alguns barulhos de papéis, e logo a porta foi aberta. — Olá, Kylie.

— Bora lancha com a gente. — Falei me e encostando na porta.

O olhei dar um sorriso, e ele pôs as mãos nos bolsos. — Não, muito obrigado... Eu tenho muita coisa para fazer.

— Ah, deixa para depois. Melody, você está com fome não é? — Perguntei a garota, que estava no fundo da sala. Ela devia gostar muito do cara para passar a manhã trancada aqui.

Ela assentiu, e Nathaniel acabou aceitando passar o intervalo com nós na sala de música. Nosso intervalo era de duas horas, já que teríamos aulas extras de tarde.

....

— "Não bebo" — Debochou o garoto de cabelos vermelho, ao me ver com uma garrafa de cerveja na mão.

— Uma desculpa que não colou. — Comentei, tomando mais um gole.

— São malucos, bebendo na escola. — Comentou Rosa, terminando seu lanche.

Nathaniel e Melody, decidiram não participar dessa parte.

— Estamos garantindo nosso lugar no inferno. — Falei, e todos riram. — O ruivo, sabe tocar? — Apontei para a guitarra. — Ou vou ter que tocar eu mesma?

— Pode deixar, gatinha. — Disse ele me fazendo rir e já pegando a guitarra.

— Vamos ver no que isso vai dar. — Disse Armin.

— Expulsão no mínimo. — Comentou Alexy, rindo. — Arrasa gata!

— Mostre como se toca, Castiel. — Disse Lysandre.

Sorte a nossa, que a sala de música fica no prédio velho da escola. Não vai dar para se ouvir nada. E se der também foda—se.

O ruivo tocou e eu cantei "Highway to Hell".

Até termos de voltar para a sala.

....

Coloquei a mochila em um dos ombros e sai da sala, indo até o estacionamento.

Tentei de todas as formas ligar a moto, mas ela me deixou na mão.

— Problemas com sua moto, Kylie? — Perguntou Castiel se apoiando na mesma.

— Se quer saber, ela viajou o mundo todo. Não é agora que ela vai parar. — Respondi dando um sorriso irônico e pondo a mochila no chão.

A abri, peguei algumas ferramentas e foi rápido ligar minha preciosa.

Ergui as sobrancelhas para o garoto, que levantou as mãos em rendição. — Por que não me fala como é a Alemanha?

— Quem sabe. Faça—me uma visita. — Respondi, já subindo na moto.

— Vai me expulsar de lá a facadas? — Perguntou me fazendo rir.

— Torça para que não seja uma arma. — Respondi, agora o fazendo rir.

Acabei descobrindo, que a moto foda que estava no estacionamento era dele. Mas sinceramente, ainda preciso a minha. Qual é, passamos anos juntas. Nenhuma vai substitui—la.

Apostamos uma corrida até o apartamento.

....

Me joguei no sofá, de mochila e tudo. Logo a tirei, e liguei a televisão.

Peguei meu celular e haviam muitas ligações perdidas da minha família, quem sabe um dia talvez eu as retorne.

Passei a tarde dando uma geral na moto, e tomei um banho.

Coloquei um jeans velho rasgado e uma regata branca. Coloquei minhas botas pretas com cadarços e a típica jaqueta. Peguei o capacete da moto, e passei um perfume.

Eu preciso me distrair. Por que não em uma das muitas baladas de Los Angeles?

Assim que abri a porta para sair, dei de cara com um garoto e seu sorriso malicioso.

Ele estava realmente bem arrumado. Um jeans preto, uma camisa vermelha e uma jaqueta estilo a minha mas com alguns detalhes de metal.

Ele segurava algumas garrafas de cerveja em uma mão e salgadinhos na outra. — Já que não bebe, pode me contar suas histórias enquanto eu bebo.

Eu não consegui segurar o riso, Brian a porta e o deixei entrar. Coloquei o capacete no lugar e nos sentamos no sofá. — Desculpa esfarrapada para me ver.

— Convencida é pouco para você. — Disse me dando uma garrafa. — Me conta. Como é Portland?

— Não era a Alemanha? — Perguntei, já tomando um gole do líquido amargo.

— Tanto faz, só quero te ouvir. — Disse se encostando no sofá.

Eu ri, e logo começamos a conversar. Acabei desistindo, pela primeira vez de sair.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...