História A garota da rua 37 - Capítulo 40


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Drogas, Gays, Hentai, Homossexuais, Homossexualidade, Lesbicas, Sexo
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Palavras 2.784
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoas (ou unicórnios)
Bom o capítulo tá aí e eu não vou falar nada pra deixar vocês curiosos por conta do título kskejrsksk sou mal ;3
Boa leitura e desculpem os erros :3

Capítulo 40 - Beijo bom vs Beijo ruim


          ~~ 1 mês depois ~~

Sophia on:

Acordei sentindo um fio de suor descer pelo meu rosto, droga! Eu estava tão cansada que esqueci de ligar o ar condicionado de meu quarto.

Levantei na maior mal vontade do universo e logo berrei após pisar em uma das minhas peças de lego, droga de novo! Não é atoa que minha mãe manda eu arrumar essa zona que eu chamo do quarto.

Após me recuperar da minha dor súbita, sinceramente peça de lego não pode ser coisa dos céus, fui até o banheiro sentindo a minha cueca do Bob esponja grudar na minha bunda.

Nota mental: nunca mais esquecer de ligar o ar condicionado, odeio quando a cueca gruda na bunda.

Após escovar demoradamente meus dentes sai do banheiro ainda sob efeito da famosa demência matinal.

Era sábado e de acordo com o relógio do corredor onze e meia da manhã.

- Ótimo, vou voltar para o quarto e dormir até  às sete da noite. - pensei.

Só que infelizmente no caminho de volta para o quarto acabei escutando várias risadas vindo do andar de baixo da minha casa.

- Raios! A mamãe só podia ter trazido as idiotas das amigas dela outra vez para casa. - pensei novamente.

Mas não, a maioria das risadas eram de homens, oque fez meu lado curioso ativar.

Um lado meu mandava eu ir dormir como um urso no inverno até o outro ano, e o outro lado, mandava eu descer e checar o que estava acontecendo na minha sala de estar.

Acabei que decidi descer, só podia ser alguns amigos da mamãe.

Cheguei na escada e minha respiração ficou precária ao ver os Cameron's conversando alegremente com meus pais.

- SOPHIA, ISSO SÃO MODOS? - escutei a voz estridente da minha mãe e meu olhar se direcionou nela.

- mas eu...

- não deveria vim cumprimentar as visitas com roupa Sophia? - escutei a voz do Sr Cameron. Não sei se já comentei mas eu detesto esse homem e suas piadinhas idiotas.

- r-roupas? - perguntei e então dei por mim que eu só estava usando a cueca do Bob esponja e um sutiã preto. - oh céus! Me desculpem eu...

- não precisa se desculpar, eu adorei. - disse Dany mordendo o lábio inferior, até que a cena foi bem sexy...

- Sophia vá botar uma roupa porque nós temos que conversar. - ouvi meu pai dizer, e diferente das outras vezes que ele me exigia uma conversa, seu tom era divertido.

- c-claro.

                           ~~~

Após o episódio no mínino vergonhoso de mais cedo voltei para o quarto e me troquei.

Voltei para a sala com um short jeans azul e uma regata branca.

- bom, agora sim podemos conversar. - disse o Sr Cameron.

- conversar sobre oque exatamente? - não consegui controlar a curiosidade e perguntei.

Todos da mesa deram um olhar cúmplice diretamente para meu pai que sorriu sem mostrar os dentes.

- bom Sophia, primeiramente meus parabéns, você passou em yale. - meu pai disse me encarando com um sorriso que aposto que poucas vezes ele me deu.

Meu pai aparentava estar muito orgulhoso, e tenho total certeza, aquilo era novo para mim.

Ver meu pai pela primeira vez com orgulho de mim me fez pensar em tudo oque eu fiz de errado nesse tempo, mas também me fez pensar em Elisa, será que Elisa desde o começo foi mais um dos meus erros?

- c-como assim? - perguntei ainda processando a informação.

- simples, você estudou, se esforçou e passou. - agora foi a vez de Danyela falar com um enorme sorriso nos lábios.

- eu estou orgulhosa de você. - minha mãe disse me encarando. Nem parecia a mulher que estava com vergonha de ser minha mãe a algum tempo atrás.

- agora vamos as outras notícias. - disse Sr Cameron novamente. - a Danyela também passou em yale. - o homem disse com um sorriso enorme nos lábios e eu fechei a cara.

- como assim?? - perguntei incrédula.

- vamos estudar juntinhas amor. - Dany disse e apertou minha coxa nua por conta do curto short.

- oque? Pai! - olhei para meu pai que agora também tinha uma expressão séria. - o nosso combinado não era esse.

- a Dany também se inscreveu no programa de yale filha, oque queria que eu fizesse? - meu pai disse me lançando um olhar de lamento.

- ISSO É RIDÍCULO! - exclamei olhando para todos que estavam presentes. - esse namoro é ridículo! Todos aqui sabem que eu não amo a Danyela!

- olhe aqui garota... - o pai de Dany começou. - acha mesmo que pode brincar com minha filha assim? Olhe aqui pirralha, minha filha não é uma dessas prostitutas que você anda por aí, ela merece respeito!

- respeito? Quem merece respeito aqui sou eu! Vocês estão me tratando como um fantoche, não sou nenhum boneco, eu sei oque quero, tenho livre arbítrio!

- o seu livre arbítrio acabou quando você ousou encostar um dedo em minha filha! - o homem continuou.

- as vezes eu tenho a impressão que o senhor acha que eu sou o cafajeste que engravidou a freira ali atrás. Meu caro eu não tenho um pênis ok? Se o senhor preza tanto pela pureza da sua filha saiba que se não ouve penetração a sua filha ainda é quase uma santa! - disse e em fração de segundos senti um forte soco ser desferido em meu rosto.

- JÁ CHEGA! - meu pai entrou na frente do homem. - QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA VIM ATÉ AQUI E BATER EM MINHA FILHA?

- desculpe amigo, mas a sua filha pediu, ela está agindo como uma completa idiota. - o homem disse já mais calmo.

- só quem pode bater em minha filha sou eu! Saia imediatamente da minha casa! - minha mãe entrou no meio para me defender.

- eu não vou! Vou ficar e cuidar de Sophia. - Dany disse agora encarando seus pais e eu a olhei incrédula. Eu não preciso da ajuda de ninguém principalmente dela.

- faça oque bem entender. Agora depois não venha chorar como uma idiota perto de mim, essa garota não presta para você, depois não diga que eu não avisei. - o pai dela a avisou e saiu pelo porta da frente junto de sua esposa.

Subi imediatamente para o meu quarto. Já estava estressada o suficiente para aguentar mais sermão, que eu sei que viria, dos meus pais.

Entrei no quarto cuspindo fogo e bati a porta com toda minha força. Inferno! Minha vida estava horrível.

- Sophia posso entrar? - Dany perguntou do outro lado da porta.

- não. Sai daqui.

- deixa de ser chata pelo menos por um minuto. Sua mãe mandou eu cuidar de você. Se você não percebeu seu nariz está sangrando.

Levei a mão até meu nariz e percebi que realmente estava sangrando. É nessas horas que você xinga todos os seres vivos da terra.

- entra logo vai. - abri a porta e quase me permitir sorrir com a cena que vi.

Danyela com uma maleta de kit socorros e um sorriso lindo nos lábios.

- eu disse que iria cuidar de você. - a mesma disse entrando no quarto.

- talvez eu não mereça. - eu disse coçando a nuca.

A Dany poderia até ser a louca de sempre mas de uns tempos pra cá ela estava sim diferente, de acordo com ela era por mim, oque me fazia sorrir só de pensar que ela estava se esforçando para mudar por mim. É, talvez eu realmente não mereça.

- claro que merece. Olha sua mãe disse que não tem o remédio que não arde. - ela disse sorrindo torto já temendo minha reação.

Eu ainda não conseguia entender como um remédio que era para curar, consegue fazer doer mais do que a própria ferida.

- ah não, se não for o que não arde eu não quero.

- ah sim. Pode sentando aí.

- eu não quero esse. - falei como uma criança fazendo birra.

- eu não quero saber oque você não quer. Vai ser esse e pronto.

- para de falar como uma mãe, eu não sou sua filha. - eu disse revirando os olhos.

- realmente não, até porque mães e filhos não transam, transam? - ela perguntou agora mudando totalmente sua expressão para total malícia.

- Cameron Cameron. - eu disse em tom repreensivo.

- Martins Martins - ela me imitou chegando mais perto. Perto até demais.

- eu já vi casos de incesto aonde mães e filhos transavam.

- já? Quer tentar Martins? - Dany perguntou a centímetros da minha boca, já dava pra sentir as respirações se misturando.

Eu estava me sentindo tão fraca diante daquilo tudo. Eu já estava sentindo os lábios de Danyela contra os meus, já estava sentindo meus braços envolta daquela cintura fina, já estava sentindo as mãos dela envolta do meu pescoço.

Já estava sentindo...

Até que ela me beijou. E eu cedi. Céus os lábios dela sempre foram tão macios, eu sempre amei como a boca dela tinha gosto de brilho labial de morango. Sempre foi tão doce. As mãos tímidas envolta do meu pescoço fazendo um carinho gostoso na minha nuca, ela sempre foi tão carinhosa durante o beijo que dava vontade de ficar ali por horas.

Até que o beijo virou da água pro vinho. Ela pediu passagem com a língua e eu extasiada cedi, as mãos dela entraram dentro da minha camisa e eu deixei levar. Até que eu sinto minhas costas se chocando contra o colchão da cama e o desespero bate. Eu não estava pronta e muito menos no clima para transar, e muito menos com alguém que não fosse Elisa.

Escutei alguns murmúrios da parte de Danyela e logo depois ela falando algo sobre tirar a minha camisa. Até que meu cérebro começou a comandar meus movimentos, até aquele instante tinha deixado levar apenas pelos hormônios já era mesmo hora de tomar uma atitude. Com calma afastei Dany de perto de mim, a mesma me olhou confusa.

- oque foi? - ela perguntou ainda me olhando.

- eu não posso.

- por que não?

- você sabe...

- não Sophia. Eu não sei. - Dany disse e se levantou claramente frustrada.

- eu não estou pronta.

- e por que não? Mas que merda eu sei que esse nosso namoro não é lá essas coisas todas, mas poxa, nós podemos pelo menos tentar. - Dany disse com os olhos marejados. Naquele instante eu tive vontade de bater na minha própria cara por aquilo. Meu namoro com a Elisa tinha acabado mas eu ainda não conseguia me focar em algo sério com Danyela, era tão estranho, mas tenho certeza que eu poderia pelo menos tentar.

- ei calma. - eu disse tocando seu braço cuidadosamente. - nós vamos tentar.

- v-vamos?

- é claro que vamos. Te dou minha palavra. - eu disse e logo senti os braços de Dany me envolvendo em um forte abraço

- agora vem que temos que cuidar desse nariz. - ela disse me soltando e voltando a pegar a maleta.

- de coração, eu só não bati em seu pai porque ele é velho. - eu disse a vendo pegar o maldito spray que ardia.

- não fale assim dele. Você também tem umas atitudes bem babacas as vezes... - ela disse me fazendo revirar os olhos - aonde já se viu falar sobre penetração com meu pai?

- você fala isso porque não é você que é acusada de tirar a pureza de uma freira o tempo todo.

- você sabe como os pais são.

- não sei de nada, só sei que as duas estavam muito doidonas aquela noite. AS DUAS!

- eu sei... - Dany disse aproximando o spray do meu nariz. - se você ficar quieta não vai doer tanto.

Danyela disse e borrifou o spray.

- PORRA DANY. ISSO DÓI!

- CALMA!

- CALMA? ESSA PORRA DÓI MUITO!

- eu vou pegar um pano. Fica aí.

- afff tá.

Ela saiu e me deixou lá com aquela merda de nariz sangrando mais que tudo.

Elisa on:

- bom dia flor do dia. - Henry disse me acordando.

O moreno estava com uma bandeja linda com várias delícias de café da manhã. Entre elas Nutella, céus, como ele acertou que eu amo Nutella?

- isso tudo é pra mim? - eu perguntei me sentando na espaçosa cama de Henry.

- claro, e eu acho que voce merecia mais. - ele disse com um lindo sorriso nos lábios.

Percebi que Henry vestia uma regata cinza e um short azul escuro, seus cabelos estavam molhados oque indicava que o homem tinha saído a pouco tempo do banho.

Já eu estava vestida como uma mendiga. O vestido branco que eu tinha saído com Henry na noite anterior ainda estava em meu corpo e meus cabelos estavam como um ninho.

Deixe-me explicar. Na noite anterior eu e Henry tínhamos saído para uma pequena festa de comemoração por minhas fotos da coleção verão terem vendido muito. Sim, eu acabei fazendo outros ensaios e alguns até exclusivos. Acabou que alguns investidores gostaram das minhas fotos e pediram outros trabalhos, prontamente aceitei. Eu ainda estava com um certo receio mas após uma conversa com Cris ela me aconselhou e eu achei melhor ir por ela, até porque, ela só queria meu bem mesmo.

Eu acabei bebendo demais e Henry me trouxe para a sua casa. Ele como bom cavalheiro me deixou dormir em sua cama enquanto o mesmo passou a noite no sofá.

Vendo Henry ali todo atencioso foi como uma chance para o merda do meu subconsciente lembrar de Sophia, algo que sem dúvidas não era para acontecer. Era para eu esquecer Sophia, ela me fez mal e Henry estava ali com o maior carinho comigo.

Então eu decidi esquecer Sophia pelo menos pela aquela manhã.

- gostou? - Henry perguntou se sentando ao meu lado.

- se eu gostei? Eu amei. Sabe, ninguém nunca me trouxe café na cama.

- bom, para tudo tem uma primeira vez certo? Agora só aproveita. - ele disse como sempre com um sorriso lindo. Pra falar a verdade Henry era um homem lindo em todos os quesitos.

- certíssimo.

Nós começamos então a tomar café e Henry o tempo todo contando piadas me fazendo rir todo o café.

Ele era um homem admirável.

Eu vendo Henry ali comecei a prestar atenção nos mínimos detalhes.

Olhos castanhos, pele morena clara, boca perfeita.

Boca...

Vendo aquela boca eu novamente lembrei de Sophia, será que se eu o beijasse iria sentir o mesmo que com Sophia?

Céus, eu tinha que tirar essa dúvida.

- Henry. - eu o chamei timidamente.

- eu mesmo. - o moreno me encarou sorrindo.

- será que eu posso te beijar? - perguntei diretamente e o moreno me olhou com os olhos arregalados.

Talvez eu tenha sido muito direta.

- c-claro.

Então eu comecei a me aproximar, a curiosidade me dominava. Dizem que quando você ama alguém o beijo da tal pessoa sempre vai ser o melhor para você, e céus, eu amava Sophia demais.

Mas eu tinha que tentar.

Então fui aos poucos tocando o rosto de Henry e logo aceitei o fato de que não era tão macio como o de Sophia.

Aproximei meus lábios dos dele é aceitei que o hálito de hortelã não era tão bom quanto o de chiclete de Sophia.

E então eu o beijei.

Os lábios eram macios também mas não o suficiente. Os pêlos estavam ali presentes, mesmo poucos já que Henry fazia sempre a barba, mas ainda sim estavam presentes.

Era totalmente diferente de beijar Sophia.

Era estranho, mas eu ainda não tinha conseguido entender se era um estranho bom ou ruim.

Mas eu não estava sentindo nada demais então decidi usar a língua.

Pedi passagem e Henry cedeu. Comecei então um beijo mais intenso mas nada de tão excitante, pelo menos não pra mim, então comecei algo mais "selvagem", eu praticamente estava sugando a alma de Henry para dentro da minha boca mas mesmo assim não senti nada.

Nenhuma borboleta no estômago, nenhum frio na barriga, nenhum arrepio na espinha, nada.

Parei o beijo pois já estava sem ar e pude ver os lábios de Henry em um tom de vermelho forte.

- nossa. - o rapaz disse retomando o fôlego.

- é foi bom. - menti na cara dura.

- bom, eu vou levar esses pratos para a cozinha, até. - ele me deu um selinho e saiu com a bandeja.

Me deixando lá, frustrada.



Notas Finais


Todos estamos frustrados com esse final ;(
Espero que tenham gostado, se gostaram, favoritem a fanfic e venham para o lado unicórnio da força :3
Sou nova em escrever fic's, então qualquer sugestão pode deixar nos comentários, leio e respondo todos :3
Ou se preferir pode me mandar uma Dm no Twitter :3
Twitter: @entreunicornios


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