História A garota de olhos vermelhos - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Chara, Frisk
Tags Charisk
Exibições 75
Palavras 1.962
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Hentai, Magia, Orange, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI OI PESSOA
ONE-SHOT
LEGAL
CAHRISK
SHIPPO
TCHAU

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction A garota de olhos vermelhos - Capítulo 1 - Capítulo Único

Ok, como dizer isto? Acho que tudo isso se passa algum tempo depois de uma rota pacifista seguida de genocida, mas o que foi diferente desta vez? Frisk conversou com Alphys para que utilizasse parte de sua alma para trazer Chara de volta, já que a mesma ainda tinha os rastros de “vida”. Já se passam alguns dias desde que tudo aconteceu. Chara apareceu, mas esta imóvel, por mais que Alphys tente pesquisar o que aconteceu nada foi explicado. E Frisk? Passava quanto tempo fosse necessário observando Chara naquele laboratório recém-construído na superfície, apenas esperando que ela em algum momento acordasse.

Você deve estar se perguntado, por que Frisk quer que Chara volte? Bom, eu já perdi as contas de quantas vezes Frisk fez a rota genocida, apenas para ver aquela por quem se apaixonou. Isso mesmo! Frisk se apaixonou por Chara... E foi perdida naquelas memorias que Frisk não percebeu o par de olhos vermelhos que a observava. Recém-acordada, Chara depara-se com uma visão dos céus, não por estar deitada numa maca de laboratório, não mesmo, mas por ver Frisk ali, ambas não sabiam, mas o sentimento entre ela era reciproco, Chara, por mais que detestasse ver todos aqueles monstros morrer, adorava ter Frisk por lá, embora não pudesse sair muito da “programação”.

*Frisk?... – Disse Chara, um tanto confusa, realmente não entendia como estava viva daquela forma, antes era apenas para possuir Frisk e poder apagar tudo. O que aconteceu? Como estava ali? E... A pergunta fora interrompida. Assim que Frisk olhou a garota pálida com cabelos cor de chocolate, que tanto esperava acordar, ali, não se conteve e simplesmente a abraçou – mas o que? – mesmo assustada Chara retribuiu.

* Acho que devo-lhe algumas explicações, então irei por partes. Eu não aguentaria fazer mais nenhuma rota genocida, não suportaria matar mais montros... – Frisk dizia de forma levemente cabisbaixa – Então eu fiz o que era certo a se fazer, pedi para Alphys para usar parte da minha alma e traze-la de volta... Também pretendo trazer Asriel de volta, mas...

* Mas por que diabos você fez isso? – Chara se levantou um pouco exaltada e ainda mais confusa, só então notando que era mais alta que Frisk, certo que se fosse para fazer uma pequena contagem e ver pela aparência, Frisk tinha cerca de 16 anos enquanto Chara uns 18 mais ou menos. Ela estava morta não dá pra saber com perfeição!

* P-porque e-eu... – Frisk gaguejou assustada e com medo, não de Chara, mas de ter uma reação ruim de Chara por falar os seus motivos, mas, para sorte ou azar de ambas, antes que Frisk continuasse, um ronco ecoa pela pequena sala, Chara estava com fome.

Chara cora levemente constrangida e Frisk solta uma pequena risadinha, uma musica para os ouvidos de Chara. Concordando em irem comer primeiro, as duas saem do laboratório, que era um porão ampliado da casa de Alphys, e encontram com Alphys e Undyne vendo um filme na sala, abraçadinhas como o lindo casal que as duas formam. Ambas parecem muito felizes por Chara finalmente ter acordado e a desejam boas sorte, afinal as duas na sala não sabiam o que a gorota de olhos vermelhos havia feito.

* Qual a primeira coisa que você pensa quando ouve falar de torta de canela com caramelo? – Frisk pergunta assim que saem da casa da cientista.

* Muitas saudades... Da mamãe... – Chara abaixa a cabeça um pouco ao lembrar-se de quando vivia no subsolo... feliz. Frisk sorriu satisfeita com a resposta, havia planejado tudo para quando sua amada acordasse, nunca perdeu as esperanças afinal.

As duas seguiram o caminho conversando, como amigas de longa data. Até que elas passaram por um grupo de humanos mais experientes, que se lembravam de Chara muito bem de e a olharam com ódio. A menor olhou para Chara receosa, sabia de seu ódio pelos humanos afinal, mas Chara os ignorou dando continuidade ao assunto que antes falavam, embora apertasse fortemente o punho sem que a menor visse, mas Frisk percebeu e lamentou o passado de Chara mentalmente, não sabia o que aconteceu, mas era obvio que coisa boa não era.

* Bom, chegamos, espero que Tori goste da surpresa – Chara quase se engasgou com ar ao ouvir tais palavras, isso era realmente inesperado. As duas estavam paradas em frente a uma casa como a do subsolo, mas com um grande jardim cheio de... Flores douradas. Frisk bateu na porta e logo foi atendida por... Sans.

* Hey pivete, chegou bem na hora, Tori acabou de fazer mais uma torta de caramelo e cane... – as orbitas de Sans logo se voltaram para Chara, ativando lentamente o brilho azul de seu olho, ele via Chara nas rotas Genocidas afinal. Mas logo Frisk tomou a frente.

* Sans, calma! Não se preocupe, não vai ser como das ultimas vezes! É diferente agora... – Antes que Sans falasse mais alguma coisa Toriel aparece, fazendo com ele voltasse ao normal rapidamente.

* Sans, por que demora tanto? Seu pedaço vai esfria... – Seus olhos se deparam com Frisk – Oh, olá minha criança ainda bem que finalmente chegou, me deixou tão preocupada, você ficou longe por dias...

* Sobre isso, eu tenho uma noticia para você... Eu sumi, pois estava esperando que Chara acordasse... – Toriel arregalou os olhos, mas quando finalmente notou a presença de Chara ali a mulher cabra sorriu abertamente ao receber um pequeno aceno tímido da mais alta.

* E-eu não entendo c-como? – Toriel a abraçou feliz, um de seus filhos estava ali afinal. E Chara retribuiu rapidamente sentindo depois de tempos o toque de sua amada mãe.

* Aparentemente, parte da alma de Frisk é que me trouxe de volta, com a ajuda de Alphys... – Todos entraram então, Toriel aparentava uma felicidade incontável, tanta que nem notara o olhar atento de Sans para a garota de olhos vermelhos. Papyrus ao ver confundiu levemente Frisk e Chara, mas depois de algumas explicações entendeu tudo. E quanto a fome de Chara? Acabou rapidamente com alguns pedaços de torta e muitos, MUITOS, chocolates. Demorou algum tempo, para que todos se acostumassem com Chara ali, principalmente para Sans e para Asgore (o ultimo à saber de tudo), mas com o passar dos dias tudo foi se resolvendo.

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Ok! E de Frisk contar para Chara seus motivos? Nunca aconteceu, até agora. Atualmente Chara mora junto de Asriel (que recebeu determinação por meio de um novo experimento de Alphys) e Frisk, como verdadeiros irmãos. Frisk tem tido problemas como embaixadora dos mostros e Asriel é um completo viciado em computador. Assim, ninguém notando pelo que Chara passava. Esta que estava em uma forte depressão, afinal, por mais que tudo estivesse bem, todos nós sabem o mal que Chara fez no passado, mesmo depois de 10 meses na superfície. Até que ao acordar de um pesadelo, a garota de olhos vermelhos vê uma pequena a observando, nada mais que Frisk.

* Frisk... Você não deveria estar dormindo? Você trabalha aman...

* Sh... Você estava gritando, foi um pesadelo? – a menor interrompeu parecendo preocupada

* ... É, não se procupe, já estou acostumada com eles – Chara por alguns instantes se arrependeu de ter falado demais ao receber um olhar mais preocupado ainda de Frisk.

* Por que não me falou? – Havia indignação na voz de Frisk.

* Você estava ocupada demais, não queria ser um incomodo maior... – Chara abaixou a cabeça, fazendo com que Frisk arregalasse os olhos.

* Você ser incomodo? Serio? Chara... – Frisk sentou-se na cama perto de Chara.

* Frisk, por quê? Por que me trouxe de volta? Pra que sacrificou parte de sua alma em mim? – Chara perguntou lembrando-se que Frisk nunca lhe respondera tal pergunta.

* P-por que essa pergunta agora? – Frisk corou desviando o olhar e, embora estivessem somente a vendo por causa da luz da lua que invadia o quarto, Chara notou. E se sentou para ouvi-la falar – O-ok eu falo, bem por vários motivos, mas principalmente... Porque eu te amo, Chara – A maior paralisou, aquelas palavras realmente lhe foram ditas? Depois de tanto tempo quase perdendo as esperanças?

Frisk estranhou a reação de Chara e pensando ser algo negativo aos seus motivos ela fez menção de ir embora, mas logo foi puxada de volta pelo braço, indo de encontro aos lábios de Chara, num beijo. Um beijo, doce com gosto de chocolate e álcool misturando-se com o gosto único que Frisk tinha, era um beijo necessitado para ambas, como se as duas estivessem esperando à muito tempo por esse beijo, e estavam. Mas as coisas esquentaram quando Chara pediu passagem com a língua, que rapidamente fora cedida, Frisk e Chara deitaram lentamente com Frisk por cima com a mão no rosto de Chara, que tinha as mãos na cintura de Frisk. Foi quando, repentinamente, Chara virou ficando por cima da Frisk na cama separando o beijo.

* E quem disse que você esta no controle? – Chara disse sua tão famosa frase, mas dessa vez, não com ódio, mas com luxuria na voz. Os olhares de ambas brilhavam mais fortes e com desejo naquela noite, desejo que as duas guardaram por tempo demais. As duas se beijaram novamente com mais volúpia e desejo, prontas para pararem somente quando o ar faltar.

Chara então retirou lentamente a blusa listrada habitual de Frisk permitindo-a de observar os seios médios, que parte ainda era tampada pelo sutiã, Frisk corou com vergonha de sua situação, mas fugir ali não era opção. A maior, então, passou a beijar calmamente o pescoço de Frisk, hora ou outra deixando alguma mordida ou lambida n pelo caminho que trilhava, passando pelos seios de Frisk até chegar a sua barriga, a menor já não podia contar alguns arfars ou suspiros ali, completamente entregue.

Foi a vez de Frisk então retirar a blusa moletom listrada de Chara, que usava apenas uma camiseta por baixo, mas o que assustou Frisk foram as marcas de cortes no braços da maior, passando a mão levemente pela área olha para Chara confusa, recebendo apenas uma risada rouca de Chara, que logo colou os lábios na orelha da menor e sussurrou um simples “deixemos estas explicações para depois ok?”. Ao receber um aceno de cabeça afirmativo da menor, Chara simplesmente arrancou o sutiã da menor e retirou sua camiseta preta com a desculpa de que seria para ficar justo, mas sabemos que Chara não estava é aguentando o calor. A maior então abocanhou o seio direito da menor enquanto massageava o outro, Chara lambia o seio da menor com delicadeza deixando pequenas mordidas e fortes chupões pelo mamilo da menor, a fazendo gemer cada vez mais alto.

Chara logo removeu a calça que Frisk usava junto da calcinha, subindo os lábios lentamente por entre as coxas da menor e, antes que pudesse chegar na intimidade de Frisk, Chara se posicionou de joelhos entre as pernas de Frisk e a puxou pelas coxas por um beijo forte e carregado de desejo por ambas as partes, Frisk gemia baixo contra a boca de Chara, principalmente depois que a mesma passou a massagear lentamente a intimidade de Frisk. Quando o ar faltou Chara apertou as coxas de Frisk mais uma vez antes de levar seu lábio até a intimidade da mesma, a labendo com calma e tão logo, após um pedido/gemido suplicante de Frisk, a penetrando com a língua enquanto massageava o clitóris com o dedo, obviamente Frisk gemia alto de tamanho prazer, mas daquela vez o gemido sai alto, Frisk arrepiou-se completamente e Chara sentiu a intimidade de Frisk se contrair num forte orgasmo.

Chara fez questão de lamber todo o liquido e sorrir para Frisk que sorriu de volta, exausta. Mas ambas estavam completas e Chara finalmente entendia os motivos de Frisk, que era estar com a garota de olhos vermelhos...


Notas Finais


Desculpe os erros,
Desculpe se ficou ruim
MAS OBRIGADO POR LER


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