História A Garota Do Calendário: Janeiro (Camren) - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 106
Palavras 868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, povo de Deus! Como estão? Bom... cá estou eu de novo, para mais um capítulo! :) 😍

Capítulo 12 - Capítulo 12


— Humm, você sabe que eu amo escrever roteiros de cinema. — Assenti com a cabeça. — E surfar. — Ela piscou e eu sorri. — Você conheceu meus pais e minha babá. Bom, ela era minha babá quando eu era menina. Agora ela cuida da casa.

— A sra. Croft?

Ela assentiu.

— O que mais tem para saber?

Olhei para ela, estreitando os olhos.

— Muita coisa. Você tem irmãos?

— Uma irmã. Mais velha que eu. Casada, mas sem filhos. Ela é professora em uma escola primária. O marido é o diretor da escola.

— O que basicamente explica como eles se conheceram. — Balancei as sobrancelhas e ela piscou.

— Qual é o nome dela?

— Taylor. E você, tem irmãos?

— Sim, uma irmã. Sofi, ou melhor, Sofia. Cinco anos mais nova. Ela tem dezenove e está na faculdade em Las Vegas.

— Por que você se mudou para cá?

Aconcheguei-me mais perto dela.

— Eu precisava de uma mudança. E achei que atuar era minha vocação. Ainda acho, mas... — Não queria entrar na história da minha vida.

— Mas? — ela perguntou e eu balancei a cabeça. — Se você queria ser atriz, como é que virou acompanhante?

— Dinheiro. — Dei de ombros. — Você é a minha primeira, sabia? — confidenciei. Ela se virou para mim e ficamos frente a frente. Seu rosto estava confuso. — Minha primeira cliente — expliquei.

— Ah. E que tal? — Ela sorriu. Fingi indiferença.

— Hum... sete, numa escala de zero a dez, eu diria.

Ela rolou sobre mim, prendendo meus braços ao lado do corpo.

— Ei! — repreendi, com um grande sorriso estampado no rosto.

— Sete? Você me dá um sete, mesmo sem ter base de comparação? — Ela me deu um beijo babado. Suas mãos tocaram minhas costelas e, instantaneamente, comecei a me contorcer. Eu uivava de tanto rir. Quando ela viu como eu sentia cócegas, começou a cutucar minhas costelas, cintura e coxas até eu me debater e gritar para ela parar, o riso distorcendo minha visão.

— Admita! Eu sou um gigantesco dez. — Ela diminuiu a velocidade e então parou com a tortura.

— Tudo bem, tudo bem. — Inspirei profundamente o ar abençoado em meus pulmões. — Posso dizer que você é um sólido oito. — Ela mexeu os dedos novamente. — Tudo bem, nove! — gritei e ela continuou com as cócegas. — Nove e meio! — Ela parou.

— Nove e meio dá margem para aperfeiçoamento... — Seus olhos brilhavam de alegria. — Vou reverter isso e transformar em dez antes que o mês acabe!

     Dias Seguintes:     

Fiquei sozinha nos dias que se seguiram, pois Lauren estava trabalhando em seu estúdio no filme Código de honra. Ela voltava para casa todas as noites. Jantávamos juntas, assistíamos a um filme ou ela lia um livro. Então ela me extasiava, antes que uma de nós se levantasse e fosse para seu próprio quarto. A rotina funcionava melhor do que eu imaginava. Eu tinha muita diversão e sexo mais que fenomenal, sem o risco de que emoções irritantes atrapalhassem. Esse negócio de acompanhante era demais.

Tombei para o lado depois de dar uma tremenda cavalgada em Lauren.

— Agora, linda, isso sim foi a porra de um dez! — ela elogiou. Rindo, belisquei seu mamilo de brincadeira. — Ai! Megera!

— Você é louca, sabia? — Ela se inclinou e me beijou, a mão deslizando em meu cabelo, me puxando para cima dela.

— De novo?

— Não tenho culpa. Você deixa meu pau mais duro que uma prancha de surfe. — Ela lambeu minha boca e apertou a parte carnuda do meu quadril.

— Você realmente comparou seu pau com uma prancha? — Ela parou de beijar e me olhou, um brilho sério no olhar.

— Comparei, não é?

Acenei, concordando, erguendo muito as sobrancelhas.

— O seu corpo me deixa burra e eu esqueço como se faz para juntar as palavras — ela se desculpou.

— Que seja! Estou dolorida e preciso dormir. Então, levante e leve essa bunda sexy de volta para o seu quarto. — Escorreguei de cima do seu corpo novamente, acomodando a cabeça no travesseiro e me aconchegando no edredom.

A mão de Lauren deslizou para cima e para baixo em minhas costas.

— Não está esquecendo de nada, linda? — ela perguntou, as palavras com um toque de humor.

Abri um olho enquanto ela me encarava.

— Você está na minha cama — terminou com um sorriso.

— Ai, cacete — bufei, jogando as cobertas para o lado e pulando para fora da cama enquanto ela se aninhava no edredom. Saindo de seu quarto completamente nua, ouvi-o dizer: — Amanhã é o brunch com meus pais. Esteja pronta às dez!

— Vá se danar! — gritei por cima do ombro. Assim que me virei em direção ao meu quarto, dei de cara com Judi. Seus olhos se arregalaram quando ela viu meu corpo nu.

— Puxa! Jesus amado — ela ofegou, cobrindo os olhos. A surpresa fez seu sotaque se acentuar.

Eu me encolhi e me apressei, passando por ela.

— Desculpe, sra. Croft. Eu não queria assustá-la — falei. Do fim do corredor, pude ouvir Lauren, a filho da mãe, se matando de rir. Ela deve ter ouvido quando fui flagrada por Judi. Ótimo. Ela já achava que eu era uma prostituta contratada, agora provei que ela estava certa.


Notas Finais


Kkkkkkk, aquele flagra básico é sempre bom, kkkkkkk. Até breve, lindos! 😙😙😂😂😍😍❤😈🔥😏😌


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