História A Garota Do Calendário: Janeiro (Camren) - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 182
Palavras 825
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente! Bad Things Saiuuuuuu, caraiooooo, não teve beijo, kjjjjjj, eu sabia, kkkkk

Capítulo 13 - Capítulo 13


— Você está adorável, Camila — a mãe de Lauren elogiou, me puxando para seus braços. Foi estranha a sensação de receber um abraço maternal, como se ela realmente quisesse me dar carinho.

— Obrigada, sra. Jauregui. Sua casa é muito bonita. — Ela sorriu e eu olhei ao redor do solário, que estava arrumado para o brunch de domingo. Um mordomo me ofereceu um coquetel em uma taça de cristal.

Dei uma olhada pelo ambiente. Havia sido decorado com elegância e luxo. Ricos tons de dourado e creme foram combinados com bordô e marinho. A mesa estava posta com louças brancas e um padrão de renda, da mesma cor, trabalhada na extremidade. Mais talheres que o necessário para uma refeição de três pratos estavam dispostos ao lado de cada um deles. Um buquê de rosas exuberantes estava exposto no centro da mesa, trazendo a sensação de verão, apesar de ser janeiro. Mas acho que não importava, afinal L.A. não é o Meio-Oeste. Era como em casa, em Vegas; não tínhamos dias malucos de frio, em que a temperatura chegava a vinte graus negativos. Tenho certeza de que nunca ficou abaixo de zero. Pelo menos não durante os meus vinte e quatro anos de vida. Caramba, eu só vi neve algumas poucas vezes.

— Aí está você! — Uma morena sorridente apareceu.

Um homem alto, muito magro, usando óculos com aro de tartaruga, vinha atrás dela.

— Oi, maninha — Lauren a cumprimentou, puxando a bela mulher para seus braços. Ela recuou e apertou seu queixo.

— Você está bonita, Lauren. — Ela abriu um enorme sorriso. Maior do que eu tinha visto na vez em que ele me fez cócegas.

— Mana, quero que você conheça minha amiga Camila. — Ela colocou a mão na base das minhas costas. Estendi a mão.

— Oi. Taylor, certo?

Ela assentiu com a cabeça e me cumprimentou.

— Então... — disse, olhando para o irmã e depois para mim. — Amiga, é?

Lauren riu.

— Sim, mana. Amiga. — Enfatizou a palavra.

Ela revirou os olhos.

— Como quiser — respondeu, enquanto seus cabelos loiros balançavam e os olhos verdes brilhavam de felicidade. Depois que as apresentações foram feitas e nós estávamos à mesa, a diversão realmente começou.

— Então, Camila, o que você faz? — Taylor me perguntou. — Vocês se conheceram no trabalho?

Olhei para Lauren e percebi que ela parecia estar sem palavras.

— Podemos dizer que sim — saí pela tangente, comendo um pedaço de quiche.

Sem cerimônia, Clara Jauregui se intrometeu:

— Ah, por favor. Claro que ela não a conheceu no trabalho. A Camila é uma acompanhante. Eu mesma a escolhi. Não tenho um excelente gosto, Lauren? — O tom de Clara foi indiferente, nem aí para o fato de que não era nada comum escolher uma acompanhante para a filha. Definitivamente, isso era bem bizarro. Os olhos de Taylor se arregalaram em choque.

— Você é uma garota de programa?

Lauren e eu falamos ao mesmo tempo.

— O que você disse? — perguntei, enquanto ela a repreendeu:

— Não, ela não é!

Empalideci. A quiche, de repente, pesou em meu estômago.

— Então você não está dormindo com a minha irmã? — ela perguntou, sem nenhuma ponta de malícia, como se perguntasse sobre o tempo.

— Hum... — comecei a responder.

— Isso não é da sua conta. — Lauren se levantou e jogou o guardanapo na mesa. O rubor cobria suas bochechas e seu pescoço.

— Não vou deixar você insinuar essas coisas sobre a Camila.

Taylor se levantou e correu ao redor da mesa.

— Desculpe, não foi intencional! Acabei de ouvir a palavra “acompanhante” e, sabe, cheguei à conclusão errada. Eu não quis dizer nada com isso. — Ela parecia preocupada.

Clara se levantou.

— Tudo bem, tudo bem. Taylor não quis ofender. Foi um mal-entendido — ela tentou colocar panos quentes, mas Lauren não deixou passar.

— Nada disso — ela resmungou. — A Camila é minha amiga. Ela pode ter sido contratada para me ajudar a enfrentar almoços, jantares e eventos tediosos por um mês, mas não é uma prostituta. — Seus olhos se fixaram nos meus e brilharam de remorso. — Desculpe, Camila. — Eu soube então que precisava consertar as coisas.

Respirei fundo.

— Olha, foi um mal-entendido mesmo. Pensei a mesma coisa quando a minha tia Millie abordou o assunto, mas decidi tentar e estou feliz por isso. Conhecer a Lauren, e agora vocês, tem sido uma experiência maravilhosa para mim. — Os olhos de Clara se aqueceram e ela voltou a se sentar, e Taylor fez o mesmo depois de abraçar a irmã.

— Além disso, vocês viram o sapato que eu ganhei? — Neste momento, virei na cadeira e ergui a perna, como minha professora de dança ensinou a fazer. — Maravilhoso!

A mão de Clara foi até a boca, cobrindo o riso. Taylor olhou para meus pés com uma pitada de inveja. Seu marido não disse nada, mas encarou minha perna como se estivesse procurando as respostas para o universo, e o pai de Lauren bateu no ombro dela, como quem diz “Muito bem, filha!”.



Notas Finais


No momento eu tô tipo... com muita raiva de Clara, pois se intrometeu onde não foi chamada.


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