História A Garota Do Calendário: Janeiro (Camren) - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 125
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, tudo de boa? Eu não tô bem com Bad Things, e meu Deus, a Camila tava uma rainhaaaa, senhorrr, dai-nos oxigênio, bora pra mais um?

Capítulo 14 - Capítulo 14


— Enfim, eu quero saber mais sobre vocês — mudei de assunto, tomando um gole do meu champanhe com suco de laranja. — A Lauren me disse que você é professora, e você diretor. Como é essa experiência?

O restante da tarde passou sem contratempos. Clara e Mike Segundo, assim como Taylor e seu marido, Peter, compartilharam comigo histórias de quando Lauren era bebê e de como foi crescer na família Jauregui. Ri mais naquela tarde do que durante todo o ano passado. A vibração alegre era quase demais para alguém como eu, que nunca teve uma família de verdade, suportar. Passei a maior parte da infância e da adolescência com meu pai, que bebia, e ajudando a criar minha irmã caçula.

Mesmo sabendo que meu pai nos amava mais que tudo, ele não conseguia parar de jogar ou beber para afastar as lembranças de nossa vida quando minha mãe ainda estava por perto.

Na saída, Clara fez Lauren prometer me levar novamente no próximo domingo.

Ela concordou.

Enquanto estávamos indo para o seu jipe, ela me abraçou e deu um beijo doce em meus lábios.

— Foi divertido, sabia?

Sorri de volta. O calor enchia meu coração, a ponto de explodir.

— Foi mesmo. Um dos melhores dias que passei em muito tempo. Obrigada por me trazer.

Ela sorriu e piscou.

— Quando quiser, linda. Eles gostaram de você.

Coloquei o cinto e olhei pela janela enquanto ela dirigia para fora dos portões, de volta para a estrada sinuosa, saindo do bairro nobre.

— Gostei deles. Muito. Você tem uma família legal. É uma mulher de sorte.

Ela fez uma careta.

— Como é a sua família? — perguntou, tão baixo que mal pude ouvi-la sobre o som do vento balançando meu cabelo. Inclinei-me para trás e vi a praia ao longe, as ondas quebrando ao longo da costa.

— Minha irmã, Sofi, é incrível. Ela é brilhante. Vai ser cientista. Passei a maior parte do tempo, enquanto crescia, tomando conta dela.

— Onde estavam seus pais?

— Pai — corrigi.

Seus olhos encararam os meus brevemente. Dentro deles pude ver pesar e tristeza. Não por ela, mas por mim. Desviei o olhar.

— Minha mãe era dançarina em Las Vegas. Abandonou a gente quando eu tinha dez anos, e a Sofi, apenas cinco.

Lauren mordeu a unha do polegar, mas manteve os olhos na estrada.

— Ela nunca mais voltou?

— Não. — Balancei a cabeça. — E, por causa disso, meu pai começou a beber. Muito. E a jogar mais ainda.

Ela segurou minha mão e entrelaçou os dedos nos meus, antes de puxá-los para seus lábios, beijando o dorso.

— É por isso que você está fazendo o que está fazendo?

Eu poderia ter mentido e inventado uma história, mas isso teria arruinado o que havíamos construído — a honestidade completa e total a que tínhamos nos comprometido para fazer com que a situação funcionasse para nós duas. Em vez de responder, só anuí com a cabeça.

— Quer me contar mais? — Seu tom de voz era suave e suplicante. Mas era muito cedo. Eu não estava pronta para compartilhar meu fardo com ninguém. Ela era uma mulher tão boa que iria querer resolver o problema. Pagar a dívida ou algo louco assim. E era problema meu. Meu pai e o constante desejo de salvá-lo. Era eu quem tinha que fazer isso.

— Você vai me contar algum dia?

— Sim. — Era o máximo que eu podia prometer naquele momento.

     No Dia Seguinte:     

— Acorda, linda — ouvi, logo antes de sentir o formigamento quente quando a mão de Lauren encontrou a pele nua da minha bunda.

— Ai! — Pulei, agarrando o edredom para me cobrir. — O que é isso?! — gritei.

Fui recebida com um sorriso em vez de um pedido de desculpas.

— Vamos, coloque um biquíni e roupas confortáveis. Estamos indo para a praia! — Lauren exclamou, claramente animada com a perspectiva de um dia à beira-mar. Ela tinha trabalhado demais na semana anterior. Eu só a via no fim de cada noite, tirando um jantar de negócios insuportavelmente chato. Nesse meio-tempo, eu tinha almoçado com Jennifer Underwood, a esposa do diretor do novo filme, e com a mãe de Lauren, Clara. Todo mundo parecia estar levando as coisas numa boa. Lauren também não parecia ter problemas com isso. Disse que era ótimo que eu fizesse amigos enquanto ela estava ocupada. Parecia mais preocupada com a possibilidade de eu ficar entediada o dia todo do que com o potencial apagamento das barreiras emocionais, pelo fato de eu sair com sua família e me aproximar da esposa do seu colega de trabalho.

— Como assim, estamos indo para a praia? Você sabe que estamos em janeiro e está frio pra caramba? — Puxei o edredom sobre a cabeça e voltei para meu esconderijo acolhedor. Senti o colchão afundar, me prendendo. Lauren puxou o cobertor de cima da minha cabeça e fez uma manobra ninja, juntando minhas mãos no alto e as segurando. Ela se inclinou e me deu um beijo molhado, lento e tão profundo que meus dedos se curvaram. A área entre minhas pernas começou a esquentar e pulsar. Meu Deus, a mulher sabia beijar. Ela puxou o cobertor para baixo e cutucou meu mamilo, primeiro com o nariz, em seguida sugando a ponta com a boca.

— Agora sim. Esse é o jeito certo de acordar uma mulher — falei, com um gemido baixo. Ela me recompensou com uma sucção profunda.

— Vou me lembrar disso da próxima vez. Se eu fizer você gozar, seu humor vai melhorar? — Sua língua tocou a ponta do meu mamilo enquanto brincava com ele. Os dedos da outra mão apertavam e acariciavam o outro seio.


Notas Finais


Pois é, viram que Lauren ditou umas regras e não cumpriu? A de: não dormir juntas, kkkkk, acho que não aguentou. 😙💋😍😏😏😏😏😈🔥


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