História A Garota Do Calendário: Janeiro (Camren) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 274
Palavras 1.663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, olha quem voltou no meio da madrugada, kkkk! Espero que gostem do capítulo! ;)
Galera, eu sei que é chato isso, mas... preciso que vocês comentem, para mim saber se estão gostando ou não, ok? ❤❤

Capítulo 4 - Capítulo 4


No momento em que chegamos a sua casa, em Malibu, minha libido já estava novamente sob controle, embora eu achasse que não demoraria muito para voltar à tona. Os portões se abriram e eu a segui por um pequeno caminho sinuoso, até pararmos em frente a uma construção que mais parecia algo que se vê nas montanhas. Não uma cabana feita de troncos de árvores, mas a casa era toda de pedras gigantes entremeadas com madeira. Uma vegetação exuberante a cercava por todos os lados, fazendo-a parecer aninhada em um jardim secreto.

Tirei o capacete e peguei a mochila enquanto a acompanhava, subindo os degraus de pedra. A porta não estava trancada quando ela a abriu. Acho que, quando se vive em Malibu e se tem grandes portões com cercas ao redor da propriedade, não há muita preocupação com a segurança. Talvez ela tivesse vigias em algum lugar.

Entramos em uma sala grande e cavernosa, com vigas de madeira escura expostas que se encontravam no centro. O piso era feito da mais rica cerejeira e revestia todo o espaço suntuoso. Vários tapetes de cores escuras e rústicas cobriam o assoalho ao lado do sofá macio bordô, que parecia fofo o suficiente para que se pudesse correr e saltar em cima dele. A sala era iluminada e arejada, cercada de janelas. O home theater era enorme e tomava uma parede inteira, de quinze metros. Espalhada pela prateleira e em nichos, havia uma grande variedade de livros e DVDs. Tapeçarias em tons vibrantes enchiam as paredes. Plantas e obras de arte estavam por toda parte. Não era o que eu esperava de uma mulher na casa dos vinte e tantos ou trinta anos. Fiz uma anotação mental para descobrir sua idade em algum momento, assim como o que ela fazia. É preciso ser muito inteligente ou financeiramente independente para ter aquelas coisas.

— Este lugar é incrível — eu disse enquanto saía pelas portas francesas que davam para a varanda de madeira com grade de ferro fundido. A vista era de uma paisagem montanhosa que ia até o horizonte e parecia não ter fim. Viver no centro de Los Angeles não me dava muitas oportunidades de apreciar o sul da Califórnia como eu estava vendo naquele lugar.

Lauren sorriu e pegou minha mão. A dela era quente e macia. Confortável.

— Venha aqui. Vou te mostrar o que me atraiu neste lugar. — Ela me puxou para segui-la ao redor da varanda até o lado oposto da enorme casa, de modo que eu pudesse conhecer a outra vista.

O que vi roubou meu fôlego quando finalmente chegamos ao outro lado da varanda.

— Ah, meu Deus — sussurrei, em completa reverência. Sua mão apertou a minha, fazendo um raio de eletricidade formigar na parte de trás do meu pescoço. Eu estava diante de uma vista panorâmica do oceano Pacífico, que se estendia por metade da casa. Lauren se inclinou na minha direção e sussurrou no meu ouvido, apontando para uma faixa de areia aninhada contra um terreno rochoso.

— Aquela é a praia El Matador — ela disse, perto o suficiente para que eu sentisse sua respiração beijar meu rosto. Eu quase podia ver as ondas em que ela estava surfando.

— É... — Fiquei sem palavras.

— Incrível, eu sei — ela completou, mas não de forma presunçosa. Não, ele realmente parecia admirar a vista, o que me surpreendeu. Afinal, ela vivia ali, via aquilo todos os dias e ainda se sentia arrebatado pela dádiva diante de si. Percebi, então, que talvez eu tivesse sido precipitada ao pensar que ela era uma riquinha desocupada e metida a besta. Seus olhos refletiam algo mais maduro, que ia além da idade. Ela segurou minha mão e me puxou para dentro da casa. — Vou mostrar o seu quarto.

Eu a segui através das centenas de metros quadrados do interior. Os cômodos surgiam diante de meus olhos e desapareciam antes que eu tivesse a chance de dar uma espiada. Achei estranho que ela continuasse a segurar minha mão, mas não disse nada, por medo de que ela a soltasse. Era bom sentir aquela mão grande e quente na minha. Me fazia sentir segura e protegida, de um jeito que eu não experimentava havia anos.

Lauren me levou até um conjunto de portas duplas. Finalmente soltou minha mão e abriu as duas portas ao mesmo tempo. — Este será o seu espaço pelos próximos vinte e quatro dias. — Ela sorriu quando entrei.

O quarto era completamente branco. Inteiro. Móveis, roupa de cama, até mesmo a decoração era feita em vários tons de branco, com toques mínimos de cor. Era um contraste muito dramático com as cores ricas da sala de estar. Sem perceber, fiz uma careta.

— Não gostou? — Suas mãos caíram ao lado do corpo. Ela se moveu e abriu mais um conjunto de portas duplas, revelando uma tonelada de roupas, tudo extremamente colorido, com uma variedade de texturas e tecidos. Agora sim. Eu poderia morar dentro do closet. Era grande o suficiente para isso. Passei os dedos pelas roupas penduradas, todas ainda com a etiqueta. — É lindo, obrigada. Então, por que você não me conta um pouco sobre o motivo de eu estar aqui? — perguntei ao sair do closet e me sentar na cama. Lauren era alta, grande, mas não musculosa demais. Tinha mais de um metro e oitenta e o corpo de uma nadadora forte, que definitivamente passava um bom tempo na academia levantando peso.

Ela respirou fundo, se sentou e levou a mão ao queixo, apoiando o cotovelo no braço da cadeira. — Minha mãe — disse, como se isso explicasse todos os segredos do universo. Ergui uma sobrancelha, e ele balançou a cabeça. — Tem alguns eventos, profissionais e pessoais, dos quais eu preciso participar nas próximas semanas. Ter uma mulher ao meu lado vai ajudar a afastar as socialites e interesseiras que muitas vezes disputam a minha atenção, impedindo que eu interaja com as pessoas que preciso.

— Então você precisa de um escudo contra periguetes? — Eu ri, cruzei as pernas, tirei a bota de cano alto, estiquei a outra perna e repeti o processo. Lauren assentiu e observou, com muita atenção, enquanto eu remexia os pés doloridos dentro da meia. Olhei para baixo e percebi por que ela estava com a mão sobre a boca, numa tentativa velada de conter o riso.

Eu estava usando meias com motivos natalinos. As meias listradas, vermelhas e verdes, compridas até os joelhos, me encararam, provando que eu tinha cometido um suicídio fashion. Sem falar que eu estava certa de que tinha acabado de quebrar uma das regras de Millie para as acompanhantes, já que estava usando peças terrivelmente feias. Mordi o lábio e arrisquei um olhar para Lauren, mas ela apenas continuou sorrindo como uma gata que engoliu o canário.

Revirando os olhos, bufei.

— Eu me arrumei no escuro.

— Obviamente. — Ela riu. — Achei fofo.

— Fofo? Que péssimo. — Estreitei os olhos para ela. — Você acha que eu sou fofa? Bom, agora não tem devolução, amiga. Como você mesmo disse, vou ficar por aqui durante vinte e quatro dias. Nada de trocas. — Levantei e coloquei as mãos nos quadris.

Ela se recostou e cruzou os pés descalços. Ah, eu não tinha notado seus pés. Eram magros, longos e bem cuidados. Minúsculos grãos de areia estavam grudados no peito do pé. A libido que eu tinha chutado para o meio-fio espiou de seu esconderijo e estava prestando muita atenção nos mínimos detalhes da mulher diante de mim. Não era justo. Até os pés dela eram sexy.

— Relaxa, Camz. Eu disse que as suas meias são fofas, não você. Você é, muito provavelmente, uma das mulheres mais lindas que eu já tive o prazer de conhecer. Mal posso esperar para te ver nua. — Seus lábios se contraíram em um sorriso e seus olhos arderam.

Respirei lentamente e o encarei enquanto ela se levantava. Nossos olhares se encontraram, e pareceu que muitos minutos haviam se passado enquanto observávamos as nuances um do outro.

— Hum, bem, fico feliz em saber que você me acha bonita o suficiente para estar aqui. Como você mesmo disse, fui contratada por um mês e... espere... — De repente a ficha caiu.

— Desculpe. Mal pode esperar para me ver nua? — As palavras saíram da minha boca num turbilhão. — Isso não está no contrato...

— Ah, eu sei muito bem o que está no contrato — Lauren disse, aproximando-se de mim, deslizando a mão ao redor da minha cintura e me puxando contra seu corpo.

Engoli em seco quando o volume duro de sua enorme ereção pressionou minha barriga. Ela estudou meu rosto e se inclinou para mais perto. Tão perto que eu podia sentir o sopro de sua respiração contra meus lábios aquecidos.

— Se você ficar nua, não vai ser porque estou pagando por isso.

Os lábios de Lauren tocaram a pele logo atrás da minha orelha, onde ela deu um beijo suave. Fiquei completamente imóvel, sentindo o prazer subir pelos meus membros, os nervos focados, à espera do seu próximo toque. A aspereza de seu queixo, com alguns pelos por fazer, deslizou pelo meu, suave, provocando arrepios em minha coluna e uma onda de calor entre minhas coxas.

— Você vai tirar a roupa para mim quando estiver pronta para isso. Não vou nem precisar pedir — ela sussurrou antes de dar um beijinho no canto da minha boca. Então se afastou, os olhos verdes irradiando luxúria. — Tenho trabalho a fazer no meu escritório. Fique à vontade para olhar por aí, tomar sol, usar a piscina. Preciso que você esteja pronta e usando um vestido bonito às cinco em ponto. Temos um jantar de negócios. — Com um último aperto em meu quadril, ela se virou e partiu. A pele naquele ponto ainda sentia a força de seu toque.

— Droga — falei, zonza depois de prender a respiração por tanto tempo. No momento em que seus lábios tocaram a parte de trás da minha orelha, perdi a capacidade de respirar. — Vou ter problemas.


Notas Finais


Eitaaaaaaa, chama o bombeiroooo, tá pegando fogo bicho, kkkkk. 🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥😈😈😈😈😅😆😏😏😏😏😏😏😏😌


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