História A Garota Do Calendário: Janeiro (Camren) - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 195
Palavras 1.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom diaaaaaaaaa, segunda-feira e nóis tá como? 😥😥😥😧😅😆😂😂😂

Capítulo 5 - Capítulo 5


A piscina era aquecida e revigorante. Usei o tempo livre para me bronzear e fazer um pouco de exercício nadando em voltas. Lauren, ou Laur, como ela gostava de ser chamada, não apareceu. Imaginei-a atrás de uma das muitas portas fechadas pelas quais passei no caminho até o pátio.

Enquanto eu me secava ao sol, uma mulher baixa e bem cheinha, usando calça cáqui e suéter e segurando uma bandeja, entrou no pátio. Imediatamente procurei uma toalha, mas não achei. Olhei ao redor. Ela abriu um grande sorriso e caminhou até um cesto no canto, junto à porta, levantou a tampa e pegou uma enorme toalha de praia multicolorida.

— Aqui está, meu bem — disse com sotaque britânico, entregando-me a toalha. Seus cabelos grisalhos e os olhos castanhos me fizeram lembrar da Mary Poppins, só que mais velha.

— Oi, eu sou a Camila. — Envolvi a toalha ao redor do corpo, escondendo o minúsculo biquíni vermelho que tinha encontrado no guarda-roupa. Havia muitos outros, mas todos eram pequenos demais, então escolhi um ao acaso. Mary Poppins sorriu e estendeu a pequena mão.

— Sra. Croft. Eu mantenho a casa em ordem, preparo as refeições do sr. Channing, arrumo tudo e muito mais. — Apertei a mão dela e assenti, então torci o cabelo para tirar o excesso de água e o prendi em um rabo de cavalo. — Eu queria lhe trazer algo para comer, me apresentar e dizer que, se você precisar de alguma coisa, pode me chamar apertando o botão “Ajuda” nos interfones disponíveis em cada cômodo. — Ela apontou para o painel de botões na parede externa. — Vou entregar a sua programação diária e as atividades do sr. Channing para que você possa estar preparada. Que tal se eu colocar debaixo da sua porta pela manhã?

Dei de ombros. Como ela, eu era uma empregada. Só que meu trabalho era ficar bonita e espantar as riquinhas. Cada um com a sua cruz.

— Como você achar melhor. Sou uma pessoa fácil.

A sra. Croft me olhou de cima a baixo e, em seguida, inclinou a cabeça. Um sorriso enfeitava seus lábios finos. — Tenho a sensação de que você é tudo menos fácil, meu bem. — Ela piscou. — Vai ser interessante — disse vagamente, antes de se virar e voltar para dentro da casa.

Sabe-se lá o que aquilo significava. Olhando para a paisagem incrível mais uma vez, pensei que seria um dinheiro fácil. Uma mulher gostosa, por quem eu não iria me apaixonar, uma casa com uma vista de matar e roupa que não acabava mais. Até agora, parecia moleza. Através das portas abertas do pátio, vi o relógio pendurado sobre o fogão na cozinha e notei que tinha uma hora e meia antes que a surfista rica e gostosa precisasse de sua nova “companheira”, em meu primeiro dia de trabalho.

Decidi, como em tudo, que iria impressioná-la, mesmo que não fosse com a meia de Natal vermelha e verde.

A sra. Jauregui deu uma batida rápida em minha porta e, em seguida, entrou sem esperar por um convite. Lembrete: não me vestir fora do banheiro, ou eu corro o risco de oferecer um show à Senhorita da Mansão. Porém algo me dizia que ela não se importaria nem um pouco, se o jeito como seus olhos passearam sobre minhas curvas, de cima a baixo — não apenas uma, mas duas vezes —, significava alguma coisa. A vista do lado de cá do quarto também não era nada ruim. Ela estava de-li-ci-o-sa em um terno preto feito sob medida e uma camisa branca com o colarinho aberto, mostrando um pouco da garganta sexy. Ergueu três gravatas enquanto olhava para o meu traje.

Eu estava usando um vestido roxo-berinjela, com aplicação de contas na gola frente única, que descia em duas faixas de tecido sobre os seios, deixando a junção entre eles exposta num decote profundo, e então se cruzava nas costelas, com mais contas, exibindo recortes atraentes nas curvas da minha cintura. Eu nunca tinha usado algo tão sexy, elegante e caro. Me senti como Elizabeth Taylor em um daqueles comerciais de perfume. A saia do vestido caía em A, terminando nos joelhos. A peça não permitia o uso de sutiã — já que tinha as costas abertas —, mas, mesmo estando no time das peitudas, os dois ficaram bem seguros lá dentro. Eu parecia e, o melhor, me sentia bonita pela primeira vez em muito tempo.

— Uau — foi tudo o que Lauren disse enquanto me olhava com uma expressão de admiração no rosto generosamente anguloso. Ela estendeu as três gravatas para mim. — Qual delas? — perguntou, engolindo em seco antes de pigarrear. Sorri, amando cada segundo de sua reação de surpresa. Eu podia ser uma motoqueira ferrada, mas sabia me produzir.

As gravatas eram bonitas, e uma delas combinava mais com meu vestido que as outras, mas, em vez de colocá-la em seu pescoço, pousei as duas mãos em seu colarinho, levantei a gola e a coloquei por cima da lapela do terno.

— Eu prefiro sem. Você ficou gostosa. — Não havia por que não ser sincera. Ela estava mesmo gostosa.

Sua boca se curvou num sorriso apetitoso demais para resistir e eu mordi o lábio, sentindo a calcinha ficar úmida. Merda. Se ela não parasse, eu ia pular em cima dela. Como Dinah tão grosseiramente me lembrou, fazia meses que eu não sentia o toque de ambos os sexos. Honestamente, fazia tipo um ano. Fiquei farta dos homens depois de Blaine e passei o ano inteiro dizendo a mim mesma que podia viver como uma freira, já que tinha um vibrador e muitos cookies em casa. Mas, diante dessa mulher, eu não tinha certeza de que o celibato seria uma decisão inteligente. Por ora, eu estava pronta para derrubar a surfista gostosona.

— Minha mãe não vai gostar disso — ela sussurrou antes de segurar meu pulso e me puxar para si. Vacilei nos saltos absurdamente altos que sua personal shopper comprou e trombei nele, peito contra peito. Minhas mãos pousaram na parede dura de músculos que eu ainda podia sentir através do terno e da camisa.

Nossos olhares se encontraram.

— Você sempre faz o que a mamãe manda? — desafiei-a. Ela riu e seus olhos adquiriram um tom intenso de verde. Descobri que podia olhar para ela por dias a fio e me sentir como se tivesse ganhado um prêmio.

— Não, mas é um evento dela. Gosto de ser uma boa menina quando convém. — Ela se aproximou e inspirou na base do meu pescoço. — Nossa, você tem o perfume da luz do sol e de uma brisa fresca no verão — disse, passando os lábios ao longo do meu queixo. Arrepios de excitação percorreram meu corpo, desde a raiz dos cabelos ondulados até a sola dos pés. — Você está mais que linda. — Ela beijou o canto da minha boca novamente. Sem contato labial completo. Quase reclamei, mas concluí que era parte do jogo, e ela era boa nisso. Obviamente, ela gostava de seduzir. E naquele momento eu estava entregue.

— É melhor nós irmos — avisei.

Lauren sorriu e puxou minha mão, virando-se e me levando para fora do quarto. Mal tive tempo de pegar a bolsa com meu celular, batom e identidade. Quando chegamos à porta, a sra. Croft estava lá, com um punhado de lenços na mão. Ela olhou para meu vestido, pegou um que combinava e o colocou no bolso do paletó de seu patrão, com toda a atenção e cuidado.

— Prontinho. — Ela passou as mãos sobre o paletó. — Você está perfeita, minha querida. — Seus olhos estavam brilhantes e cintilavam, como se ela estivesse preparando a própria filha para o baile de formatura. Estranho. Resolvi não falar nada. Ela colocou as gravatas na mão dela.

— Obrigado, Judi. — Então se inclinou e beijou o rosto enrugado. Olhou para mim, analisando-me novamente, e se voltou na direção de sua empregada/cozinheira/governanta. Eu não sabia o que ela era realmente.

— O vestido ficou perfeito. — Ela agradeceu e me levou para fora, até a limusine que nos esperava na frente da casa.

Judi comprou as roupas? Quaisquer outros pensamentos foram esquecidos, e minha boca se abriu com o tamanho da limusine. Era comprida, maior que qualquer carro que eu já tinha visto. Eu nunca havia andado em uma daquelas, e, quando nos aproximamos. Lauren inclinou a cabeça para o lado e olhou para mim com um sorriso engraçado. — Já andou de limusine? — perguntou, claramente se divertindo. Ajeitei os ombros e caminhei até o carro, como se já tivesse andado em um daqueles um milhão de vezes.


Notas Finais


Bommmmm, o que acharam?? Segunda-feira e nóis tá como? Kkkkkk. 😂😂😂


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