História A Garota Do Calendário: Janeiro (Camren) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 146
Palavras 1.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí, como vão? Então... Eu estou feliz pra caralho, porque chegamos aos 11 favoritos, eu mal comecei a fic, thankksssss e também chegamos à mais de 100 exibições. Obrigado mesmooooooo, eu amo vcs. Fiquem com mais um capítulo! ❤❤❤❤❤❤😆😇😍😍

Capítulo 6 - Capítulo 6


— Claro. — Abri a porta. Ela colocou a mão na boca, segurando o cotovelo com a outra, e riu. Eu me encolhi, sem entender a piada.

— Então por que está tentando entrar na frente? — Ela fez um gesto para a porta que eu estava mantendo aberta. Olhei para dentro e vi o volante. Quando me endireitei, havia um cavalheiro, com uniforme preto de chofer, segurando a porta traseira.

— Eu sabia. Só ia perguntar ao motorista para onde estávamos indo. — Passei pela porta, as bochechas queimando de vergonha.

— Claro que ia. — Ela colocou a mão na base das minhas costas e me conduziu para dentro com uma risada. Quando já estávamos acomodados, me ofereceu uma taça de champanhe, prontamente aceita.

— Obrigada. Ela sorriu e se serviu de uma taça também. Brindamos.

— A que estamos brindando? — perguntei.

— Que tal à nossa amizade? — Sorriu e, em seguida, colocou a mão quente sobre a minha coxa, por cima do tecido, com muito mais intimidade do que uma “amiga” faria. A sensação era gostosa. — À nossa boa amizade. — Seus olhos desceram para minha boca quando mordi o lábio.

— Amizade colorida? — perguntei, arqueando uma sobrancelha para causar mais efeito e cruzando as pernas. Sua mão subiu mais alguns centímetros, até tocar a pele nua da minha coxa. Seu olhar estava focado no meu, me fazendo sentir quente, positivamente quente.

— Eu espero que sim — ela sussurrou e se aproximou mais.

Para frustrar seus planos e manter minha própria sanidade, imediatamente levantei a taça de champanhe e a coloquei nos lábios, tomando um grande gole da bebida borbulhante.

Lauren se inclinou para trás e gemeu, ajustando a virilha — de forma pouco sutil. Eu ri e ela me fuzilou com o olhar, mas terminou balançando a cabeça e sorrindo. Sim, eu ia apreciar bastante esse jogo de gato e rato. Se bem que, no momento, eu não tinha certeza de quem era o gato e quem era o rato. No fim das contas, eu estava me divertindo muito para me importar. Chegamos a uma mansão elegante nas colinas de Malibu, perto de onde Lauren vivia. Enquanto caminhávamos até a escada, pude ver as pessoas através das janelas. Todos estavam vestidos com sofisticação e seguravam taças. A maioria das mulheres parecia ser mais ou menos da minha idade, o que achei estranho, já que os homens não eram.

— O que você faz mesmo? — sussurrei enquanto ela me levava até o bar. Percebi, quando entramos, que eu não tinha quase nenhuma informação sobre o que estava fazendo ali, além de manter as vagabundas de Hollywood a distância.

— Eu escrevo roteiros — ela respondeu casualmente, enquanto esperávamos que o barman se aproximasse. Parecia estranho haver um bar completo na casa de alguém, mas a sala era enorme, do tamanho de um salão de baile, então talvez não fosse tão esquisito. Lustres salpicavam o teto e uma parede de vidro dava vista para o mar, assim como na casa de Lauren, mas em uma escala muito maior. A pessoa que morava ali era ultrarrica. Mais do que Lauren, que era apenas muito rica.

Ela me entregou uma taça de champanhe.

— De peças de teatro? — perguntei, enquanto observava o local. Instantaneamente, vi um bando de garotas em um canto, bem-vestidas e prontas para atacar. Elas focalizavam Lauren e pareciam ter cifrões luxuriosos nos olhos. 

— De filmes.

— Hum. Será que eu conheço algum? — Virei-me para ela, que sorriu.

— Provavelmente. — Ela riu e tomou um gole de um líquido âmbar. Eu podia sentir cheiro de uísque a quilômetros de distância, e isso não me trazia boas recordações. Eu me encolhi e me voltei para as predadoras.

Lauren colocou a mão sobre meu ombro nu, os olhos apertados e incertos.

— Qual é o problema?

Respirei fundo e escondi a frustração relacionada ao que tinha me metido nessa confusão — meu pai e seu hábito de beber e jogar. Balancei a cabeça.

— Nada.

Ela se inclinou, segurou meu queixo e olhou em meus olhos.

— Eu sei que tem alguma coisa. Não vou perguntar de novo — alertou.

Despreocupadamente, dei de ombros.

— Odeio cheiro de uísque. Mas não é nada de mais. Curvando-me, soltei-me de seu aperto. Ele colocou a bebida sobre o balcão e fez um gesto para o barman.

— Mudei de ideia. Gim-tônica — pediu e o homem assentiu.

— Você não precisava fazer isso — comecei, mas ela me cortou, levantando a mão até minha bochecha. Segurou-a e tocou, com ternura, meu lábio inferior com o polegar. Eu quis muito passar a língua em seu dedo para roubar uma pequena prova. Mas me segurei, com medo do que ele pudesse pensar ou fazer.

— Eu quis. Agora, vamos apresentar você à minha mãe.

Com um esforço gigantesco, eu a segui, mas tudo que queria era sair por aquelas portas duplas em direção à praia até chegar ao mar, onde eu prontamente me afogaria. O que é que eu estava fazendo em uma festa extravagante, nos braços de uma mulher que escrevia roteiros para o cinema e tinha mais dinheiro do que eu veria em minha vida inteira? Eu era a filha de um jogador de Vegas, abandonada pela mãe desde muito nova, que trabalhou a maior parte do tempo como garçonete e só recentemente resolveu tentar ser atriz.

Lauren me guiou através da multidão. Fragmentos de conversas sobre férias exóticas, o filme de ação mais recente, quem era quem em Hollywood e que grande corporação estava fazendo o quê inundaram minha mente à medida que passávamos pelos pequenos grupos. Os homens olhavam para mim com admiração; suas mulheres, nem tanto. Lábios inchados e anorexia eram, obviamente, as últimas tendências, as quais eu não seguia, e, em meu vestido, nada era deixado para a imaginação.

Seguimos até o fundo do salão, onde havia cadeiras com encosto alto e estantes de livros. Uma mulher, talvez na casa dos cinquenta anos, estava ao lado de um homem que se parecia muito com Lauren. Ele também era alto e tinha o cabelo negros, mas aquele distinto cavalheiro, que usava um terno cinza-escuro, complementando o vestido rosa-pálido de sua mulher, era forte como um jogador de futebol americano, ao contrário de Lauren, que tinha a constituição mais enxuta de nadadora/surfista regular.

— Mãe, pai — Lauren abordou o casal. A mulher tinha o cabelo loiro-claro, quase branco, e olhos azuis surpreendentes. Seus lábios eram cheios como os da filha e estavam pintados com um batom cor de malva que combinava com seu tom de pele. O cabelo estava preso em um coque francês severo, e pérolas pendiam do pescoço e das orelhas. Seu visual era clássico e elegante.

O Jauregui mais velho bateu nas costas de Lauren.

— Filha — disse, com um tom orgulhoso. Sua mãe prontamente beijou suas bochechas no ar. Aquilo geralmente parecia algo muito pretensioso, mas em seguida ela segurou seu rosto com as duas mãos e sorriu calorosamente para ela.

— Vejo que você aceitou a minha escolha. — Ouvi seu sussurro ao se virar para mim. O nervosismo que senti antes de me encontrar com Wes voltou com força total. A mãe dela me escolheu? Quer dizer, eu sabia que ela e tia Millie se conheciam, mas é meio estranho que a mãe escolha uma acompanhante para a filha. Meio que me deu calafrios.

Lauren se virou em minha direção e levou a mão às minhas costas. O contato de sua pele contra a minha enviou um choque pelo meu corpo. Eu havia esquecido que toda a parte de trás do vestido era aberta, fora as alças de contas de cinco centímetros que se cruzavam nas omoplatas. O resto era completamente aberto, até a cintura. Sua mão queimava como brasa no ponto onde seus dedos traçavam pequenos círculos. Tremi e me aproximei dela, mesmo sem ser convidada.

— Mãe, pai, esta é Camila Cabello, minha amiga. — Ela sorriu e eu estendi a mão. — Camila, este é Michael Jauregui Segundo. E esta é minha mãe, Clara.

— Encantada em conhecê-los, sr. e sra. Jauregui — apertei a mão de ambos. A mãe de Lauren apoiou um braço no outro e colocou a mão na bochecha. Ela estava corando graciosamente, e deu um sorriso tão largo que parecia estar rindo de uma piada interna. Então se inclinou para o marido.

— Ela não é de tirar o fôlego? — Piscou para mim e balançou a cabeça.

— Hum... Obrigada — respondi, e o pai riu.

— É um prazer conhecê-la, srta. Cabello.

— Ah, pode me chamar de Camila. — Ele fez um aceno de cabeça.

Aparentemente a conversa tinha acabado, pois ele se virou e segurou o braço de Lauren.

— Agora, filha, me conte sobre esse projeto que você tem em andamento. Ouvi dizer que querem lhe oferecer três por cento do orçamento. Isso vai render apenas três milhões, quando eles estão conseguindo centenas de milhões com o seu último projeto, a série Honor. Você precisa aumentar a aposta. — Sua voz retumbou com um timbre pesado.

A série Honor. Lauren Michelle Jauregui Morgado Terceira escreveu a série Honor! Puta merda! Seus filmes fazem o maior sucesso — com bilheterias gigantescas — desde que o primeiro, A honra de Jeremiah, foi lançado, há três anos. Sai um por ano. A maneira inventiva de misturar um soldado em busca da mulher da sua vida com quantidades massivas de sangue, violência, explosões, patriotismo e cenas de amor bem sensuais tornou seus filmes grandiosos, com recordes de bilheteria.



Notas Finais


Então... eu sei que vcs tão louco pra ver um hot, não é? Seus safadinhosssssss, kkkkk. 🔥🔥🔥🔥😈😈😈😈😌😌😌😌😏😏😏
Se acalmem, pois o hot dessas duas vão vir daqui à alguns capítulos. 🔥🔥🔥😈😈😌😌😌😏😏😏😏😆😆


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