História A Garota Do Calendário: Janeiro (Camren) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 97
Palavras 1.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, boa tarde! Bom... viram a prévia de "Bad Things"? Fui no Twitter, e está no top's 20 mais tuitadas com a #Camichineisreal, kkkkkkk, eu ri muito com o povo zueiro de lá. 😂😂😂 Bora pra mais um capítulo?

Capítulo 9 - Capítulo 9


— Por que mesmo nós vamos jantar com esse cara? — perguntei, enquanto Lauren me guiava até o elevador que nos levaria a um restaurante no topo de um arranha-céu. Eu morava em Los Angeles havia seis meses e nunca tinha ido a um jantar elegante durante esse tempo. Isso me fez pensar em como minha vida amorosa era triste. Pelo menos, com este trabalho, comecei a experimentar as coisas boas da vida... Eu esperava que fosse um efeito colateral agradável. Acho que dependeria do cliente. Agora, porém, eu estava segurando a mão daquela que eu considerava a mulher mais sexy do mundo — e aproveitando ao máximo.

Na noite passada, depois que ela me satisfez várias vezes com a boca, retribuí o favor, dando a ela o que eu consideraria um boquete de primeira. Depois que ela gozou, tomamos banho juntas e conversamos. Quando notei que ela ficou duro mais uma vez, prontamente me pus de joelhos e cuidei dela. Em seguida ela me levou, com os dedos, a mais um estado de felicidade saciada. Por estranho que pareça, esta manhã percebi que ainda não fizemos sexo de verdade. Além disso, não nos beijamos. Foi, de longe, a melhor experiência sexual que já tive, no entanto o lado emocional foi deixado para trás. Talvez esse fosse, na verdade, o truque. Minha melhor amiga, Dinah, e todas as outras amigas já tinham descoberto isso.

Apenas trepar... sem amarras.

Para mim, isso não era nada natural. Ainda que eu me considerasse uma pessoa forte, cheia de atitude e sempre focada em meus objetivos, me apaixonei por cada pessoa com quem transei. Cada uma delas. Depois da noite passada, porém, me senti melhor com Lauren do que jamais me senti com qualquer um deles, e tudo se baseou em respeito mútuo, amizade e uma boa quantidade de orgasmos perfeitos. Depois de terminarmos o banho, ela ficou no quarto e eu segui pelo corredor, passando pela sala de estar e me jogando na cama assim que cheguei ao meu quarto. Lembro-me vagamente de Lauren me cobrir e beijar minha testa com um “Boa noite, linda”. Então, acordei com minha agenda do dia sendo enfiada debaixo da porta, e ovos com bacon na mesa do café da manhã. Enquanto Lauren e eu analisávamos os compromissos da semana, a sra. Croft nos serviu. Lauren explicou os pontos mais delicados — se um evento era casual ou não, por exemplo — e eu fui fazendo anotações sobre roupas, cronogramas e objetivos de cada saída.

Parecia um trabalho de verdade. Como se eu fosse a assistente pessoal de Lauren Michelle Jauregui Morgado Terceira e não uma prostituta. Tecnicamente eu não era uma prostituta, embora tivesse tido contato sexual com ela no primeiro encontro. Mas isso foi porque eu estava com tesão, me sentindo sozinha e mal comigo mesma. E ela era gostosa. Lauren definitivamente resolveu meu problema e definiu as regras. Eu estava feliz com elas e planejava cumpri-las. Sem trepar com outras pessoas, nada de dormir juntas, no sentido real de dormir, e não se apaixonar. Mole, mole.

Lauren apertou o botão para o último andar e se inclinou contra a parede do elevador.

— É uma reunião com o diretor principal do quarto filme da série Honor, que se chama Código de honra. É sobre um soldado que escreve mensagens e códigos secretos para seus oficiais enquanto atua como agente infiltrado junto ao inimigo. Ele envia mensagens para a namorada com os mesmos códigos, mas ela não sabe o que significam até que ele a leva em uma viagem para que ela aprenda a decifrá-las.

Sorri para ela, observando que seus olhos se iluminaram ao contar o enredo.

— Parece muito romântico.

Ela sorriu e levantou as sobrancelhas.

— Essa é a ideia. Isso atrai as mulheres para filmes que são mais voltados aos homens. Sangue, violência, explosões, militares, espionagem, coisas com as quais os caras se identificam.

Assenti e o acompanhei enquanto ela me levava a uma mesa elegante com quatro cadeiras. Um homem de terno e uma loira miúda já estavam sentados ali.

— Sr. Underwood, sra. Underwood. — Lauren estendeu a mão para apertar a deles. — Bom ver vocês. Esta é minha amiga, Camila Cabello.

Eu os cumprimentei e Lauren puxou a cadeira para que eu me sentasse. Sorri para ela e seus olhos se suavizaram momentaneamente antes de voltar à postura de mulher de negócios. A bela loira ao meu lado disse que seu nome era Jennifer e elogiou meu vestido. Na verdade era um traje bastante simples, azul-royal com um recorte na gola em V profundo, o que oferecia um bom decote, mas, tirando isso, era transpassado na frente, amarrado ao lado, sem nenhum outro enfeite. Eu usava o cabelo solto e alisado, como uma cortina preta brilhante nas costas. A melhor parte da produção eram os sapatos.

A sra. Croft podia se parecer com Mary Poppins, mas devia ter cartão fidelidade em lojas como Prada, Gucci e Louis Vuitton e estar por dentro das últimas tendências, pois acertou em cheio nas ankle boots Louis Vuitton. Se eu não conseguisse alcançar meu objetivo com esse emprego em um ano, pelo menos teria um bom dinheiro em sapatos e roupas de grife, se precisasse. Esse par custava mil duzentos e cinquenta dólares na internet. Podia parecer meio interesseiro, mas tive que verificar.

— O vestido não é nada. Dê uma olhada nestes sapatos! — Mostrei meu pé e imediatamente começamos a tagarelar sobre roupas, designers e o que ela fazia durante o dia. Basicamente nada. Ela era, oficialmente, uma esposa-troféu e passava os dias cuidando para que as necessidades do sr. Underwood fossem atendidas. Percebi que isso significava que ela fazia o que queria o dia inteiro, se certificava de que a cozinheira preparasse o que o marido gostava, que a empregada cuidasse das roupas dele, mantivesse a casa limpa e que ela estivesse deslumbrante, depilada, definida e pronta para quando ele chegasse em casa depois de trabalhar o dia todo.

— É verdade. Não sei o que fazer sozinha — Jen sussurrou. Isso aí, em vinte minutos já estávamos nos tratando pelo primeiro nome e ela estava me contando seus problemas. Eu tinha esse efeito sobre as pessoas. Descobri que ela conheceu o marido, com quem se casou havia apenas um ano, no auge de seus vinte e três anos (ele tinha trinta e oito), quando foi escalada como figurante em um de seus filmes. Aparentemente, foi amor à primeira vista (ou desejo à primeira vista). Ri internamente da minha própria piada.

Retorcendo os lábios, inclinei-me para perto dela.

— Por que você não faz trabalho voluntário ou algo assim? Tem algum hobby?

Seus grandes olhos azuis, como os de uma corça, piscaram alegremente.

— Eu amo nadar. Nado todos os dias! — Ela realmente parecia gostar. Seu corpo era esbelto, mas não da forma anoréxica que era moda em Hollywood. Ela definitivamente tinha peitos falsos, mas eles ficavam bem em seu manequim trinta e oito.

— Você poderia fazer trabalho voluntário em alguma instituição de jovens — sugeri, mas ela franziu o rosto e balançou a cabeça.

 — Acho que o Jay não iria gostar muito.

Refleti a respeito por um minuto.

— Você gosta de crianças?

Mais uma vez, seus olhos se iluminaram como velas em um bolo de aniversário.

— Eu amo crianças! Acredite ou não, eu era professora de pré-escola antes de conhecer o Jay. — Ela olhou para o marido e seu sorriso se ampliou. Vi quando ele olhou para ela, piscou e continuou a conversar com Lauren. Ela se virou para mim, mais animada do que antes. Era contagiante de tão feliz que estava.

— Por que você não trabalha com crianças, ou, melhor ainda, por que não tem um filho?

Sua cabeça oscilou, como se tivesse sido atingida. Então ela olhou para Jay e depois para mim.

— Estamos casados há um ano, e namoramos por poucos meses antes disso. Você não acha que é muito cedo? — ela perguntou, embora eu pudesse ver suas engrenagens funcionando.

Dei de ombros e tomei um grande gole do meu vinho.

— Não importa o que eu acho. Só importa o que vocês dois acham e querem. Se você quer ter filhos e é jovem o suficiente para isso, vá em frente. Além disso, ele é quinze anos mais velho que você. Pode ser mais difícil para alguns nadadores encontrarem o caminho. Talvez leve algum tempo até você engravidar. — Recostei-me na cadeira, despreocupadamente.

Enquanto pensava nisso, Jen foi ficando entusiasmada. Suas costas estavam eretas, os joelhos balançando, e ela não conseguia parar de se mexer e sorrir. Seus olhos estavam fixos no marido. Novamente, ele se virou e olhou para ela. Mas desta vez levantou um dedo para Lauren, para interromper o que estavam falando. Eu havia me desligado da conversa dos dois quando percebi que Jen não era uma loira burra.

— O que houve, querida? — Jay perguntou à mulher.

Ela abriu um grande sorriso, e juro que ele poderia levar a paz ao Oriente Médio.

— Só estou feliz. Mal posso esperar para conversarmos quando chegarmos em casa. — Ela se inclinou e colocou a mão sobre a dele na mesa. Ele chegou perto dela, deu um selinho em seus lábios e acariciou seu nariz.

— É algo que não pode esperar? — perguntou, preocupado, redirecionando completamente o foco para a mulher.

Ela o beijou suavemente e balançou a cabeça.

— Não, é uma coisa boa. Muito boa.

Lauren se inclinou e deslizou um braço ao meu redor.

— Algo que eu deva saber? — perguntou, em tom conspiratório.

— Dou o serviço mais tarde — sussurrei em seu ouvido, me referindo à fofoca.


Notas Finais


O que será que Camilinha quis dizer com "mais tarde"? 😈😈😈🔥🔥🔥😏😏😏😏 O pensamento fica livre pra vcs pensarem o que quiserem, kkkk!


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