História A Garota do Jardim - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Taeyeon, Tiffany
Tags Snsd, Taeny, Yulsic
Exibições 86
Palavras 3.383
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá...
Eu deveria estar terminando o trabalho? Obviamente.
Eu tô com cabeça pra fazer o trabalho? Nem um pouco...
Não revisei, então se acidentalmente eu abri o arquivo errado e postei o meu trabalho, eu agradeço se alguém ler pra mim hahahaha
Além do mais, hoje é TaeNyDay tuts tuts tuts tuts

Capítulo 3 - Capítulo Três


Fanfic / Fanfiction A Garota do Jardim - Capítulo 3 - Capítulo Três

- Taeyeon querida? - sentia alguém tocando o meu ombro e sacudindo um pouco o meu corpo. Mas estava tão cansada, queria dormir apenas mais um pouco então murmurei alguma resposta e voltei a me ajeitar confortável na cama.

Ouvi a risada gostosa da pessoa ao meu lado e virei-me coçando os olhos para vê-la. O sorriso de vovó aumentou quando percebeu que eu finalmente tinha acordado e eu, com um biquinho nos lábios sentei na cama ganhando um carinho gostoso nos cabelos.

- O café da manhã está pronto! - avisa - E essa carinha de desânimo não é o que vai fazer o trabalho sumir! - tocou meu nariz num gesto carinhoso.

Ela levantou da beira da cama caminhando até a porta e antes de sair do quarto mostrou mais uma vez o seu sorriso, como se com isso eu fosse ter ânimo o suficiente para sair da cama.

Suspirei e não tive outra alternativa a não ser levantar, eu sabia que ainda era bem cedo e vovó foi acordar Yuri e Sooyoug que estão no outro quarto, mas se eu não levantasse agora e vovó tivesse que vir me chamar outra vez, ela ficaria chateada comigo, eu era a irmã mais velha e tinha que dar bom exemplo.

Depois de colocar roupas quentinhas, pois era inverno, saí do quarto ao mesmo tempo em que Yuri e Sooyoug também saiam dos seus e descemos as três para a cozinha. Vovó já tinha deixado a mesa do café pronta para nós, mas ela não estava ali para nos ajudar.

- Vão servindo o bolo e o pão, vou procurar a vovó para nos ajudar com o leite! - pedi para as mais novas e elas assim obedeceram.

Vovó sempre falou para lhe chamarmos quando fossemos mexer com algo quente, eu tinha onze anos já e ela estava me ensinando a mexer no fogão, mas não podia mexer ainda sem ela estar por perto.

Ouvi barulhos vindos do banheiro no fim do corredor, vovó estava tossindo muito, bati na porta e depois de um acesso de tosse ela abre.

- Você está bem? - perguntei preocupada, ela estava pálida, mas mesmo assim sorriu para mim e guiou de volta para a cozinha.

Sentei em meu lugar na mesa e ela foi buscar o café e o leite no fogão e depois sentou também e agiu como se nada tivesse acontecido, mas eu continuava preocupada e vovó segurou minha mão sobre a mesa murmurando que estava tudo bem.

Era férias de inverno, mas o frio não impedia a vovó de nos ensinar coisas, por que nossos pais nos mandavam ali para aprendermos coisas com a vovó. Ela tinha uma estufa cheia de flores e naquele inverno iria nos ensinar a cuida-las. Nenhuma das três estávamos felizes com isso, Sooyoug e Yuri deixavam isso bem claro, mas eu sorri e mostrei o máximo de empolgação, pois não queria desaponta-la!

Conforme as semanas foram passando eu passei a gostar de verdade de mexer com as flores, então ficava o dia inteiro na estufa e vovó ficou feliz, tanto que começou a me ensinar segredos. Sooyoug e Yuri ficaram livres e brincavam dentro da casa.

Quando as férias terminaram eu não queria deixar as flores para trás e por isso a vovó deu para mim um vaso com uma roseira, como morávamos num apartamento com dois adultos, três pré-adolescentes e duas crianças - Yoona e Seohyun, não tem espaço para fazer um jardim.

Aquele foi o último inverno que passamos as férias na casa da vovó, ela estava muito doente. Mas foi a partir daquele inverno que o meu amor pelas flores começou.

(...)

Taeyeon

Acordei assustada e com uma tristeza enorme no coração, fazia anos que eu não sonhava com a vovó, logo que papai me contou sobre sua morte os sonhos com ela eram frequentes, mas depois acho que foi algo da minha própria mente para não me deixar tão triste, que eu esqueci.

Esse sonho mexeu muito com o meu emocional e com certeza eu ficaria mal durante o dia inteiro, mas ao contrário daquela época, eu tenho que levantar pois preciso de dinheiro para ajudar nas despesas da casa, felizmente eu gosto muito do meu trabalho.

Se não fosse a Sra. Jung - não sei por que ela não ter aderido ao sobrenome do marido quando casou - ter me dado trabalho logo que viemos morar aqui, eu estaria feito louca atrás de alguma floricultura para trabalhar. Sei que o trabalho na casa Hwang vai durar praticamente o verão todo, mas eu preciso garantir que vou ter o que fazer depois disso, por isso ontem pedi para Seohyun e Yoona quando estivessem voltando da faculdade darem uma olhada pela cidade e vissem os lugares que tem floriculturas.

- Yuri? - chamo a morena ao sentar ao seu lado na mesa, ela parece estar em outro mundo pois está olhando a parede de um jeito idiota. Estalo os dedos em frente ao seu rosto e isso a faz despertar. - Não acredito que mal chegamos na cidade e você já está babando por alguma garota! - fico indignada.

- Não é apenas uma garota Tae. É uma mulher!

- Mesmo trabalhando num lugar monótono feito uma biblioteca, você conseguiu encontrar alguém pra jogar charme?

- Unnie, bibliotecas não são monótonas, são apenas lugares calmos e reservados para se poder estudar! - Seohyun chama a nossa atenção e explica. Yuri e eu ficamos alguns segundos a olhando até voltarmos para o nosso assunto ignorando a maknae.

- E não é uma colega de trabalho! - Yuri se gaba. - Ela começou a aparecer semana passada e foi todos os dias!

- Cuidado para não se meter em confusão Yul! - aviso.

- Pode deixar, unnie! - levanta da mesa e beija meu cabelo, faço carreta tanto pelo beijo quanto por ela ter me chamado de unnie, apenas Yoona e Seohyun que são bem mais novas que eu podem me chamar assim.

Seohyun, Yoona e Sooyoug riem da minha cara.

- Bom, eu também tenho que sair agora! - Sooyoug levanta. - A cafeteria abre cedo já que o povo sai cedo pra ir trabalhar e precisa de café fresquinho! - dá de ombros. - E vocês duas! - aponta para as maknaes. - Vamos logo que lhes dou carona até a faculdade!

Não precisa dizer mais nada para as duas pularem da mesa e subirem buscar o material, Soo avisa que as esperaria no carro então fico sozinha na mesa.

(...)

Tiffany

Era estranho o jardim está tão silencioso, eu até fui na janela ver se Taeyeon estava trabalhando hoje e sim, ela estava lá mas fazia tudo em silêncio, seu jeito estava cabisbaixo posso dizer e eu queria perguntar a ela o que estava acontecendo.

Na verdade, não é apenas o jardim que está silencioso, a casa está silenciosa, Jessica está silenciosa. Mas não ouvi ela saindo da casa ainda. Fecho o caderno e prendo a caneta na capa e desço para o primeiro andar da casa, encontro as meninas jogadas no sofá.

- Cadê a Jessica? - pergunto estranhando o silêncio e não ouvi ela saindo.

- Estou aqui! - ouço sua voz vindo da direção da cozinha, viro e Jessica está com um copo de água nas mãos. - Por que você está com esse caderno pra cima e pra baixo? Está com isso a semana inteira!

- Ela está compondo uma música com o oppa! - Krystal se intromete.

- Mas não está muito inspirada, não saiu nada! - Wendy completa.

- Vocês duas estão mexendo nas minhas coisas? - pergunto e pego uma almofada atirando nas duas.

- Oppa? Quem é o oppa? - pergunta confusa e deixa o copo sobre a bancada.

- O Simon! - Wendy responde. A expressão da Jung suaviza.

- O chame de Simon então! Vocês não têm intimidade para chama-lo assim!

- Mas foi ele mesmo quem pediu para chama-lo assim mãe! - Krystal amua.

- Não desobedeçam a sua mãe! - manda.

- Ok mãe! - as duas amuam.

- Eu vou para a biblioteca. Alguém precisa de algo? - pergunta. Ninguém se manifesta, ela se despede e pega a bolsa no sofá saindo da casa.

Assim que a porta fecha as garotas voltam a atenção para mim.

- Vamos continuar chamando o Simon de oppa. Não conte pra mamãe! - Krystal pede, eu reviro os olhos e Wendy solta uma risada.

- Vai preparar um lanche pro oppa? - Wendy questiona quando caminho para a cozinha.

- Ainda é cedo! - lanço um olhar rápido para o relógio. - Vou na varanda um pouco!

Não espero pela resposta simplesmente saio da casa respirando fundo ao chegar a varanda, o cheiro das flores é maravilhoso demais para não ser apreciado.

Sento na escada e apoio o caderno nas pernas abrindo na folha em que eu já tinha começado a tentar escrever. Tento me concentrar, mas começo a observar o trabalho de Taeyeon no nosso jardim. Está ficando bonito e com certeza quando as flores florirem vai ficar tudo muito lindo.

Taeyeon caminha de um lado para o outro com uma expressão séria no rosto e parece estar totalmente perdida em outro mundo, dentro dos próprios pensamentos. Fico a olhando até ela virar para trás e me notar ali, sinto as bochechas vermelhas.

Para disfarçar eu fecho o caderno o deixando de lado e levanto do lugar caminhando ao seu encontro. Limpo a garganta antes de falar.

- Você está bem? - minha voz sai baixa e tímida. Ela tinha sentado no gramado então olha para cima para me ver.

- Sim - suspira.

- Não, você não está! - abaixo para podermos conversar mais a vontade. - O que aconteceu?

- O que você tanto escreve nesse caderno? - muda de assunto.

Suspiro e caio sentada ao seu lado cruzando as pernas.

- Estou tentando compor uma música. Não é algo que eu necessariamente precise, é apenas um passatempo, mas eu estou agoniada por não conseguir colocar o que estou sentindo no papel. - amuo fazendo bico.

A loira ri ao meu lado o que chama a minha atenção.

- Eu passo muito tempo sozinha dentro dessa casa! - dou de ombros.

- Por que você simplesmente não sai? - pergunta.

- É complicado de explicar. Mas eu gosto de estar aqui fora agora! - sorrio.

- E aquele moço que toca violão? Ele não lhe faz companhia? - mexe na terra.

- Oh Simon, ele é uma boa companhia! - revelo. - Estamos compondo a música juntos! É o nosso jeito de diversão enquanto estamos juntos!

- Então deixe para compor quando estiver com ele. Não quebre a cabeça sozinha, você mesmo falou que é apenas um passatempo! Isso está te consumindo ao invés de ser divertido!

As palavras de Taeyeon me fazem pensar e percebo que ela tem razão. Eu passo tanto tempo dentro daquela casa sem diversão, que quando eu encontrei uma coisa diferente para fazer me foquei tanto que deixou de ser divertido para ser obrigação.

- Eu sei tocar violão! - revela de repente. Eu não tinha percebido que ficamos em silêncio por alguns segundos enquanto eu estava em devaneio.

- Omo! - me surpreendo. - Podemos cantar aqui fora algum dia! - me entusiasmo.

- Hm. Claro - ela não parece muito animada com o meu comentário.

- Tiffany! - Wendy me chama da varanda, ambas viramos para lhe olhar.

Ela não precisa dizer nada, eu sei que Simon chegou e Deus, eu não preparei o nosso lanche. E nem o lanche para Taeyeon.

- Eu tenho que ir! - levanto e passo as mãos na parte de trás do vestido para limpar qualquer vestígio de sujeira que tenha ficado no tecido. - Vamos tocar violão!

- Vamos! - sorri.

Entro rápido de volta para casa.

(...)

Taeyeon

Nossos pais chegariam em alguns minutos e eu estava encarregada de preparar o jantar naquela noite, Seohyun e Yoona tinham chegado da faculdade e subiram para o quarto tomar banho. Yuri ligou avisando que já está chegando com Sooyoug, pois ganhou carona.

A porta da frente abre e são as duas chegando.

- Tae? - a morena chama.

- Cozinha! - Yuri senta na bancada e Sooyoug vai até a gaveta de talheres pegar uma colher para provar o que tem nas panelas, algo clássico.

- Por que você continua com a cara emburrada desse jeito? - Yuri dá a volta na bancada pegando a colher da mão de Sooyoug e indo mexer nas panelas também.

- Não é nada, só não estou num bom dia! - dou de ombros.

- Você sabe que pode contar para nós, somos as irmãs mais velhas da família! - Sooyoug passa o braço sobre meus ombros.

- Não foi nada que devam se preocupar!

- Meninas! - a voz da nossa mãe vem da sala e eu sou salva.

- Cozinha! - respondemos as três juntas e rimos.

(...)

Eu tenho que parar de ter insônia, ficar olhando para o teto branco do quarto não é nenhum pouco inspirador. Eu poderia cantar, mas Sooyoug e Yuri ficaram zangadas. Então só me restou pensar.

E nisso de pensar veio na cabeça aquilo que Stephanie falou sobre ela ir lá fora para tocar violão comigo. Isso quer dizer que ela não quer a minha companhia assim como quer a companhia do moço que toca violão. Tipo, eu entendi que ela gosta de ficar lá fora também, mas me convidar para entrar em sua casa seria um sinal de amizade.

Mas sinceramente só estou querendo me enganar, sou apenas a garota que cuida do jardim de sua casa, e aquele cara deve ser alguém importante para ela e amigo da família. Sem comparação né Taeyeon!

- Taeyeon! – ouço a voz de Yuri e lhe dou atenção – Pelo amor de Deus, pare de pensar tanto e simplesmente vá dormir, não é tão difícil! – ralha.

Eu não estou com sono, apesar da hora, então para não incomodar as minhas queridas irmãs, eu levanto e desço para a cozinha começando a preparar um copo de leite morno, dizem que ajuda a dormir.

(...)

Tiffany

Estávamos sentados ali novamente e dessa vez conseguimos compor alguma coisa, eu estava feliz com isso, mas triste ao menos tempo. Talvez mais tarde eu tente compor algo sozinha, estou sentindo uma imensa vontade de ter algo de minha autoria.

Como hoje amanheceu chovendo, Jessica resolveu que não iria a biblioteca então não pude pôr os pés no jardim, de qualquer jeito, por causa da chuva a Taeyeon também não veio trabalhar, mesmo sendo uma chuva leve de verão, Jessica preferiu assim para não deixar a loira doente, e então o nosso jardim está um pouco lamacento.

Talvez pelo tempo de chuva e por não poder sair que o meu humor não esteja no melhor nível hoje, ao menos consegui dar atenção a Simon e em nenhum momento fui grossa. Mas o dia está tão monótono que chega a cansar até a companhia dele, eu queria muito que algo incrível acontecesse hoje, só queria mesmo, por que acontecer, está difícil.

Em meio ao meu monologo interminável de pensamentos, ouvimos barulhos do lado de fora de casa, tipo gritos entusiasmados. Logo pensei serem as meninas voltando da faculdade e sabia que esse entusiasmo duraria pouco, pois Jessica as fritaria por terem voltado para casa a pé e sob a chuva.

Simon e eu levantamos do tapete da sala e seguimos até a varanda da frente da casa, pouco me importei em ter saído de dentro de casa, Jessica não teria coragem de ralhar comigo diante de Simon, pois vamos aproveitar as oportunidades!

E ali na rua estão todas as irmãs Kim brincando e aproveitando a chuva!

O nosso bairro é bem tranquilo então pode ficar na rua sem se preocupar com os carros, eu realmente só conheço Taeyeon e como nunca tivemos uma conversa direito, não sei quem são as outras duas, mas sei que são mais novas que ela, provavelmente estejam na faculdade. Elas correm atrás uma da outra e como crianças grandes pulam nas poças de água que se formaram na rua e calçada.

Eu nem tinha percebido que estava sorrindo diante de tal cena, até Simon rir ao meu lado olhando para mim.

- Parece estar divertido! – aponta para a brincadeira delas. – Você as conhece?

- São as vizinhas aqui do lado, a loirinha trabalha cuidando de nosso jardim!

- Hm interessante! – a sua expressão me deixa confusa. – Mas de qualquer jeito, ainda prefiro me divertir compondo a nossa música! Vamos entrar?

Eu quase suspiro desanimada, eu preferia mil vezes ficar ali olhando as irmãs Kim se divertir, do que voltar para dentro, mas era melhor entrar, não queria ouvir Jessica mais tarde. Mas antes de virarmos para voltar para dentro da casa, um carro – muito conhecido por mim aliás – estaciona na calçada em frente a nossa casa.

A pessoa desliga o motor e segundos depois a porta do lado do motorista é aberta e a pessoa sai do carro. Minhas suspeitas são confirmadas, é meu pai chegando de viagem, é a minha liberdade se aproximando.

(...)

Hoje eu não pude participar da aula de literatura por uma força e motivo maior, a prova de matemática, sinceramente se eu faço faculdade de educação física, por que tenho que ter aula de cálculos? A resposta é simples, eu peguei a matéria como aula complementar, e vou acabar me ferrando bonito...

Não tive outra alternativa a não ser ficar na biblioteca estudando, o Eunhuyk até se ofereceu para ficar comigo e me ajudar, mas eu nunca permitiria que ele faltasse aula só para me ajudar, isso já não é mais orgulho. Mas ele insistiu que a sua próxima aula não é importante e então viria me ajudar, apenas dei de ombros.

Aqui estou eu, com a folha do caderno quase rasgada de tanto apagar e com nenhuma questão resolvida. Triste realidade... Mas eu precisava terminar esse semestre e falta pouco para me livrar disso tudo.

Uns vinte minutos depois comecei a ouvir um barulho no lado de fora e ai virar para a janela percebo que começou a chover. Eu gosto de chuva. Meu celular apita com a chegada de uma mensagem e é Eunhuyk, sim nós trocamos nossos contatos, mas é apenas para o caso de eu ter alguma dúvida.

Não somos amigos!

A mensagem diz que ele não poderá vir me ajudar hoje pois teve um imprevisto, mas que se eu quiser, podemos marcar para um outro dia. Suspiro e deixo o celular de lado começando a guardar os meus matérias pronta para ir embora, responderia a mensagem mais tarde.

Coloco a mochila nas costas e pego os livros que não couberam dentro levando nos braços mesmo, saio da sala de estudos descendo as escadas até o primeiro andar e depois rumando para a porta. Do lado de fora estão muitos alunos ocupando o parapeito como proteção contra a chuva surpresa. Apenas desvio deles até as escadas que dão para a calçada, por que querendo ou não, eu tenho que enfrentar a chuva para ir até o ponto de ônibus, já que minha mãe hoje vai trabalhar até mais tarde na empresa.

Suspiro mais uma vez criando coragem e lá vou eu, amaldiçoou toda uma geração de estudiosos matemáticos por isso, já era para mim estar em casa, agora vou ter todos os meus livros molhados e eu também. Droga!

Tanto correndo quanto andando eu me molharia do mesmo jeito, o ponto de ônibus fica longe da biblioteca, e se eu corresse iria apenas me molhar. Então caminho mesmo, mas vou murmurando palavrões e ofendendo todo mundo pelo caminho inteiro.

Até a chuva magicamente parar de me molhar, olho para o lado e Eunhuyk está com um sorriso enorme nos lábios me olhando de volta. Abro a boca para perguntar o que ele está fazendo ali, mas ele responde antes mesmo de eu perguntar.

- Desculpe ter furado o estudo, a professora de literatura pediu para que eu ficasse na sala até um pouco mais, parece que tem gente com dificuldade na matéria e eu vou ajudar! – dá de ombros.

Senhor! Será que tem alguma matéria que esse garoto não vai bem?


Notas Finais


Essa semana vou postar capítulo eeehhhh!!!!
https://spiritfanfics.com/historia/looking-for-you-5340571


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