História A garota do Jardim. (Short-fic) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan, Personagens Originais
Tags Captain Swan, Emma Swan, Killian Jones, Once Upon A Time, Romance
Visualizações 13
Palavras 1.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas!
Quero pedir perdão por toda essa demora por postar esse capítulo. T^T
Eu sinto muito. T^T

Estava com problemas de inspiração, por isso esse capítulo foi bem ruim, mas eu pretendo logo continuar essa fanfic, com a chegada das férias que provavelmente será dia 6 de dezembro.
Essa fanfic vai estar em revisão.
(capa possivelmente irá mudar, igual modificarei algumas palavras, mas não será nada demais).

ENFIM, leiam a vontade. 0//

Capítulo 4 - Capítulo Dois (Parte 2) - Por fim em paz.


 

A garota do Jardim.

(POV_Killian Jones).

“Triiiiim”.

O som infernal do despertador me faz acordar. E infelizmente, uma dor de cabeça vem de combo para “alegrar” meu dia. Se fosse por meu desejo e felicidade, eu adoraria ficar  mais tempo deitado. Mas pelo que parece, hoje será um dia em cheio.

Levanto–me da cama com dificuldade e vou me espreguiçando lentamente. Quando fico totalmente em pé, um sorriso involuntário aparece em meu rosto.

“Hoje chove novamente!” – Sorrio com toda minha alegria possível.

Visto uma blusa leve e calço uma chinela e saio para cozinha. Mas meu sorrio diminui e infelizmente não tem para onde eu sair naquele momento, à pessoa com que eu menos queria ver nesse universo, se materializa em minha frente com um semblante nada agradável.

– “Bom dia Killian”. – Me frita com seu olhar severo.

– “Bom dia papa”. – Sorrio para amenizar a tensão, mas sua feição continua na mesma.

– “O que está havendo com você, hein?” – Se mantém sério.

– “Papa, eu—”. – Ele então me interrompe se mostrando alterado:

– “Você acha que é normal, meu filho sumir em dia de trabalho, sem me avisar?!”. – Esbraveja.

– “Mas—” – Corta–me novamente:

– “Melhor! Quando mais precisávamos de você lá, você não está!”. – Ele da um suspiro pesado e fala pausadamente. – “Se eu o contratei é porque não quero um filho inútil em casa!”.

Permaneço sério e atento em suas palavras, sabendo que tenho que me manter calado.

– “Seja como seu irmão! Olha só, ele terminou seus estudos e já irá se mudar! E você, vai continuar sendo um inútil em casa?!”.

Preciso me manter calmo, mas precisava citar como exemplo meu irmão? Eu sei que ele sempre foi melhor do que eu, assim sendo meu herói, mas... Tem vezes que meu pai não me entende.

– “Escute aqui garoto, se você ainda hoje não comparecer ao seu trabalho, trata–se de expulso dessa casa! Você ama tanto barcos, então arrume um e seja feliz nele!” – Finaliza meu pai saindo da cozinha, sem ter a mínima chance nem de responder sua fala.

Que bela forma de começar o dia! Tendo como motivo principal, as ameaças do meu pai.

Então quer dizer que só me resta à opção de escolher entre seguir num caminho que meu pai quer e ser infeliz seguindo–o ou trabalhar com o quero, mas sem ter onde ficar. O que eu vou fazer agora?!

Pensando como forma de esfriar a cabeça, sigo para a geladeira, pegar alguma bebida alcoólica como sempre faço quando me quero “acalmar”, mas como sempre, há alguma coisa para impedir.

– “O que você quer agora, Liam?” – Minha voz saiu mais rude do que eu esperava, mas quem pediu para ele segurar no meu braço só pra não pegar essa estúpida bebida?

– “Você tem que trabalhar ainda hoje, não pode beber a essa hora da manhã”. – Revira os olhos enquanto pegava um suco de garrafa e me entregava.

– “E desde quando você entrou na onda do papa?”.

Ele da um suspiro cansado. – “Killian, você tem que respeitar o seu pai”.

– “Ah ok, você escutou o que ele me advertiu?”.

– “Sim, escutei”.

– “E você aceita eu sair de casa por esse motivo bobo?!”. –Não dou tempo para responder e já continuo:

“Ah, é mesmo, você não importa porque você estará bem da vida quando sair de casa e for morar com Milah!”. – Explodo irritado.

– “Killian, olha as besteiras que falas”. – Meu irmão tenta se aproximar, mas eu o afasto.

– “Por favor, Liam, se eu tenho que ir nessa coisa de trabalho, não quero me estressar antes mesmo de ir, então me faça a gentileza de sair daqui”. – Falo pausadamente tentando me acalmar.

Finalmente, a paz se espalha pelo local. Meu irmão se retira calado e logo desaparece da minha vista pelo corredor. Solto um suspiro pesado sem nem perceber que o guardava e sigo minha rotina de manhã. Tenho que me preparar.

 

[...]

 

Pego minha mochila pronta e um guarda–chuva para o trabalho, enquanto verificava o horário no pulso. Depois de ouvir todo aquele sermão, decidi fazer o que meu pai pediu, não será fácil, mas, será o único jeito se eu quiser continuar vivo.

Pela casa, aparentemente vazia, verifico se já está tudo pronto e saio do apartamento, soltando mais um suspiro pesado.

“Hoje vai ser um logo dia, e cansativo”. – Sussurro para si mesmo enquanto abria o guarda–chuva e saia do prédio, adentrando o centro da cidade.

A cidade estava agitada, o típico barulho dos carros e das pessoas, mas o mais aconchegante som das gotas d’água caindo no chão ameniza qualquer desconforto que aquele movimento habitual possa causar. O clima nublado, as nuvens cinza carregadas de água e a névoa fria que ameaça qualquer pessoa a se contrair congelando.

Num acontecimento estranho, subitamente meu corpo paralisa e sem entender o porquê de meu corpo parar de se mover, procuro ao redor a resposta e percebo o que ele quis me dizer. Não sei se foi meu corpo que me avisou ou foi destino, mas eu o agradeço do mesmo jeito.

– “Bom, ainda está cedo, então não teria problema se eu fosse a ver”. – Falo depois de verificar o relógio em meu pulso e adentrar o parque a minha frente.

Caminho com certa pressa e nervosismo, ansiando vê–la novamente. Meu coração acelerava a cada passo que eu dava e ele pareceu parar ao ver ela sentada ao mesmo lugar de sempre. Sem conseguir me conter, me apresso mais ainda, com o maior sorriso que eu poderia estampar ao dia. Quando ela me vê, abre seu habitual sorriso e o meu impossivelmente ficou maior.

– “Olá! Pensei que você não viria mais hoje”.

– “Também não”. – Finalmente chego onde ela estava e dou um aceno breve.

Ela que retribui o mesmo ato me pergunta se aconteceu algo e eu a explico tudo que aconteceu. Do sermão e advertências que meu pai infligiu e o seu sorriso logo desaparece. Uma parte minha fica culpada de ter feito sumir seu sorriso.

– “Mas seu pai não pode lhe obrigar a trabalhar num ramo que você não quer e lhe exigir pra sair de casa só por não cumprir...”. – Ela comenta num tom baixo olhando em qualquer outro ponto fixo sem ser meu rosto.

Eu só assinto meneando a cabeça e chamo sua atenção com minha pergunta repentina para mudar o foco da conversa:

– “Mas e então, conversou com sua mãe sobre cursar a faculdade de artes?”. – Abro um sorriso quando a vejo sorrir novamente voltando sua atenção para mim.

– “Ah Killian, como eu tenho que lhe agradecer!” – Disse animadamente.

– “Saio tudo tão bem assim?” – Digo num tom brincalhão.

– “Bem, eu tive que lhe mostrar que eu realmente não queria cursar medicina e a demonstrei o quanto quero a de artes!”.

Solto um suspiro. – “Ei, você não pode desistir ainda, você me ajudou muito então eu espero que o mesmo aconteça a você”. – Sorri novamente, o que faz esquentar meu coração e lá se vai todas minhas preocupações, por enquanto.

Sento ao seu lado e ficamos jogando conversa a fora. Ela comenta o quanto está animada para começar a cursar e sua animação serve de determinação para eu seguir meu sonho, eu certamente ainda não irei desistir ainda.

Depois de tanto conversar com ela, um barulho irritante que lembra ao de um apito vindo do meu relógio me faz despertar do meu transe que estava em nossa conversa.

– “Não pode ser!”. – Quase grito, desesperado me levantando apressadamente.

A garota ao meu lado se assusta com minha mudança repentina e logo se preocupa:

– “O que foi?”.

“Pedi a hora”.


Notas Finais


A Clara pede desculpa pela falta de criatividade. :c
Qualquer dúvida ou crítica, é só comentar a baixo. s2

Até o próximo capítulo! <<


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