História A garota do meu lado - Capítulo 46


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Exibições 234
Palavras 1.683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Luta, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente aqui é a Autora e eu queria dizer que eu estou
meio sem tempo pra escrever a fic,
por causa de trabalho, deveres, escola, curso e etc.
Por isso eu não sei quando vou pode postar outro cap,
depois não digam que eu não avisei
e não percam as notas finais pois tem uma noticia um pouco triste sobre a Figurinista.

Capítulo 46 - Botando o plano em prática.


Fanfic / Fanfiction A garota do meu lado - Capítulo 46 - Botando o plano em prática.

No dia seguinte...

Mari on:

O Adrien e eu acabamos de sair da casa do Mestre Fu, estamos nós dirigindo pra a padaria dos meus pais, no caminho até lá vimos muita destruição causada pelas Volpinas, as pessoas pareciam muito tristes e o clima das ruas esta assustador, parece uma cena de fim do mundo que agente costuma ver nos filmes.

Onde estão a Tikki e o Plagg? A Tikki esta escondida em uma bolsinha que o mestre Fu me deu, ela é diferente da que eu uso, ela é toda preta com caveira e Plagg esta escondido na jaqueta do Adrien. No momento estamos virando uma esquina que leva até a minha rua.

Adrien: Espera!- ele me parou.

Mari: O que foi?

Adrien: Olha- ela aponta.

Havia uma Volpina na frente da minha casa, mas com certeza não é a verdadeira.

Adrien: Vamos esperar ela sair, naquele beco -ele aponta- venha comigo- ele segura na minha mão- e haja naturalmente.

Lembra que nós iriamos virar a esquina pra padaria? Bom, agora estamos seguindo reto atravessando a ruas. Eu disfarçadamente virei o rosto e percebi que a Volpina estava nós seguindo com o olhar, só que ela parecia desconfiada, será que percebei quem somos realmente?! Chegamos no beco e a Volpina continua nós observando.

Mari: O que pretende fazer?- Eu sussurro.

Adrien: Agir naturalmente.

Eu não intendi o que ele quis dizer.

Adrien: Pronta?

Mari: Pronta?- Falei confusa.

Ele me puxou pela cintura e me beijou, mas pra que? Você esta ficando louco? Lembra que tudo isso começou por causa de um beijo? ADRIEN!!!

Ele se separou de mim, mas continua me segurando pela cintura.

Mari: Adrien, oque você esta fazendo?!- fala entre dentes e com um sorrisinho meio forçado.

Adrien: Você está vendo a Volpina?

Eu me viro e ela havia sumido, mas, mas como? Quando?

Adrien: Enquanto nós beijávamos ela foi embora, Volpina verdadeira ou não, ainda é a Lila, e a Lila detesta demonstração de carinho.

Mari: Tá, mas agora me solta- tento me afastar, mas ele não deixa.

Adrien: É que agora eu fiquei querendo mais.

Mari: E vai continuar querendo, a Volpina pode voltar.

Adrien: Mas de qualquer jeito temos que espera os seus pais saírem de dentro da padaria.

Mari: Não precisa esperar mais eles já estão saindo- falo apontando para os meus pais que estavam trancando a porta de casa.

Quando elas foram embora o Adrien e eu fomos até a escada de emergência.

Adrien: Primeiro as damas.

Mari: Nem pensa, você vai primeiro.

Adrien: Qual o problema? Você não tá nem de saia.

Mari: Vai de uma vez!!

Adrien: Esta bem, esta bem, eu só espero que ninguém veja isso, porque vestido desse jeito podem pensar que estamos invadido, pra tenta roubar alguma coisa.

Ele subiu e agora é minha vez.

Uma diferença de mim, pra Ladybug, ela é mais corajosa, o real motivo pelo qual eu não queria ser a primeira assubir é que eu tenho medo de altura, da outra vez que eu usei a escada de emergência vou pra desce não pra subir.

Eu comecei a subir com os olhos fechados.

Tikki: Marinette - ela saiu de dentro da bolsa- abra os olhos subir escadas com eles fechado é perigoso.

Mari: Volte pra dentro da bolsa, antes que nós descubram.

Adrien: Mari: Você esta bem?- ele fala lá decima-.

Mari: Tó, eu já estou subindo.

A Tikki entrou de novo na bolsa e eu subi mais um degrau, só que ai eu olhei pra baixo e senti muito, mais muito medo, eu meio que travei ali no meio da escada.

Adrien: Mari, sobe logo que daqui de cima eu estou vendo a Volpina voltar!

Mari: Adrien, eu, eu, eu não posso, eu, eu, eu tenho medo de altura!-fecho os olhos-.

Adrien: O que?! Tá tenha calma e abra os olhos.

Mari: Não! Eu...

Adrien: MARINETTE!- ele gritou- Se você não consegue vencer o seu medo de altura não vai vencer a Antibug, nem a Desaparecida, nem a Volpina e muito menos o Haw Moth!

Mari: Adrien eu ...- ainda com os olhos fechados-.

Adrien: Sei que esta com medo, mas por favor, seja forte, chegamos até aqui, não podemos voltar, não teremos outra chance como essa, Você quer que Paris continue desse jeito? Quer que as pessoas continuem acreditando que nós abandonamos elas?

Eu me lembrei da Alya...

{Alya: Eu não sei do motivo da Ladybug e do Chat noir terem abandonado agente nesse momento difícil, mas eu quero que saiba, Mari nós te amamos muito, volta logo tá.}

Mari: Alya... eu... eu não abandonei vocês!- eu abro meus olhos e começo assubir e foi bem a tempo, pois quando eu terminei de subir Volpina voltou, por sorte ela não nós viu.

Agora estamos abaixado na varanda esperando ela ir embora.

Adrien: Já pode se levantar ela foi embora-ele se levanta-.

Mari: Tá vamos entrar logo-eu me levanto.

Mas quando chegamos na janela do meu quarto ela estava trancada.

Adrien: Então o que varemos agora?

Plagg: Eu dou um jeito nisso- ele saiu de dentro da jaqueta do Adrien, atravessou o vidro da janela e destrancou a porta.

Adrien: Plagg, se você podia fazer isso, porque não destrancou a porta da padaria? Assim agente não se ariscaria tanto!

Plagg: Pelo que eu intendi, tem câmera aqui, então se eu fizesse isso seriamos filmados, e não temos tempo pra ficar excluindo cenas de vídeos de câmeras de segurança-ele disse e voltou a entra na jaqueta do Adrien.

Nós entramos no meu quarto e déssemos pra padarias, lá fomos até uma sala aonde fica um computador ligado as câmeras, eu botei nas cenas do dia e nós começamos a investigar.

Ficamos olhando e olhado até que ...

Adrien: Para a fita!

Eu parei.

Adrien: Olha é a Clóe.

Mari: A Clóe e a Sabrina- eu aperto um botão e tela fica em zoom, eu também deixo a finta em uma velocidade mais lenta, sou uma espiã quase profissional- Olha, nessa sena da pra ver que o corpo da Clóe seque reto, atravessa e rua e volta a segui reto, não da pra ver mais eu acho que ela virou na outra esquina.

Adrien: E porque você acha isso?

Mari: Porque tenho um palpite de pra onde a Sabrina levou a Clóe.

[...]

Narradora on:

Na frente de uma casa desconhecida para o Adrien...

- Mari oque vai fazer?- o Adrien pergunta.

- Tocar a campainha- ela responde.

-Mas quem é que mora aqui?

Mari toca a campainha.

- JÁ VAI – gritão de dentro da casa.

-Sim?- abre a porta- Não! M-MARI!!- abraça a Marinette.

Mari: É bom te ver também.

Adrien: É, mas eu acho que já tá na hora de você soltar dela, né Nathaniel?

Nathaniel: Nossa!-ele se separa- Vocês estão tão diferentes, Onde estiveram durante todo esse tempo e onde fizeram essa tatuagens?

Mari: Nathaniel, agora não é hora pra isso, a Clóe esta na sua casa não está?

Nathan: Entrem- ele falou com uma cara seria, mas também com um tom de voz bem triste.

Marinette e Adrien Entraram e ele fechou a porta.

Nathan: Me sigam-ele andou na frente e os outros foram seguindo ele.

Ele levou eles até o porão de sua casa, qual era bem grande e espaçoso. Assim que eles entraram se depararam com  a Clóe encima de uma cama de madeira, ela estava coberta e com um pedaço de pano úmido encima do rosto.

Mari: Conte o que aconteceu.

~~FlashBack~~

Nathan on:

Eu estava no meu quarto sentado na cadeira que fica de frente do meu computador, eu estava descansando depois de ter saído correndo de dentro da escola por causa das pessoas akumatizadas, quando sinto alguma coisa puxando meu cabelo.

Nathan: Ai!Ai!-eu grito bem alto.

O estilete começa o flutuar e se abre bem perto do meu pescoço.

Desaparecida: Não grita idiota.

Nathan: Sabrina?

Desaparecida: É Desaparecida, agora presta atenção, lá embaixo -o meu quarto fica no andar de cima- deitada  encima do seu sofá esta a Clóe, ela tá desmaia, eu quero que você tome conta dela, até ela melhorar, intendeu?-ela aproxima o estilete no meu pescoço cortando ele um pouco.

(Mari: Isso explica essa marca -ela fala apontando pra uma marca que ele tem no pescoço-.)

Nathan: Esta bem, esta bem.

Ela separa o estilete do meu pescoço.

~~FlasBack off~~

Narradora on:

Adrien: Então você aceito, cuidar de uma pessoa akumatizada porque estava com medo?

Nathan: Não, eu aceite cuidar de um ser humano, porque ela estava precisando da minha ajuda.

Mari: Você fez bem Nathaniel, mas e a Desaparecida?

Nathan: De vez em quando ela “aparece” trazendo alguns remédios pra Clóe.

Adrien: A sua mãe, não acha estranho você vindo direto pro porão?

Nathan: Na verdade não, e que eu sempre venho aqui-ele aponta para alguns quadros e desenhos que avia lá, o seu porão erá tipo o seu estúdio de artes, dentre os muito desenho havia um da Mari, oque eu a Alya mostrou no vídeo. 

{Alya: Olha esse é um desenho que o Nathaniel vez seu-ela mostra o desenho que era iqualzinho a Mari- ele disse que não vai mais desenhar enquanto você não volta já que você é a inspiração dele, muito fofo né?}

Vendo o desenho Adrien ficou morrendo de ciúme e queria fazer daquele tomate um extrato, mas deixou o seu ciúme um pouco de lado e se concentrou no seu dever, como devia ter feito no incidente da Reflekta.

Adrien: Nathan... Obrigado, por cuidar da Clóe, ela é minha amiga dez da infância e mesmo sendo de mentira ela foi minha namorada por um tempo.

Nathan: Não precisa agradecer, faria isso por qualquer um, até por você.

Marinette ficou com um pouco de medo nessa hora, os dois se dando bem? Isso é possível?

Nathan: Tá agora é a vez de vocês o que estão fazendo aqui? E como sabiam que ela estava aqui?

Marinette e Adrien se olham, sabiam que não poderiam explicar o motivo de estarem desse jeito, e nem o motivo de estarem atrás da Clóe.

Mari: Nathaniel, promete guardar um segredo?

 

Continua...


Notas Finais


Bi-Bi-Biiiiiiiiiiiiiiiiiiii...

Narradora: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!
Autora: Calma, sei que é dificil...
Narradora: NÃO ME PEÇA PRA TER CALMA!-grita- A Figurinista não pode partir agora, nem terminamos a fic ainda!
Diretora: Nós a veremos de novo... um dia.
Mensageira: BUAAAAAAA!- Começa a choramingar.
Diretora: Não chore Mensageira, está dando um mau exemplo pra Narradora.
Mensageira: Desculpe, mas, mas eu não consigo, BUAAAAAA!
Diretora: Então me de as flores antes que você as afogue com suas lagrimas- pega as flores que estavam com a mensageira.
Autora: Acho que eu devo falar algumas palavras.
Diretora: Não tudo que devia ser dito já foi, agora é tarde de mais.
Narradora: Eu odeio despedidas- enxuga as lagrimas.

BI-BI-BIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII.
Narradora: JÁ CHEGA COM ESSA BUZINA, ELA JÁ TÁ CHEGANDO!
Moço do táxi: Mas tá demorando demais.
Figurinista: Desculpem o atraso é que eu não encontrava o passaporte.
Mensageira: Precisa ir mesmo?
Figurinista: Você sabe que sim, eu vou viajar e volto em alguns dias.
Narradora: Mas porque?
Figurinista: Porque eu vou compra um tecido especial para o figurino das personagens.
Diretoras: Toma compramos algumas flores pra você- entrega as flores-.
Figurinista: Obrigada gente, mas não precisava.
Todas: Claro que precisava!
Autora: Você é muito importante pra nós.
Diretora: Sem você eu não vou ter ninguém pra dar sermão.
Mensageira: Sem você eu não vou mais conseguir sair de baixo das mesas quando me assustar.
Narradora: Sem você eu não vou saber o que vestir quando eu for pra balada.
Autora: Que estória é essa de você em baladas?!
Narradora: Opa!


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