História A garota do trem - Camren - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Norminah, Trolly
Visualizações 427
Palavras 2.914
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoas maravilhosas, voltei com um capítulo pra vocês, e eu espero que gostem. boa leitura!

Capítulo 16 - Almost kiss


Fanfic / Fanfiction A garota do trem - Camren - Capítulo 16 - Almost kiss

Depois de um banho bastante demorado, Camila pegou uma das roupas de Lauren e vestiu, optou por uma camiseta longa da Lana e um shortinho folgado. pegou na gaveta que ela havia dito, uma das calcinhas novas, e ficou surpresa ao ver a quantidade de peças íntimas de renda que a mulher tinha, na cabeça de Camila, em uma relação entre duas mulheres, uma exercia papel de homem, e outra faria o papel de mulher, e como ela havia visto que Selena era bem feminina, pelas fotos, achou que talvez Lauren fosse o ''homem da relação''. sabia que isso talvez fosse um preconceito da sua parte, perguntaria isso a ela depois. havia calcinhas minúsculas, de diferentes cores, pelo qual ela pegou-se pensando em como elas ficariam no corpo da professora. mas afastou os mesmos pensamentos e fechou a gaveta. 

Já estando pronta ela saiu do quarto e foi para a sala. Lauren estava concentrada lendo um livro, enquanto mordia o lábio inferior, ela usava um óculos preto, e ficava muito bem com ele, mais... sexy? — Camila se perguntou — talvez, um pouco sexy.

— ah, você terminou

— sim, vai tomar seu banho agora? — ela fechou o livro e colocou um marcador

— sim, irei, eu preparei o jantar pra gente, e queria saber se você... não gostaria de ver um filme comigo?

Camila franziu a testa e sentou ao lado dela

— pode ficar tranquila, não é nenhum filme de lésbicas

— eu nem pensei nisso, e se fosse... por mim tudo bem, não há problema algum, é um assunto que ainda me deixa confusa, talvez curiosa

— com o que tem curiosidade?

— queria te fazer uma pergunta, mas eu tenho vergonha e medo de ficar chateada

— não ficarei, pode fazer

— tem certeza?

— claro

— então... é que, eu vi fotos suas com Selena, e ela era tão feminina né?

— sim, muito mais vaidosa que eu, mas espere, você não me acha feminina?

— não é isso, é que, se ela é a mais feminina, então isso quer dizer que você é o homem da relação?

Lauren gargalhou e isso deixou Camila vermelha

— porque está rindo?

— é que.. — voltou a rir novamente — você é engraçada Camz

— eu não vi graça na minha pergunta

— não existe essa de homem da relação. eu já gosto de mulher porque o perfil masculino não é algo que me agrada, então porque eu iria querer que tivesse ''macho da relação'' ? e pior ainda Selena? não funciona dessa forma. são apenas mulheres, duas mulheres que se amam e que se atraem por detalhes puramente femininos. acho que ficou com isso na cabeça depois de ver aquilo né? na gaveta?

— na minha mente sempre houve homem da relação, e achei que toda lésbica usava aquilo

— acredite, não precisamos disso pra fazer alguém sentir prazer, eu garanto

Camila desviou o olhar e abaixou a cabeça.

— e porque tem lésbicas que se vestem como homens? não é porque elas querem ser homens?

— não, há algumas que apenas se sentem bem com seus cabelos curtos, e suas roupas fora dos padrões da sociedade, se elas estão felizes se vestindo assim, qual o problema né? não é errado ser diferente. a sociedade é que faz com que as pessoas nasçam e cresçam preconceituosas, precisamos abrir os olhos e ver que cada pessoa, cada ser humano, tem seus gostos, tem seu modo de se vestir. e não é porque uma garota corta do cabelo, ou veste blusas masculinas que ela quer ser homem, as vezes ela só se sente bem assim, da mesma forma que você se sente bem usando vestidos e eu me sinto bem usando meus jeans, entende?

— sim, agora eu entendi

— não há muita diferente em um relacionamento gay e hétero, é como um relacionamento entre um homem e uma mulher, há amor, há reciprocidade, há carinho. entre eu e Selena também era assim, nós nos amávamos, as pessoas que criam rótulos pra tudo, e isso acaba desencadeando preconceito. para as lésbicas existe a divisão, ativa, passiva e relativa

— como assim?

— bom, deixe-me ver como eu explico. há mulheres lésbicas que sentem prazer ao fazer sua parceira sentir prazer, essas são as ativas, elas que vão e... — gesticulou com as mãos

— sim, eu entendi, não precisa dar detalhes

— e há mulheres que são apenas passivas, são estimuladas

— como no relacionamento hétero? tipo, eu fui passiva com o Shawn?

— isso mesmo, mas... não vamos falar de rapazes agora ok? eles as vezes são tão rudes, só pensam em obter seu ápice e não estão nem um pouco preocupados com o que a garota está sentindo. e não me entenda mal tá? eu não quero generalizar, há casos diferentes

— você já esteve com um homem? tipo, na intimidade?

— não, mas já namorei um rapaz aos meus 17 anos

— então como sabe que você não gosta? se você nunca provou

— vejo que você ainda tem que tirar muito preconceito que enraizaram na sua cabeça. eu não preciso transar com um cara pra saber que eu não gosto

— claro que precisa

— é mesmo, então quer dizer que você já transou com uma mulher?

— O QUE? NÃO

— se a sua teoria é essa, então como sabe que não gosta de mulheres se nunca transou com uma?

isso deixou Camila sem respostas.

— provei que sua teoria é errada e preconceituosa

— desculpa

— tudo bem, você não tem culpa de ter sido ensinada assim, mas pode aprender a ver as coisas de uma outra forma. mas continuando, há as lésbicas relativas, eu e a Selena éramos assim. na nossa intimidade, havia reciprocidade, éramos ativa e passiva uma com a outra, entende?

— sim, entendi. obrigada pelas explicações e desculpe novamente pela minha ignorância

Lauren sorriu de lado e se levantou

— é mais questão de sentimento Camz, eu não escolhi me apaixonar por uma mulher e ser alvo de preconceito das pessoas por causa disso. você acha mesmo que gays, travestis, drags, iam escolher ser alvo de mãos criminosas e preconceituosas? passa direto nos jornais sobre bandidos mal caráter que matam gays, apenas por eles serem diferentes, apenas por serem gays. eu só queria que o mundo pudesse enxergar uns aos outros apenas como humanos, dotados de sentimento, amor... seria tudo mais fácil

— você já passou por algum tipo de preconceito?

— sim, até em meio a minha própria família. mas eu não iria me envergonhar de ser quem sou, porque as pessoas acham isso errado, ou veem com maus olhos. eu fui casada com uma mulher incrível, e nunca me arrependeria disso, ela me deu o que nenhum homem conseguiu me dar ou conseguiu despertar em mim, ela me deu amor. vou tomar um banho e já volto

— tudo bem, e eu quero ver um filme com você, pode colocar um de lésbicas de sua preferência

— você não precisa ver algo que não quer, relaxe

— tudo bem, eu quero... quer dizer, eu não vejo problema em ver, pra tudo tem uma primeira vez, né?

— verdade. tudo bem então, eu já volto

Camila acenou e pegou o livro que estava em cima do sofá, Emma de Jane Austen. achava Lauren tão inteligente, nunca havia conhecido alguém como ela, doce, gentil, carinhosa, meiga, e que lhe dava tamanha atenção, que ouvia seus lamentos e que não lhe julgava. ela era um ser humano incrível. A latina colocou o livro em cima da mesinha e deitou no sofá, pousando a mão sobre sua barriga.

— quando será que você vai começar a me chutar uh? está tão quieto, acho que você está dormindo um pouco, porque eu me sinto sonolenta agora

acariciou sua barriga e sorriu.

— Lauren acha que você é uma menina, mas eu acho que não, acho que será meu pequeno príncipe, mas saiba que eu te amo independente do que seja, e eu sinto muito por ter cogitado a ideia de te tirar de mim um dia. ainda bem que conheci Lauren e ela me fez perceber que eu cometeria uma grande burrada

ficou ali falando com seu bebê, mesmo que ele fosse pequeno demais ainda para ouvi-la, ela sentia-se bem em conversar com ele, ou ela. Lauren terminava seu banho, se enxugou dentro do banheiro mesmo, passou as mãos pelos cabelos molhados, e viu seu reflexo no espelho, ela já não tinha olheiras como antes, por ficar acordada a noite, com insônia, sentindo falta de Selena. ainda sentia, claro, mas saber que tinha a companhia de Camila ali, a tranquilizava mais. depois que se vestiu e penteou os cabelos, foi para a sala. Camila estava no sofá, e estava dormindo.

— Camz... acorda, você tem que jantar

— uhm... eu... dormi? nossa

— é, dormiu um pouquinho

se espreguiçou e levantou

— eu fiz tudo bem leve, coisas saudáveis

ambas foram para a mesa e se serviram. Camila até esqueceu dos problemas ao provar o jantar delicioso que Lauren havia preparado com muito carinho. depois da refeição ela tomou um suco geladinho de maracujá e foi para a pia.

— nem pensar, deixa ai que eu lavo, me espera no sofá, eu vou colocar almofadas no tapete ai a gente deita lá pra ver o filme

— você nunca me deixa fazer nada Laur...

— esse então é o meu apelido?

— talvez, mas ainda não é o oficial. deixa eu lavar, vai

— da próxima vez você lava

— tudo bem

ela foi para o sofá enquanto a Jauregui ficou na cozinha lavando as louças. viu a tela do celular dela se acender, e curiosa o pegou, era uma nova mensagem. olhou pra trás para ver se Lauren estava olhando, mas ela estava concentrada em sua tarefa.

''desculpe ter te beijado daquele jeito, mas eu gostei e não paro de pensar nos seus lábios nos meus. tentei colocar meu preconceito na frente, pra espantar essa atração forte que tenho por você, mas não consegui. me liga quando puder, gostaria de conversar contigo, e se quiser, repetir o que aconteceu no carro. beijos'' — Rosalie.

A latina ficou parada olhando para a mensagem, tentando lembrar do nome, até que se recordou dessa tal mulher que Lauren disse ter beijado. então já está assim? querendo repetir? nossa... que mulherzinha atirada. — pensou Camila. e quando foi colocar o celular no lugar, Lauren apareceu.

— alguma ligação para mim?

— uh, chegou uma mensagem, eu achei que talvez fosse uma chamada e ia levar pra você, mas era um torpedo, eu abri sem querer, desculpe, eu... eu não li — mentiu

— tudo bem, eu não tenho segredos

pegou o celular e leu a mensagem. Camila viu quando ela revirou os olhos e jogou o celular de volta na mesinha.

— vai deixar a pessoa sem uma resposta?

— não é importante, eu quero ver o filme com você, agora

— tudo bem

Ela ficou feliz por isso, não conhecia essa tal Rosalie, mas já achava que Lauren merecia alguém melhor. ela colocou várias almofadas no tapete e afastou a mesinha, ligou a TV digital e abriu no Netflix. colocou na categoria LGBT e selecionou o filme Elena Undone. 

— eu trouxe um pote de sorvete de banana, é melhor que pipoca, não acha?

— muito melhor!

Camila então se acomodou, deitando a cabeça no travesseiro, e Lauren deitou bem ao seu lado. o filme começou falando sobre almas gêmeas, sobre encontrar o seu amor verdadeiro, e até então a latina estava adorando. depois de 20 minutos de filme ela começou a perceber os olhares intensos entre a protagonista do filme, Elena, e Paige, uma linda mulheres de olhos marcantes e penetrantes, que estava tentando adotar um criança, ela era escritora, Camila gostou disso, pois sonhava em um dia escrever um livro. enquanto Elena, era uma fotógrafa nas horas vagas, e esposa de um pastor.

— acho que isso não vai terminar bem, se elas estiverem apaixonadas

Camila disse atraindo a atenção de Lauren

— é, talvez... ou não

— você já sabe o final né?

— digamos que esse é um dos meus filmes favoritos e eu já assisti várias vezes, mas como pediu pra mim escolher um desse gênero e que eu gostasse, optei por ele

durante os próximos minutos do filme, foi total silêncio. até que aconteceu o primeiro beijo das duas mulheres, e Camila sentiu seu rosto esquentar, e não sabia porque... talvez por estar assistindo a algo assim, nunca tinha feito isso. as duas se beijavam com amor. urgência, e necessidade. Lauren sorriu de lado, percebeu que a latina estava envergonhada, mas não disse nada. durante o filme, Camila havia ficado mais próxima, seus ombros paralelos com os de Lauren, e as mãos quase encostadas. na cena de sexo, Camila fechou os olhos, e Lauren riu.

— o que foi? para de rir

— até parece que está vendo a cena pessoalmente, está vermelha como um pimentão

— para!

Lauren riu do jeito dela que continuava com os olhos fechados. ela adiantou um pouco.

— pronto, pulei a cena

— muito obrigada

e o filme se seguiu, até que chegou no final, e não foi ruim como Camila pensou.

— eu torci para que elas ficassem juntas, formavam um casal bonito — a latina disse

— mesmo?

— é, elas combinam, sei que é só encenação, é um filme.. mas, elas combinam

— também acho

colocou no gênero Terror e a latina se sentou.

— eu tenho medo!

— e estou aqui, não precisa ter medo

— não gosto de filmes de terror lolo...

Lauren olhou pra ela sorrindo, e só então ela percebeu o que falou

— lolo? eu gostei, achei fofinho

— e saiu naturalmente

— acho que ganhei um apelido então

— é, acho que sim. agora bota outro filme vai, sem ser de terror

— de terror sim, deixa de ser medrosa

— eu não sou medrosa

— se não é, vai ver comigo Hospital Maldito

— só o nome eu já não curti

Lauren riu e colocou o filme. no começo foi apenas adolescentes tentando fazer uma brincadeira no Hallowen, em um hospital abandonado, um dos rapazes havia ido na frente para preparar o susto, e os outros foram depois com suas namoradas, mas tudo desandou. 

— ai Lauren!

— calma, foi só um sustinho, só um cara vestido de palhaço

— mas eu tive medo

ela ficou quietinha durante o filme quase todo, e pertinho do final, seu susto foi maior e ela agarrou Lauren inconscientemente e pegou o controle de sua mão desligando a TV, deixando a sala quase que toda escura, pois só tinha um abajur ligado. enterrou seu rosto no pescoço da professora que ficou um pouco nervosa.

— eu... 

— nunca mais vou ver filmes com você

fitou Lauren que estava meia que sem ação, ou reação. os olhos castanhos da latina pareciam mais escuros do que antes. ela ficou fitando-a por segundos, que pareceram a eternidade pra Lauren, que acariciou o rosto dela e colocou uma mexa de cabelo para atrás da orelha.

— eu disse que não precisava ter medo, eu estou aqui

fitou os lábios carnudos e aparentemente tão macios. Camila não falou nada e se deixou envolver pelo carinho que a Jauregui fazia em seu rosto, ela fechou os olhos, e Lauren não resistiu a vontade de chegar mais perto, os lábios quase tocando os dela... então o celular dela tocou e Camila saltou dali atônita. se sentou ao lado dela ficando um pouco sem jeito. — eu ia beijar ela? ela ia me beijar? ai meu Deus, ela quase me beijou! — pensou e se levantou.

— uh, Oi. não Rosalie, porque está me ligando?

Camila levantou e Lauren fez um gesto com a mão para que ela esperasse.

— eu não estou podendo falar agora. não, tudo bem, eu não estou brava, mas eu não quero que volte acontecer. porque... ah, eu não sei porque, mas é melhor.

— estou com sono, eu vou dormir Lauren, boa noite

Camila disse e saiu apressada para o quarto.

— droga!

— o que foi? — Rosalie perguntou do outro lado da linha

— nada, eu... estou cansada, e tenho que aproveitar que amanhã é domingo, pra dormir mais. eu vou desligar

— e sobre o que aconteceu?

— esquece aquilo... não quero que aconteça de novo

— você tem alguém, é isso?

— não, eu... só não estou querendo ter envolvimento com alguém agora

— nossa, que fora!

— não é isso, você é linda, atraente... mas é minha colega de trabalho, não quero misturar as coisas

— poderia ao menos ter dado uma justificativa melhor Jauregui

A mulher então desligou com raiva. Lauren suspirou e jogou o celular na mesinha.

— droga! ela ia me beijar...

levou a mão até os lábios e fechou os olhos.

— será que ela ia?

perguntou baixinho a si mesma... e nunca saberia. se a droga daquela ligação não tivesse atrapalhado... talvez ela tivesse deixado, e era esse ''talvez'' que deixava a mente de Lauren bagunçada. ela se levantou, foi tomar um copo de água e resolveu passar no quarto. deu duas batidas na porta.

— Camz, eu posso entrar?

— acho melhor não, eu estou com sono, quero dormir

— sobre o que quase aconteceu... eu...

— nada aconteceu, e nem ia acontecer Lauren, não viaja, aquilo foi só... eu só estava com medo, por causa do filme

disse puxando o lençol para cobrir suas pernas. Lauren falava do outro lado da porta, não havia entrado.

— sim, claro, tem razão, não houve nada. me desculpe por atrapalhar o seu sono. boa noite

— boa noite

foi de volta para a sala e arrumou os travesseiros. se acomodou o sofá, mas não conseguiu dormir logo, como esperava. Camila também demorou a dormir, talvez por se arrepender de ter sido um pouco rude com Lauren, ou por de alguma forma ela ter tido razão, a respeito de quase ter rolado algo.

— eu não posso...

disse para si mesma.

— eu não sou assim

agarrou-se ao outro travesseiro e fechou os olhos, tentando dormir.


Notas Finais


Camila tentando quebrar alguns preconceitos. um quase beijo. Camila ainda resistindo contra o óbvio... hum... vamos ver até quando! espero que tenham gostado. não esqueçam de opinar. xoxo


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