História A Garota Dos Meus Sonhos - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Aposta, Colegial, Fanfic, Garota, Revelaçoes, Romance, Shoujo
Exibições 7
Palavras 629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá meus doces, mais um capítulo hoje!!! Eu queria dizer que eu tô muito feliz com os comentários de vocês e dizer que me encorajam a escrever dessa forma tão intensa. Os comentários, favoritos me instigam a escrever cada vez mais e melhor.

Capítulo 17 - Seja forte.


Fanfic / Fanfiction A Garota Dos Meus Sonhos - Capítulo 17 - Seja forte.

    

O anjo me olhou pela última vez e, por mais que suas asas fossem invisíveis eu conseguia assistir o anjo desabrochar, suas asas fechavam-se formando uma espécie de cúpula. E finalmente, despencou no chão cinzento e áspero do asfalto. Assisti seu corpo deitado, sem vida. E não pude acreditar que naquele instante tudo se separava entre uma cortina. Entre a vida e a morte. Seu olhar fulgurante, agora apagado na escuridão da noite. Meu desespero foi crescendo à medida que eu não via mais esperanças. A peguei no colo e encarei aquele semblante  antes, tão dotado de vivacidade. Sua expressão agora era desbotada.

-Isa?-a chamei esperando que ela respondesse, minha aflição aumentou quando percebi que ela não me ouvia. Meus olhos arderam ao pensar na possibilidade de perdê-la, as lágrimas já caiam livremente pelo meu rosto e algumas gotas caíam em seu rosto e por um breve instante eu pensei que aconteceria algo. Mas não aconteceu. Corri com ela em meus braços, clamando, implorando, necessitando que meu corpo aguentasse toda aquela dor e pressão. Ora vinha o remorso me alertar de que o que havia acontecido era completamente minha culpa, porque se não houvesse a aposta, não haveria este acidente. E fazia sentido.

Ao chegar no hospital corri para área de emergência. O hospital estava lotado, haviam pessoas sentadas em todos os bancos e eu reprimi meu corpo ao pensar que ficaria com cãimbra. Droga!

Céus, meu corpo latejava com todo aquele peso em meu corpo. Mordi o lábio inferior pesando que não aguentaria aquela carga muito tempo. Olhei o relógio movimentar-se vagarosamente causando me impaciência. Esse hospital precisava de ordem. Já esperava em cerca de quarenta minutos e já me sentia inquieto pois nenhum médico se manifestara. 

[...]

-Srta. Tavares?-um médico branco, com a barba mal feita olhou em sua prancheta e depois direcionou seu olhar perdido à procura da dona do sobrenome.

-Ela está aqui.-caminhei até o médico com Isabella em meu colo.

O olhar do médico seguiu-me assustado. Caminhamos até a sala do consultório e eu agradeci mentalmente ao ver uma cadeira. 

-Coloque-a na maca.-o médico me olhou por cima dos ombros procurando alguma ferramenta para examiná-la. Obedeci ao pedido do cliníco.

-O que houve com esta jovem?-questionou-me enquanto examinava Isabella.

-Ela sofreu um acidente agora e eu a trouxe diretamente para cá.-abaixei a cabeça, desconfortável.

-Muito bem, rapaz. Você a conhece, tem algum grau de parentesco com a paciente?-perguntou.

-Ela é minha namorada.-não diria que era mentira, Isabella e eu ainda não havíamos rompido oficialmente.

-Entendo. Vejo que a paciente bateu a cabeça.-disse, tocando a testa de Isabella  que sangrava constantemente. 

Haviam arranhões em seu corpo e diversos ematomas devido a força brusca que o carro a pegou. O assassino fugiu antes que eu comunicasse a polícia.

-Acredito que cause alguns problemas de maiores dimensões.-arreganhou os óculos para frente observando minunciosamente cada detalhe de sua testa.

-Que tipo de problemas, doutor?-franzi o cenho, não captando sua mensagem.

- Traumatismo craniano.-respondeu me olhando com o que interpretei como compaixão.

-O que??-coloquei as mãos na cabeça desesperado, sem ação. 

Senti uma leve vertigem invadir meu corpo. Senti meus pés fora do chão. À proporção que o médico dizias suas palavras de consolo e altruísmo eu somente olhava para Isabella. E naquele instante, eu desejei poder estar em seu lugar. Eu não suportaria aquilo, era forte demais e esmagava o meu peito como um trator. O médico pediu para que eu aguardasse alguns instantes enquanto ele buscava um neurologista para uma melhor avaliação. Aproveitei que estava a sós com ela, fui em direção à maca e olhei para ela mais uma vez. Peguei em sua mão e entrelancei entre a minha. E mesmo que ela não estivesse ouvindo, eu disse:

-Seja forte, por você e por nós dois.-e por fim, plantei um beijo em suas mãos, antes de ser obrigado a deixar a sala.



Notas Finais


Um beijo e até o episódio 18. 😙


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