História A garota dos meus sonhos - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Personagens Originais
Visualizações 207
Palavras 886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vocês me pediram tanto que eu não resisti. Mais um capítulo maravilhoso pra vcs!

Capítulo 4 - Capítulo 4


Uma semana. Era o tempo que eu estava sem ver Annabeth e isso refletia terrivelmente no meu humor! Papai, vulgo o monstro do meu chefe me escravizou por mais um semana a ponto de eu nem mesmo conseguir sair da porcaria desse escritório e ir comprar meu café, Nico fez esse trabalho.

- Percy, seu pai precisa do relatório pra hoje! - Nico avisou entrando na minha sala.

- Então faça ele mesmo! - Gritei exasperado. - Ele quer me fazer infartar com tanto problemas na minha mesa! - Gritei novamente e Nico se encolhia me olhando abismado.

- O que aconteceu? Você é sempre tão bem humorado. - Ele arriscou com muito medo e um tanto envergonhado.

- Desculpe-me. - Perdi. Sente-se. - Ordenei apontando a poltrona logo a frente da minha mesa.

- Posso ajudar em alguma coisa? - Ele se ofereceu e eu sabia que tinha um amigo ali.

- Quer passar num teste garoto? - Olhei pra ele e vi um brilho ferver em seu olhar.

- Claro. - Ele nem pestanejou.

- Você estava presente na reunião, faça esse relatório você mesmo que eu o apresentarei ao meu pai e você estará um passo a frente mais próximo de onde quer chegar.

- Isso é suborno, chantagem ou....

- Oportunidade! - falei bem devagar.

- Obrigado Percy – ele sorriu grandemente.

- Você merece garoto – sorri pra ele de volta e me peguei pensando em quanto Nico era talentoso e merecia uma chance real de fazer parte dessa empresa.

Lembrei que eu nessa idade ia tantas festas quantas eu pudesse aguentar por noite e nem se quer lembrava que futuramente teria uma empresa para administrar, bebia todas, tinhas vária garotas e vivia como se o amanhã não existisse! Ele era bem melhor do que eu era nessa idade, parecia gostar do que fazia, era da área porque amava aquilo e não por obrigação. Por algum motivo lembrei do quanto Annabeth também estava se esforçando e isso me fez querer ajudá-la, protegê-la e abrir todas as portas do mundo pra ela.

- Percy! – sou arrancada dos meus pensamentos por um Grover muito assustado. - Cara você não vai acreditar no que Juniper acabou de me contar por telefone! - O sorriso dele era mais brilhando do que nos comercias de creme dental.

- O que pode ser tão bom cara? - Perguntei um pouco distraído lendo por cima do ombro de Nico.

- Juniper está grávida! - Ela gritou e eu demorei uns dez segundos para digerir a notícia e corri para abraçá-lo.

- Cara que excelente notícia! Isso é incrível Grover, parabéns! - Disse com toda a minha sinceridade, Grover e Juniper eram casados há quase dois anos e eu fui um dos padrinhos solteirões. - Vá para casa curtir essa notícia.

- Não, imagina! Seu pai vai me matar. - Ele brincou.

- Não, ele não vai! Vá pra casa, isso é uma ordem direta do seu chefe, eu me resolvo com o presidente. - Tentei empregar minha melhor voz de chefe.

- Valeu cara, você é meu melhor amigo! - Ele respondeu me abraçando.

- Parabéns Grover! - Nico disse finalmente tirando só olhos da tela do notebook.

- Obrigado garoto, mas lembre-se já tenho trinta anos você use camisinha! - Ele alertou e saiu em seguida. Nico ficou semelhante a um tomate, como toda vez que falávamos de sexo e mulheres.

Sai do escritório naquela tarde depois de cumprir o que combinei com Nico e Grover, me senti muito feliz por eles. Pensei em passar na cafeteria mas algo me dizia que Anna não estaria lá, então fui direto pro meu apartamento.

Era lindo, mas atualmente estava tão bagunçado que parecia um cortiço. Minha realidade era bem enlouquecedora, haviam várias caixas de pizza espalhadas pela cozinha e meu quarto estava tomado por uma grande quantidade de roupas sujas logadas pelos móveis e chão, essa é uma grande vantagem de morar sozinha ninguém reclamava da bagunça, mas até eu estava me sentido incomodado. Tomei um banho relaxante e vesti uma cueca box, me joguei na cama e dormi pelo me pareceu uma eternidade.

Acordei no dia seguinte, um sábado quente e ensolarado, desejando mais que tudo vê-la depois de tantos dias. Eu só podia estar enlouquecendo mesmo. Era maluquice querer tanto alguém que nem sequer olha pra você com o mesmo maldito interesse. Decidi comer alguma coisa e dar um jeito naquele lugar. As horas seguintes foram uma maratona entre esfregar o chão, recolher os lixos, lavar as louças, o que era quase nenhuma, e levar as roupas para a lavanderia mais próxima.

Dirigi a uma velocidade média e cheguei em pouco tempo. O bom dessas lavanderias é que você entrega a roupa suja e ela volta lavada e engomada no dia seguinte, era como mágica. Deixei pago o serviço e sorri com carinho a senhora que sempre atendia. Me dirigi a porta de saída e encarei o calor daquele dia de peito aberto, eu amava o sol. Isso me fazia lembra quantas saudades eu tinha de ir a praia. Na juventude eu surfava quase todos os dias, por um período cheguei a morar em Mountauk, num chalé dos meus pais. Imerso em meus pensamentos quase não reparei na voz que chamava meu nome atrás de mim.


Notas Finais


Estão gostando desse formato?
Capítulos menores e mais intensos.
To apaixonada por eles.
Tem muita coisa boa vindooooo!


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