História A garota dos meus sonhos - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Personagens Originais
Visualizações 66
Palavras 1.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus amores!!!!
Como vcs estão muitos ansiosos aí está mais um capítulo para vcs se deliciarem! Espero que curtam!

Geeeeente esse ficou grande!

Capítulo 5 - Capítulo 5



Annabeth ficava ainda mais incrível sem aquele uniforme sugestivo. O vestido cheio de flores vermelhas realçava sua tonalidade branca na pele e seus olhos cinzas pareciam brilhar. Deus do céu, meu coração não aguenta esses encontros espontâneos, nem sei o que falar direito.

- Você sumiu. - ela disse se aproximando. - Olá Percy. - Ela me cumprimentou e beijou meu rosto, senti um formigamento se espalhar pela minha espinha.

- Olá Anna – devolvi o beijo e sorri. - Desculpe estive muito ocupado durante toda a semana, mal pude sequer comer! - Passei as mãos em meus cabelos meio sem saber como me comportar.

- Senti sua falta benzinho. – Ela disse me encarando – Há poucos dispostos a conversar um pouco sem tentar apalpar meu traseiro. - Ela sorriu ao ver minha cara, que por sinal deveria está bem engraçada. - Não me olhe assim, Percy! Não tenho culpa de ter um traseiro grande.

- Eu não a culpo, na verdade eu quero matar quem tentar tocar em você sem permissão. - Falei e logo percebi a besteira. Ela sorriu e passou a língua nos lábios rapidamente umedecendo-os. - E a propósito seu traseiro é maravilhoso. - Eu sorrio pela minha tremenda cara de pau.

- Percy Jackson isso é não cavalheiro. – Ela brigou comigo mas pude ver a luxuria na sua voz. Estávamos no limite da conversa ou íamos embora juntos ou separados e tudo voltaria a estaca zero, estávamos no famoso “agora ou nunca”. - Você quer me dizer alguma coisa Percy? - Ela foi mais sagaz do que eu, o que não me surpreendia já que eu conhecia meu lado lerdo de ser.

- Eu quero muito Anna. - Clareei a garganta em busca de coragem. - Você aceita almoçar comigo? - Soltei sem nem pensar. - Estava pensando em fazer algo em casa já que passei a semana toda comendo pizza e hambúrguer.

- Eu até já comprei algumas coisas. - Ela levantou a mão e mostrou duas sacolas cheias de verduras e outras coisas que não consegui distinguir. - Acho que posso fazer algo gostoso com o que tenho nessas sacolas. - Ela sorriu e veio caminhando ao meu lado, ajudei-a com as sacolas e Deus do céu, precisei respirar fundo porque a cada passo que ela dava seus seios faziam uma dança sensual dentro daquele decote.

- Acho que podemos fazer algo bom juntos, também tenho alguns dotes culinários.

- Mal posso esperar pra ver seus dotes, benzinho. - Ela provocou e deixei meus olhos pousarem sobre aquele decote tempo demais, Annabeth sorriu e entrou no meu carro.

Filho da mãe sortudo era o mínimo que meu cérebro estava gritando comigo agora, todo saltitante dentro da minha cabeça. Anna estava ao meu lado e havia colocado uma música para tocar, ela era tão extrovertida e jovial que incendiava todo o espaço dentro do carro. Parecia tão correto tê-la ali, parecia tão necessário e correto que eu mesmo me deixei levar pela fantasia de ela ser minha.

- Percy você não mora tão longe porque veio de carro? - Aqueles olhos pareciam se divertir ao encarar meu jeito desconectado e alheio a tudo. Annabeth examinava meu corpo e os traços do meu rosto sempre que eu não estava fazendo o mesmo com ela.

- Puro comodismo. - Sorri com a sinceridade da minha resposta.

- Então você conhece Hermes? - Ela pareceu um pouco tensa e eu enrijeci.

- Sim, ele é amigo do meu pai e nos conhecemos há muitos anos, eu era um moleque na verdade. Hermes é um bom sujeito.

- Sim, ele é. Soube esteve que esteve a minha procura na cafeteria. E, bom, Hermes é meu tio ele me contou o que você sabe. - Ela baixou os olhos e eu fiquei envergonhado.

- Desculpe não queria me meter na sua vida, nem bisbilhotar nada eu... - Anna me interrompeu.

- Tudo bem, eu iria contar mesmo em alguma oportunidade. - Ela sorriu – Você é o mais próximo de amigo que tenho. - Obrigada por ser tão gentil.

O resto do caminho foi quase dois minutos. Chegamos e Annabeth se mostrou bem normal em relação a minha casa, era um bom apartamento na cobertura e não havia nada extravagante. Ri um pouco pelo seu receio de elevadores. Fomos direto pra cozinha e de repente me senti extremamente feliz por não estar sozinho. Ela se movimentava graciosamente pelo cômodo como se conhecesse tudo aqui e Deus sabe o quanto eu queria que ela já tivesse conhecido. Ela transpirava uma liberdade que eu desejava e ao mesmo tempo a rotina que eu gostava. Na minha juventude viajei o mundo em busca dessa tal liberdade sonhada e depois de quase um ano voltei pra casa destinado a me torna adulto de vez e agora, é como se eu encontrasse toda essa liberdade em Anna, nas nossas conversas e no quanto eu a queria.

- Pare de me olhar e venha fazer algo útil, Jackson. - Ela disse por sobre o ombro.

- Tudo bem, vamos ao meus dotes culinários.

Em menos de uma hora montamos uma refeição digna de restaurante. Até eu fiquei orgulhoso. Preparei a mesa e Anna trouxe a comida numas travessas que nem sabia que tinha, deve ter sido coisa da minha mãe, pois quando mudei pra cá ela insistiu em organizar tudo.

- Uau, parece delicioso – Anna disse sentando-se na pequena mesa de frente pra mim.

- Vamos experimentar, acho que fizemos um excelente trabalho aqui.

O almoço foi seguido de vários elogios exagerados ao sabor da comida que estava tão saborosa quanto bonita, mas ela era melhor que qualquer coisa naquele dia. Os cabelos presos num rabo de cavalo deixava escapar apenas alguns poucos fios que adornavam seu rosto.

- Então você é diretor na empresa de Marketing do seu pai... - Ela disse entre uma garfada.

- Sim. Ele me escraviza há nove anos. - Ela sorriu. - E você pretende ser uma arquiteta?

- Muito em breve! - Seu rosto se iluminou todas as vezes em que eu tocava no assunto “arquitetura”. - Pretendo seguir a mesma carreira da minha mãe, ela era muito talentosa. Trabalhar na Cafeteria tem me ajudado com as contas, mas é quase insuficiente. E não posso exigir muito do meu pai, ele também já tem seus próprios problemas.

- Quem sabe você não consegue um estágio remunerado em algum escritório de arquitetura, você deveria buscar algo melhor que o café.

- Eu sei, eu já tentei mas não dei muita sorte. E também não quero ser ingrata com Hermes.

- Acho que ele aprovaria um emprego melhor.

- Tenho certeza que sim.Vou continuar tentando.

Já havíamos terminado de comer e estávamos apenas conversando. Eu adorava observá-la, mas era sempre melhor quando ela não estava vendo. Annabeth tinha total consciência do quanto era bonita e tentadora para mim.

- Percy – um de seus pés roçava preguiçosamente na barra da minha calça de moletom. - o que você acha de sexo no primeiro encontro?

- Sexo no primeiro encontro é meu nome do meio!


Notas Finais


Estão gostando????
Eles são um amorzinho né!


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