História "A garota que não sorri" - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance
Exibições 43
Palavras 812
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá! Demorei né?

Capítulo 7 - Concerns


 

Matthew's POV

Acordo e faço minha higiene matinal, ainda com muito sono vou tomar meu café.

Troco de roupa e pego o trabalho sobre a 2ª guerra mundial. Hoje é o dia da entrega

~Quebra de tempo~

Chego na escola e vejo que Angeline não veio, de novo? Será que está bem? Será que "ele" bateu nela de novo? 

-Matthew -Fala o professor me fazendo desviar de meus pensamentos -Me entregue o seu trabalho -Me levanto e entrego a ele

-Está aqui

-Sabe porquê Angeline faltou? 

-Não, também queria saber

~Hora da saída~ 

O recreio foi um tédio só! Até que enfim posso ir para casa, pensando bem, vou para outro lugar
Vou até a diretoria e bato na porta

-Pode entrar! -O diretor fala e eu abro

-Licença 

-O que o senhor quer?

-Eu vim a pedido do professor de história- Menti- Ele está te chamando

-E onde o professor está?

-Na biblioteca 

-Já estou indo -Saio da diretoria fingindo que iria para casa

Quando o diretor sai eu volto para o local. Abro a gaveta onde tem escrito: Dados dos alunos.

Acho o documento com os dados de Angeline e procuro o endereço de onde ela mora
Escrevo tudo na mão, guardo as coisas e saio correndo

Vou até a casa de Angeline e quando chego lá um homem me recebe em sua casa

-O que você quer? -Perguntou 

-Eu estou procurando por Angeline. Conhece? 

-Sim, sou padrasto dela

-E ela está?

-Não, ela saiu ontem à tarde e não deu notícias. Provavelmente está no hospital, ela vive indo para lá

-O senhor sabe o endereço deste hopostal?

-Sim -Entra dentro de casa e escreve o endereço no papel -É um pouco longe, terá que ir de metrô -Volta e me dá o papel -Esse foi o último hospital que a mãe de Angeline foi

-Ela morreu? 

-Sim. Bom, chegando lá procure por Rose

-Okay, obrigado -Sorri e ele fechou a porta
Pego o metrô, esse que estava cheio. Sento no único banco vazio. E em uma das paradas uma senhora entra e para no banco ao meu lado, onde um menino que aparentava ter menos de 16 estava sentado

-Menino, me deixe sentar aí -Falou a senhora -Eu já estou velha e você ainda está novinho -O menino não botou o olho na senhora. Estava totalmente concentrado em seu celular

-Não tem como -Respondeu o garoto

-Senhora! -Me manifestei -Sente-se aqui -Falei me levantando

-Obrigada meu querido -Deu um soriso simpático para mim

~Quebra de tempo~

Chego no hospital. Ele tinha um cercado de ferro e um jardim, muito bonito para falar a verdade. E atrás do jardim o hospital
Passei pelo cercado e vi umas mulheres sentadas no banco que havia no jardim. 

-Olá -Falo -A Rose trabalha aqui?

-Sim -Responde uma das mulheres -Sou eu, o que o senhor quer? 

-Eu procuro por Angeline

-Posso saber seu nome?

-Matthew

-Siga-me -Me levou até um quarto de hospital. Bateu na porta e disse: -Angel, tem visita pra você 

-É Angeline, cacete! -Escuto ela responder

Rose faz sinal para mim entrar e eu faço o que ele pediu. A mesma sai e fecha a porta

-Como soube que eu estava aqui?

-Dei meus pulos -Riu -O que aconteceu?

-Nada de mais

-Seu padrasto falou que você está aqui desde ontem

-Ele não liga para mim, nem sabe quando estou ou não em casa. Paul é um bêbado 

-Sabe quando vai sair? -Perguntei 

-Hoje

-Tenho que ir. Melhoras -Dou um beijinho em sua testa -Tchau

Angeline's POV

Um tempo depois que Matthew vai embora acabo caindo no sono

~~Sonho~~

Eu acordei em jardim enorme, com muitas flores de todos os tipos e de todas as cores.

Eu estava com minha câmera e fotografava as flores. Lá no fundo havia uma árvore bem grande com os troncos largos.
De lá, saiu uma pessoa. Estava muito longe e não conseguia ver quem era

Quanto mais perto chegava, conseguia ver que era uma mulher. Minha mãe? 

Chegou bem perto de mim e me abraçou. Depois sumiu 

~~Sonho off~~

Acordo assustada, com a respiração ofegante.

Rose chega no local com uma bandeja na mão e em cima uma sopinha e um vidrinho de água

-Você precisa se alimentar! -Rose fala animada

-Eu não quero isso

-Por que não? 

-A comida deste lugar é horrível! 

-Mas você precisa comer algo

-Compra sanduíche e refrigerante para mim -Ordenei

-Mas se me pegarem sou despedida!

-Você não se diz minha amiga? Passe por esse risco, por mim 

-Tá bom -Bufou -Mas o que eu faço com a sopa?

-Come, quem sabe assim você irá concordar comigo sobre a comida daqui

Rose sai e depois volta trazendo o que eu pedi.

Depois que acabo de comer recebo alta e vou para casa. Chegando lá, Paul me dá boa tarde e eu nem respondo. Não converso com assassinos

[...]


Notas Finais


Tchau, e até a próxima 👋👋
Sem demora, ok?


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