História A garota sem alma - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bissexualidade, Mistério, Terror
Exibições 14
Palavras 1.051
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Saiu mais cedo, pois adiantei esse cap de ontem, hoje é um pouco sobre Sophia, espero que gostem!!

Capítulo 25 - Até a morte


Fanfic / Fanfiction A garota sem alma - Capítulo 25 - Até a morte

A garota sem alma cap.25

 

 Já faz tempo desde que escureceu, ainda nem sinal de Marcelle ou Cristofer, Janina já havia acordado, mas ainda estava fraca, eles não deixaram ela tentar de novo, apenas chamaram um guarda negro para levar o corpo dele, ninguém falava nada, o silencio era quase sufocante, Sophia estava olhando para a floresta sem desviar o olhar já fazia meia hora, apesar de que por causa da escuridão ela não possa ver nada, ela continuava olhando, o guarda negro, que surgiu de uma sombra qualquer, estava fazendo perguntas para Fabricio a cerca de 15 minutos, os murmúrios deles ao longe faziam Sophia querer correr, ela nunca esteve tão ansiosa por Marcelle, bom talvez apenas uma outra vez.

>Era 1946, um ano após o fim da guerra, em meio aquele caos de pessoas que morreram, os milhares de mortes, Sophia havia sobrevivido, e ainda não acreditava nisso, uma bomba explodiu a um metro de seus pés, mas ela não se feriu, ela foi puxada por uma garota, que não parecia ser mais velha que ela mesma, essa garota se colocou na frente dela, ela explicou tudo, mas Sophia só conseguia pensar em por que tudo isso havia acontecido, já fazia um ano desde o ocorrido e as palavras da garota que Sophia duvidava na época, era verdade, ela era imortal, em meio a um dos piores momentos da humanidade, ela estava com um presente divino, em ter com quem dividir além de Giulia, a garota que a salvou, ela estava juntas até um tempo atrás, até Sophia passar por frente a uma lanchonete, onde, depois de ver uma bela mulher de cabelos castanhos e olhos azuis como o oceano, passou a sempre ir até o lugar, ela sempre a recebia com um sorriso especial e um rosto ruborizado, naquela época, as duas não podiam se amar tão abertamente, então todo final de expediente, elas se encontravam no armazém.

 -Você finalmente chegou, achei que ia me deixar esperando novamente

 Disse Marcelle ao ver Sophia se aproximar

 -Eu já disse, eu tinha uma coisa importante para resolver, e pelo que me lembro, eu te recompensei por isso

  A coisa importante era uma reunião dos guardiões, mais um guardião foi morto por alguém estava ficando perigoso.

 -Aquilo não conta como recompensa, eu recebo flores de todos os velhos bêbados que vem aqui.

 Sophia faz uma careta de ciúmes e Marcelle se diverte com isso, é tão fácil deixa-la com ciúmes, pensou Marcelle, então Sophia se aproximou de Marcelle com um desejo animal estampado nos olhos, assim como da última vez, ela beija o pescoço de Marcelle enquanto suas mãos desatam o nó de seu avental, Marcelle envolve o rosto de Sophia com a mãos e se inclina para trás para fazer o beijo durar mais, elas mau haviam começado e o folego de Marcelle já sumira, era sempre assim com elas, era o desejo antes da necessidade, Sophia para por um momento com um sorriso no rosto, ela desfaz o nó e tira o avental de Marcelle e começa a desabotoar a camiseta cor de baunilha de Marcelle, ainda a olhando nos olhos, o desejo claro visto nos olhos de Sophia, faziam Marcelle ansiar por seus lábios, e Sophia sabia disso, elas voltam a se beijar, em uma mistura de prazer e medo se serem pegas, assim que Sophia tira a camiseta de Marcelle, ela começa a tirar sua saia, que já havia dito ser curta demais, os velhos sempre olhavam para sua calcinha, e como isso incomodava Sophia, mas assim que Sophia começa a descer os beijos de seu pescoço até o meio de seus seios, elas escutam um som, Sophia para na hora mas Marcelle continua a beijar carinhosamente o topo da cabeça de Sophia, mas assim que ela se levanta e olha para Marcelle, ela para, há algo ruim acontecendo, Sophia entrega sua jaqueta para Marcelle, e pega o pequeno dispositivo pequeno em seu bolso, Marcelle encara o pequeno objeto enquanto colocava o casaco nos ombros, e caminha até a porta.

-Aonde você vai Sophia?

 Perguntou Marcelle com uma leve demonstração de medo, ela havia percebido que o pequeno aparelho havia se tornado uma pequena adaga, mas não perguntou nada ainda, o que fez Sophia ficar grata por isso. Mas Sophia apenas leva o dedo indicador até os lábios, silencio...

 Então ele entra, um homem alto, coberto por uma roupa preta, de couro, ele fedia a sangue seco e podre, Marcelle segura um grito, Sophia levanta a mão para ataca-lo com a adaga, mas com um simples movimento de seu punho, ele a joga na parede, Sophia desmaia na hora, e uma poça de sangue começa a se formar onde ela cai, Marcelle grita e se levanta, mas antes de conseguir fazer qualquer coisa, o homem a pega pelo pescoço, e a levanta seus pés não tocam mais o chão e seus pulmões estão começando a queimar, quando Sophia se levanta e enfia a adaga fundo na nuca do homem, mas ele não demostra dor, apenas usa a outra mão para tirar a adaga de suas costas e, antes que Sophia pudesse desviar, taca-la em seu estomago.

 Sophia ainda está acordada quando o homem leva a outra mão até a cabeça de Marcelle, e com um simples apertão, a explode como se fosse um tomate podre, Sophia grita, e sente o sangue subir até sua boca, e começa a engasgar, seus ferimentos deviam se curar rápido, mas por ela ter sido machucada com sua arma, vai demorar bastante, então ela começa a engatinhar até o corpo de Marcelle, mas o homem pisa em suas costelas e a faz cair, ele continua pisando em Sophia, e a cada vez que ele faz isso, mais ossos ele quebra, então, depois de quase quebrar todos os osso de Sophia, ele a vira de barriga para cima, e Sophia, quase morta, se isso fosse possível, olha para ele, seu rosto deformado, e seu sorriso maligno no rosto ele está som seus trapos agora cobertos de sangue, então ele pisa na cabeça de Sophia e a quebra novamente, ela pode estar sentindo a dor mais intensa de sua vida, mas ela iria seguir esse desgraçado até sua cova, então ela é mergulhada até a familiar escuridão, que nunca leva ela até a morte.


Notas Finais


Obrigada por lerem, espero que tenham gostado
Laridroama04


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