História A garota sem alma - Capítulo 28


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bissexualidade, Mistério, Terror
Exibições 13
Palavras 923
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Penúltimo cap. infelizmente essa historia acabará essa semana, mas já tenho projetos de outras historias!!

Capítulo 28 - Durante séculos


Fanfic / Fanfiction A garota sem alma - Capítulo 28 - Durante séculos

A garota sem alma cap.28

Já fazia tempo que Marcelle estava naquele local, desde que ela acordara de seu desmaio, estava tentando soltar suas mãos, mas a corda áspera, cortava seus pulsos cada vez mais, e sua cabeça continuava a sangrar, desde que vira o homem que havia a sequestrado ela estava inquieta, ela já estava acostumada a ferir a todos em sua volta, mas Sophia e Cristian, ela não permitiria que machucassem eles, ela move as mãos até a corda lixar toda sua epiderme e tocar os tendões de seu pulso, eles falham e Marcelle sente a familiar tontura, ela perdeu a noção do tempo, ela podia estar ali por horas, ou até mesmo dias, mas ela não iria desistir, então ela continua a mexer suas mãos, na esperança de que alguma hora, ela se solte, e possa fugir.

-----------------------------------------------------------SOPHIA--------------------------------------------------------------

 Cristofer já estava sem nenhum pedaço de seu radar no corpo, já haviam se passado 3 horas, mas ele finalmente tinha acordado, suas palavras não faziam sentido, ele apenas dizia coisas emboladas e olhava para todos os cantos, preocupado, com medo, ele nunca esteve tão inseguro em toda sua existência, Sophia tinha chamado Fabricio e mais alguns guardiões para fiscalizarem o perímetro, mas eles ainda não tinham chegado, e ela não podia sair, sua presença estava curando o mana de Cristofer restaurar, mas cada segundo que ela ficava curando Cristofer, era um segundo a menos procurando...

 -Marcelle!!!

 Cristofer se levantou em um salto, como se estivesse preso em um sonho, ele já estava normal, mas aflito, bastante aflito, Sophia o encarou, como se estivesse dando um sermão por ele ter se levantado tão depressa logo após o que havia acontecido, mas ele ignora, e começa a falar disparadamente

 -Sophia, Marcelle está em perigo, não podemos perder tempo aqui, ela foi levada por

 Ele ia continuar, até que Fabricio chegou e interrompeu Cristofer, que correu até ele

 -Fabricio, é ele, o mau, ele está com Marcelle, eu não pude impedi-lo, ele, e-eele...

 Cristofer ficou gago mais uma vez, ele se vira para Sophia e a puxa pelo braço

 -Sophia, precisamos ir agora, não é só Marcelle que corre perigo agora

 Ele diz, cada vez mais assustado, mas Sophia já não está mais prestando atenção, ela se lembrou, o homem que havia matado Marcelle em sua vida passada, era o mau, Marcelle nunca teve paz de verdade.

 Sophia correu, arrastando Cristofer pelo braço, ela precisava de sua moto, era agora ou nunca, ela ia acabar com o mau de uma vez, pelos velhos tempos.

------------------------------------------------MARCELLE------------------------------------------------------------------

 

  Marcelle já havia se mexido o máximo que pode, mas agora suas mãos estavam fracas e seus pés estavam formigando mais do que em toda sua vida, mas como ela desistiria? Não era apenas a sua vida agora, era a de seus amigos.

 Quando Marcelle ia continuar, ela ouviu passos atrás da grande porta de ferro que a prendia nesse lugar escuro, sujo e solitário, uma sensação que ela já não estava acostumada, uma pequena abertura, que Marcelle não havia notado antes se abriu, Marcelle esperou a luz que viria da janela, mas pelo visto, o lado de fora era tão escuro quando dentro, da pequena abertura Marcelle avistou um rosto, não era o homem que havia capturado ela, e sim uma mulher, seus olhos eram totalmente negros, e abaixo deles cortes abertos, e fungos em seu rosto, como se estivesse muito tempo parada em um local por muito tempo, ela estava morta, um espirito, com certeza, ela não move os lábios, mas sua voz triste ecoa pela sala vazia

 -Se você continuar a rasgar seus pulsos assim, nós vamos te amarrar no teto

 Ela disse com um tom de superioridade, mas sem querer, pelo visto ela também era amaldiçoada

 -Onde eu estou?

 Perguntou Marcelle, ignorando as palavras da mulher e continuando a tentar se soltar das ásperas cordas de seus pulsos feridos

 -Cale a boca, insolente, você não está em uma situação boa para fazer perguntas

 Ela disse, ainda sem mover a boca, insetos saia dos cortes em seu rosto, aquela sim, era uma imagem terrível, que ela com certeza nunca iria esquecer

 -Eu pareço ser bem importante para vocês, se o simples fato de eu me cortar te incomoda, eles vão se curar se é o que você quer saber

 Então pela primeira vez desde sua chegada, a mulher abre a boca e solta uma gargalhada tão áspera quanto a corda que amarrava seus pulsos

 -Não mesmo, esse não é um lugar onde pessoas como você se curam

 Marcelle ficou em silencio, e a mulher aproveita a deixa

 -É onde pessoas como você, morrem.

----------------------------------------------------SOPHIA---------------------------------------------------------------------

                Sophia acelerava a moto como nuca antes, desviando das arvores enquanto seguia as trilhas, seu radar não parava de apitar, a cada metro que ela passava, ele brilhava mais, estavam perto, Cristofer pulava na garupa de Sophia a cada pedra que ela passava por cima

 -Estamos perto Sophia, você não precisa correr tanto, os outros estão ficando para trás

 Todos os outros guardiões estavam se preparando para ir, mas Sophia dispensou tais comodidades, ela queria achar Marcelle, e exilar o mau, se preparar, estava fora de cogitação.

 -É por isso que estamos indo na frente Cris, é urgente.

 Então Sophia acelera mais, até encontrar uma cabana podre na floresta, ela fedia morte de longe, e estava cercada de sombras, mais violentas que nunca, era hoje, Sophia joga seu radar no chão, tira o capacete e entra na casa, hoje, era o dia em que Sophia mataria aquilo que a matou durante séculos. 


Notas Finais


Obrigada por lerem!! Esperando o grande final.
Laridorama04


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