História A Gata - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Gotham, Mulher Gato
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harvey Dent, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Selina Kyle (Mulher Gato)
Tags Ação, Aventura, Batman, Luta, Mistério, Mulher Gato, Romance, Suspense, Violencia
Exibições 78
Palavras 2.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá mais uma vez!
Espero que gostem do capítulo!
Escolhi o ator Dylan O'Brien para interpretar o Bruce adolescente.
E vamos lá. Boa Leitura! ❤

Capítulo 5 - Medos da Meia-Noite


Fanfic / Fanfiction A Gata - Capítulo 5 - Medos da Meia-Noite

Todos os meus "amigos" sempre mentem para mim, eu sei o que eles estão pensando. Foda-se de qualquer maneira. Você sabe do que eu tenho medo quando acordo? Quando acordo eu tenho medo que alguém possa ter tomado meu lugar. Quando acordo eu tenho medo que alguem acabe se tornado eu. Continuo sonhando, só nao posso parar de respirar. Devo enfrentar esses demonios, quando eles me virem dormindo devo faze-los irem embora. Eu nem ao menos sei se eles ainda estao lá fora. Eu sinto até medo de repirar, mas se voce me deixar, então eu terei medo de tudo. Mesmo assim, deixe-me encarar isso, me deixe dormir e enfrentar meus pesadelos da meia-noite. Eu preciso ser independente.

 

 

O carro virou a esquina de maneira silenciosa, Alfred estacionou na garagem, tudo estava calado, somente o barulho dos grilos interferia no silêncio da noite. Ele não disse nada durante o trajeto, foi a mesma coisa do que eu ter sido acompanhada por alguém que não possui uma voz, ou até pior, porque se ao menos houvesse saído com um cara "mudo" ele certamente experimentaria ao menos sorrir para mim. Cruzei os braços enquanto ele saía do carro, em seguida caminhou por detras do mesmo e abriu a porta para mim, saí de cara fechada e nem o agradeci. Caminhei para a frente da mansão, pensei em dizer algo, mas continuei calada, eu era orgulhosa demais em qualquer coisa que fizesse; não  entendo, se era para ser assim afinal por que ele me convidou para dormir aqui? Ah, seja quais fossem minhas questoes nao podia me dar ao luxo de negar essa oportunidade, já estava tarde e a noite estava tão fria, não queria ficar na rua.

Ele foi adiante de mim, como se quissesse anunciar que estava sempre ao comando, então aproximou-se da porta e aproveitei o momento para revirar os olhos enquanto ele  ainda estava de costas para mim, ouvi o barulho das chaves e de repente a mansão se abriu. Ela estava totalmente irreconhecível,  parecia um falso abismo, a escuridão a possuía, mas quando Bruce deu um passo a frente, as luzes ascenderam-se como mágica. -fiquei boquiaberta. -Eu o segui e fiz isso sem olha-lo, aquilo era algo que eu já imaginava, mas bem... Você sabe que quando de perto tudo é mais imprecionante, e aquela casa era exatamente isso. 

-O seu quarto é o primeiro a direita depois das escadas. -apontou. -Tem um banheiro embutido, você pode usá-lo.

Ele parecia um general em dizer, mal olhou em meu rosto, estava mais duro que um vidro, bom, mais sério que de costume.

-O que eu vou vestir? -perguntei cruzando os braços.

-Ah, você não pode ficar com essa coisa? -ele virou-se para mim, em seguida apontou para meu vestido que fiz apartir da blusa de Henry.

-Ta de brincadeira, né? -semicerrei os olhos.

-É, tem razão. -colocou as maos nos bolsos  da calça. -O cheiro dele é insuportavel. -comentou rindo.

Fiquei feliz ao perceber que aquele fora o primeiro sorriso após eu ter feito aquilo com... Bom, com o "distribuidor de espermatozoides" dele. Acho que ele ainda estava chateado comigo, mas adorei ver seu riso perfeito.

Eu sorri em retribuição, acho que foi justamente nesse momento que ele percebeu que o próprio estava sorrindo, então mudou sua feiçao para serio novamente.

-Você é homem. -subi um degrau da escada. -É claro que vai detesta-lo. -levantei uma das sobrancelhas.

Bruce nao riu, mas tambem nao detestou a piada. 

De repente fez-se um longo silencio, até que ele bocejou.

-Tem uma camisola sobre a cama. -apontou encostando as costas no corrimão. -Era da minha mae, mas acho que serve em você. 

-Camisola? Tipo... daquelas bregas? -fiz cara de nojo, podia imaginar umas daquelas cirolas antigas me esperando.

-Do tipo que você vai gostar. -assentiu. -Boa noite! -desejou sem mudar sua expressao.

Meus olhos que possuíam o brilho da felicidade piscaram impacientes, pensei que fôssemos conversar mais, achei que estava tudo bem, mas... Não estava nao. -abaixei a cabeça. -Ele me divertia, e eu não me sentia tediada ao lado dele, mesmo que brigando, era bom ouvir a sua voz, mas ele partiu para o quarto, e nem podia insistir para ele ficar.

Então eu parei por um segundo, parei para pensar em tudo que estava sentindo e não consegui chegar a nenhuma conclusão, como em todas as outras vezes, aquilo era sempre algo complexo e difícil de explicar. Ele tinha namorada e eu ainda sentia algo por Henry, não podia estar apaixonada, acho que gostava dele como irmão, ou possuia algum tipo de admirassao mesmo que me custasse em admitir. Era sempre muito complexo explicar, somente sabia que ficar ao lado dele me deixava mais feliz do que quando só e eu ficava bem. 

Bati em minha cabeça fortemente com as palmas de minhas mãos enquanto subia os degraus da escada. "Droga, Selina! Que merda é essa? Por que pensa nele, quando todo seu coração queria estar com Henry? E por que a faísquinha que sente pelo Henry parece apagar-se quando está perto de Bruce? O que você está fazendo, garota?", questionei a mim mesma em pensamento. Tudo parecia ser tao confuso. Mas nao queria queimar minha mente com aquilo por essa noite,  eu precisava relaxar. Afinal, que privilégio passar a noite em um lugar como este! Até mesmo o apartamento de Henry nao possuia a imensidão desse quarto. -joguei-me sobre a cama. - Ela balançou com o impulso. - Ei! A cama dele também não era tao macia quanto essa! -rolei sobre ela. -Mas adorei ter estado em seus braços. -suspirei. - Após ter aproveitado meu espaço, lembrei-me do pijama que Bruce havia dito, certamente pulei em cima dele sem perceber. Coloquei-me de pé e virei-me com nojo, mas ao encarar a cama de frente, logo minha expressão de susto se tornou aprazível. Era um leve tecido de seda, um vestido branco delicadamente de renda. -fiquei feliz por não ser o que imaginava. -Peguei a roupa e a precionei contra o peito, nem parecia ter sido usada pela mãe de Bruce, carregava um cheiro de novo. 

Fui até o banheiro. Aquilo só podia ser um tipo de reino desconhecido. Ah, meu Deus! Hoje eu sou uma princesa, hoje eu vou ser o que quiser! - Ta bom, as vezes tenho pensamentos infantis inevitáveis, acontece que eu nao tive uma infância muito boa, o que não significa que nao seja pes no chão. Eu so quero me sentir especial por uma vez. Ser quem eu sou, sem fingir nada.

Liguei a ducha, fiquei rodando naquele banheiro por aguns segundos enquanto a esperava encher, o chão não estava molhado entao nao tinha perigo em escorregar. Eu dei piruetas e saltei feliz desfrutando daquilo tudo. Quando a banheira encheu o suficiente a desliguei e tirei a roupa, em seguida estiquei-me dentro dela tentando me aconchegar, banhos de rosa? Não, acho um pouco exagerado. Com espumas já esta bom. Peguei as espumas entre minhas mãos e as soprei, mais brinquei do que qualquer outra coisa. Finalmente me senti como uma criança. Quando terminei tudo eu me saquei e vesti a camisola de dormir. Caminhei em passos silenciosos até o quarto, deitei-me na cama, mas era evidente que eu nao conseguiria dormir, não naquela casa, não com todo aquele luxo. Espreguicei-me virando a cabeça de um lado para o outro. As paredes tediante... Ah, que espaço tao grande para uma só pessoa. Levantei-me animada e comecei a revirar algumas coisas, gavetas e quadros, mas nao havia nenhuma roupa ou algo valioso, nem cofre por trás de uma pintura. Entristeci-me logo, sentada sobre a cama, apoiei meu queixo sobre minhas mãos até que senti minha barriga roncar. -levantei-me depressa. -Precisava sair do quarto e discretamente ir até a cozinha, não queria atrapalhar, mas nao suportaria passar toda a noite com fome, não conseguia dormir de estomago vazio.

Fechei a porta o mais delicado possível. Olhei ao redor e ninguem pareceu estar me observando, as luzes ainda estavam acesa e o relogio marcava 9:00h em ponto, era cedo ainda. Desci as escadas na ponta do pé, acho que devia tirar meu tempo para fazer aulas de ballet, brincadeira, nao tenho talento para exercer coisas do tipo. 

Abri a porta da cozinha e espiei pelo fresto, não havia ninguém por lá, entrei confiante de mim mesma. Fechei a porta a empurrando como alguém empurra uma pena, meu coração acelerado no peito, mas que aos poucos ia se acalmando.

-O que faz aqui Srta Selina?

Dei um pulo ao ouvir essa voz e de imediato virei-me para a direçao contraria.

Encostei-me contra a porta tentando acalmar minha respiração, eu havia tido aquilo que as pessoas chamavam de mini-infarto.

Era apenas Alfred, me acalmei conforme meu cerebro foi associando isso.

-Você me deu um susto! -reclamei enquanto me afastava da porta.

-Desculpa Srta. Selina. -ele realmente parecia arrependido, mas nao preocupado com a resposta do perdão.

-Sabe, geralmente sou eu que costumo dar um susto nas pessoas... -contei de forma divertida virando-me para ele novamente.

-Sempre tem o dia da caça e do caçador, Srta. Kyle. -ele sorriu. -O que deseja? -perguntou como se estivesse a disposiçao.

-Eu só queria algo para comer. -falei.

-Algo em específico? -questionou. 

-Um sanduíche e um suco de uva, talvez. 

-Fique tranquila. -assegurou. -Suba ao seu quarto e espere lá que eu levarei o seu pedido. -foi em direçao a geladeira.

-Como assim? -perguntei rindo. -O Sr. vai me servir, é isso? -cruzei os braços.

-Mas não tem nada de estranho nisso Srta. Esse é o meu trabalho. O que gosto de fazer. -ele pareceu sincero em dizer.

Como alguém podia gostar de servir e não preferir ser servido?

-Tudo bem. -me direcionei até a porta. -Eu vou subir, então. -dei um sorriso de canto para ele.

-É o melhor. -assentiu. -Patrao Bruce nao gosta que fiquem perambulando pela casa a esta hora. Além de tudo, não é bem visto vagar as escadas vestida desse jeito. -ele apontou para mim.

Balancei a cabeça fingindo entender, a verdade era que esses ricos viviam cheios de frescuras.

-Seu patrão nao gosta de muitas coisas, caro Alfred. -sorri, em seguida deixei a cozinha.

*******************

Fui acompanhada por um som agudo, como se aquilo avisasse perigo, eu nao tinha forças para lutar contra aquele barulho infernal, ninguém me ensionou a como enfrentar o mundo, eu aprendi sozinha, mas parecia nao saber mais. Aquele som perturbador cessou e entao tirei as maos dos meus ouvidos. Estranhei por um momento, o quarto fechado e praticamente escuro, tentei me concentrar em achar uma saída, mas nao havia uma. As luzes vermelhas se aprofundavam da tela e aquilo me assustava, mais do que o son agudo, aquele silêncio era pior. Fixei meu olhar adiante e pude ver uma espécie de aliens com asas de fogo, seres malignos que aterrorizavam-me só em lembrar, não queria e nem me concentrei em seus rostos, mas sim para a pessoa que eles protegiam como um todo.

-Henry! -gritei ao vê-lo imovel como um refém naquela cadeira.

Tentei me aproximar, mas uma barreira invisível me bloqueou instantaneamente, eu tentava passar, mas nao podia. O desespero e pavor que sentia ao ve-lo nas maos daqueles monstros. Minhas costas estavam arrepiados. Eu sentia  o calafrio percorrer meu corpo.

-Me Ajude! -ele gritou ao sentir suas unhas pontudas ferirem seu rosto.

-Henry! -gritei desesperada. -Henry! Henry! Henry! -bati naquela tela invisível umas mil vezes, mas ela nao parecia quebrar.

Caí ao chao. Estava nervosa e lagrimas rolavam sobre meu rosto, meu corpo doía. Até que vi a cena em que aqueles seres horríveis apertaram Henry, eles o perfuraram com suas unhas pontiagudos e grossas. E o vi estourar como um balão de festim, fora sangue para todos os lados. Chorei como nunca havia chorando antes, meu coração apertou-se menor que um grão. Mas antes que ele pudesse desaparecer vomitara algo de sua boca, um líquido transparente que aos poucos fora tomando forma de homem, entao tomou a face de Bruce e o corpo do mesmo. -franzi a testa tentando manter a calma, mas ainda estava apavorada. - Tentei passar, mas nao consegui ir adiante da barreira, aquilo continuava bloqueado.

-Venha até mim! -Bruce esticou a mao.

Neguei com na cabeça me levantando.

-Nao posso! -me afastei com os olhos cheios de lagrimas.

Dei um passo para trás e senti uma mão vermelha me agarrar e precionar com força sobre minha boca.

 

Abri meus olhos com o coração acelerado, levantei-me olhando ao redor, procurando por aquela coisa. Mas quando me dei conta, fora apenas um pesadelo. Passei as costas de minha mao pela testa, estava suando, mas permanecia gélida. Certamente eu havia gritado, me desesperei por demais. Minhas maos tremiam e meu olhar buscava claridade em cada canto do quarto afim de evitar que aquilo acontecesse na realidade. 

As vezes eu tinha esses sonhos estranhos e as vezes eles não significavam nada, mas nao deixavam de ser menos assustadores por isso.

-Selina, você está bem? -ouvi a voz de Bruce ao corredor.

Então saí de baixo das cobertas, acabei tropeçando no prato que havia deixado aos pés da cama após ter comido aquilo que pedi a Alfred, em seguida desesperada abri a porta. Quando encontrei Bruce ainda com meu olhar abalado eu o abracei inpensavelmente.

Após alguns minutos ele me afastou de seu peito e segurou em meus braços.

-O que houve? -sua expressão estava preocupada.

-Eu... Foi só um pesadelo. -disse enxugando o rosto.

-Você está bem? 

-Acho que estou. -contei incerta.

*********

Bruce me levou até o jardim, foi só aí que percebi que estava só com roupa de dormi. - mas nao me senti tão desconfortavel, eu até nao me importei muito. - Eu apenas o segui com meu olhar confuso. Ele parou a frente da picina e sentou-se a beira dela, fiz o mesmo, ainda estava insegura, mas logo tudo acalmou-se. Colocamos os pés dentro da água, ela estava gelada, mas nao nos importamos, eu fiquei balançando meu pé.

-Entao, o que aconteceu? 

-Nada demais. -disse abraçando meu corpo. -Apenas um pesadelo que não merece atenção.

Ele virou a cabeça para frente como se compreendesse, mas tambem querendo reter sua curiosidade, pois aposto que ele gostaria de saber o que houve nesse pesadelo e nao sei se teria forças o suficiente para recontar tudo aquilo.

-Eles dizem que pesadelos acontecem devido o fato de termos medo de perder algo ou alguém. -assentiu.

Eu o olhei, assustada e confusa, depois parei e tentei refletir sobre meu pesadelo.

-Está dizendo que tenho medos? -questionei.

Detestava admitir que temo a algo, mas tambem odiava a ideia de alguém me lembrar que eu sentia medo.

-Você sabe, Selina. Todos temos. 

-Eu...

-Guarde o seu pesadelo para você, só reflita sobre isso. -ele levantou-se. -Se voce sente medo por isso, seja qual ou quem for, significa que nao deve deixá-lo partir, significa que nao pode perdê-lo. -ele piscou de uma maneira séria.

Depois me deu as costas e caminhou alguns passos a frente.

-Espere! -ao dizer, ele parou e virou-se para mim. -Eu tenho medo sim. -assegurei engolindo meu orgulho.

Não que eu quisesse contar, nem que ele se importasse em ouvir. Mas eu queria ficar mais alguns segundos com ele por ali.

-Ah é? -ele aproximou-se novamente.

-Eu tenho medo de perder as pessoas que amo. -ergui o olhar. -E de me perder.

Ele abaixou a cabeça, mas estavamos tão perto que pude sentir seu calor me abraçar, permaneci o encarando.

-Então você não os pode deixar partir. -assegurou. - E Enquanto a você. -apontou. -Deve achar uma indentidade e quando conseguir, não pode deixar ir embora. Porque então essa será você, apenas dessa forma nao se perderá.

Ele sorriu de canto, mas sem abandonar seu jeito sério, me fitou por um longo tempo, mas depois virou-se de costas para mim.

-Boa noite! -disse ao caminhar para dentro da porta dos fundos.

E eu fiquei ali, intrigada com algumas de suas palavras. Olhei para cima e me deparei com o céu, as nuvens que mais pareciam estar cinzas e a lua cheia, estrelas e grilos cantantes, nada daquilo foi real, foi cinistro, mas nao real! Sabia que ja devia ser meia noite e confesso que estava com medo de ir me deitar...



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